ALISSA BIANCHI - CENTRO

Se acaso me quiseres, sou dessas mulheres que só dizem sim...
TÓPICO DA ALISSA BIANCHI
📍 Centro
📞 (21) 98431-9460
Avatar do usuário
Madruguinha
Indomável
Indomável
Estatísticas
Relatos: 10
Mensagens: 17
Registrado em: Sáb Jul 04, 2026 9:04 pm
Verificado: Sim
Meus Relatos

👍 Positivo
Alissa Bianchi

Mensagem por Madruguinha »

O DESJEJUM.

Às vezes penso nas gerações que nasceram e cresceram quando o sexo oral era um tabu e chego até a me compadecer.

Certa vez dei match com uma menina no Tinder que, como dizem por aí, "cheirava a sexo". Creio eu, no momento certo, no seu dia mais fértil, onde não precisávamos saber muito da vida um do outro para marcarmos de nos conhecer e transar.

No dia seguinte, fui buscá-la de carro no salão de beleza, pedi algo para comer pelo delivery e, em poucos minutos, já estávamos de banho tomado, fazendo sacanagens na cama enquanto o lanche não chegava. Ali, no rala e rola, conheci o melhor boquete que já recebi na vida e chupei uma buceta que, nas palavras dela — vocês decidem se acreditam ou não —, nunca havia sido chupada.

Mãe solteira, perguntou se eu teria coragem e contou que os seus antigos parceiros tinham nojinho. Eu quis saber o porquê, e ela disse que tinha quase certeza de que era pelo fato de ela ser uma mulher preta. Eu, que não escondo de ninguém a minha predileção por meninas assim — e inclusive prefiro as que não perfumam tanto as partes baixas, pois gosto de provar uma buceta mais in natura —, fiquei surpreso. Acreditei desacreditando e me acabei ali.

A menina era maluca e eu fiquei maluco por ela. Qualquer lugar era lugar. Chupava meu pau no estacionamento do shopping e, se eu permitisse, até na sala do cinema. Foi complicado esquecer dela.

Gallery_1787184321768.png

Estive com a Alissa há pouco mais de um ano, por indicação do confrade Digboy. Atendeu-me em um flat em Copacabana, com marcação tranquila e pontualidade. Morenaça alta, falsa magra, cabelos bem cuidados; um colosso de gostosura.

Identificação rápida na entrada, dou o número do apartamento que me foi passado e subo rápido ao seu encontro. Apresento-me, falo de como e por qual influência fui parar ali e vejo uma menina simpática e bem preparada para receber o cliente. Observo também que a beleza e a forma condiziam com seus anúncios.

O pistoleiro mais rápido do oeste, pressentindo o que o esperava, já estava empolgadão só de ver a menina em trajes de banho de cor dourada. Entrei para tomar uma ducha rápida no banheiro localizado dentro do próprio quarto e retornei apto para me deleitar em Alissa.

Beijos que põem a língua para jogo, cheirosa, de higiene impecável... Retirada a parte inferior da lingerie, fui apresentado a uma das buce­tas mais gostosas que já chupei. Graúda e molhadinha, Alissa chega ao clímax fácil, fácil, e eu quase gozei com ela gozando. A gata até tenta conter os gemidos e resistir, mas a sensibilidade é gritante e ela me afasta. Seu grito é quase um choro. Coisa linda de se presenciar.

Recuperada, Alissa estica meu corpo na cama, faz um breve boquete que logo interrompo e depois monta feito amazona, em uma cavalgada invertida que maltratava a pica no pompoarismo. Se passamos para outra posição? Não, e não foi para evitar a fadiga. Parecia que Alissa estava disposta a dar o troco, me fazendo gozar rápido também. O pseudocontrole que achei que teria caiu por terra rápido. Não deu tempo de escapar, tampouco de avisar.

Quentíssima, fui a nocaute antes que o árbitro pudesse contar até dez, em uma gozada tão forte que a sensação se assemelhou à de uma urinada daquelas que a gente fica por minutos e minutos segurando.

