por Madruguinha » Qua Jul 29, 2026 6:41 pm
Não sou muito certo da cabeça, e alguns já devem ter notado. Escritor amador totalmente prolixo que, além de intitular suas aventuras esperando que o público as compreenda sem a necessidade de uma nota de rodapé ou introdução explicativa, escolhe, na maioria das vezes, a acidez no lugar do humor, contrariando o que representa o próprio nick/avatar.
Só os mais talentosos fazem piada, e eu nasci uma piada pronta. Pelo menos é isso que muitos me fazem sentir quando riem enquanto eu simplesmente passo ou chego por perto.
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Um confrade que, além de influenciar minha volta para a putaria, apresentou-me aos fóruns, andava gastando a sorte em aplicativos de relacionamento e deu match com uma menina "iniciante" no job. Como os horários livres dele não conciliavam com os de atendimento dela, teve a brilhante ideia de me enviar os prints do diálogo entre eles junto com o contato da moça, com a condição de que eu continuasse a conversa via WhatsApp, passando-me por ele e agraciando-me com tal oportunidade.
Júlia (nome fictício) chamou minha atenção logo de cara, com uma das bocas mais bem desenhadas que já vi. Negra não retinta, simpática, extrovertida, brincalhona e muito safada, foi tesão instantâneo. Contou que cuidava do corpo malhando e se alimentando bem, e que adorava ir à praia para exibir toda aquela melanina. Um verdadeiro avião, como diriam os baianos do É o Tchan.
A menina tinha seu trampo CLT, e sua abordagem era realmente a de alguém que fazia programas esporadicamente. Conversamos por quase uma semana, e o papo fluiu de forma semelhante ao de qualquer menina que dá match e quer te pegar, com o adendo de receber um agrado financeiro depois. Além de amenidades e assuntos do cotidiano, a safada enviava vídeos e fotos do corpo em visualização única, atiçando minha vontade e, consequentemente, conseguindo me envolver nos assuntos dela.
Combinamos um programa de 1h por 150, sem anal, mais o deslocamento de Uber, em um hotel na Zona Oeste. Em nenhum momento ela fez menção de furar ou atrasar, tornando essa parte do pré-atendimento muito tranquila. Ouvi sua chegada ao local de forma bastante sorridente e faladeira, restando apenas confirmar as boas impressões quando eu abrisse a porta.
Quando abri, lembrei das palavras do confrade responsável por iniciar o desenrolo:
"Agora é só aproveitar, pois te deixei na cara do gol, na pequena área, sem goleiro, com a bola devagar e rasteirinha."
Fato.
Cheirosa, de vestidinho preto indefectível colado ao corpo, Júlia era daqueles casos raros em que a pessoa é mais bonita pessoalmente do que nas fotos e vídeos. Perguntei se o cachê precisaria ser pago antes ou depois do ato e, como a resposta foi um "tanto faz", deixamos essa parte para o fim.
Consultei sobre possíveis restrições, e a gata revelou que não gostava de tirar a parte de cima da lingerie. Respeitei sua vontade sem reclamar e/ou questionar. Dito isso, como já estávamos higienizados, o enrosco podia começar.
O beijo encaixou, e o entrosamento foi rápido. Descemos ao leito e constatei depressa o quanto ela era quente já nas preliminares. A lingerie preta que usava por baixo do vestido não tardou em ter sua parte inferior arrancada.
A xana de Júlia tinha aquele gosto bom de se lambuzar. Paladar de buceta de verdade, sem máscaras, totalmente in natura. Revezei entre chupar e beijar suas partes baixas, pernas, braços, barriga, pescoço e boca, enquanto a gostosa correspondia acariciando e beijando meu tórax.
Na sequência, deixei que ela chupasse meu pau depois de muito pedir, quase me levando ao céu. O membro endurece só de lembrar daquela boca quente.
A vontade de penetrá-la era enorme, mas antes quis fazê-la gozar na minha boca. Posicionada em quatro apoios, entrei com a cabeça entre suas pernas, chupando a xaninha e massageando a entrada do cuzinho, levando a vadia à loucura. De tão alto, os amantes dos quartos vizinhos ouviam facilmente os gritos e suspiros da devassa.
Muito encharcada, Júlia fez questão de sentar na minha cara, toda se tremendo, no exato momento em que conseguiu chegar lá. Após isso, sem necessidade alguma ou por pura opção, encaixou-se no meu colo e iniciou as sentadas tão logo vesti a camisinha, sem qualquer uso de lubrificante.
Quente, meu pau fervia dentro daquele túnel do prazer. Rata de academia, subir e descer no meu humilde garoto era bem tranquilo para ela. Difícil foi segurar minha vontade de gozar.
