Escadas estão para putanheiros, o que pedras estão para alpinistas. Todo frequentador de puteiros já teve ou encara escadas pra chegar ao objetivo. Já vi em um trash um cara de muleta descendo degraus, pois nada para um libertino.
O decadente prédio na Av. Treze de Maio nº 33, praticamente só tem puteiros quase uma mini VM vertical. Imagino que quem administra nem pensa em consertar aqueles elevadores, "Deixa esses putanheiros se fuderem!" - Devem pensar.
Mas uma vez fui consumido pelo fogo e quis encarar esse prédio, minha intenção era ir no 607, mas no caminho um desses panfleteiros insistiu pra ir na outra casa com ele, mesmo eu falando que iria em outra. Ao subir aquelas escadas me sentia um fumante sedentário, nem parece que sou um atleta que não fumo e nem bebo, acabando todo meu fôlego para um possível sexo. Na entrada do corredor do andar botaram umas decorações de bexigas vermelhas e balões escrito "TE AMO". Chegando lá não tinha nenhuma novidade pois tinha apenas 2 semanas que fiquei com a Bruna nesta casa. Aí ele reclamou paca comigo e falou que eu tinha feito ele subir à toa, sendo que ele que insistiu, mas não quis discutir com ele. Cheguei a ir no 607, mas só tinha uma preta alta magra de ombros largos e voz grave, que não fazia meu tipo. Assim acabei voltando ao 7º andar.
Feito a apresentação das moças, escolhi a Juju. Ela é uma loira baixinha "gordelicia" cheia nos lugares certos, com uma bunda larga que ofusca a barriguinha. Ela é bem simpática e falante, com o sotaque mineiro. Combinei 20min pois achei que iria gozar rápido naquela raba dela. Falou que tem uma mamada tão boa que me faria gozar antes de meter. E a mamada era bem boa mesmo, mas longe de me levar as alturas, vesti a camisinha e começo a meter por cima. Mas infelizmente meu pau começou a desanimar, não sei se foi pela situação de estresse antes ou do nada. Fiquei tentando meter mas não entrava, enquanto tentava ela dizia que tava ficando excitada com eu passando o pau no clitóris dela, mas da minha parte não foi intencional. Depois de algumas tentativas ela avisou que o tempo tava acabando, pedi pra ela me mamar me punhetando, ela me atendeu bem, me mamando e massageando meu pênis. Mas infelizmente o tempo acabou sem eu gozar. Ela perguntou se eu queria dobrar, mas não quis. A Juju fez um bom atendimento, acho que meu pau não tava no clima, e ainda o pouco tempo de 20min.
Mas não queria ir pra casa sem gozar e parti para Rua Olavo Bilac do Mercado das Flores, que conto em outro relato.
CONTINUA...
ESPAÇO PICANTE
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Juju
👍 Positivo
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ESPAÇO PICANTE
Bruna
👍 Positivo
(TD realizado no dia 29/05/2026)
Visitei a ótima exposição Yoshitaka Amano no CCBB, e saindo de lá aproveitei para dar uma desbravada a procura de algo bom e barato.
Antes fui comprar algumas coisas no Infocentro, e depois sentei em um banco ali e abri o site Photoacompa(com o celular meio coberto pela mochila, pra ninguém ver) na filtragem de alguma moça abaixo de R$100. Enviei mensagem pra algumas perguntando se estavam disponíveis, e enquanto aguardava as respostas caminhei até o horrível 13M33 e encarei a tenebrosa escada. Lá, fui na sala 607 que ainda não tinha ido, ao abrir a porta parecia que entrei em uma estufa de tão quente, tinha um cara aguardando bebendo um latão e uma morena tatuada só de calcinha falou os valores e disse que no momento só tinha ela, como não a curti acabei saindo. Depois no zap recebi a resposta da Yulle que disse atender Av 13 de Maio nº47, prédio que tem que se identificar pra entrar. Mas chegando lá era uma sala igual as da 13M33, com várias outras moças(maioria mais velhas). Porém pra minha decepção essa Yulle não tinha nada a ver com as fotos, tinha os peitos caídos e era bem barriguda. Perguntei se ela com ela que falei, ela confirmou e saí fora, tanto trabalho para se identificar na entrada para aquilo.
Retornei pro 13M33, e dessa vez fui direto pro 7º andar, indo na sala onde tinha visitado uma vez só pra ver, mas tinha gostado do plantel. Fui atendido pela Bruna, que já me recebe só de calcinha. As outras se apresentaram, cada apresentação mais apelativa que a outra, com uma se esfregando, outra rebolando em mim, e outra mostrando o cu, mas queria mesmo a Bruna. Ela é uma novinha magrinha estilo mignon, uma cintura que dar pra prender uma pulseira, e uma belíssima bunda e quadril, cabelo cacheado e volumoso. Tem uma cara de séria, que fiquei preocupado se seria mecânica e marrenta. Acerto o pagamento e já espero ela pelado, olhando a janela com vista pra rua do Teatro Municipal, que acho que quem olhava de fora conseguia me ver.
