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A vida presta...
TÓPICO DA YASMIM
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Digboy
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MAYA

Mensagem por Digboy »

Se eu não lembro, eu não fiz

Trabalhar nas imediações da Rua da Alfândega faz com que um Libertino sempre se sinta como um cachorro vadio, que escolheu a padaria com a galeteira mais rica para ser o seu lar, mesmo que de forma não oficial.

Não é raro que eu me depare com algum rabo de saia, ao passar por aquela e outras ruas como a Buenos Aires, do Rosário e nas imediações do Mercado das Flores. Aqueles caminhos transpiram pecado. E o nosso faro quase nunca nos trai.

Se vejo uma menina de roupa curta ou colada e geralmente tatuada. Bem diferente do pessoal uniformizado ou que trabalha em escritórios do entorno, já penso logo que é "da vida" e fico torcendo para que entrem num dos muitos puteiros ou casas que fazem parte da circunvizinha. É raro, mas acontece muito.

Quase que invariavelmente almoço ao lado da 502, e já cansei de ver mulher bonita subindo aquela escadaria. Por vezes quase desisti de almoçar pra ir comer gente. Mas um pouco de juízo ainda me resta.

Nunca tinha visitado a casa até uma certa noite, quando cercado de boas companhias, resolvemos ir até o endereço a fim de checar o movimento, jogar conversa fora e ver no que daria. Por conta de um motivo particular e um sentimento de culpa, aliados a uma voz em meu interior, que me dizia que eu não deveria transar, entrei no recinto e logo comuniquei aos amigos que estava de boa e iria resistir às tentações.

Naquela ocasião, a casa estava bem vazia. Entretanto gostei do ambiente e algumas meninas vieram nos saudar. Outras preferiram nos deixar de lado e nem um "oi" nos deram. Havia mulheres interessantes, porém focado na minha auto-promessa, não cogitei quebrá-la.

Tudo corria bem até que vejo uma mulata alta de salto alto e sorridente entrar no salão. A inquietude já tomou conta do meu ser. A situação ficou mais crítica quando ela veio até o nosso grupo, muito provavelmente mandada pelo gerente.

Não pude disfarçar o olhar e ela deve ter visto cifrões pelas minhas lentes. A dama, que não era boba nem nada pediu para se sentar conosco e começamos a conversar.

Disse se chamar Maya. Pudera, a criatura tinha rosto de deusa e corpo de deusa, seu nome não poderia destoar.

Informei para a dama que estava tudo bem, que a achava muito bonita, mas que não tinha a intenção de contratar o serviço dela e nem de nenhuma outra. Cheguei até a dizer que estava sem um tostão furado para bancar uma simples Coca Cola, esclarecendo que até mesmo àquela que estava tomando tinha sido ofertada por um dos amigos.

Acontece que eu não conseguia parar de olhar suas pernas e coloquei uma das mãos em suas coxas, acariciando-as. Já estava fisgado e Maya sabia disso. Papo vai e papo vem, ela começou a me prometer mundos e fundos. Disse que beijava, fazia oral sem camisinha e até sexo anal com um agrado a mais. Desconversei mais um pouco, sem parar de alisar àquelas pernocas.

Era sexta-feira, com o corpo sofrido e cansado. Pensei, essa mulher vai me desmontar, mas eu quero literalmente pagar pra ver. Taquei minhas convicções pro alto, afinal aquela poderia ser a única e última vez que as nossas almas se encontrariam. Acertei os valores no balcão (via cartão de crédito) e subimos. Eu estava duro mesmo, mas a dureza do meu membro me venceu.

Maya se deitou na cama só de lingerie enquanto eu me banhava. O simples tilintar em suas coxas já tinha me deixado aceso e num estágio praticamente de pré-gozo.

A garota cumpriu o prometido com bons beijos, lembro que chupei cada centímetro daqueles 1 metro e oitenta do puro pecado. Acho que nem deixei ela fazer oral em mim. Não era necessário.

