ALFARRÁBIOS DO NOEL - SONHO DE MENINA (DIRECTOR'S CUT)
Notas do autor:
- o relato a seguir é antigo e já foi publicado anteriormente. Porém, como se trata de uma boate, cuja rotatividade é maior que a de estacionamento do Guanabara em época de aniversário, optei por deixar no tópico apropriado. Dito isso, não custa lembrar que a garota não trabalha mais lá e o valor não está atualizado;
- na ocasião de sua publicação, fiz uma omissão estratégica no TD (previamente solicitada) para evitar certas complicações ao envolvido. Logo, o texto segue quase fiel à sua concepção original, exceto por algumas partes que preferi editar, por não fazerem mais sentido pra mim. Então, mesmo que você já tenha lido esse relato, recomendo ler novamente.
HO HO HO
Era uma sexta-feira totalmente atípica, desde o álibi que praticamente caiu no meu colo, ao dia em si passando por diversas situações sui generis. Pra não passar em branco, vamos tentar um enrosco, né? Depois de cinco contatos (quatro meninas e uma casa), nada. No caso das GPs, ainda dizem que é só escolher qualquer uma delas que não tem erro. E tem otário que acredita ...
Depois de dar azar em todas as investidas, lembrei de um pagode dos anos 90: "Aí vem o desespero / Machucando o coração".
Vou pular o trecho onde fiquei pouco mais de meia hora com um cara que não é amigo de ninguém e seu fiel assecla, indo para a parte onde fui para o Zezé. Lá chegando vi algumas caras conhecidas passando, umas falaram comigo de longe, outras me cumprimentaram rapidamente e pediram desculpas pela pressa; e teve até quem fingiu não me ver.
Longos minutos se foram até que vejo Dante saindo acompanhado do Castelo das Princesas. Pela liberdade que tinha com ambos, indaguei se poderia acompanhá-los e eles assentiram. Quando deixamos a dama em seu destino, relatei a sequência de desencontros que tive e o Dante me pergunta:
"- Você pode entrar em puteiro?
- Posso, ué? Porquê?
- Vamos na 502 então. A entrada é barata, não tem consumação e você ainda vê umas gostosas por lá."
E fomos!
Lá chegando, fiz um reconhecimento inicial, já que era minha primeira vez no local: dois ambientes distintos, uma pista de dança, onde fica o bar, e um lounge com sofás e uma mesa de sinuca. Pegamos algo para beber e uma menina me chamou a atenção na pista (ela não estava dançando). Como estava acompanhada, não me aproximei. Pouco depois a vejo no balcão da entrada, onde seu próximo cliente fazia os acertos para subir com ela. Ele volta para a pista ( provavelmente, para pegar algo no bar) e a deixa sozinha. Me aproximo, pergunto seu nome e de maneira tímida me responde: "Geovana". Digo que me interessei nela e que provavelmente a aguardaria. Nos cumprimentamos com beijos no rosto e me retiro para o lounge, onde Dante me aguardava.
Nos sentamos em frente à mesa de sinuca. Algumas pessoas jogavam e ficamos observando enquanto trocávamos uma ideia. Ao meu lado, um grupo de três rapazes e duas meninas conversavam animadamente, até que um deles toca meu braço.
- Com licença, irmão! Queria te fazer uma pergunta.
- Pois não.
- Você são analistas de dados?
- Não.
Todos começaram a rir. Estavam tentando adivinhar com o quê a gente trabalhava e parece que cada um apostou numa profissão. Dante sorriu e eu vi uma oportunidade para me divertir.
- Engenheiro então?
- Também não.
- Trabalha com o quê, desculpe perguntar?
- Vocês querem saber o que eu faço?
- Pô, irmão. Tô preocupado agora. Acho que não quero saber não.
Uma das meninas interrompe:
- Mas eu quero saber: quem é você?
- Noel. Meu nome é Noel.
Silêncio por 1 segundo. Todos caem na gargalhada.
- Ah, irmão. Não mete essa. Vai querer me convencer que é o Papai Noel só por causa dessa barba aí?
- Quase todo mundo tem a mesma reação que você. Mas eu posso provar.
- Como assim?
Abro a mochila, saco o gorro e coloco na cabeça. Os cinco emudecem e ficam com os olhos arregalados.
- Caralho! Ninguém vai acreditar em mim quando eu disser que vim numa termas e conheci o Papai Noel putão.
Depois de risos e um breve papo, noto que um cara alto de óculos e boné passa pelo salão mantendo a arrumação do ambiente. Era a segunda ou terceira vez que ele fazia isso, logo concluí que trabalhava no estabelecimento. Comentei com Dante, que não só confirma minha suspeita, como vai até ele e fala sobre meu interesse na Geovana estava livre. Ele se prontificou de imediato a conseguir essa informação. Voltou rapidamente dizendo que horas ela estaria liberada e emendou:
- Se quiser deixar reservado seu horário, só falar comigo: Martins PQD.
Falei que já éramos"amigos" pelo Facebook (o fake, obviamente) me identifiquei e ele lembrou de mim. Confirmei o interesse na menina e acertei tudo no balcão. Ele me disse que assim que ela estivesse disponível pediria que uma menina me levasse até ela.
