ANNY LIMA - CENTRO
A passista mandona
https://www.photoacompanhantes.com/acom ... o/id-g569w
https://www.empirescort.com.br/acompanh ... o-1170955/
https://acompanhantes10.com/acompanhant ... lima-1lVlV
Relato do segundo semestre do ano passado e nunca antes publicado. Como a menina está bem na ativa e tem um estilo mais raro, achei interessante postar.
Anny é daquelas pretas que se o homem estiver olhando pra frente e enxergá-la a 200 metros de distância vindo em sua direção, provavelmente acelera o passo com medo da mulher virar numa esquina, entrar numa loja cheia de gente ou pegar uma condução.
Uma vez estando a poucos metros daquele monumento, o cabra arruma um jeito de parar de andar pra finalmente dar aquela discreta ou indiscreta olhada em seu bumbo e esquecer dos boletos vencidos, da violência, da seleção brasileira, do colega de trabalho chato e de todas as mazelas do cotidiano.
O corpo de Anny é pra ser admirado por todos os seres vivos, independente de cor, classe, orientação sexual e politica, crença ou qualquer categoria pesquisada pelo IBGE.
Marquei facilmente com a dama uma horinha de desfile, pensando em como dar conta daquela Apoteose.
O combinado foi de 180 reais. Caso quisesse sexo anal, deveria desembolsar mais 50 reais. Olhando aquele ensaio, confesso que quase pedi a sua retaguarda, mas optei por um evento mais tradicional.
À época Anny atendia no Edifício Central. Dividia a sala com uma menina, mas não vi ou ouvi manifestações na sala ao lado.
Ao chegar, sou recebido pela garota. Baixinha, de corpo escultural, um rosto a meu ver bonito. Se quiserem um retrato fiel a sua descrição basta clicarem nos links acima dos seus anúncios mais recentes, pois todos retratam fielmente sua bela forma.
Ela é uma preta retinta, e em seu abre alas, trazia uma lingerie branca causando um lindo contraste com sua cor de pele. Meu tímido porrete se animou instantaneamente diante daquela poderosa alegoria.
Após receber um selinho e os adereços para a higienização, retorno à avenida e damos início ao nosso desfile.
Tenho a predileção por programas com a maior quantidade de luz possível. Houve uma certa queda de braço entre nós, porque a dama queria fazer com a luz apagada. Ainda estava claro, mas sua sala não tinha tanta iluminação. Reclamei com educação e ela fez o favor de colocar o ambiente à meia luz. Não era o ideal, mas Anny tinha o molejo para negar de uma forma não grosseira.
Após esses ajustes nos refletores começamos a evolução com beijos em busca de harmonia, havia língua, os lábios se encontravam por inteiro, mas o ritmo daquele samba era mais cadenciado e com paradinhas, por duas ou três vezes eu busquei mais volúpia e recebia o pedido da rainha de bateria pra ir mais devagar.
Entendi que era hora do recuo para explorar outros setores. Anny pediu para me chupar, mas como não ligo muito pra boquete, foi a minha vez de barrá-la do baile de máscaras. Optei por despí-la por completo, revelando sua comissão de frente. Chupei seus seios pequenos com mamilos que se erijeciam quando tocados. A seguir, explorei seu belo corpo até chegar àquela vagina: pequena, quente e úmida, com um grelo doido pra cair na folia.
A preta olhando pra baixo e notando meu estado de animação sugeriu novamente uma mamada, mas meu mestre-sala queria era enfiar o mastro naquela bandeirinha.
Provavelmente sabendo que eu não ia durar muito, a garota já sugeriu iniciarmos na sua sentada, mas nossa guerrinha particular de comando fez com que eu lhe desferisse outra negativa.
Sem juízo que sou, pedi para que a potranca se colocasse de quatro, não sei como não me derramei ali. Até que passamos a foder de bruços, onde foi desafiador tentar chegar ao fundo da gruta, com aquele tamborzão e coxas durinhos e esculpidos na academia naturalmente tirando-me do completo encaixe.
Mudamos de posição novamente e acabei sucumbindo ao rebolado da preta, quando ela pediu pra penetrá-la no frango assado, apertando e enforcando de leve.
