(Notas do Autor
1: sei que a Bruninha está na ativa, mas não achei nenhum anúncio dela que possa ser ou locado aqui. Somente por esse motivo que estou postando o relato dela aqui, no Antiquário
2: pode ser que alguns de vocês notem algumas diferenças na foto que postei para a versão atual dela, mas na época que eu fui, os seios não estavam turbinados e seus cabelos não estavam pintados de cor clara)
Marquei com a Bruninha com relativa facilidade, o que me causou espanto, pois a agenda da beldade é bastante concorrida. Já tinha tentado em outra ocasião com a antecedência de costume, mas não rolou. Para quem quiser tentar um agendamento, repasso aqui a dica que me foi dada: entre em contato com ela no início da semana. Pelo menos comigo funcionou.
No dia do enrosco, fiz meu tradicional pit stop no Zezé enquanto aguardo o chamado para subir a torre até seu ninho de amor. Chegando lá, ela abre porta permanecendo atrás dela para poder dar passagem ao roliço corpo deste que vos escreve. Ao fechar vejo que usa um robe transparente por cima de uma lingerie vermelha que orna maravilhosamente bem nela. Nos cumprimentamos com um beijo e seguimos as escadas até o seu cantinho, que é muito aconchegante e funcional.
Conversamos rapidamente enquanto tiro a roupa e sigo ao banho. Na volta, ela me aguardava em pé, selecionando uma playlist em seu celular. Antes que pudesse tirar as sandálias de salto que usava, chego por trás pegando-a pela cintura, puxo seu corpo para junto do meu e beijo seu pescoço. Ainda em meus braços, se vira pra mim mordiscando levemente o lábio inferior e com um olhar penetrante que tomou meu corpo e alma de assalto.
Nos agarramos novamente aos beijos de forma ensandecida. Ela passa uma de suas mãos por trás da minha cabeça; com a mão esquerda, eu a seguro pela cintura. Com a outra mão, Bruninha passeia pelo meu corpo, com um toque suave; deslizo minha mão direita que estava em sua cintura até sua bunda e desço à sua coxa. Levanto lentamente sua perna e ficamos mais colados ainda, quase um encaixe perfeito. Os lábios se separam, os olhares se encontram, as respirações em uníssono ... hora de irmos para a cama.
Me sento encostado na parede, ela monta em mim e vira os braços para trás na intenção de tirar o sutiã. "Deixa que eu faço isso!", disse pouco antes de ser calado com seus beijos. Peça de roupa retirada com sucesso, libertando seus seios, cuja formosura roubou a atenção dos meus olhos. Ato contínuo, chupo cada um deles de maneira sôfrega, arrancando leves suspiros enquanto ela abraça minha cabeça para junto do seu colo.
Após essa degustação (cuja lembrança não é a canção de Rita Lee, mas me dá água na boca), Bruninha chega pra trás e tira sua calcinha. Segui seu exemplo e também tirei minha calci...digo...minha cueca. Mais uma sessão de beijos breves e ela vai até o Pequeno Rudolph. Sem rodeios ou firulas, Bruninha começa um oral fantástico, daqueles que é impossível não sentir tesão.
Seguro suas longas madeixas negras, não para ditar o ritmo, mas sim para que não caiam sobre seu belo rosto bloqueando aquela visão magnífica. Por vezes Bruninha olhava pra mim e isso me dá um tesão danado, além de ser perigoso porque posso acabar arrebentando a corrente da bicicleta e o passeio mal começou.
Após aguentar o máximo possível, fiz a clássica sugestão da troca de posições. E lá vou eu me satisfazer naquela ppk cujo sabor consigo sentir só de lembrar ao escrever esse relato. Como sempre, faço questão de dar o meu melhor nessa hora e fui em busca do seu orgasmo. Chupei abraçado às suas pernas por longos minutos, até o momento em que segura firme a minha mão. Se eu fosse o Alceu Valença cantaria: "Tu vens, tu vens ... Eu já escuto os teus sinais". E com uma respiração mais ritmada, suas coxas erguidas e um gemido excitante, ela goza e sugo seu saboroso néctar.
Após breves minutos de carícias abraçados para se recompor, Bruninha percebe a consequência provocada pelo seu ápice de prazer: meu companheiro de aventuras estava a postos aguardando sua vez. Aplica um rápido oral, coloca a capa e vem por cima decidida a acabar comigo, dada a voracidade de suas cavalgadas. Chupo seus seios novamente enquanto a seguro pela cintura numa (vã) tentativa de ditar o ritmo dela. Graças aos céus, ela decide mudar de posição. Vira de costas, entrelaça suas pernas às minhas e recomeça a cavalgar. Estava tão gostoso quanto covarde por causa da visão daquela bunda na minha direção. Dali emendamos nova troca de posição, agora com ela de quatro. Que delícia!
Ficaria ali até me acabar. Ficamos os minutos finais conversando até seguir me arrastando ao banheiro pra jogar uma água na carcaça.
Roupa colocada, nos despedimos com mais beijos e vou embora maravilhado com tudo que passei. Poucas foram as vezes que saí assim de um encontro.
Sigo pelos corredores do Castelo, embarco no elevador rumo ao andar térreo e retorno ao famigerado Bar do Zezé. Agora, para saborear uma(s) cerveja(s) em comemoração ao excelente momento vivido pouco antes.
NO COLO DO NOEL: Bruninha não é simplesmente uma garota de programa, é um espetáculo porno-sacânico. O que essa baixinha beija e fode é um absurdo. E faz tudo com gosto, com entrega, com vontade, de um jeito que pouco se vê por aí. Ela dá aula entre 4 paredes.
O Mau Velhinho recomenda fortemente.
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