E assim se sucedeu: na hora combinada, me despedi do Velho Escriba, fui conduzido ao andar superior por uma menina da casa que me "entrega" à Geovana. Ela me conduz à suíte no 3° andar, recebo a toalha ensacada e vou ao banho. Ela sai para buscar algumas coisas e volta quase ao mesmo tempo em que saio do banheiro. Estava com as mesmas vestes de mais cedo: um conjunto de lingerie branca com detalhes laranja, meias 7/8, salto e um botão de rosa vermelha presa ao seu curto cabelo.
Falando especificamente dela, é uma falsa magra, bem branquinha, seios pequenos e uma bundinha redonda. Possui um rosto bem bonito e uma pele aveludada e macia, gostosa de pegar, apertar, beijar ...
Para quebrar o gelo (ela é tímida, lembram?), conversamos um pouco e, entre outras coisas, ela me revela que achava esse nosso momento algo muito louco. Perguntei porquê e ela me disse que sonhou que um cara com o biotipo e aparência semelhantes aos meus a procuraria. Achei curioso, então deixamos a parte onírica de lado e encaramos a realidade com beijos suaves mas que aqueceram o ambiente. As mãos bobas foram percorrendo os corpos nus. Quando dei por mim, estava deitado de costas e Geovana vai beijando meu peito, barriga e chega no Pequeno Rudolph.
Ela se posiciona de lado e faz um oral ao mesmo tempo em que massageia o saco de presentes e a região adjacente mais ao sul. Deu um tesão acima do normal. Passo a mão pelo seu corpo alvo, sinto suas curvas e nuances. Que delicinha! Ela parte pra cima de mim e se encaixa numa posição muito gostosa, que permite que eu beije sua boca e seios. Após um tempo ela me pergunta se pode me chupar mais um pouco. Respondo com um grito: "NÃO! ... mas isso em alguma realidade alternativa, porque naquela hora só concordei com a cabeça.
Mais um oral caprichado acompanhado da massagem que quase me leva à loucura. Porém, acho que o combo cansaço + excesso de cervejas me impedia de gozar. Pra não deixar a coitada ali a vida toda (apesar de estar muito bom), pergunto se ela gosta de ser chupada. Já deita de costas com um sorriso safado no rosto. Entendi aquilo como um 'sim'.
Nos beijamos, chupo seus lindos seios e enfim chego à sua xana, depiladinha e provocante. Caio de boca de forma lasciva, chupando com vontade, lambendo cada recanto de seu sexo. Ela passa suas pernas pelos meus ombros, geme, se contorce e goza lindamente.
Do pouco tempo que nos restava, conversamos sobre coisas triviais e gostos pessoais, quando ela lembra de me contar o final do sonho e não é um desfecho feliz. Diferente do nosso, que é o que importava ali, naquele momento.
Fico observando Geovana recolocar suas peças de roupa, parecendo uma dama da era vitoriana, pela delicadeza com que se vestia. A rosa continuava lá ornamentando seus cabelos negros. Batem na porta anunciando o fim de nosso encontro e saímos até o andar inferior, onde nos despedimos com um beijo e a promessa nunca cumprida de retornar ...
De volta ao primeiro andar, encontro o Martins novamente, agradeci pela simpatia e por ter agilizado meu encontro com a Geovana, e batemos um breve papo. Fecho minha conta, sigo pelas ruas pensando no que acabei de vivenciar e chego à conclusão que não precisa encher a mão pra deixar o Noel com tesão.
No fim, uma dúvida atormentava a minha mente: será que o Zezé ainda tá aberto?
CLUB 502 - R. DA ALFÂNDEGA, 65 - CENTRO
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HO HO HO, filhos da puta!
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Re: CLUB 502 - Rua da Alfândega, 65 - Centro
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MAYA
Se eu não lembro, eu não fiz
Trabalhar nas imediações da Rua da Alfândega faz com que um Libertino sempre se sinta como um cachorro vadio, que escolheu a padaria com a galeteira mais rica para ser o seu lar, mesmo que de forma não oficial.
Não é raro que eu me depare com algum rabo de saia, ao passar por aquela e outras ruas como a Buenos Aires, do Rosário e nas imediações do Mercado das Flores. Aqueles caminhos transpiram pecado. E o nosso faro quase nunca nos trai.
Se vejo uma menina de roupa curta ou colada e geralmente tatuada. Bem diferente do pessoal uniformizado ou que trabalha em escritórios do entorno, já penso logo que é "da vida" e fico torcendo para que entrem num dos muitos puteiros ou casas que fazem parte da circunvizinha. É raro, mas acontece muito.
Quase que invariavelmente almoço ao lado da 502, e já cansei de ver mulher bonita subindo aquela escadaria. Por vezes quase desisti de almoçar pra ir comer gente. Mas um pouco de juízo ainda me resta.