Fiquei tonto, e tempo era uma coisa que ainda tínhamos de sobra. Nos lavamos, ficamos papeando um pouco e trocando carícias, até que quis assistir mais um pouco daquele espetáculo de mulher gozando. Repeti o script e não demorou para explodir na minha boca de novo, deixando-a toda molinha. Após isso, a cabeça de cima queria mais de Alissa, mas o garoto responsável por desempenhar sua vontade decidiu não colaborar, apresentando um teimoso estado de inércia.

Dado um tempo, os beijos da gata auxiliaram na ressurreição e, no primeiro sinal de uma vida mais rígida, pedi à gostosa para que ficasse na posição de D4. Após ajustes necessários de ângulo e altura, finalmente consegui penetrá-la. Tudo bem que eu não duraria muito mais que uma posse de bola de basquete, mas minha perna foi bem sádica, inventando de sentir cãibras após todo aquele trabalho de salvamento.

Recebo no local uma breve massagem da dama e aceito que não funcionaria de novo. Tomo outra ducha, pago seu cachê e sou levado até a porta, cumprido o ritual sagrado que ela faz para o cliente retornar. Ganho um beijo de despedida e também as ruas para andar, ainda sentindo seu gosto e seu cheiro nos meus sentidos.

A barriga ronca e paro para almoçar não muito longe dali. Um peixe com molho de camarão saboroso; contudo, o sabor mais marcante do dia, com sobras, havia sido degustado um pouco antes.

Como esse enrosco ocorreu há um bom tempo, sugiro que sanem todas as dúvidas com ela sobre preço, local, o que faz e o que não faz, etc., quando forem marcar. Espero encontrá-la disponível para, em breve, provar novamente aquela buceta.

Agradeço a quem leu, um abraço e até a próxima!
Você não está autorizado a ver ou baixar esse anexo.
"Não há trabalho ruim, o ruim é ter que trabalhar."
Arquiteto, Guerra Miraglia e Alissa Bianchi curtiram esse relato.
| |
Avatar do usuário
Digboy
Indomável
Indomável
Estatísticas
Relatos: 7
Mensagens: 14
Registrado em: Seg Jul 06, 2026 2:52 pm
Verificado: Sim
Meus Relatos

ALISSA BIANCHI - CENTRO

👍 Positivo
ALISSA BIANCHI

Mensagem por Digboy »

O descobrimento de Alissa Bianchi

viewtopic.php?t=246

https://www.photoacompanhantes.com/acom ... o/id-9rajz

http://gatavip.club/481

https://fatalfans.com/indiiazinha
libertina-4.jpg
OBS: Encontro ocorrido há mais de dois anos. Hoje ela disse atender no Centro, em Copacabana e no Recreio. É bom combinar com antecedência pra alinhar bem o encontro. Na época paguei 200 lulas, creio que hoje ela tá cobrando 250 cruzeiros.

Em 22 de abril de 1500, Portugal descobriu o Brasil. E em 22 de abril de 2024, descobri a Alissa Bianchi.

É impossível não iniciar esse relato sem dizer que fiquei 2 anos com vontade de conhecer essa morena. Tal vontade pôde enfim ser saciada, e agora vem a outra vontade, a de repeti-la.

A Alissa é essa gostosa aí dos links. Lembro que ela já anunciava há algum tempo e eu ficava espantado de como ninguém ainda havia relatado sobre a dama. Até que um tempo depois, a Alissa fugiu, desapareceu, escafedeu-se. E só me restou ficar torcendo: Oh, Alissa Bianchi! Volte, onde quer que você se encontre. Volte para o seio dos seus amados! Parece que ela havia ficado um tempo só vendendo conteúdos.

Mas brasileiro não desiste nunca! Pois bem, qual não foi a minha sorte, encontrei por acaso uma de suas redes sociais e de tanto acompanhar, tive uma ligeira intuição de que a moça tinha voltado com os tão esperados atendimentos presenciais e corri pro buscador. Essa intuição realmente se mostrou válida e achei um anúncio atualizado da gata no Photo, em que ela dizia estar com local em Copacabana. E aí não tinha como deixar de arriscar: peguei meu WhatsApp titular e mandei mensagem, de forma direta e objetiva. A gata sanou minhas dúvidas referentes aos horários, local, valores, forma de pagamento e etc. Não tinha dúvidas de que era a menina das fotos, justamente por acompanhá-la sempre. Marcamos para dali a 2 dias. Confirmamos tudo novamente, na data do encontro, peguei o endereço certinho, saí do trampo e embarquei rumo à Princesinha do mar.

