MANSÃO GALAX - R. DO ROSÁRIO, 157 - CENTRO

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Camarada Boris
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Ariel 👍 Positivo

Mensagem por Camarada Boris »

Em uma tarde de sexta-feira chuvosa, fui visitar a ótima exposição do artista Vik Muniz, com suas obras criativas, muito boa para quem gosta de artes plásticas. Como nós libertinos somos artistas da arte do sexo, recomendo vocês visitarem.

Saindo de lá, quis dar uma relaxada, parti para a região putanhesca do Centro, que é a proximidade da Uruguaiana. Na última vez que fui na Mansão Galax fiquei com a cavala da Carol, mas na apresentação me chamou a atenção a franzina e novinha Ariel. É um tipo que não tem perfil de puta, jeitinho introvertida, parece aquelas garotas que começa a trabalhar em uma casa e depois ver que não servi pra isso e já sai, mas lendo os relatos nos sites, tem TD dela desde 2024, o que me deixou mais tranquilo pois acho que ela gostou de trabalhar com isso.

Indo na escondida Mansão Galax que fica literalmente quase junta a um salão de beleza, e dessa vez botaram uma placa indicando que é no 2ª andar. Entro por aquele longo corredor que parece um beco. Subindo vejo as meninas no sofá mexendo no celular, e sou bem atendido pela moça da recepção que me apresentou as moças que só tinham 3 lá, e nem precisava apresentar pois já queria a Ariel. Ela foi pro quarto junto comigo e já se despiu rapidamente, sem enrolar pra ir pegar algo fora, enquanto eu tirava minha roupa e procurava o preservativo na mochila, quando olho pra trás ela já tava toda nua me esperando olhando para mim.

Ela sorri com jeitinho meigo e começa a me beijar, e beijos intensos alternando em língua. Ao mesmo que me beija pega no meu pau e me punheta suavemente. Depois se senta e começa a me mamar, ficou um bom tempo mamando e só parou quando falei que ia botar a camisinha. Perguntou que posição queria e pedi pra eu ir por cima. Meu pau que infelizmente não me ajudou e tive dificuldade de meter na pequena bucetinha dela, até perguntei se ela tinha lubrificante mas ela não tinha. Então voltei a beijar ela, dessa vez por cima enquanto eu roçava o pau nela. Eram beijos intensos, a gente estava como um casal apaixonado. Enquanto me beijava ela começou a me punhetar, o que deixou a ereção mais firme e facilitou a penetração. Meti sentindo a ppk dela apertadinha, quentinha e bem molhada(mesmo sem lubrificante), o que não aguentei e nem consegui me segurar. Continuei com o pau dentro, e aproveitei pra beijar ela mais. Me limpei e ela me aguardava a se arrumar, ela sentada na cama me olhando sorrindo com um jeitinho meigo. E assim se despediu de mim com mais um intenso beijo.

Enfim, a Ariel é como uma flor no lixo. É ótima pra quem curte uma branquinha magrinha novinha no estilo namoradinha, o que é uma raridade até mesmo no mercado freela por aí. Fiquei apaixonado como um adolescente, e já penso em ter um repeteco com essa nova paixonite.
Dante, Madruguinha e Digboy curtiram esse relato.
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Camarada Boris
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Re: MANSÃO GALAX - R. DO ROSÁRIO, 157 - CENTRO

Carol 👍 Positivo

Mensagem por Camarada Boris »

Após meu fracasso com a Juju no 13M33app.php/relato/408, não queria sair do Centro com o saco cheio(literalmente). Parti para o Mercado das Flores, cheguei a subir as escadas das 2 casas daquela rua, mas nem cheguei a entrar no salão, só dei uma olhada rápida da escada, onde algumas moças desanimadas mexiam no celular, não vi nenhuma interessante naquele local com som alto e cheiro de cigarro e meti o pé. Na rua um outro panfleteiro me abordou entregando um panfleto da casa "Meraki Terapias", e perguntou se eu queria conhecer casa no prédio 28, acabei aceitando, pois disse ele que era só pra conhecer sem compromisso. Na entrada do prédio tem que se identificar, e o elevador demora. Enquanto isso o panfleteiro baixinho e gordinho, falava que eu ia gostar, tudo isso falando enquanto devorava um salgado. Chegando na casa parece uma casa de massagem de luxo, a atendente me ofereceu até água e café, achei que o valor lá seria caro, mas não é, porém tem muitos elementos que não gosto dessas casas como atmosfera zen, velas aromáticas, maca de massagem, parecendo um spa ou local de meditação, e as moças falavam como se fossem comissárias de bordo, e nenhuma delas fazia meu tipo.