Nunca tinha visitado a casa até uma certa noite, quando cercado de boas companhias, resolvemos ir até o endereço a fim de checar o movimento, jogar conversa fora e ver no que daria. Por conta de um motivo particular e um sentimento de culpa, aliados a uma voz em meu interior, que me dizia que eu não deveria transar, entrei no recinto e logo comuniquei aos amigos que estava de boa e iria resistir às tentações.
Naquela ocasião, a casa estava bem vazia. Entretanto gostei do ambiente e algumas meninas vieram nos saudar. Outras preferiram nos deixar de lado e nem um "oi" nos deram. Havia mulheres interessantes, porém focado na minha auto-promessa, não cogitei quebrá-la.
Tudo corria bem até que vejo uma mulata alta de salto alto e sorridente entrar no salão. A inquietude já tomou conta do meu ser. A situação ficou mais crítica quando ela veio até o nosso grupo, muito provavelmente mandada pelo gerente.
Não pude disfarçar o olhar e ela deve ter visto cifrões pelas minhas lentes. A dama, que não era boba nem nada pediu para se sentar conosco e começamos a conversar.
Disse se chamar Maya. Pudera, a criatura tinha rosto de deusa e corpo de deusa, seu nome não poderia destoar.
Informei para a dama que estava tudo bem, que a achava muito bonita, mas que não tinha a intenção de contratar o serviço dela e nem de nenhuma outra. Cheguei até a dizer que estava sem um tostão furado para bancar uma simples Coca Cola, esclarecendo que até mesmo àquela que estava tomando tinha sido ofertada por um dos amigos.
Acontece que eu não conseguia parar de olhar suas pernas e coloquei uma das mãos em suas coxas, acariciando-as. Já estava fisgado e Maya sabia disso. Papo vai e papo vem, ela começou a me prometer mundos e fundos. Disse que beijava, fazia oral sem camisinha e até sexo anal com um agrado a mais. Desconversei mais um pouco, sem parar de alisar àquelas pernocas.
Era sexta-feira, com o corpo sofrido e cansado. Pensei, essa mulher vai me desmontar, mas eu quero literalmente pagar pra ver. Taquei minhas convicções pro alto, afinal aquela poderia ser a única e última vez que as nossas almas se encontrariam. Acertei os valores no balcão (via cartão de crédito) e subimos. Eu estava duro mesmo, mas a dureza do meu membro me venceu.
Maya se deitou na cama só de lingerie enquanto eu me banhava. O simples tilintar em suas coxas já tinha me deixado aceso e num estágio praticamente de pré-gozo.
A garota cumpriu o prometido com bons beijos, lembro que chupei cada centímetro daqueles 1 metro e oitenta do puro pecado. Acho que nem deixei ela fazer oral em mim. Não era necessário.
Penetrá-la era necessário. Ousei deixar que ela cavalgasse, quando quase, de fato, me desmontou. Sua bunda era digna de uma mulata de Sargentelli, e sua buceta depilada e pequena para aquele monumento de mulher não demorou a esmagar meu pau e fazê-lo chorar.
Depois do sexo houve tempo pra uma boa conversa. Ela me contou que rodava as boates do Centro e da Zona Sul para sustentar sua filha pequena. Maya era divertida, engraçada e sabia falar coisas que agradavam aquele seu humilde cliente. Apesar do tempo que restava para outra transa, eu já estava satisfeito e desmontado. Tendo preferido eternizar aquele momento trocando mais algumas carícias.
Gostei tanto de sua companhia que cheguei a pegar seu contato para contratar um programa longe daquele ambiente de boate. Um hotel com hidro cairia bem com ela, mas esse plano infelizmente não se concluiu. Maya não está mais no WhatsApp.
O que restou foi a lembrança da mulata com seu lindo sorriso de dentes branquinhos, que me fez se passar por mentiroso e tratante naquela noite. Quando na verdade, fui um fraco. E não me arrependo nem um pouco disso.
Trabalhar nas imediações da Rua da Alfândega faz com que um Libertino sempre se sinta como um cachorro vadio, que escolheu a padaria com a galeteira mais rica para ser o seu lar, mesmo que de forma não oficial.
Não é raro que eu me depare com algum rabo de saia, ao passar por aquela e outras ruas como a Buenos Aires, do Rosário e nas imediações do Mercado das Flores. Aqueles caminhos transpiram pecado. E o nosso faro quase nunca nos trai.
Se vejo uma menina de roupa curta ou colada e geralmente tatuada. Bem diferente do pessoal uniformizado ou que trabalha em escritórios do entorno, já penso logo que é "da vida" e fico torcendo para que entrem num dos muitos puteiros ou casas que fazem parte da circunvizinha. É raro, mas acontece muito.
Quase que invariavelmente almoço ao lado da 502, e já cansei de ver mulher bonita subindo aquela escadaria. Por vezes quase desisti de almoçar pra ir comer gente. Mas um pouco de juízo ainda me resta.
Nunca tinha visitado a casa até uma certa noite, quando cercado de boas companhias, resolvemos ir até o endereço a fim de checar o movimento, jogar conversa fora e ver no que daria. Por conta de um motivo particular e um sentimento de culpa, aliados a uma voz em meu interior, que me dizia que eu não deveria transar, entrei no recinto e logo comuniquei aos amigos que estava de boa e iria resistir às tentações.