Penetrá-la era necessário. Ousei deixar que ela cavalgasse, quando quase, de fato, me desmontou. Sua bunda era digna de uma mulata de Sargentelli, e sua buceta depilada e pequena para aquele monumento de mulher não demorou a esmagar meu pau e fazê-lo chorar.

Depois do sexo houve tempo pra uma boa conversa. Ela me contou que rodava as boates do Centro e da Zona Sul para sustentar sua filha pequena. Maya era divertida, engraçada e sabia falar coisas que agradavam aquele seu humilde cliente. Apesar do tempo que restava para outra transa, eu já estava satisfeito e desmontado. Tendo preferido eternizar aquele momento trocando mais algumas carícias.

Gostei tanto de sua companhia que cheguei a pegar seu contato para contratar um programa longe daquele ambiente de boate. Um hotel com hidro cairia bem com ela, mas esse plano infelizmente não se concluiu. Maya não está mais no WhatsApp.

O que restou foi a lembrança da mulata com seu lindo sorriso de dentes branquinhos, que me fez se passar por mentiroso e tratante naquela noite. Quando na verdade, fui um fraco. E não me arrependo nem um pouco disso.
Até a próxima DigAventura
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Madruguinha
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Yasmim

Mensagem por Madruguinha »

E OS RATOS SE ROEM

Não cuspo no prato em que como. Sei reconhecer um bom gesto e o guardo como uma dívida que não pode ser esquecida. Voltei para a putaria há aproximadamente quatro anos e conheci belas profissionais free. Algumas me apresentaram uma qualidade de serviço até então desconhecida, tornando-se uma espécie de métrica; um objeto de comparação e desejo.

Porém, como em outras áreas da vida, algumas coisas acontecem e a primeira fé se vai. As más conversações corrompem os bons costumes, diz a Sagrada Epístola. A patota nascida e criada no entorno da Praça Floriano tornou a putaria local cada vez mais blasé para o libertino que estende seu orgasmo relatando as suas experiências.

"A liberdade é mais importante do que o pão." (Nelson Rodrigues)

A grande verdade é que, nesse underground, não muito diferente da vida cotidiana, quando se deixa entrar qualquer tipo de sentimento, o que é genuíno não encontra espaço. Na minha opinião, sob nenhuma hipótese deveria haver, no forista, o medo de desagradar quem quer que seja. Aquele que dedica seu tempo e dinheiro a um momento de prazer não deve ser tolhido da liberdade de expor suas reais impressões. Hoje, dependendo de onde a menina anuncia ou está inserida, a redoma dos que a protegem configura um bônus tão exacerbado que não me espantará se um dia o poder de avaliar trocar de mãos.

Nesse contexto, em uma das minhas andanças, busquei mais o desconhecido. Meninas não badaladas e distantes geograficamente da corriola sempre presente nos eventos e rodinhas de fofoca. Madureira, Cascadura, Realengo, Bonsucesso, Jacarepaguá... em todos esses bairros pude conhecer mulheres que sequer sabem ou dão importância para um fórum de putaria. Estão ali pelo pão de cada dia, atendendo bem ou mal não porque temem ou esperam por um relato que as derrubem ou as alavanquem. Foi assim que me vi dentro do Club 502, na Rua da Alfândega, acompanhado de poucos e bons amigos.

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A OCASIÃO

Final de mês, sexta-feira chuvosa e ambiente desconhecido. Confiando na vivência dos confrades, fui ver qual era a da boate. A casa tinha um pouco mais de homens do que as aproximadamente quinze meninas presentes, das quais poucas vieram até nós para se apresentar. O espaço era dividido em dois ambientes, tendo o primeiro DJ, bar e som alto, enquanto o outro era mais tranquilo para conversar, com fumódromo e mesa de sinuca à disposição.

Confesso que achei interessantes, no máximo, um terço das garotas. Três ou quatro seriam capazes de me fazer pedir uma alcova, porém, a que mais me chamou atenção foi a morena magrinha que estava "ocupada" bebendo com um dos "Reis do Camarote". Logo que a vi, imaginei que um enrosco com ela poderia render uma boa foda. Contudo, o número do sujeito, aliado ao maior interesse dela em fazê-lo gastar com bebidas ao invés do programa, atrasava qualquer possível aproximação ou abordagem da minha parte. Depois de quase uma hora, os dois sumiram do salão, no que suponho que finalmente foram aos finalmentes.