Saí de lá e outro panfleteiro me abordou, dessa vez da "Mansão Galax", e era essa casa que queria conhecer e mais cedo fiquei procurando pela Rua do Rosário e não achei. Mas o panfleteiro(dessa vez gente boa) me mostrou, a casa é meio escondida em uma entrada ao lado de um salão de beleza, seguindo um longo corredor. Entrando na sala, meus olhos já foram direto em uma morena cavalona de cabelão pranchado que se apresentou como Carol, já sabia que ia ser com ela mesma. Também tinha uma magrinha branquinha novinha chamada Ariel, que achei bem interessante, mas eu já tava decidido.

Chegando no quarto e vejo como me dei bem, pois a Carol é um grande espetáculo, um quadril grande, cintura fina, seios redondos e firmes, coxas grossas e bunda grande. Ela abocanha meu pau mamando bem deixando duro rápido, já pronto pra meter. Boto a camisinha e começo a meter por cima, que dessa vez meu pênis funcionou bem demais, metia enquanto ela dava alguns selinhos, e alternava as posições por cima pra poder admirar a beleza dela. Assim, tava tão bom que não aguentei e acabei gozando forte. Depois de me limpar, ficamos um tempo conversando, ela disse ter 25 anos, e fiquei chocado em saber que ela não malha, disse que vai começar a malhar e tomar bomba. Carol é bem simpática, com o rosto com sardas e aparelho nos dentes, bem jeitinho de menina.

O local é meio ruim, não oferece banho, sem ar-condicionado e só com um ventilador de mesa, só dar pra ir ali em dias que não tá calor. Mas curti a Carol, e me interessei pela Ariel, pretendo voltar.

Por fim, consegui me dar bem no dia dos namorados com namoradas de aluguel.
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Dante
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MANSÃO GALAX - R. DO ROSÁRIO, 157 - CENTRO

Lia 👍 Positivo

Mensagem por Dante »

Faz umas semanas, decidi conhecer esse espaço chamado Mansão Galax — o nome, aliás, me pareceu pretensioso demais para um lugar onde você literalmente entra, paga e espera que a vida faça algum sentido. Cheguei em um horário dito como cedo, o que, convenhamos, é um horário indecente para qualquer atividade sensual.

Olhei ao redor, e o plantel... bom, digamos que não era exatamente o elenco de um sonho libidinoso. Parecia mais uma reunião de pessoas tentando lembrar por que acordaram tão cedo. Nada me chamou a atenção, nenhuma epifania carnal, nenhuma deusa em salto alto. Mas o que eu tinha era uma urgência básica, quase fisiológica, uma necessidade de descarregar o que a solidão da madrugada e o tédio do meu subconsciente haviam acumulado. Escolhi uma mocinha chamada Lia.

Lia era um pouco mais... sólida, digamos. Nada contra. Pelo contrário. Ela tinha um ar maternal com um toque de "vou te chupar como se minha conta de luz dependesse disso". E, no fim, é tudo o que eu precisava.

O atendimento foi direto, sem firulas. Beijava com gosto, coisa rara hoje em dia, quando todo mundo parece querer "pular para o final". Enquanto alisava aquela bunda como quem tateia uma almofada terapêutica, avisei, em tom confessional: “Vim aqui só pra gozar na sua boquinha.” Ela riu. Como se eu fosse um personagem coadjuvante de uma comédia sexual italiana.

Sentou-se na cama, caiu de boca. Literalmente. E eu ali, refletindo sobre a brevidade da vida e a eficiência daquele boquete. Pedi para que ela ficasse de joelhos. Não por dominação ou fantasia. Sendo honesto, tem uma parte de mim que acha que isso me dá algum controle sobre o caos.

Segurei-a pela nuca e fui, digamos, transpondo minha ansiedade para a boca dela, enquanto ela se engasgava discretamente — o que, confesso, me deixou numa mistura de culpa e excitação que só um neurótico da terceira idade entenderia.

Falei: "Você gosta, né, safada?"

Ela assentiu.

Eu gozei. Forte. Existencialmente.

Lia não deixou escapar uma gota. Depois, como quem cumpre um ritual milenar, foi até a lixeira e cuspiu. Sim, há sempre um momento anticlimático em toda experiência humana, e esse foi o nosso.

Vesti-me com a dignidade possível de quem acaba de ser sexualmente redimido por uma mulher de joelhos e uma lixeira plástica. Saí. Sem beijo na testa. Sem música de fundo. Apenas a promessa silenciosa de que, talvez, eu volte se a libido exigir. Ou caso a solidão piore.
Perdeu, mané...
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