Naquela ocasião, a casa estava bem vazia. Entretanto gostei do ambiente e algumas meninas vieram nos saudar. Outras preferiram nos deixar de lado e nem um "oi" nos deram. Havia mulheres interessantes, porém focado na minha auto-promessa, não cogitei quebrá-la.
Tudo corria bem até que vejo uma mulata alta de salto alto e sorridente entrar no salão. A inquietude já tomou conta do meu ser. A situação ficou mais crítica quando ela veio até o nosso grupo, muito provavelmente mandada pelo gerente.
Não pude disfarçar o olhar e ela deve ter visto cifrões pelas minhas lentes. A dama, que não era boba nem nada pediu para se sentar conosco e começamos a conversar.
Disse se chamar Maya. Pudera, a criatura tinha rosto de deusa e corpo de deusa, seu nome não poderia destoar.
Informei para a dama que estava tudo bem, que a achava muito bonita, mas que não tinha a intenção de contratar o serviço dela e nem de nenhuma outra. Cheguei até a dizer que estava sem um tostão furado para bancar uma simples Coca Cola, esclarecendo que até mesmo àquela que estava tomando tinha sido ofertada por um dos amigos.
Acontece que eu não conseguia parar de olhar suas pernas e coloquei uma das mãos em suas coxas, acariciando-as. Já estava fisgado e Maya sabia disso. Papo vai e papo vem, ela começou a me prometer mundos e fundos. Disse que beijava, fazia oral sem camisinha e até sexo anal com um agrado a mais. Desconversei mais um pouco, sem parar de alisar àquelas pernocas.
Era sexta-feira, com o corpo sofrido e cansado. Pensei, essa mulher vai me desmontar, mas eu quero literalmente pagar pra ver. Taquei minhas convicções pro alto, afinal aquela poderia ser a única e última vez que as nossas almas se encontrariam. Acertei os valores no balcão (via cartão de crédito) e subimos. Eu estava duro mesmo, mas a dureza do meu membro me venceu.
Maya se deitou na cama só de lingerie enquanto eu me banhava. O simples tilintar em suas coxas já tinha me deixado aceso e num estágio praticamente de pré-gozo.
A garota cumpriu o prometido com bons beijos, lembro que chupei cada centímetro daqueles 1 metro e oitenta do puro pecado. Acho que nem deixei ela fazer oral em mim. Não era necessário.
Penetrá-la era necessário. Ousei deixar que ela cavalgasse, quando quase, de fato, me desmontou. Sua bunda era digna de uma mulata de Sargentelli, e sua buceta depilada e pequena para aquele monumento de mulher não demorou a esmagar meu pau e fazê-lo chorar.
Depois do sexo houve tempo pra uma boa conversa. Ela me contou que rodava as boates do Centro e da Zona Sul para sustentar sua filha pequena. Maya era divertida, engraçada e sabia falar coisas que agradavam aquele seu humilde cliente. Apesar do tempo que restava para outra transa, eu já estava satisfeito e desmontado. Tendo preferido eternizar aquele momento trocando mais algumas carícias.
Gostei tanto de sua companhia que cheguei a pegar seu contato para contratar um programa longe daquele ambiente de boate. Um hotel com hidro cairia bem com ela, mas esse plano infelizmente não se concluiu. Maya não está mais no WhatsApp.
O que restou foi a lembrança da mulata com seu lindo sorriso de dentes branquinhos, que me fez se passar por mentiroso e tratante naquela noite. Quando na verdade, fui um fraco. E não me arrependo nem um pouco disso.
Até a próxima DigAventura
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CLUB 502 - R. DA ALFÂNDEGA, 65 - CENTRO
👍 Positivo
Yasmim
E OS RATOS SE ROEM
Não cuspo no prato em que como. Sei reconhecer um bom gesto e o guardo como uma dívida que não pode ser esquecida. Voltei para a putaria há aproximadamente quatro anos e conheci belas profissionais free. Algumas me apresentaram uma qualidade de serviço até então desconhecida, tornando-se uma espécie de métrica; um objeto de comparação e desejo.
Porém, como em outras áreas da vida, algumas coisas acontecem e a primeira fé se vai. As más conversações corrompem os bons costumes, diz a Sagrada Epístola. A patota nascida e criada no entorno da Praça Floriano tornou a putaria local cada vez mais blasé para o libertino que estende seu orgasmo relatando as suas experiências.
"A liberdade é mais importante do que o pão." (Nelson Rodrigues)
A grande verdade é que, nesse underground, não muito diferente da vida cotidiana, quando se deixa entrar qualquer tipo de sentimento, o que é genuíno não encontra espaço. Na minha opinião, sob nenhuma hipótese deveria haver, no forista, o medo de desagradar quem quer que seja. Aquele que dedica seu tempo e dinheiro a um momento de prazer não deve ser tolhido da liberdade de expor suas reais impressões. Hoje, dependendo de onde a menina anuncia ou está inserida, a redoma dos que a protegem configura um bônus tão exacerbado que não me espantará se um dia o poder de avaliar trocar de mãos.