Pedi para trocarmos de posição como estratégia para durar mais, e assim foi feito, sem reclamações. Aqui destaco o quanto Júlia foi serena diante das solicitações e também o fato de, em todos os momentos, procurar minha boca ou se manter acessível ao beijo enquanto fodíamos.
Escolhi a posição D4, inclusive a que ela mais gosta, e desse modo a penetrei pelo tempo que minhas pernas suportaram, posicionado fora do leito.
Na sequência, querendo algo mais aderente, sugeri mudarmos para o ppmm, e a pegação ficou ainda mais intensa, fazendo os dois suarem. Lembro de ela ter me perguntado, de maneira firme e bem-humorada, por que eu não tinha ligado a merda do ar-condicionado assim que cheguei. Rimos.
A transa prosseguiu e o tempo, esse incorruptível senhor, infelizmente voava. Cansado e satisfeito com praticamente tudo até ali, deduzindo que havíamos aproveitado bastante, larguei o freio e deixei meus aspirantes a herdeiros colidirem com o látex.
Ainda que em nenhum momento houvesse pedidos ou pressão da parte dela para tal, a dedução mostrou-se correta, pois nos restavam apenas dez minutos para o banho, a arrumação e a despedida, de acordo com o horário combinado.
Fiz o pagamento do programa mais a locomoção, e a gata chamou o Uber Moto. Na época, se o bolso permitisse, eu dobraria a hora feliz da vida, pois fora um dos melhores atendimentos que tive na vida.
Depois, como retribuição, ajeitei um encontro dela com o confrade responsável pelo match, que comprovou todo o potencial que eu havia descrito.
Infelizmente, procurei-a tempos depois para um repeteco e não tive êxito. Júlia, que, apesar de fazer programas, não se considerava do job, entrou numa paranoia e passou a me achar um cara totalmente ridículo apenas porque não mandei mensagem no dia seguinte nem mantive uma rotina de conversa ou amizade colorida.
Achou-se usada e descartada, sem saber que o libertino toma certas atitudes porque lhe convém e lhe são necessárias.
Não poderia terminar este TD OFF sem revelar o safado que contribuiu para o feito. Jairzinho? Clodoaldo? Tostão?... Nenhum deles me premiou com uma assistência tão magistral quanto a sua, Confrade Digboy.
Agradeço aos leitores, abraço e até a próxima!
Não sou muito certo da cabeça, e alguns já devem ter notado. Escritor amador totalmente prolixo que, além de intitular suas aventuras esperando que o público as compreenda sem a necessidade de uma nota de rodapé ou introdução explicativa, escolhe, na maioria das vezes, a acidez no lugar do humor, contrariando o que representa o próprio nick/avatar.
Só os mais talentosos fazem piada, e eu nasci uma piada pronta. Pelo menos é isso que muitos me fazem sentir quando riem enquanto eu simplesmente passo ou chego por perto.
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Um confrade que, além de influenciar minha volta para a putaria, apresentou-me aos fóruns, andava gastando a sorte em aplicativos de relacionamento e deu match com uma menina "iniciante" no job. Como os horários livres dele não conciliavam com os de atendimento dela, teve a brilhante ideia de me enviar os prints do diálogo entre eles junto com o contato da moça, com a condição de que eu continuasse a conversa via WhatsApp, passando-me por ele e agraciando-me com tal oportunidade.
Júlia (nome fictício) chamou minha atenção logo de cara, com uma das bocas mais bem desenhadas que já vi. Negra não retinta, simpática, extrovertida, brincalhona e muito safada, foi tesão instantâneo. Contou que cuidava do corpo malhando e se alimentando bem, e que adorava ir à praia para exibir toda aquela melanina. Um verdadeiro avião, como diriam os baianos do É o Tchan.
A menina tinha seu trampo CLT, e sua abordagem era realmente a de alguém que fazia programas esporadicamente. Conversamos por quase uma semana, e o papo fluiu de forma semelhante ao de qualquer menina que dá match e quer te pegar, com o adendo de receber um agrado financeiro depois. Além de amenidades e assuntos do cotidiano, a safada enviava vídeos e fotos do corpo em visualização única, atiçando minha vontade e, consequentemente, conseguindo me envolver nos assuntos dela.
Combinamos um programa de 1h por 150, sem anal, mais o deslocamento de Uber, em um hotel na Zona Oeste. Em nenhum momento ela fez menção de furar ou atrasar, tornando essa parte do pré-atendimento muito tranquila. Ouvi sua chegada ao local de forma bastante sorridente e faladeira, restando apenas confirmar as boas impressões quando eu abrisse a porta.
