Às vezes penso nas gerações que nasceram e cresceram quando o sexo oral era um tabu e chego até a me compadecer.
Certa vez dei match com uma menina no Tinder que, como dizem por aí, "cheirava a sexo". Creio eu, no momento certo, no seu dia mais fértil, onde não precisávamos saber muito da vida um do outro para marcarmos de nos conhecer e transar.
No dia seguinte, fui buscá-la de carro no salão de beleza, pedi algo para comer pelo delivery e, em poucos minutos, já estávamos de banho tomado, fazendo sacanagens na cama enquanto o lanche não chegava. Ali, no rala e rola, conheci o melhor boquete que já recebi na vida e chupei uma buceta que, nas palavras dela — vocês decidem se acreditam ou não —, nunca havia sido chupada.
Mãe solteira, perguntou se eu teria coragem e contou que os seus antigos parceiros tinham nojinho. Eu quis saber o porquê, e ela disse que tinha quase certeza de que era pelo fato de ela ser uma mulher preta. Eu, que não escondo de ninguém a minha predileção por meninas assim — e inclusive prefiro as que não perfumam tanto as partes baixas, pois gosto de provar uma buceta mais in natura —, fiquei surpreso. Acreditei desacreditando e me acabei ali.
A menina era maluca e eu fiquei maluco por ela. Qualquer lugar era lugar. Chupava meu pau no estacionamento do shopping e, se eu permitisse, até na sala do cinema. Foi complicado esquecer dela.
Estive com a Alissa há pouco mais de um ano, por indicação do confrade Digboy. Atendeu-me em um flat em Copacabana, com marcação tranquila e pontualidade. Morenaça alta, falsa magra, cabelos bem cuidados; um colosso de gostosura.
Identificação rápida na entrada, dou o número do apartamento que me foi passado e subo rápido ao seu encontro. Apresento-me, falo de como e por qual influência fui parar ali e vejo uma menina simpática e bem preparada para receber o cliente. Observo também que a beleza e a forma condiziam com seus anúncios.
O pistoleiro mais rápido do oeste, pressentindo o que o esperava, já estava empolgadão só de ver a menina em trajes de banho de cor dourada. Entrei para tomar uma ducha rápida no banheiro localizado dentro do próprio quarto e retornei apto para me deleitar em Alissa.
Beijos que põem a língua para jogo, cheirosa, de higiene impecável... Retirada a parte inferior da lingerie, fui apresentado a uma das bucetas mais gostosas que já chupei. Graúda e molhadinha, Alissa chega ao clímax fácil, fácil, e eu quase gozei com ela gozando. A gata até tenta conter os gemidos e resistir, mas a sensibilidade é gritante e ela me afasta. Seu grito é quase um choro. Coisa linda de se presenciar.
Recuperada, Alissa estica meu corpo na cama, faz um breve boquete que logo interrompo e depois monta feito amazona, em uma cavalgada invertida que maltratava a pica no pompoarismo. Se passamos para outra posição? Não, e não foi para evitar a fadiga. Parecia que Alissa estava disposta a dar o troco, me fazendo gozar rápido também. O pseudocontrole que achei que teria caiu por terra rápido. Não deu tempo de escapar, tampouco de avisar.
Quentíssima, fui a nocaute antes que o árbitro pudesse contar até dez, em uma gozada tão forte que a sensação se assemelhou à de uma urinada daquelas que a gente fica por minutos e minutos segurando.
Fiquei tonto, e tempo era uma coisa que ainda tínhamos de sobra. Nos lavamos, ficamos papeando um pouco e trocando carícias, até que quis assistir mais um pouco daquele espetáculo de mulher gozando. Repeti o script e não demorou para explodir na minha boca de novo, deixando-a toda molinha. Após isso, a cabeça de cima queria mais de Alissa, mas o garoto responsável por desempenhar sua vontade decidiu não colaborar, apresentando um teimoso estado de inércia.
Dado um tempo, os beijos da gata auxiliaram na ressurreição e, no primeiro sinal de uma vida mais rígida, pedi à gostosa para que ficasse na posição de D4. Após ajustes necessários de ângulo e altura, finalmente consegui penetrá-la. Tudo bem que eu não duraria muito mais que uma posse de bola de basquete, mas minha perna foi bem sádica, inventando de sentir cãibras após todo aquele trabalho de salvamento.
Recebo no local uma breve massagem da dama e aceito que não funcionaria de novo. Tomo outra ducha, pago seu cachê e sou levado até a porta, cumprido o ritual sagrado que ela faz para o cliente retornar. Ganho um beijo de despedida e também as ruas para andar, ainda sentindo seu gosto e seu cheiro nos meus sentidos.
A barriga ronca e paro para almoçar não muito longe dali. Um peixe com molho de camarão saboroso; contudo, o sabor mais marcante do dia, com sobras, havia sido degustado um pouco antes.
Como esse enrosco ocorreu há um bom tempo, sugiro que sanem todas as dúvidas com ela sobre preço, local, o que faz e o que não faz, etc., quando forem marcar. Espero encontrá-la disponível para, em breve, provar novamente aquela buceta.
Agradeço a quem leu, um abraço e até a próxima!