Nesse contexto, em uma das minhas andanças, busquei mais o desconhecido. Meninas não badaladas e distantes geograficamente da corriola sempre presente nos eventos e rodinhas de fofoca. Madureira, Cascadura, Realengo, Bonsucesso, Jacarepaguá... em todos esses bairros pude conhecer mulheres que sequer sabem ou dão importância para um fórum de putaria. Estão ali pelo pão de cada dia, atendendo bem ou mal não porque temem ou esperam por um relato que as derrubem ou as alavanquem. Foi assim que me vi dentro do Club 502, na Rua da Alfândega, acompanhado de poucos e bons amigos.
A OCASIÃO
Final de mês, sexta-feira chuvosa e ambiente desconhecido. Confiando na vivência dos confrades, fui ver qual era a da boate. A casa tinha um pouco mais de homens do que as aproximadamente quinze meninas presentes, das quais poucas vieram até nós para se apresentar. O espaço era dividido em dois ambientes, tendo o primeiro DJ, bar e som alto, enquanto o outro era mais tranquilo para conversar, com fumódromo e mesa de sinuca à disposição.
Confesso que achei interessantes, no máximo, um terço das garotas. Três ou quatro seriam capazes de me fazer pedir uma alcova, porém, a que mais me chamou atenção foi a morena magrinha que estava "ocupada" bebendo com um dos "Reis do Camarote". Logo que a vi, imaginei que um enrosco com ela poderia render uma boa foda. Contudo, o número do sujeito, aliado ao maior interesse dela em fazê-lo gastar com bebidas ao invés do programa, atrasava qualquer possível aproximação ou abordagem da minha parte. Depois de quase uma hora, os dois sumiram do salão, no que suponho que finalmente foram aos finalmentes.
Fiquei ali papeando com os amigos e observando a movimentação da casa, sem esquecer dos momentos em que ela passou desfilando pelo salão de salto alto, num andar desengonçado — coisa que aumentou meu interesse — a fim de pegar uma bebida que o pagão lhe custeava. Vestia um minúsculo maiô preto que revelava gostosas curvas em um corpo consideravelmente esguio. Novinha, cabelo preso, seios pequenos e bunda com carne para pegar, sensualizava dançando e se esfregando no cara, sem desconfiar que despertava desejo em quem a observava de longe.
A RATOEIRA
Já era tarde e, após o confrade Papai Noel subir com uma dama, olhei o relógio e tentei usar a hora como álibi. O último horário do metrô seria minha desculpa para ir embora cedo e sem gastar mais do que a entrada. Mas o diabo é sujo e usa os seus. Uma simulação no aplicativo de transporte revelou que a facada do retorno ao lar não seria tão grande se dividida com o bom velhinho, o que me fez ficar mais um pouco.
Para completar, finalmente Yasmim — esse é o nome dela — descera e, dessa vez, estava livre, vindo nos cumprimentar. Falou primeiro com outro confrade que, nessa hora, esqueceu a timidez e fez questão de contar que eu estava interessado nela, pois havia lhe confessado isso não muito depois de entrar no salão. Com ela dirigindo-se para sentar ao meu lado, não demorei a entrevistá-la. Disse que beijava e chupava sem camisinha, mas que não fazia anal. Achei suficiente.
Sabendo que eu fecharia o programa com ela, sugeriu a suíte e pediu que eu pagasse um maço de cigarros, o que neguei, assim como a suíte. Infelizmente, esse é um comportamento normal dentro desses lugares, principalmente tratando-se de meninas mais novas. Combinamos meia hora por duzentos reais e subimos para um quartinho com chuveiro e sem vaso sanitário. Ao menos a cama parecia limpa.
A RATAZANA
Ela entrou e foi jogar uma água no corpo. Recusei um banho: primeiro por estar limpo; segundo, por não ter sandálias para entrar em um box onde provavelmente os usuários urinavam; e, por último, para não perder tempo, pois desconfiava que esse ínterim seria descontado.
Com ela de volta ao quarto, pude ver aquelas curvas sem censura, e a pica não tardou a ficar dura. Descemos ao leito e fui logo na intenção de provar dos beijos que, no desenrolo, ela havia dito que seriam de língua. Sua boca trazia o gosto do cigarro que fumara ao subir, e os beijos começaram tímidos, por vezes até desviando.
Percebi que não poderia extrair muita coisa dali e desci chupando os seios e beijando a barriga até chegar na ppk pequenina, limpa e cheirosa. Diferentemente dos beijos, não regulou nada no oral. Fiquei ali provando aquela xota saborosa enquanto a safada roçava perigosamente as pernas no meu pau. Estava muito gostoso e, não fosse um programa de meia hora, dedicaria mais minutos àquilo. Ligado nisso, optei por testar o flauteado da puta.
