COM O QUE SE FABRICAM OS COLARES DE PÉROLAS?
"Tente passar pelo que estou passando
Tente apagar este teu novo engano
Tente me amar pois estou te amando
Baby, te amo, nem sei se te amo"
(MELODIA, 1971)
A história conta que "Pérola Negra", canção do cantor e compositor Luiz Melodia (1951-2017), foi uma espécie de homenagem a uma paixão que não pôde ser correspondida pelo artista. Ao saber que seu amigo transexual cultivava por ele sentimentos mais fortes do que os de amizade, o autor — que não o amava da mesma maneira —, inspirado pela confissão, colocou-se no lugar do outro e compôs esses versos eternos que retratam um amor puro e, ao mesmo tempo, rasgado.
Procurei por Pérola após passar praticamente a semana inteira sentindo-me como um cachorro que caiu do caminhão da mudança. Busquei novidades e também conhecidas, e cada contato era um tiro n'água. As entrevistas não chegavam ao esperado e faltava sempre um detalhe para que o encontro saísse do papel.
Foi quando, depois de um dia de labuta, admirado com um dos meus livros de cabeceira, lembrei-me de um relato do velho escriba chamado Dante, no qual a menina, com alegria, comentava sobre o presente que acabara de ganhar. O tempo dedicado por ele e a gratidão dela saltaram-me aos olhos. Reli a escrita do confrade relevante mais uma vez e pensei: "Quem sabe não é ela?"
"Tente entender tudo mais sobre o sexo
Peça meu livro querendo eu te empresto
Se inteire da coisa sem haver engano"
Na manhã seguinte, entrei em contato com Pérola via WhatsApp. O questionário, que muitas vezes pode parecer trivial, foi sendo respondido por ela com elegância, paciência e bom desdobramento. Atendeu a todas as demandas e marcamos o enrosco para o mesmo dia, na parte da noite, no Hotel Condor.
Chego ao hotel com 20 minutos de antecedência e envio o número do quarto à moça. Toda primeira vez tem lá a sua adrenalina, e meu coração batia acelerado à sua espera. Pelo menos dentro desse metiê do sexo pago, costumo ser bastante visual e, antes que ela entrasse por aquela porta, a opinião que eu carregava sobre sua fisionomia era baseada e confiada em relatos anteriores. Isso ajuda? Sim, sem dúvidas. Garante alguma coisa? Nem sempre, pois gostos são subjetivos, como bem sabem.
Acontece que, quando a campainha foi tocada e desci o artefato a fim de recebê-la e convidá-la para fazer daquele recinto um bom ambiente, minha voz praticamente emudeceu, meus olhos vidraram ao vê-la e meu corpo quase travou diante de tanta graça. Não vou falar que somente um cego seria capaz de encontrar defeitos nela, pois, pelos seus tato, olfato, paladar e audição aguçados, não acharia. Apenas um(a) pobre de espírito ousaria — com mentiras — apontar um defeito que seja.
Pérola, além de bonita de rosto, é gostosa como nas fotos. Para ilustrar um exemplo, ela é aquela menina que, quando passa na rua, todos os pescoços se mexem para acompanhá-la. Ela é a garota que dificilmente não será classificada como a mais interessante na roda de amigas. É a moça em quem, na balada, você pensa duas ou mais vezes antes de chegar por não se achar à altura.
Cumprimentamo-nos com um selinho tímido, fizemos perguntas protocolares e trocamos uma breve ideia que serviu para admitirmos que já estávamos higienizados, fato que foi o estopim para iniciarmos os trabalhos ali mesmo de pé. A moça bonita, bem-feita e formosa já foi deixando seu belo cartão de visitas com um beijo que faz da boca alheia uma garagem para sua língua. Nesse momento, eu já sabia que a seara fora dura, mas com final feliz.
Descemos agarrados aos beijos até o sofá que estava às nossas costas e misturava os nossos pertences. Pressionei o corpo dela contra o móvel e fui sentindo o gosto e o cheiro de sua pele enquanto usava meus sentidos nas áreas do pescoço, nuca e braços. Pérola retribuía beijando de volta, me apertando, falando coisas safadas e gemendo baixinho. Estava bem gostoso, mas o lugar em questão não era o mais confortável e adequado para continuar o namoro.
Foi então que sugeri mudarmos para a cama. Deitamos no colchão articulando sacanagens temperadas com um lado cômico que não tardou a aparecer. Ainda não estávamos totalmente despidos nessa hora e a princesa trajava um maiô verde fluorescente minúsculo que casava perfeitamente com sua pele morena cor de jambo. Seu corpo tem tudo devidamente no lugar, reflexo de uma linda juventude. Pele toda lisa, com algumas tatuagens bem posicionadas, barriga sequinha e seios que cabem em bocas desejosas. A bunda é grande, firme e boa de apalpar e bater. O conjunto da obra tem poder de fascinar o confrade incauto.
Dividindo a cama com ela, confesso que fiquei na dúvida por onde continuar o que havíamos começado. Pérola, esperando uma decisão que tardava, tratou de encher a mão para conferir o meu estado. Teso e inflado, penso que, se assim não estivesse, o melhor a fazer seria descartá-lo e lançá-lo fora como refugo diante de tamanho monumento. Após isso, deixei a inércia e a incredulidade de lado e curti a oportunidade como se deve.
Finalmente, terminei de despir a moça e pude, assim, provar de toda a sua anatomia. Aproveitei o pequeno vale dos seios por um bom tempo, depois guiei meus lábios ao sul, beijando a barriga e, em seguida, a parte interna das coxas, até chegar na pedra preciosa de Pérola. A bucetinha toda depilada já se encontrava bastante úmida.