Quando abri, lembrei das palavras do confrade responsável por iniciar o desenrolo:
"Agora é só aproveitar, pois te deixei na cara do gol, na pequena área, sem goleiro, com a bola devagar e rasteirinha."
Fato.
Cheirosa, de vestidinho preto indefectível colado ao corpo, Júlia era daqueles casos raros em que a pessoa é mais bonita pessoalmente do que nas fotos e vídeos. Perguntei se o cachê precisaria ser pago antes ou depois do ato e, como a resposta foi um "tanto faz", deixamos essa parte para o fim.
Consultei sobre possíveis restrições, e a gata revelou que não gostava de tirar a parte de cima da lingerie. Respeitei sua vontade sem reclamar e/ou questionar. Dito isso, como já estávamos higienizados, o enrosco podia começar.
O beijo encaixou, e o entrosamento foi rápido. Descemos ao leito e constatei depressa o quanto ela era quente já nas preliminares. A lingerie preta que usava por baixo do vestido não tardou em ter sua parte inferior arrancada.
A xana de Júlia tinha aquele gosto bom de se lambuzar. Paladar de buceta de verdade, sem máscaras, totalmente in natura. Revezei entre chupar e beijar suas partes baixas, pernas, braços, barriga, pescoço e boca, enquanto a gostosa correspondia acariciando e beijando meu tórax.
Na sequência, deixei que ela chupasse meu pau depois de muito pedir, quase me levando ao céu. O membro endurece só de lembrar daquela boca quente.
A vontade de penetrá-la era enorme, mas antes quis fazê-la gozar na minha boca. Posicionada em quatro apoios, entrei com a cabeça entre suas pernas, chupando a xaninha e massageando a entrada do cuzinho, levando a vadia à loucura. De tão alto, os amantes dos quartos vizinhos ouviam facilmente os gritos e suspiros da devassa.
Muito encharcada, Júlia fez questão de sentar na minha cara, toda se tremendo, no exato momento em que conseguiu chegar lá. Após isso, sem necessidade alguma ou por pura opção, encaixou-se no meu colo e iniciou as sentadas tão logo vesti a camisinha, sem qualquer uso de lubrificante.
Quente, meu pau fervia dentro daquele túnel do prazer. Rata de academia, subir e descer no meu humilde garoto era bem tranquilo para ela. Difícil foi segurar minha vontade de gozar.
Pedi para trocarmos de posição como estratégia para durar mais, e assim foi feito, sem reclamações. Aqui destaco o quanto Júlia foi serena diante das solicitações e também o fato de, em todos os momentos, procurar minha boca ou se manter acessível ao beijo enquanto fodíamos.
Escolhi a posição D4, inclusive a que ela mais gosta, e desse modo a penetrei pelo tempo que minhas pernas suportaram, posicionado fora do leito.
Na sequência, querendo algo mais aderente, sugeri mudarmos para o ppmm, e a pegação ficou ainda mais intensa, fazendo os dois suarem. Lembro de ela ter me perguntado, de maneira firme e bem-humorada, por que eu não tinha ligado a merda do ar-condicionado assim que cheguei. Rimos.
A transa prosseguiu e o tempo, esse incorruptível senhor, infelizmente voava. Cansado e satisfeito com praticamente tudo até ali, deduzindo que havíamos aproveitado bastante, larguei o freio e deixei meus aspirantes a herdeiros colidirem com o látex.
Ainda que em nenhum momento houvesse pedidos ou pressão da parte dela para tal, a dedução mostrou-se correta, pois nos restavam apenas dez minutos para o banho, a arrumação e a despedida, de acordo com o horário combinado.
Fiz o pagamento do programa mais a locomoção, e a gata chamou o Uber Moto. Na época, se o bolso permitisse, eu dobraria a hora feliz da vida, pois fora um dos melhores atendimentos que tive na vida.
Depois, como retribuição, ajeitei um encontro dela com o confrade responsável pelo match, que comprovou todo o potencial que eu havia descrito.
Infelizmente, procurei-a tempos depois para um repeteco e não tive êxito. Júlia, que, apesar de fazer programas, não se considerava do job, entrou numa paranoia e passou a me achar um cara totalmente ridículo apenas porque não mandei mensagem no dia seguinte nem mantive uma rotina de conversa ou amizade colorida.
Achou-se usada e descartada, sem saber que o libertino toma certas atitudes porque lhe convém e lhe são necessárias.
Não poderia terminar este TD OFF sem revelar o safado que contribuiu para o feito. Jairzinho? Clodoaldo? Tostão?... Nenhum deles me premiou com uma assistência tão magistral quanto a sua, Confrade Digboy.
Agradeço aos leitores, abraço e até a próxima!