Saí de cima dela dizendo que era covardia transar com uma mulher daquela, uma verdadeira devoradora de homens. Ela até replicou dizendo que eu tinha durado muito e que costumava a penalizar seus parceiros com menos de 2 minutos. Acho que foi por isso que ela logo quis me apresentar sua sentada.
Deitei na cama e começamos a papear. Demonstrando mais uma vez seu lado mais controlador, Anny resmungou que eu não tinha deixado ela me chupar e nem cavalgar. O pau continuava em riste e como eu precisava de um fôlego, comuniquei à puta que ela poderia, finalmente, fazer seus caprichos.
Boquete perigoso, babado e cheio de artimanhas, até que avisei que se ela continuasse naquele ímpeto não iria conseguir me mostrar sua sentada. Foi a senha pro exemplar de deusa do ébano buscar a fantasia peniana e começar sua atuação como amazona. E olha que ela tava na maldade, tentou me derrubar de frente, depois de costas, me xingava e se xingava e eu ali desafiando a dama, meio com orgulho e ao mesmo tempo surpreso em resistir.
Ficamos nisso até a menina se cansar e eu tirar ela de cima, explicando que se ela tivesse que ter me derrubado daquela forma, já teria conseguido. E o que acontecia era que, na maioria das vezes meus gozos se mostram mais a vontade com o dono no comando. Nosso carmaval teve o seu fim.
Já estávamos na dispersão, fui jogar uma água no corpo e me despedir de Anny. A temperatura fria fez finalmente meus ânimos baixarem.
Conversamos enquanto eu me vestia e com franqueza chegamos a confessar que éramos meio mandões no sexo. Ela me perguntou se eu voltaria e eu disse que dependeria do seu comportamento. Por abuso citei que dava vontade de comer ela acorrentada e amordaçada (e de luz clara). Ela riu dizendo que nunca deixaria. Brinquei com ela então que aquele seria um adeus, ela não se fez de rogada e esfregou a bunda no meu pau também dizendo adeus. Mostrei o resultado dos seus atos e ela novamente sorriu dizendo que era imbrochável.
Desde então não visitei mas Anny, mas ela me adicionou no WhatsApp e seus status são absolutamente tentadores. Certa vez, após visualizar um deles, propus o reencontro e sinalizei com a proposta do enredo do parágrafo anterior, que foi novamente negada com seu bom humor costumeiro.
Pode ser que eu volte a visitar aquele pavilhão, mas enquanto não acontece, vou curtindo outras festas populares.
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Anny é daquelas pretas que se o homem estiver olhando pra frente e enxergá-la a 200 metros de distância vindo em sua direção, provavelmente acelera o passo com medo da mulher virar numa esquina, entrar numa loja cheia de gente ou pegar uma condução.
Uma vez estando a poucos metros daquele monumento, o cabra arruma um jeito de parar de andar pra finalmente dar aquela discreta ou indiscreta olhada em seu bumbo e esquecer dos boletos vencidos, da violência, da seleção brasileira, do colega de trabalho chato e de todas as mazelas do cotidiano.
O corpo de Anny é pra ser admirado por todos os seres vivos, independente de cor, classe, orientação sexual e politica, crença ou qualquer categoria pesquisada pelo IBGE.
Marquei facilmente com a dama uma horinha de desfile, pensando em como dar conta daquela Apoteose.
O combinado foi de 180 reais. Caso quisesse sexo anal, deveria desembolsar mais 50 reais. Olhando aquele ensaio, confesso que quase pedi a sua retaguarda, mas optei por um evento mais tradicional.
À época Anny atendia no Edifício Central. Dividia a sala com uma menina, mas não vi ou ouvi manifestações na sala ao lado.
Ao chegar, sou recebido pela garota. Baixinha, de corpo escultural, um rosto a meu ver bonito. Se quiserem um retrato fiel a sua descrição basta clicarem nos links acima dos seus anúncios mais recentes, pois todos retratam fielmente sua bela forma.
Ela é uma preta retinta, e em seu abre alas, trazia uma lingerie branca causando um lindo contraste com sua cor de pele. Meu tímido porrete se animou instantaneamente diante daquela poderosa alegoria.
Após receber um selinho e os adereços para a higienização, retorno à avenida e damos início ao nosso desfile.
