Linguagem Universal

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Dudu
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Registrado em: Ter Ago 04, 2026 8:42 pm
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Mensagem por Dudu »

Representante comercial de uma empresa com filiais no Brasil inteiro, Rodrigo viajava frequentemente a trabalho. Designado pra fechar um contrato importante em Porto Alegre, chegou cedo ao hotel e foi tomar café no restaurante, lotado aquele horário. Na mesa ao lado, havia um casal formado por um brasileiro e uma gringa, que logo lhe chamou atenção, conversando em inglês. Não sabia a nacionalidade dela, mas, a julgar pelo sotaque, imaginou que fosse alemã ou russa.

Morena, alta, olhos verdes, rosto de formas delicadas, cabelos lisos compridos, tinha por volta de trinta e poucos anos e usava na ocasião um vestido bege colado ao corpo que lhe delineava todas as curvas, sobretudo a bunda grande e os peitos duros e empinados de mamilos protuberantes, não escondidos pelo tecido. Sentindo-se de imediato atraído por aquela mulher que acabara de ver, Rodrigo ficou o restante do dia com ela na cabeça, inclusive, durante a reunião de negócios da qual participou na parte da tarde.

No outro dia, após acertar os últimos detalhes burocráticos do contrato, decidiu aproveitar a piscina do hotel por conta do forte calor que fazia e lá estava a gringa, usando um desses maiôs cavados que realçavam suas formas. Percebendo que não conseguiria ficar ali muito tempo sem causar constrangimento aos demais hóspedes, Rodrigo deu um mergulho rápido só pra se refrescar e decidiu voltar logo pro quarto. Saindo da piscina, ouviu o brasileiro chamar a parceira pelo nome: Ingrid. De volta à suite, masturbou-se no chuveiro pensando em Ingrid.

Então, na sua última noite na capital gaúcha, desceu para beber algo no bar do hotel. Fechar aquele negócio consumira sua energia nos últimos meses e agora que dera tudo certo, podia enfim desestressar. Tomando uma dose de whisky, curtia o momento relax, até que Ingrid apareceu. Sozinha e trajando um vestido justo do mesmo estilo do anterior, sentou ao seu lado e pediu um drink. Ela parecia persegui-lo só pra tenta-lo.

Cumprimentou-a com um aceno de cabeça e estranhou o fato do companheiro dela não estar junto. Pensou em tentar iniciar alguma conversa, porém, como seu inglês era básico, desistiu pra não passar vergonha. Assim, ficaram um tempo em silêncio, cada um tomando a sua bebida. Tudo permaneceria em paz desse jeito, não fosse o álcool começando a fazer em Rodrigo. Inebriado pela bebida, ele se dirigiu à Ingrid na maior cara de pau, usando o inglês macarrônico que dispunha e falou:

– My last day here. I go tomorrow. My room is three zero four (fez gestos com os dedos mostrando os números).

Pega de surpresa, Ingrid esboçou um sorriso irônico e respondeu com um lacônico:

– Yeah, ok. Thanks.

Divertindo-se com a própria cafajestada repentina, que não era do seu feitio, Rodrigo tomou a saideira, despediu-se de Ingrid com um "goodbye", voltou ao quarto, tomou banho, terminou de arrumar a mala pra viagem de volta e foi dormir. E já cochilava quando alguém bateu na porta. Ao verificar no olho mágico, qual não foi sua surpresa ao ver que era Ingrid do lado de fora?!

Confuso, abriu a porta e Ingrid rapidamente se esgueirou pra dentro, perguntando-lhe:

- Do you speak english? Spanish?

Diante das respostas negativas, ela lhe explicou, por meio de um sinal com a mão, mostrando o pulso, que tinha pressa. E vendo-o confuso, de pronto já emendou, impaciente, não deixando margem pra dúvida do que queria:

- So...

Rodrigo aprendeu rápido que a linguagem da putaria era universal. Sem mais tempo a perder, segurou Ingrid pelo cabelo por trás da nuca, encostou-a na parede e enfiou a língua na boca da gringa, apertando-lhe a bunda firme. Beijando-lhe o pescoço, levantou seu vestido até a cintura, deixando a mostra sua barriga chapada, as coxas grossas e a minúscula calcinha fio dental que despiu sem demora, expondo sua boceta depiladíssima, que cheirou, lambeu e chupou com vontade. Após um tempo se deliciando naquela fenda quente e úmida, de lábios pequenos e grelo duro, enquanto ela dava gemidinhos de prazer, desnudou-a por completo e levou-a pra cama grande e confortável.

Depois de beijar todo o corpo da gringa, em especial os seios perfeitos, pegou um pacote de camisinhas que sempre levava guardado num compartimento da mala, vestiu uma, posicionou-a de quatro e se preparava pra meter na xoxota molhada, quando ela disse, de forma bem compreensível pra ele:

- Fuck my ass! Fuck my ass!

Pedido atendido, escorregou seu pau bem devagar pra dentro do cu lubrificado da estrangeira, penetrando-a aos poucos, alternando estocadas leves e fortes. Fodeu-a por cima, de lado, com ela sentando e rebolando no seu pau, de todos os jeitos, até gozarem.

Com ambos ainda ofegantes, Ingrid levantou-se, fez uma rápida higiene no banheiro, colocou seu vestido e foi embora sem se despedir, deixando-o ali, nu em pelo, ainda não refeito do sexo e tentando processar tudo que havia ocorrido naqueles breves instantes.

Na manhã seguinte, Rodrigo tomou o café e não viu Ingrid no restaurante. Organizou o que faltava, se arrumou, aguardou a hora da saída e realizou o check out na recepção. Sentado no lobby esperando a corrida pra levá-lo ao aeroporto, viu Ingrid entrar com o parceiro, dar uma rápida olhada pra ele e seguir em frente, sem dizer nada.

Provavelmente nunca mais a veria, mas, com certeza, nunca esqueceria o que ocorrera entre as paredes daquele quarto de hotel. Será que ela também se lembraria pra sempre? Ainda não sabia dizer o que dera na sua cabeça pra lhe dizer tais palavras e nem o que dera na dela pra topar uma coisa assim. Riu sozinho lembrando onde o levara o seu inglês vagabundo.

O carro havia chegado. Pôs as malas no táxi e seguiu pra pegar o avião.
Guerra Miraglia e Madruguinha curtiram essa mensagem.
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