Estava com o tesão a mil. Olhou a agenda e verificou os compromissos do dia: atendimento a um cliente pela manhã, reunião online com as sócias, naquele momento em viagem para fechar um contrato pro escritório, almoço com o marido, audiência no fórum a tarde. Embora bastante ocupada, calculou que entre uma obrigação e outra daria tempo de se verem caso conseguissem cronometrar direitinho, considerando que ele trabalhava próximo.
Mandou uma mensagem para o amante explicando o único horário disponível que teria. Não se viam há mais de uma semana e já estava subindo pelas paredes. Então, logo depois de dispensar o cliente e concluir a reunião, ele chegou. Batidas de leve na porta, abriu. Passada a chave, se atracaram encostados na porta, enroscando suas línguas uma na outra. Beijava-lhe o pescoço enquanto abria-lhe a camisa de botões com pressa, lambendo seu peito peludo. Arrancou-lhe o cinto, desabotoou-lhe a calça, abaixou o zíper e ajoelhou-se pra chupá-lo.
Adorava sentir o pau dele pulsando em sua boca. Percebendo que não demoraria pra ele gozar, parou pra não queimar a largada. Levantou, subiu a saia, abaixou a calcinha de renda preta, sentou na mesa e abriu as pernas se oferecendo. E ele meteu forte, mordendo-lhe o lábio a ponto de fazê-lo sangrar. Não durou muito tempo até sentir sua boceta ser inundada e gozar também, se esforçando pra não gritar.
Limparam-se, vestiram-se e ele foi embora. Viu a hora no celular. Tirou o batom borrado, arrumou a bolsa, penteou o cabelo, se maquiou. Conferiu o resultado no pequeno espelho portátil. Tudo em ordem. Desceu.
No restaurante, beijou o marido. Tiveram um ótimo almoço.
Rapidinha
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