Na época, ela me atendeu num local próximo à Estação Siqueira Campos, onde dividia com algumas meninas. Era limpo, organizado, privativo e funcional, com tudo necessário para um bom enrosco.

Finalmente apareceu Alissa, quando eu vi me amarrei. A morena sentou na cama e começou a puxar papo comigo enquanto eu aguardava a liberação do acesso ao banheiro. Engraçado que ela perguntou se eu estava ansioso pelo encontro, mas por algum motivo eu pensei que essa ansiedade na qual ela se referia era no sentido ruim e eu falei que não, que estava de boa. Porém é claro que eu estava ansioso, né? Tanto tempo querendo conhecê-la, rapidamente me corrigi e a contei sobre esse desejo antigo, ela ficou surpresa com esse meu “fanatismo” kkk. Logo, recebi a toalha ensacada e fui acompanhado por ela até o banheiro para uma ducha.

Voltei do lavabo e aquela gostosura me reconduziu até a sala. Importante ressaltar que a acompanhante me deixou bem claro que o tempo só começaria a correr naquele momento, após o banho. E, assim, foi dada a largada para aquele que seria um senhor atendimento.

A mina estava vestida com uma lingerie preta bem transparente e cheia de furinhos. A combinação com seu tom de pele ficou perfeita. Ela lembra bem uma indiazinha mesmo, mede 1,67 e tem o perfil de mignon, com seios pequenos (um deles com um piercing) e que cabem na nossa boca e mãos, uma bunda empinada gostosa demais, coxas maravilhosas de apertar, cabelão preto liso, é bonita de rosto e tem uma boca maravilhosa, que era realçada num batom vermelho, possui tatuagens pela linda pele morena e tem a xereca toda lisinha. Fui descrevê-la e já bateu o tesão.

Como já tínhamos desenrolado um diálogo antes, já partimos pro rala e rola. Iniciamos aos beijos, os quais demoraram alguns segundos pra encaixarmos, porém depois que pegamos o jeito do outro beijar, nossos lábios e línguas não mais se desgrudaram. Posteriormente, até comentei que o meu medo era que ela não curtisse beijos e ela rindo, respondeu que adorava.

Meu pau ficou duro instantaneamente e a temperatura subiu. A Alissa foi logo pegando no meu membro, mas eu a comuniquei que muito antes de ela pegar minha peça, que eu ia beijar, chupar, cheirar e apreciar cada centímetro do seu corpo. E eu cumpri o que prometi à gata. Deixei a buceta pro final e em poucos segundos senti a quentura da sua xana e dei continuidade à minha prova oral. A morena estava absolutamente cheirosa, até comentei que nem era necessário penetrá-la, porque chupar aquela fruta por uma hora seria de muito bom grado. Mas o pequeno Dig já estava impaciente, babando e querendo se abrigar, sabia que não resistiria muito tempo a esse pensamento inicial.

Talvez a cena que vai demorar a sair da mente é que quando a Alissa era alisada, eu por umas 3 vezes a surpreendi se tocando e fazendo uma espécie de V invertido com os 2 dedos puxando a pele da buceta pra cima, de modo que ficava aparecendo o seu interior e aquela coisa rosadinha se abrindo pra mim. Eu parava, apreciava por alguns segundos numa das vezes e ela falou: olha como o meu grelo tá ficando durinho. Eu entendia aquilo como uma espécie de senha para que eu voltasse a chupá-la e caia de boca com gosto. Seus gemidos soavam como a mais bela sinfonia para os meus ouvidos.