Como o local tava sem ar, liguei o ventilador, mas ela pediu pro ventilador não ficar nela, pois seca o lubrificante, assim acabei desligando. Ela antes passa um lenço umedecido no meu pau, o que já tava me excitando pois parecia que ela me punhetava. E então ela começa o boquete sem capa, enquanto eu pegava na bunda durinha dela. Ela reclama que minha mão tava gelada e pediu pra esfregar a mão na outra pra aquecer. Enquanto ela me mama ela conversa comigo, alternando entre chupadas e falas: — Como assim você não senti frio? ssshup Não existe isso! ssssshup — diz ela parecendo uma garota empolgada chupando um picolé .
Após botar a camisinha, começo a meter nela por cima, que tava com a buceta bem quente. Variando as posições por cima, percebi que ela tem uma ótima flexibilidade, jogava as pernas bem pra cima, e como ela é muito leve dava pra eu puxar ela até meu pau. Logo ela fica de quatro, e admiro a bela bunda redondinha durinha, e que é grande pra uma mulher tão magra. Então volto a comer por cima, e não resisto, gozando forte enquanto continuava socando pra aproveitar mais. Ela me dar uns lenços umedecidos pra eu me limpar, pega as coisas dela e sai do quarto. É isso, o local não oferece chuveiro, ainda bem que tava um dia frio e não saí de lá pingando com pizza debaixo do braço.
Por fim, gostei da Bruna, ela é longe de ser uma namoradinha, sem beijinho e sem chamar de meu amor, mas para um padrão de um privê trash tava boa, e faria um repeteco.
Ao sair do prédio, parecia que tava pegando um ar puro das ruas do Centro comparado a lá dentro.
Visitei a ótima exposição Yoshitaka Amano no CCBB, e saindo de lá aproveitei para dar uma desbravada a procura de algo bom e barato.
Antes fui comprar algumas coisas no Infocentro, e depois sentei em um banco ali e abri o site Photoacompa(com o celular meio coberto pela mochila, pra ninguém ver) na filtragem de alguma moça abaixo de R$100. Enviei mensagem pra algumas perguntando se estavam disponíveis, e enquanto aguardava as respostas caminhei até o horrível 13M33 e encarei a tenebrosa escada. Lá, fui na sala 607 que ainda não tinha ido, ao abrir a porta parecia que entrei em uma estufa de tão quente, tinha um cara aguardando bebendo um latão e uma morena tatuada só de calcinha falou os valores e disse que no momento só tinha ela, como não a curti acabei saindo. Depois no zap recebi a resposta da Yulle que disse atender Av 13 de Maio nº47, prédio que tem que se identificar pra entrar. Mas chegando lá era uma sala igual as da 13M33, com várias outras moças(maioria mais velhas). Porém pra minha decepção essa Yulle não tinha nada a ver com as fotos, tinha os peitos caídos e era bem barriguda. Perguntei se ela com ela que falei, ela confirmou e saí fora, tanto trabalho para se identificar na entrada para aquilo.
Retornei pro 13M33, e dessa vez fui direto pro 7º andar, indo na sala onde tinha visitado uma vez só pra ver, mas tinha gostado do plantel. Fui atendido pela Bruna, que já me recebe só de calcinha. As outras se apresentaram, cada apresentação mais apelativa que a outra, com uma se esfregando, outra rebolando em mim, e outra mostrando o cu, mas queria mesmo a Bruna. Ela é uma novinha magrinha estilo mignon, uma cintura que dar pra prender uma pulseira, e uma belíssima bunda e quadril, cabelo cacheado e volumoso. Tem uma cara de séria, que fiquei preocupado se seria mecânica e marrenta. Acerto o pagamento e já espero ela pelado, olhando a janela com vista pra rua do Teatro Municipal, que acho que quem olhava de fora conseguia me ver.
Como o local tava sem ar, liguei o ventilador, mas ela pediu pro ventilador não ficar nela, pois seca o lubrificante, assim acabei desligando. Ela antes passa um lenço umedecido no meu pau, o que já tava me excitando pois parecia que ela me punhetava. E então ela começa o boquete sem capa, enquanto eu pegava na bunda durinha dela. Ela reclama que minha mão tava gelada e pediu pra esfregar a mão na outra pra aquecer. Enquanto ela me mama ela conversa comigo, alternando entre chupadas e falas: — Como assim você não senti frio? ssshup Não existe isso! ssssshup — diz ela parecendo uma garota empolgada chupando um picolé .
Após botar a camisinha, começo a meter nela por cima, que tava com a buceta bem quente. Variando as posições por cima, percebi que ela tem uma ótima flexibilidade, jogava as pernas bem pra cima, e como ela é muito leve dava pra eu puxar ela até meu pau. Logo ela fica de quatro, e admiro a bela bunda redondinha durinha, e que é grande pra uma mulher tão magra. Então volto a comer por cima, e não resisto, gozando forte enquanto continuava socando pra aproveitar mais. Ela me dar uns lenços umedecidos pra eu me limpar, pega as coisas dela e sai do quarto. É isso, o local não oferece chuveiro, ainda bem que tava um dia frio e não saí de lá pingando com pizza debaixo do braço.
Por fim, gostei da Bruna, ela é longe de ser uma namoradinha, sem beijinho e sem chamar de meu amor, mas para um padrão de um privê trash tava boa, e faria um repeteco.
Ao sair do prédio, parecia que tava pegando um ar puro das ruas do Centro comparado a lá dentro.
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