Os anfitriões indesejados
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Já conhecia Karina de alguns contos e também do Twitter e Xvideos. Era citada como especialista em sexo anal e a maioria dos seus vídeos continha essa modalidade.
Conferindo essas cenas também pude notar o seu jeito meio quieto e mais tímido. Confesso que gosto desse tipo. Ainda que ela não fizesse a minha preferência física.
A garota parecia ser bem magra. Digamos que eu gosto um pouco mais de carne. Entretanto, nada me fazia perder a vontade de conhecê-la.
O primeiro contato foi para saber as informações básicas. E a menina logo me adicionou. Passei a ver seus status e o inevitável parecia prestes a ocorrer.
Tentei marcar naquela mesma semana. Seria num hotel pela Baixada. Deixamos tudo alinhado pra uma tarde dali a 2 dias. Mas fui percebendo que não ia rolar. A guria não me deu a confirmação pela manhã e eu deixei pra lá. Fui até ter com outra puta e fingi que estava indo encontrá-la só pra ver qual seria a sua resposta. Disse que estava a caminho do hotel e que a esperava. Sonsamente ela só respondeu na manhã seguinte, dizendo que esteve doente, com febre e me pediu desculpas.
A cabeça de baixo muitas vezes tenta dominar a de cima. Eu sabia que não iria desistir até ver qual é.
Alguns dias depois, tornei a fazer contato e não obtive êxito. A menina disse que teria horário somente no dia seguinte. E assim ficou marcado. Ela dizia que tinha passado a atender em Madureira, que é próximo da minha casa.
Até pensei (novamente) em encontrá-la em um dos hotéis daquela região, mas como a primeira tentativa tinha sido falha e era a primeira vez com a messalina, fora que o valor da saída faria praticamente com que eu dobrasse meus gastos, fechamos para o local dela mesmo, no primeiro horário, às 10 da matina.
Era feriado no Rio, desses excepcionais, um evento com chefes de estado. As ruas estavam mais vazias do que o normal. E estava frio.
Duvidei que a garota fosse me atender pontualmente, vi ela anunciando chamada de vídeo já tarde daquela madrugada...
Mandei mensagem logo ao acordar e não obtive resposta. Outra mensagem cerca de uma hora antes e nada. Foi quando pensei em abortar a missão. Mas como era perto de casa, paguei pra ver e me dirigi até o lugar.
Cheguei pontualmente ao local e mandei mensagem. Como tinha um bar por perto, pedi um guaraná e fiquei de olho no telefone. Com uns 15 minutos de atraso, a garota apareceu e disse que eu poderia ir ao seu encontro.
A fachada da moradia era daquelas típicas casas antigas de subúrbio. A menina me atendeu abrindo apenas metade do portão. Adentrei no recinto. Havia dois carros enguiçados na garagem, entulho no quintal que precisava ser capinado e uma lixeira, na qual acabei esbarrando na passagem, que era bem estreita. Karina me dirigiu até uma das entradas do casarão, onde ficava seu quarto, bem nos fundos da garagem. Estranhamente aquele cômodo possuía duas portas.
A menina se mostrou tímida do jeito que eu esperava. Provável que eu tenha sido a primeira pessoa que viu naquele dia. Ela parecia ter acabado de acordar, apesar do seu cabelo que estava molhado e infelizmente preso. Zero produção, sem maquiagem, com roupa de dormir mesmo, camisola e calça moletom, devido ao tempo. Sei que isso pode parecer besteira, mas é complicado quando o cliente se prepara para ir minimamente apresentável e a prestadora do serviço parece ligar o modo foda-se e pensar, é só mais um cliente (ainda que seja realmente só mais um). Faltou zelo por parte da prestadora. Quando a pessoa não é tão bonita, penso que ela deve tentar melhorar a sua imagem, ficar mais sexy e parecer ao menos um pouquinho animada.
Apesar do banho que havia tomado em casa e da proximidade, achei apropriado me higienizar mais um pouco. Karina me apontou o caminho até o banheiro, mas era melhor que tivesse me apresentado o caminho até o inferno, porque eu teria decidido não ir, e caso tivesse decidido ir até o umbral, saberia o que me esperaria.
Na passagem para o banheiro me deparei com uma espécie de cozinha, muito provavelmente inutilizada, pois nela havia um sofá velho, elementos de matrizes africanas, tambores de escola de samba e mais uma sorte de quinquilharia, que me fizeram pensar ser inviável que alguém ainda cozinhasse naquele local.