Fiquei ali papeando com os amigos e observando a movimentação da casa, sem esquecer dos momentos em que ela passou desfilando pelo salão de salto alto, num andar desengonçado — coisa que aumentou meu interesse — a fim de pegar uma bebida que o pagão lhe custeava. Vestia um minúsculo maiô preto que revelava gostosas curvas em um corpo consideravelmente esguio. Novinha, cabelo preso, seios pequenos e bunda com carne para pegar, sensualizava dançando e se esfregando no cara, sem desconfiar que despertava desejo em quem a observava de longe.


A RATOEIRA

Já era tarde e, após o confrade Papai Noel subir com uma dama, olhei o relógio e tentei usar a hora como álibi. O último horário do metrô seria minha desculpa para ir embora cedo e sem gastar mais do que a entrada. Mas o diabo é sujo e usa os seus. Uma simulação no aplicativo de transporte revelou que a facada do retorno ao lar não seria tão grande se dividida com o bom velhinho, o que me fez ficar mais um pouco.

Para completar, finalmente Yasmim — esse é o nome dela — descera e, dessa vez, estava livre, vindo nos cumprimentar. Falou primeiro com outro confrade que, nessa hora, esqueceu a timidez e fez questão de contar que eu estava interessado nela, pois havia lhe confessado isso não muito depois de entrar no salão. Com ela dirigindo-se para sentar ao meu lado, não demorei a entrevistá-la. Disse que beijava e chupava sem camisinha, mas que não fazia anal. Achei suficiente.

Sabendo que eu fecharia o programa com ela, sugeriu a suíte e pediu que eu pagasse um maço de cigarros, o que neguei, assim como a suíte. Infelizmente, esse é um comportamento normal dentro desses lugares, principalmente tratando-se de meninas mais novas. Combinamos meia hora por duzentos reais e subimos para um quartinho com chuveiro e sem vaso sanitário. Ao menos a cama parecia limpa.


A RATAZANA

Ela entrou e foi jogar uma água no corpo. Recusei um banho: primeiro por estar limpo; segundo, por não ter sandálias para entrar em um box onde provavelmente os usuários urinavam; e, por último, para não perder tempo, pois desconfiava que esse ínterim seria descontado.

Com ela de volta ao quarto, pude ver aquelas curvas sem censura, e a pica não tardou a ficar dura. Descemos ao leito e fui logo na intenção de provar dos beijos que, no desenrolo, ela havia dito que seriam de língua. Sua boca trazia o gosto do cigarro que fumara ao subir, e os beijos começaram tímidos, por vezes até desviando.
Percebi que não poderia extrair muita coisa dali e desci chupando os seios e beijando a barriga até chegar na ppk pequenina, limpa e cheirosa. Diferentemente dos beijos, não regulou nada no oral. Fiquei ali provando aquela xota saborosa enquanto a safada roçava perigosamente as pernas no meu pau. Estava muito gostoso e, não fosse um programa de meia hora, dedicaria mais minutos àquilo. Ligado nisso, optei por testar o flauteado da puta.

Yasmim não ficou de nojinho inspecionando a rola. Sem camisinha, pegou no garoto e simplesmente mandou ver. Aplicou um boquete mais babado que descia o membro todo. Pressão legal, carinha de safada e uma leve punhetada completavam a técnica. Não podendo suportar mais, pedi a camisinha e ordenei que viesse na sentada invertida, já que queria visualizar aquela bunda subindo e descendo. Não fez uso de lubrificante na xana e, favorecida por grande flexibilidade, já foi logo se posicionando para me abater. Apenas relaxei o corpo e deixei que ela fizesse sua obrigação.