Yasmim não ficou de nojinho inspecionando a rola. Sem camisinha, pegou no garoto e simplesmente mandou ver. Aplicou um boquete mais babado que descia o membro todo. Pressão legal, carinha de safada e uma leve punhetada completavam a técnica. Não podendo suportar mais, pedi a camisinha e ordenei que viesse na sentada invertida, já que queria visualizar aquela bunda subindo e descendo. Não fez uso de lubrificante na xana e, favorecida por grande flexibilidade, já foi logo se posicionando para me abater. Apenas relaxei o corpo e deixei que ela fizesse sua obrigação.
Confesso que a primeira impressão que tive da moça na cama não era das melhores. Após beijar timidamente e se esquivar, imaginei que faria um oral com frescura e que teria má vontade no momento de trepar, coisas estas que não se concretizaram. Montada na piroca, Yasmim subiu e desceu vigorosamente, fazendo com que eu sentisse, em poucas sentadas, uma vontade absurda de gozar. Tive a impressão de sentir o sêmen na metade do canal da uretra, desesperado para conhecer novos ares. Era preciso uma intervenção.
Desferindo dois tapas como quem se dava por vencido, pedi que parasse, mas não fui atendido. Na sequência, implorei para que descesse do meu colo, mas a menina fazia ouvidos de mercador e continuava maltratando na sentada, junto de uma fricção energética para frente e para trás, com o pau por completo dentro dela. Falei mais grosso e nada.
Minhas últimas opções eram uma porrada violenta nas costas ou reunir todas as minhas forças para levantá-la pelo quadril. Como era minha primeira vez no ambiente e, de maneira nenhuma, queria ser acusado de agressão, empurrei sua bunda para frente e consegui me libertar daquele "quase estupro/abuso". Após isso, tomado por uma ira momentânea, xinguei a menina de todas as palavras de baixo calão que vieram à mente.
O ABATE
Desgrudados, o membro deu uma acalmada e, mesmo com certo ódio dela, voltamos às carícias e os beijos deram uma pequena melhorada após a reclamação. Beijei seu pescoço e chupei mais os peitinhos, até evoluirmos para o ppmm. Nessa posição, a pica deslizou bem e acho que o episódio anterior favoreceu meu desempenho, pois eu não parecia nem perto de alcançar o clímax. Sem olhar para o relógio, administrando o tempo mentalmente, sugeri que me aplicasse outra sentada, mas dessa vez de frente, onde pude provar sua maior qualidade na trepada.
Imprimindo um ritmo bem forte, sentou com uma disposição e velocidade que poucas vezes vi. O barulho das nossas pernas colidindo e o suor que pingava dela dão tesão só de lembrar. Com a menina já de respiração ofegante, dei um tempo para que se recompusesse, deitando um pouco ao meu lado. Recuperada, passou a guarda e montou em mim novamente, dessa vez entregando surpreendentes e gostosos beijos de língua, que alternavam com mordidas na orelha capazes de arrepiar a alma. Não dava mais para correr do fim; era hora de acabar com aquilo.
Bem que eu queria ter mais tempo, resistência e dinheiro para assistir ao vai e vem daquela bunda gostosa por horas, mas com receio de terminar aquela foda de maneira incompleta por conta de porradas na porta, larguei o freio e deixei acontecer. Pedi para que repetisse a sentada invertida, sendo isso tiro e queda. Sentindo a pressão e a quentura daquela xana, não demorei a esporrar uma quantidade que não imaginava ser possível na minha idade.
Lavei o pau no chuveiro, resistindo à vontade de urinar, me arrumei, pedi seu contato para um difícil, mas não improvável, trabalho externo e desci junto da puta. Na saída, novamente pediu que eu lhe pagasse um maço de cigarros e levou outra negativa. O estrago estava feito e a história, pronta para ser contada.
O QUEIJO
Acompanhado dos confrades, saí com a casa praticamente fechando e com a promessa de retornar para provar outras meninas. Lá fora já não havia garoa; na rua, no máximo alguns mendigos; e na memória, uma experiência com gosto de quero mais.
Foi uma foda positiva, na qual a menina foi melhorando ao longo do programa. Sua sentada é coisa de louco, o oral é OK e sua aparência muito me atrai. Não fosse a insistência para arrancar o máximo de dinheiro e os beijos tímidos no começo, a vontade de voltar a prová-la seria ainda maior.
Retornando à casa, ainda que ela esteja trabalhando por lá e um tesão volte a aparecer, devo experimentar outras opções. Recomendo para quem gosta de uma pegada mais violenta e com menos beijos na boca.
Fica o agradecimento a quem leu, um abraço e até uma próxima!
Não cuspo no prato em que como. Sei reconhecer um bom gesto e o guardo como uma dívida que não pode ser esquecida. Voltei para a putaria há aproximadamente quatro anos e conheci belas profissionais free. Algumas me apresentaram uma qualidade de serviço até então desconhecida, tornando-se uma espécie de métrica; um objeto de comparação e desejo.
Porém, como em outras áreas da vida, algumas coisas acontecem e a primeira fé se vai. As más conversações corrompem os bons costumes, diz a Sagrada Epístola. A patota nascida e criada no entorno da Praça Floriano tornou a putaria local cada vez mais blasé para o libertino que estende seu orgasmo relatando as suas experiências.