Uma coisa que há de se elogiar bastante na Alissa é o fato de que tudo o que pedi a ela, me foi dado. Ela me deixou enfiar o dedo em sua gruta (dedo devidamente chupado por ela depois), chupei seu cuzinho maravilhoso (ela faz anal, mas cobra taxa), teve tapa na bunda, ela sugeriu fazermos 69 e foi maravilhoso, apesar de ter sido muito desigual, pois a garota tem uma técnica no boquete que fatalmente ia me derrubar, o pau dava tanto choque com a língua giratória dela na glande, que eu pedi uma trégua, enquanto me lambuzava daquela raba e daquele grelo gostoso. Entre os coitos, a morena também pediu pra se sentar sobre meu tórax e ficou indo e voltando, jogando a buceta na minha cara, pra frente e pra trás. Uma GP raiz e sem frescura com entrega deliciosa!

Sobre a penetração em si, no início eu quase queimei kkkk. A Alissa passou um pouco de lubrificante antes. Nós fizemos o tradicional ppmm (tive que tirar duas ou três vezes de dentro pra não acabar com o pagode rapidamente), aproveitei e fui chupar mais um pouco aquela buceta cheirosa. Mas depois ela logo se animou em dar de quatro (tanto na cama, quanto na beirada dela), a posição matadora, como a Alissa a chama, variamos para de bruços, frango assado, fiquei deitado de frente e a china cavalgou, por vezes eu prendia o quadril dela e ficava socando de baixo pra cima. Mas o encaixe perfeito mesmo foi quando ela ficou sentada com as costas recostadas na cabeceira da cama e levantou os quadris, para que eu pudesse segurá-la por baixo e assim meu amigo entrar mais fundo. Consegui jogar as pernocas dela por cima dos ombros de modo que pudesse inclinar meu corpo e nos beijarmos (com muita língua envolvida), enquanto eu ia macetando aquela vulva quentinha. E aí não teve jeito, foi leite farto na borracha.

Pausa para conversar e nos limparmos. A menina é boa de conversa, simpática e divertida. Nós falamos de putaria, Alissa até perguntou se eu curtia massagem, pois ela sabe fazer, porém eu preferi curtir aquele intervalo de outra forma. Descobrimos algumas coisas em comum. E não lembro do meu pau ter descido. Eu olhava aquela morena deitada nua e não ficava muitos segundos sem resistir, sem tocá-la e sem beijá-la. Gamei no seu corpo bronzeado.

Não se demorou e já estávamos com nossos corpos togheter, togheter, novamente. Nesse segundo round fizemos menos posições, ficamos mais no tradicional de frente (quando ela me mostrou que sabia a arte do pompoarismo também), e depois a safada ficou sobre os quatro apoios mesmo. Foi lindo demais ver aquele cabelo dela batendo na bunda com marquinha e em formato de coração, ela me chamando pelo nome e mandando que eu comesse a minha puta. Soquei, soquei, soquei, até as pernas cansarem mesmo, mas sabia que não ia conseguir gozar outra vez.

Olhei o horário e não me restava muito mais que 5 minutos, instante no qual decidi me aconchegar ao lado da Alissa, pra fazer carinhos no seu rosto, avisando-a que aquilo era bem raro da minha parte kkk.

Sabia que estava a dois passos de deixar o paraíso com aquele anjo negro. Dei uma última chupada nela, beijei-lhe as costas, o bumbum arrebitado, as coxas e sua boca mais uma vez até darmos fim ao atendimento. Não queria nem tomar banho, pra ir com o cheiro gostoso dela pra casa, mas fui.

Vesti minhas roupas, e aguardei a delícia me levar até a saída, pois segundo ela, assim eu voltaria. Mal ela sabe que algumas vezes durante o ato, me deu uma puta vontade de pedir pra dobrar o tempo, porém eu ainda tinha um outro compromisso importante naquela noite. Mas é claro que eu voltarei, Alissa.

E assim, eu encerro essa carta de desbravada, que demorou, mas finalmente aconteceu e eu não poderia ter imaginado ou esperado algo melhor. Os senhores podem visitar tranquilamente esse belo e próspero território.
Você não está autorizado a ver ou baixar esse anexo.
Até a próxima DigAventura
Responder
🐺 Relatos parecidos — Libertinos também leram

Quem está online

Usuários navegando neste fórum: Nenhum usuário registrado e 0 visitante