Confesso que a primeira impressão que tive da moça na cama não era das melhores. Após beijar timidamente e se esquivar, imaginei que faria um oral com frescura e que teria má vontade no momento de trepar, coisas estas que não se concretizaram. Montada na piroca, Yasmim subiu e desceu vigorosamente, fazendo com que eu sentisse, em poucas sentadas, uma vontade absurda de gozar. Tive a impressão de sentir o sêmen na metade do canal da uretra, desesperado para conhecer novos ares. Era preciso uma intervenção.

Desferindo dois tapas como quem se dava por vencido, pedi que parasse, mas não fui atendido. Na sequência, implorei para que descesse do meu colo, mas a menina fazia ouvidos de mercador e continuava maltratando na sentada, junto de uma fricção energética para frente e para trás, com o pau por completo dentro dela. Falei mais grosso e nada.

Minhas últimas opções eram uma porrada violenta nas costas ou reunir todas as minhas forças para levantá-la pelo quadril. Como era minha primeira vez no ambiente e, de maneira nenhuma, queria ser acusado de agressão, empurrei sua bunda para frente e consegui me libertar daquele "quase estupro/abuso". Após isso, tomado por uma ira momentânea, xinguei a menina de todas as palavras de baixo calão que vieram à mente.


O ABATE

Desgrudados, o membro deu uma acalmada e, mesmo com certo ódio dela, voltamos às carícias e os beijos deram uma pequena melhorada após a reclamação. Beijei seu pescoço e chupei mais os peitinhos, até evoluirmos para o ppmm. Nessa posição, a pica deslizou bem e acho que o episódio anterior favoreceu meu desempenho, pois eu não parecia nem perto de alcançar o clímax. Sem olhar para o relógio, administrando o tempo mentalmente, sugeri que me aplicasse outra sentada, mas dessa vez de frente, onde pude provar sua maior qualidade na trepada.

Imprimindo um ritmo bem forte, sentou com uma disposição e velocidade que poucas vezes vi. O barulho das nossas pernas colidindo e o suor que pingava dela dão tesão só de lembrar. Com a menina já de respiração ofegante, dei um tempo para que se recompusesse, deitando um pouco ao meu lado. Recuperada, passou a guarda e montou em mim novamente, dessa vez entregando surpreendentes e gostosos beijos de língua, que alternavam com mordidas na orelha capazes de arrepiar a alma. Não dava mais para correr do fim; era hora de acabar com aquilo.

Bem que eu queria ter mais tempo, resistência e dinheiro para assistir ao vai e vem daquela bunda gostosa por horas, mas com receio de terminar aquela foda de maneira incompleta por conta de porradas na porta, larguei o freio e deixei acontecer. Pedi para que repetisse a sentada invertida, sendo isso tiro e queda. Sentindo a pressão e a quentura daquela xana, não demorei a esporrar uma quantidade que não imaginava ser possível na minha idade.

Lavei o pau no chuveiro, resistindo à vontade de urinar, me arrumei, pedi seu contato para um difícil, mas não improvável, trabalho externo e desci junto da puta. Na saída, novamente pediu que eu lhe pagasse um maço de cigarros e levou outra negativa. O estrago estava feito e a história, pronta para ser contada.


O QUEIJO

Acompanhado dos confrades, saí com a casa praticamente fechando e com a promessa de retornar para provar outras meninas. Lá fora já não havia garoa; na rua, no máximo alguns mendigos; e na memória, uma experiência com gosto de quero mais.

Foi uma foda positiva, na qual a menina foi melhorando ao longo do programa. Sua sentada é coisa de louco, o oral é OK e sua aparência muito me atrai. Não fosse a insistência para arrancar o máximo de dinheiro e os beijos tímidos no começo, a vontade de voltar a prová-la seria ainda maior.

Retornando à casa, ainda que ela esteja trabalhando por lá e um tesão volte a aparecer, devo experimentar outras opções. Recomendo para quem gosta de uma pegada mais violenta e com menos beijos na boca.

Fica o agradecimento a quem leu, um abraço e até uma próxima!
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"Não há trabalho ruim, o ruim é ter que trabalhar."
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