"A liberdade é mais importante do que o pão." (Nelson Rodrigues)
A grande verdade é que, nesse underground, não muito diferente da vida cotidiana, quando se deixa entrar qualquer tipo de sentimento, o que é genuíno não encontra espaço. Na minha opinião, sob nenhuma hipótese deveria haver, no forista, o medo de desagradar quem quer que seja. Aquele que dedica seu tempo e dinheiro a um momento de prazer não deve ser tolhido da liberdade de expor suas reais impressões. Hoje, dependendo de onde a menina anuncia ou está inserida, a redoma dos que a protegem configura um bônus tão exacerbado que não me espantará se um dia o poder de avaliar trocar de mãos.
Nesse contexto, em uma das minhas andanças, busquei mais o desconhecido. Meninas não badaladas e distantes geograficamente da corriola sempre presente nos eventos e rodinhas de fofoca. Madureira, Cascadura, Realengo, Bonsucesso, Jacarepaguá... em todos esses bairros pude conhecer mulheres que sequer sabem ou dão importância para um fórum de putaria. Estão ali pelo pão de cada dia, atendendo bem ou mal não porque temem ou esperam por um relato que as derrubem ou as alavanquem. Foi assim que me vi dentro do Club 502, na Rua da Alfândega, acompanhado de poucos e bons amigos.
A OCASIÃO
Final de mês, sexta-feira chuvosa e ambiente desconhecido. Confiando na vivência dos confrades, fui ver qual era a da boate. A casa tinha um pouco mais de homens do que as aproximadamente quinze meninas presentes, das quais poucas vieram até nós para se apresentar. O espaço era dividido em dois ambientes, tendo o primeiro DJ, bar e som alto, enquanto o outro era mais tranquilo para conversar, com fumódromo e mesa de sinuca à disposição.
Confesso que achei interessantes, no máximo, um terço das garotas. Três ou quatro seriam capazes de me fazer pedir uma alcova, porém, a que mais me chamou atenção foi a morena magrinha que estava "ocupada" bebendo com um dos "Reis do Camarote". Logo que a vi, imaginei que um enrosco com ela poderia render uma boa foda. Contudo, o número do sujeito, aliado ao maior interesse dela em fazê-lo gastar com bebidas ao invés do programa, atrasava qualquer possível aproximação ou abordagem da minha parte. Depois de quase uma hora, os dois sumiram do salão, no que suponho que finalmente foram aos finalmentes.
Fiquei ali papeando com os amigos e observando a movimentação da casa, sem esquecer dos momentos em que ela passou desfilando pelo salão de salto alto, num andar desengonçado — coisa que aumentou meu interesse — a fim de pegar uma bebida que o pagão lhe custeava. Vestia um minúsculo maiô preto que revelava gostosas curvas em um corpo consideravelmente esguio. Novinha, cabelo preso, seios pequenos e bunda com carne para pegar, sensualizava dançando e se esfregando no cara, sem desconfiar que despertava desejo em quem a observava de longe.
A RATOEIRA
Já era tarde e, após o confrade Papai Noel subir com uma dama, olhei o relógio e tentei usar a hora como álibi. O último horário do metrô seria minha desculpa para ir embora cedo e sem gastar mais do que a entrada. Mas o diabo é sujo e usa os seus. Uma simulação no aplicativo de transporte revelou que a facada do retorno ao lar não seria tão grande se dividida com o bom velhinho, o que me fez ficar mais um pouco.
Para completar, finalmente Yasmim — esse é o nome dela — descera e, dessa vez, estava livre, vindo nos cumprimentar. Falou primeiro com outro confrade que, nessa hora, esqueceu a timidez e fez questão de contar que eu estava interessado nela, pois havia lhe confessado isso não muito depois de entrar no salão. Com ela dirigindo-se para sentar ao meu lado, não demorei a entrevistá-la. Disse que beijava e chupava sem camisinha, mas que não fazia anal. Achei suficiente.
Sabendo que eu fecharia o programa com ela, sugeriu a suíte e pediu que eu pagasse um maço de cigarros, o que neguei, assim como a suíte. Infelizmente, esse é um comportamento normal dentro desses lugares, principalmente tratando-se de meninas mais novas. Combinamos meia hora por duzentos reais e subimos para um quartinho com chuveiro e sem vaso sanitário. Ao menos a cama parecia limpa.
A RATAZANA
Ela entrou e foi jogar uma água no corpo. Recusei um banho: primeiro por estar limpo; segundo, por não ter sandálias para entrar em um box onde provavelmente os usuários urinavam; e, por último, para não perder tempo, pois desconfiava que esse ínterim seria descontado.
Com ela de volta ao quarto, pude ver aquelas curvas sem censura, e a pica não tardou a ficar dura. Descemos ao leito e fui logo na intenção de provar dos beijos que, no desenrolo, ela havia dito que seriam de língua. Sua boca trazia o gosto do cigarro que fumara ao subir, e os beijos começaram tímidos, por vezes até desviando.
