NADJA MARTINEZ - MÉIER

Coloque aqui seus relatos antigos, de musas que encerraram carreira, mas marcaram a memória de quem as conheceu...
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Papai Noel
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Mensagem por Papai Noel »

ALFARRÁBIOS NATALINOS - A LOBA

Dizem que uma boa caçada leva tempo. É preciso estudar o alvo, saber seus costumes, por onde anda, o que gosta de fazer ...
Além disso, há a questão do tiro, que deve ser preciso, caso contrário a presa escapa e você não tem chance de efetuar um segundo disparo. E eu errei dois ...

Quando isso acontece, as vezes se torna necessário aguardar horas, dias, até meses. No meu caso foram quase 3 anos até que um dia reativei minha conta do Twitter e alguém retuitou a publicação de uma tal Nadja Martinez. O nome era diferente, mas não o rosto e o corpo (exceto por algumas novas tatuagens). Eu tinha certeza: a Loba estava ali, diante dos meus olhos mais uma vez.

Agora era uma questão de honra. Se errasse o terceiro tiro ia pedir música no Fantástico. Então fiz todos os cálculos, estudei as variáveis, considerei as possibilidades e BOOM: no alvo.
Marcação tranquila com a antecedência que o Noel aqui gosta, mesmo não sendo de imediato, mas nada que desabone.

Chega o dia do encontro, me dirijo ao seu local, no Méier. Rua residencial, tranquila, discreta e bem arborizada, o que ajudou a refrescar a tarde quente. Entro em contato para perguntar se ela bebia algo. "Bud", ela disse. Compro umas e me vou. Como é um condomínio residencial, me identifico na entrada e espero até que o porteiro libere minha entrada.

Subo o elevador e rapidamente chego ao seu apê. Aperto a campainha, ela abre a porta e me cumprimenta com um beijo e um sorriso que abrilhanta seu rosto, um dos mais lindos que já vi. Vestia uma pequena calcinha e um sutiã, ambas as peças na cor preta.
Ela me encaminha à sua toca, onde abrimos umas cervejas para brindar esse encontro.
Seu apartamento é muitíssimo bem arrumado e espaçoso. Após elogiar sua alcova, ela confessa que a decoração é toda de autoria dela. Belíssimo gosto.

Após um breve bate papo, onde, entre outras coisas, falo das minhas tentativas frustradas de marcar com ela no passado, pego a toalha e vou-me ao banho. Na volta, nosso enrosco começa com muitos beijos naquela boca carnuda.
Usar as mãos para explorar suas curvas não é um simples passeio, é uma verdadeira viagem. Só aquelas coxas exigem duas paradas cada. Como costumo dizer, é de encher a mão.
Aproveito que ela está deitada por baixo e, iniciei o reconhecimento oral de seu corpo. Seus seios parecem feitos sob medida para uma boca. Degustei ambos por um tempo e cheguei a pensar em fazer um tour com a boca pelas tatoos que cobrem boa parte do seu corpo, mas aja saliva. Fiz o que pude até chegar na sua buceta rosa, depilada e cheirosa.

Abraço suas coxas e vou conhecendo seu sexo, beijando, chupando e lambendo seus lábios e grelinho. De repente, sinto um arrepio: eram as garras dela delicadamente passeando pela minha cabeça. Sigo empenhado e ela dita as regras para o sucesso, dizendo o ritmo e local certos para que eu suavizasae um pouco o cio da Loba. Juro a vocês que, lá no fundo, eu tinha a esperança de que ela ia gozar com um uivo. Mas o gemido que deu foi igualmente apoteótico.

Fico admirando aquele sorriso recompensador até que diz: "Minha vez!". Trocamos de lugar e agora virei a presa dela. Tomou uma posição confortável na cama, pegou Rudolph e deu uma lambida, quase em câmera lenta, da base até a cabeça. Fez isso olhando na minha cara. Quase uivei. Daí em diante, ela só fez assumir seu papel na cadeia alimentar: bateu na cara, na língua, engoliu, lambeu, chupou, quase arrancou a cabeça do amiguinho. Quando ia pedir a camisinha pra não desperdiçar o tiro, ela me olha e fala: "Vai me dar leitinho?". PQP! Pulei da cama, ela se ajoelhou e continuou chupando alternando com as bolas. Mal tive tempo de segurá-la pelos cabelos e gozei. Mesmo não engolindo, ela não desperdiça nada.

Sento na cama pra me recompor enquanto ela vai fazer a higiene bucal. Já volta com mais cervejas pra comemorar nosso momento. Bebemos, conversamos e rimos. Com o tempo um pouquinho estourado, tomo banho e me visto. Na saída, ela faz questão de abrir a porta "para que eu volte sempre". Nos beijamos mais uma vez e a deixo.
A caçada estava concluída, mas não as minhas pendências ...


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HO HO HO, filhos da puta!
Arquiteto, Dante, Loke, Madruguinha, Salomão e Oscar, the Shy curtiram essa mensagem.
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