"Rasgue a camisa, enxugue meu pranto
Como prova de amor mostre teu novo canto
Escreva num quadro em palavras gigantes
Pérola Negra, te amo, te amo"
Ela, assim como a sua dona — diga-se de passagem —, tem uma aparência de deixar a gente salivando. Visualizei aquele grelinho exposto saltitando e fui provar sua joia. Tem um gosto marcante que, só de lembrar, a boca fica cheia de água. Fiquei ali me fartando no seu sexo enquanto observava as reações dela para fazer a coisa bem-feita. Em determinado momento, ela pareceu chegar lá e afastou minha cabeça com delicadeza. Achou certo retribuir e, jogando minha veste longe, tirou meu humilde da cela para iniciar o boquete.
Avisei-a da hipersensibilidade que eu vinha sentindo ultimamente e culminou que, incrivelmente, com ela acabou nem dando as caras. Com os lábios macios e pressão bem calibrada, a gostosa mamava projetando sua boca até o final e aliava a isto uma alternância de passeio da língua entre o saco e a cabeça do meu membro. Estava bem prazeroso e, dadas as circunstâncias, pedi-lhe um tempo a fim de não gozar dentro daquela boquinha precocemente.
Na sequência, a gostosa, lembrando-se da entrevista de mais cedo, toca num ponto importante que havíamos tratado, crucial para aumentar meu tesão:
— Você quer comer meu cuzinho, né?
— Se não for muito incômodo, logicamente — respondi, e gargalhamos.
— Assim, logo de cara, safada? — insinuei.
— Não, né? Na bucetinha primeiro. Quero que você veja o quanto é apertadinha...
Pérola não mentiu. Vestiu a criança com a boca e iniciou um engate constrito, posicionando-se por cima. Suas pernas grossas ajudavam a esconder meu modesto pau dentro daquela xaninha, num movimento que, no princípio, foi executado devagar, até ir ganhando velocidade aos poucos. A gata subia, descia e gemia na minha piroca, e seus pequenos seios se mexiam deliciosamente conforme a dança.
Duvidoso, não sabia se deixava rolar e largava o freio e os herdeiros já ali ou se usava algum truque. Optei por não derramar e ganhei tempo de vida pedindo para chupá-la mais um pouco, só que dessa vez no 69. Uma posição que favoreceu a visualização do precioso cuzinho. Anelzinho lindo, cheiroso e convidativo, onde brinquei de dedilhar e passar a língua até me dar por satisfeito.
Na continuação, mudamos para a posição de quatro, quando comi sua bucetinha primeiro em cima da cama e depois na beira, até a cãibrina na perna chegar de mansinho e eu me render à curiosidade e ao desejo de comer aquele cu. Necessitamos de uma curta pausa para trocarmos uma ideia enquanto readquiríamos fôlego.
Na seguinte e final parte da transa, o que foi visto é o que podemos chamar de uma verdadeira surra de anal. Na mesma feição da xaninha, seu buraquinho também mostrou-se apertado. Com o caminho besuntado, tento, de início, pegá-la de quatro na beira da cama, mas é em vão e não consigo o encaixe perfeito. Pérola não desiste e, conhecedora dos "paranauês", pede para prosseguirmos o ato com ela por cima, da mesma forma que iniciamos a penetração vaginal anterior.
Ela pareceu não fazer distinção entre tomar na xota e no rabo. Imprimiu a mesma velocidade e constância, não reclamou e pediu mais e mais vara. Tentando ser um bom rapaz, obedeci e auxiliei estocando-a de baixo para cima com toda a força e energia que me sobravam. Precisei, mais uma vez, ser forte e resistir à vontade quase insuportável de deixar o leite sair.
Posteriormente, mais uma vez atendendo ao seu pedido, devorei-a na posição de ladinho até desacoplarmos e o garoto dar uma leve adormecida dentro da capa. Nem me preocupei porque sabia que seria temporário. Agarrado às suas costas, aproveito para beijar toda a extensão dela e voltar a ficar pronto enquanto a ouço dizer coisas obscenas.
Era hora de realizar o acabamento e finalizar a produção. Não sei se dá para chamar de papai e mamãe uma posição que, apesar de fisicamente correspondê-la, é biologicamente incapaz de gerar um bebê. Espero que entendam. E desse modo, mais uma vez sem que ela hesitasse e sob as suas instruções, juntei meu corpo ao dela e voltei a penetrar naquele cuzinho. Fiquei bombando, beijando e amassando a maravilhosa gata por um tempo até considerar inútil e doloso continuar segurando os anseios de um gozo farto.
Pérola Bittencourt fez jus ao nome que carrega. Simpática, divertida, agradável, carinhosa e uma foda preciosa. Um verdadeiro presente que recebi com contentamento e "despachei" com lamento.
"O que me importa são os atos, e mais que os atos, os sentimentos. É a alma que está em questão."
(Nelson Rodrigues)
Obs.: TD ocorrido há 2 anos e meio. Após hiato, vi seu anúncio e fiquei sabendo que retornou aos atendimentos na região serrana. Preços e tipos de programas desejados devem ser consultados com a moça.
Agradeço ao Velho Escriba pela influência na escolha e também a quem leu. Abraço e até a próxima!
VICKY (EX PÉROLA BITTENCOURT) - PETRÓPOLIS
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Vicky (Ex Pérola Bittencourt)
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