Percebi que não poderia extrair muita coisa dali e desci chupando os seios e beijando a barriga até chegar na ppk pequenina, limpa e cheirosa. Diferentemente dos beijos, não regulou nada no oral. Fiquei ali provando aquela xota saborosa enquanto a safada roçava perigosamente as pernas no meu pau. Estava muito gostoso e, não fosse um programa de meia hora, dedicaria mais minutos àquilo. Ligado nisso, optei por testar o flauteado da puta.
Yasmim não ficou de nojinho inspecionando a rola. Sem camisinha, pegou no garoto e simplesmente mandou ver. Aplicou um boquete mais babado que descia o membro todo. Pressão legal, carinha de safada e uma leve punhetada completavam a técnica. Não podendo suportar mais, pedi a camisinha e ordenei que viesse na sentada invertida, já que queria visualizar aquela bunda subindo e descendo. Não fez uso de lubrificante na xana e, favorecida por grande flexibilidade, já foi logo se posicionando para me abater. Apenas relaxei o corpo e deixei que ela fizesse sua obrigação.
Confesso que a primeira impressão que tive da moça na cama não era das melhores. Após beijar timidamente e se esquivar, imaginei que faria um oral com frescura e que teria má vontade no momento de trepar, coisas estas que não se concretizaram. Montada na piroca, Yasmim subiu e desceu vigorosamente, fazendo com que eu sentisse, em poucas sentadas, uma vontade absurda de gozar. Tive a impressão de sentir o sêmen na metade do canal da uretra, desesperado para conhecer novos ares. Era preciso uma intervenção.
Desferindo dois tapas como quem se dava por vencido, pedi que parasse, mas não fui atendido. Na sequência, implorei para que descesse do meu colo, mas a menina fazia ouvidos de mercador e continuava maltratando na sentada, junto de uma fricção energética para frente e para trás, com o pau por completo dentro dela. Falei mais grosso e nada.
Minhas últimas opções eram uma porrada violenta nas costas ou reunir todas as minhas forças para levantá-la pelo quadril. Como era minha primeira vez no ambiente e, de maneira nenhuma, queria ser acusado de agressão, empurrei sua bunda para frente e consegui me libertar daquele "quase estupro/abuso". Após isso, tomado por uma ira momentânea, xinguei a menina de todas as palavras de baixo calão que vieram à mente.
O ABATE
Desgrudados, o membro deu uma acalmada e, mesmo com certo ódio dela, voltamos às carícias e os beijos deram uma pequena melhorada após a reclamação. Beijei seu pescoço e chupei mais os peitinhos, até evoluirmos para o ppmm. Nessa posição, a pica deslizou bem e acho que o episódio anterior favoreceu meu desempenho, pois eu não parecia nem perto de alcançar o clímax. Sem olhar para o relógio, administrando o tempo mentalmente, sugeri que me aplicasse outra sentada, mas dessa vez de frente, onde pude provar sua maior qualidade na trepada.
Imprimindo um ritmo bem forte, sentou com uma disposição e velocidade que poucas vezes vi. O barulho das nossas pernas colidindo e o suor que pingava dela dão tesão só de lembrar. Com a menina já de respiração ofegante, dei um tempo para que se recompusesse, deitando um pouco ao meu lado. Recuperada, passou a guarda e montou em mim novamente, dessa vez entregando surpreendentes e gostosos beijos de língua, que alternavam com mordidas na orelha capazes de arrepiar a alma. Não dava mais para correr do fim; era hora de acabar com aquilo.
Bem que eu queria ter mais tempo, resistência e dinheiro para assistir ao vai e vem daquela bunda gostosa por horas, mas com receio de terminar aquela foda de maneira incompleta por conta de porradas na porta, larguei o freio e deixei acontecer. Pedi para que repetisse a sentada invertida, sendo isso tiro e queda. Sentindo a pressão e a quentura daquela xana, não demorei a esporrar uma quantidade que não imaginava ser possível na minha idade.
Lavei o pau no chuveiro, resistindo à vontade de urinar, me arrumei, pedi seu contato para um difícil, mas não improvável, trabalho externo e desci junto da puta. Na saída, novamente pediu que eu lhe pagasse um maço de cigarros e levou outra negativa. O estrago estava feito e a história, pronta para ser contada.
O QUEIJO
Acompanhado dos confrades, saí com a casa praticamente fechando e com a promessa de retornar para provar outras meninas. Lá fora já não havia garoa; na rua, no máximo alguns mendigos; e na memória, uma experiência com gosto de quero mais.
Foi uma foda positiva, na qual a menina foi melhorando ao longo do programa. Sua sentada é coisa de louco, o oral é OK e sua aparência muito me atrai. Não fosse a insistência para arrancar o máximo de dinheiro e os beijos tímidos no começo, a vontade de voltar a prová-la seria ainda maior.
Retornando à casa, ainda que ela esteja trabalhando por lá e um tesão volte a aparecer, devo experimentar outras opções. Recomendo para quem gosta de uma pegada mais violenta e com menos beijos na boca.
Fica o agradecimento a quem leu, um abraço e até uma próxima!
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