Notei também que o quarto de Karina só possuía 3 paredes, sendo a parte que ligava o ambiente à tal cozinha separada apenas por uma cortina. Havia um quadro da Bela e A Fera sob a cabeceira da cama. Achei aquilo curioso, para um ambiente meio trash que transpirava pecado.
Retornando ao local da ducha, vi marcas pretas de pés no chão e infelizmente decidi tirar a água do joelho antes, mas ao levantar a tampa do vaso, vi que no sanitário tinha aquilo mesmo que vocês estão pensando. Pra completar, não havia separação entre box e o resto do lavabo e a água do chuveiro era fria. Dei meia volta e desisti do banho.
Disse pra garota que o banheiro estava impraticável, além do mais estava frio e que eu tinha vindo limpo de casa. Ela literalmente cagou e andou para a situação. Vai ver ela mesma tinha deixado aquela obra de arte por lá.
Foi quando comecei a perguntá-la sobre a casa e seus habitantes. Tendo a menina me respondido que outras três garotas atendiam ali e que havia também o anfitrião, um Ogro que fazia atendimentos e gravava conteúdo com todas elas.
Mais surpreso ainda eu fiquei quando soube que aquele era o único banheiro do recinto, e que os demais, caso precisassem fazer suas necessidades, teriam que passar pela tal segunda porta daquele quarto improvisado.
Karina me garantiu que ninguém iria nos interromper. Eram muitas informações pra processar, porém guerreiro que é guerreiro não foge da luta.
Iniciado o atendimento, a menina já somente de lingerie me fez perceber que ela era ainda mais magra do que os vídeos ou fotos transmitiam. As pernas dela pareciam dois gravetinhos, era difícil imaginar como sustentavam o restante do corpo. Os peitinhos eram até que legais e a bunda era pequena, mas tinha seu charme. Não fechei o programa com anal, porque ela cobrava taxa. E eu não pago taxa nesse tipo de serviço. Penso que se a pessoa gostasse mesmo dessa prática, não cobraria adicional.
Apesar dos pesares, começamos trocando beijos, que eram bem tímidos, apenas davam pro gasto. Havia língua e lábios se tocando. Só que os achei mais devagar do que o normal. Ainda assim, fiquei com o membro erijecido. Chupei a perva, que estava com sua higiene até que aceitável. Tentei dar um trato no seu grelinho, mas acho que não chegou a gozar. Ela me chupou, só que o tesão matinal era grande e eu pedi logo a camisinha.
Sua boceta era pequena e apertada. Fizemos algumas posições como de frente, ela veio na cavalgada e sucumbi rapidamente quando peguei-a de bruços. Karina era submissa e aguentava bem, mas senti falta de um pouco mais iniciativa da parte dela.
Pausa pra um breve papo, mesmo havendo sempre a sensação de que alguém fosse passar por aquela porta, ir em direção ao banheiro e se deparar com o mesmo cenário de terror que eu tinha presenciado. Ao menos eu iria rir e me sentir vingado por não ter sido o único a ter visto aquilo.
Como a minha libido estava alta naqueles dias e havia bastante tempo para um segundo round, trocamos mais alguns beijos e oral mútuo, só que o garoto não conseguiu mais ficar de pé. Eu tentei até empurrar mole, mas o pequeno Dig chegava a dar aquela quebrada e não conseguia mais entrar na toca. Só pensava naquela porta, na cortina, lembrava das condições do banheiro. Ninguém sequer bateu na porta, escutava barulhos bem ao longe, mas a mente nos trava e nos indica a saída. Como dito antes, a menina também era meio paradona, nada empolgante. Pra ir nela, o cabra tem que ter a visão de que a metida pela metida deve ser o foco, sem buscar muito envolvimento.
Foi quando finalmente me dei por vencido. Vesti minhas roupas, antes que outras pessoas pudessem me ver nu e de pau mole. Saí uns 10 minutos antes do fim e a menina me confidenciou que logo chegaria seu segundo cliente do dia. Cliente esse que provavelmente viveria aquela mesma cena: menina sonolenta e com fome, sem estar produzida, o banheiro sujo e aquela sensação de falta de privacidade ou de encontro com o inesperado.
Voltei pra casa pra tentar aproveitar o restante daquele feriado. Logicamente que a primeira coisa ao chegar foi correr para o meu banheiro limpo e com água quentinha.
Às vezes, é melhor que fiquemos somente no imaginário e nas fantasias de um bom e velho filme pornô. O set de filmagem nem sempre contribui para a cena principal.
KARINA MELLO
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