Há muitos anos que Daniel levava o cachorro pra ser atendido na mesma clínica. No entanto, com a saída da veterinária que cuidou do seu melhor amigo por tanto tempo, acabou conhecendo Priscilla, a simpática nova profissional contratada do lugar, morena de sorriso largo, cabelo em coque e que usava blusas estampadas com figuras divertidas de bichos, de quem gostou logo de cara.
Ocorre que, encerrada a primeira consulta, no momento em que se despediam ele observou uma tatuagem de um símbolo no pulso dela, emblema o qual já havia visto em algum lugar antes, não lembrando onde. Tentou puxar pela memória, sem sucesso e pensou em perguntar a ela do que se tratava, porém, como havia acabado de conhecê-la e não tinham nenhuma intimidade, ficou sem jeito e deixou pra lá.
Esqueceu-se da história e a vida seguiu normalmente. Até que um dia, acessando alguns conteúdos adultos que consumia, leu um texto que tratava de uma espécie de lenda urbana, contando sobre a existência de uma suposta fraternidade conhecida como "Irmãs Livres", formada por mulheres de todos os estilos e classes sociais, solteiras, casadas, religiosas, mães de família, etc, disponíveis para sexo com qualquer um, a qualquer hora e identificadas por uma tatuagem temporária em comum, cujo desenho era mostrado no documento, justamente aquele que Daniel vira no pulso de Priscilla.
Embora achasse que a história não passasse de mito e fosse casado, ficou com aquilo na cabeça e decidiu voltar à clínica para tirar a prova. Salvou a foto do símbolo no celular e inventou uma desculpa para poder conversar com Priscilla e comparar, comprovando que se tratava realmente da mesma insígnia. Assim sendo, num gesto ousado, decidiu arriscar e perguntou meio sem jeito à veterinária:
– Essa tatuagem… é das Irmãs Livres?! Eu achei que era, mas queria ter certeza.
Diante da pergunta, Priscilla foi direta:
- É sim. Você conhece a fraternidade?
- Já ouvi falar. Mas não sei muito sobre.
- Hum. Mas sabe do que se trata, pelo menos?
- Sei.
- Que bom, rs.
Depois desse breve diálogo, com o olhar fixo nele, Priscilla falou, sem meias palavras:
- Sábado eu fecho a clínica. Depois das 16h00 já foi todo mundo embora e eu fico aqui sozinha.
- Ok.
"Ok" foi a única coisa que Daniel conseguiu dizer diante do que acabara de acontecer. Quando saiu do consultório, seu pau estava duro feito uma rocha, como não ficava há tempos.
No sábado à tarde, criou um pretexto para poder sair sozinho de carro sem que a esposa desconfiasse de nada e se dirigiu a clínica. Lá chegando, tocou a campainha, Priscilla abriu e o guiou pelas escadas até a parte de baixo do local, área destinada ao banho dos animais.
Ali, Priscilla ficou nua, expondo seu corpo jovem de peitos grandes e perfeitos, bunda grande e boceta peluda de grandes lábios já molhada, se posicionando de quatro em cima da mesa e mandando que ele a fodesse, o que Daniel fez sem demora.
Depois de bons minutos lambendo o cu e a xereca de Priscilla, Daniel colocou a camisinha e a comeu com força, metendo na boceta e na bunda, enquanto ela gritava de tesão e ordenava que ele a xingasse de todos os nomes possíveis.
Após gozarem, vestiram as roupas e despediram-se. Em casa, de noite, na cama, Daniel relembrou o sexo extraconjugal e seu pau voltou a dar sinal de vida. Ao procurar a esposa dormindo ao lado, um pensamento incômodo e irônico lhe veio à mente: seria ela uma das "Irmãs Livres"?
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