Tenho a predileção por programas com a maior quantidade de luz possível. Houve uma certa queda de braço entre nós, porque a dama queria fazer com a luz apagada. Ainda estava claro, mas sua sala não tinha tanta iluminação. Reclamei com educação e ela fez o favor de colocar o ambiente à meia luz. Não era o ideal, mas Anny tinha o molejo para negar de uma forma não grosseira.
Após esses ajustes nos refletores começamos a evolução com beijos em busca de harmonia, havia língua, os lábios se encontravam por inteiro, mas o ritmo daquele samba era mais cadenciado e com paradinhas, por duas ou três vezes eu busquei mais volúpia e recebia o pedido da rainha de bateria pra ir mais devagar.
Entendi que era hora do recuo para explorar outros setores. Anny pediu para me chupar, mas como não ligo muito pra boquete, foi a minha vez de barrá-la do baile de máscaras. Optei por despí-la por completo, revelando sua comissão de frente. Chupei seus seios pequenos com mamilos que se erijeciam quando tocados. A seguir, explorei seu belo corpo até chegar àquela vagina: pequena, quente e úmida, com um grelo doido pra cair na folia.
A preta olhando pra baixo e notando meu estado de animação sugeriu novamente uma mamada, mas meu mestre-sala queria era enfiar o mastro naquela bandeirinha.
Provavelmente sabendo que eu não ia durar muito, a garota já sugeriu iniciarmos na sua sentada, mas nossa guerrinha particular de comando fez com que eu lhe desferisse outra negativa.
Sem juízo que sou, pedi para que a potranca se colocasse de quatro, não sei como não me derramei ali. Até que passamos a foder de bruços, onde foi desafiador tentar chegar ao fundo da gruta, com aquele tamborzão e coxas durinhos e esculpidos na academia naturalmente tirando-me do completo encaixe.
Mudamos de posição novamente e acabei sucumbindo ao rebolado da preta, quando ela pediu pra penetrá-la no frango assado, apertando e enforcando de leve.
Saí de cima dela dizendo que era covardia transar com uma mulher daquela, uma verdadeira devoradora de homens. Ela até replicou dizendo que eu tinha durado muito e que costumava a penalizar seus parceiros com menos de 2 minutos. Acho que foi por isso que ela logo quis me apresentar sua sentada.
Deitei na cama e começamos a papear. Demonstrando mais uma vez seu lado mais controlador, Anny resmungou que eu não tinha deixado ela me chupar e nem cavalgar. O pau continuava em riste e como eu precisava de um fôlego, comuniquei à puta que ela poderia, finalmente, fazer seus caprichos.
Boquete perigoso, babado e cheio de artimanhas, até que avisei que se ela continuasse naquele ímpeto não iria conseguir me mostrar sua sentada. Foi a senha pro exemplar de deusa do ébano buscar a fantasia peniana e começar sua atuação como amazona. E olha que ela tava na maldade, tentou me derrubar de frente, depois de costas, me xingava e se xingava e eu ali desafiando a dama, meio com orgulho e ao mesmo tempo surpreso em resistir.
Ficamos nisso até a menina se cansar e eu tirar ela de cima, explicando que se ela tivesse que ter me derrubado daquela forma, já teria conseguido. E o que acontecia era que, na maioria das vezes meus gozos se mostram mais a vontade com o dono no comando. Nosso carmaval teve o seu fim.
Já estávamos na dispersão, fui jogar uma água no corpo e me despedir de Anny. A temperatura fria fez finalmente meus ânimos baixarem.
Conversamos enquanto eu me vestia e com franqueza chegamos a confessar que éramos meio mandões no sexo. Ela me perguntou se eu voltaria e eu disse que dependeria do seu comportamento. Por abuso citei que dava vontade de comer ela acorrentada e amordaçada (e de luz clara). Ela riu dizendo que nunca deixaria. Brinquei com ela então que aquele seria um adeus, ela não se fez de rogada e esfregou a bunda no meu pau também dizendo adeus. Mostrei o resultado dos seus atos e ela novamente sorriu dizendo que era imbrochável.
Desde então não visitei mas Anny, mas ela me adicionou no WhatsApp e seus status são absolutamente tentadores. Certa vez, após visualizar um deles, propus o reencontro e sinalizei com a proposta do enredo do parágrafo anterior, que foi novamente negada com seu bom humor costumeiro.
Pode ser que eu volte a visitar aquele pavilhão, mas enquanto não acontece, vou curtindo outras festas populares.