URUGUAIANA 24 - RUA URUGUAIANA, 24 - CENTRO

Deixa a vida te levar...
TÓPICO: URUGUAIANA 24
📍 Rua Uruguaiana, 24 — Centro
Avatar do usuário
Camarada Boris
Libertino
Libertino
Estatísticas
Relatos: 9
Mensagens: 6
Registrado em: Dom Jul 26, 2026 9:59 pm
Meus Relatos

😐 Neutro
Amanda

Mensagem por Camarada Boris »

Após me recuperar de uma triste virose, quis curtir o melhor da vida aproveitando o dia de clima europeu que tava no Rio.

Desde a última vez que dei uma passada no tenebroso prédio da Uruguaiana 24 lá pro final de agosto, fiquei pensando em uma novinha que falei com ela no último andar chamada Amanda, na época ela disse que era a 1ª semana dela no local. Mas como na ocasião eu já havia esvaziado o saco, não quis encarar. Dessa vez fui na intenção de ir nela. O U24 parece alguma fase de jogo de terror, onde você tem que subir escada pouco iluminada desviando de putas desprovidas de beleza e a princesa que você quer pode não tá lá e dar Game Over, as putas parecem NPCs que quando você se aproxima elas automaticamente falam - Vamos gozar amor!
Até cheguei a ver um deficiente visual descendo aquelas escadas com uma bengala.

Chegando no último andar, o salão tinha pouca gente, mas já sou atraído por uma jovem morena bem bonita para aquele padrão de lugar, com um corpo em forma e que já se apresenta e rebola sua bunda bem empinada e redonda em mim, me chamando para fuder, mas minha intenção era a Amanda que tava do lado dela. A Amanda é uma novinha baixinha e magrinha toda empinada, bundinha redondinha, rosto pequeno e olhos grandes com cara de sono, me aproximo dela e ela pedi pra eu me afastar pois queria dançar, o que já foi um mal presságio, mas minha cegueira por aquela belezinha me deixou teimoso. Assim fechei o programa de 20 min com ela, que achei meio caro pra aquele local, R$80 que no pix ficou 88.

Chegando na cabine, já tiro rápido minha roupa, e fico sarrando nela, é um corpinho realmente incrível, uma delicinha em miniatura, chupei aqueles peitinhos que cabe na boca. Ali vejo que ela é meio séria, não tem nenhum charme. Ela vesti a camisinha em mim e começa a chupar, até que uma chupada boa, que se fosse no pelo poderia me deixar mais doido. Logo ela se deita se abrindo e já me dar a 1ª patada mandando eu me afastar da cama pra ela se abrir mais, o que já me desanimou um pouco. Quando tento meter, já que a buceta dela é bem pequena e apertada, me aproximo do pescoço dela e ela me afasta falando que não gosta de beijo no pescoço, 2ª patada. Depois ela reclama de novo de que eu tava com a mente em outro lugar. E mais uma vez ela me dar bronca pedindo pra me afastar da cama, 3ª patada, a pequenina é marrenta. Após tocar uma, consigo meter, ela até tem uma boa flexibilidade e apoia seus pés nos meus ombros, só que a menina é zero simpatia, ela com cara neutra olhando pro nada sem esboçar nem gemido fake, desanimei de novo. Então ela ficou me acusando que tomei alguma coisa que me deixou assim, mas não quis discutir com ela. Assim, quis parar por ali antes do tempo, pois só iria gozar na raiva, e queria explorar outros lugares do Centro.

Então, me arrumo e vou desbravar em outras casas, pra ver se conseguia esvaziar o saco no amor.

Concluindo, a Amandinha é boa pra quem curte uma novinha pequena e para quem já vai calibrado sem ligar pra um sexo mecânico.
Putanheiros, uni-vos!
Havi e Arquiteto curtiram esse relato.
| |
Avatar do usuário
Dante
Decano
Decano
Estatísticas
Relatos: 38
Mensagens: 85
Registrado em: Dom Jul 05, 2026 1:05 pm
Verificado: Sim
Meus Relatos

Re: URUGUAIANA 24 - RUA URUGUAIANA, 24 - CENTRO

😐 Neutro
Clara

Mensagem por Dante »

Fim de tarde. Após almoçar no bar Enchendo Linguiça, eu caminhava pelo Grajaú como quem anda pelo Central Park quando acontece o impensável: uma ereção. Sim, justo eu, que já não consigo lembrar onde deixei os óculos, descubro que meu corpo ainda insiste em produzir surpresas fisiológicas. Não perguntem o motivo — talvez uma falha elétrica no sistema nervoso, talvez um capricho da natureza, ou apenas uma vingança tardia da testosterona. Só a geriatria explica. Ali estava eu, rodeado por árvores centenárias, pensando em comida e colesterol, quando de repente parecia que a biologia resolveu me dar um tapa nas costas e dizer: “Calma, ainda não acabou”.

Eu não podia simplesmente ignorar aquela inesperada erupção da libido. Quer dizer, quando meu combalido pênis resolve pulsar, eu me sinto menos um homem e mais um arqueólogo, só que em vez de desenterrar fósseis de dez mil anos, eu descubro que ainda tenho sinais vitais. Pensei em procurar anúncios de acompanhantes — claro, o que poderia ser mais romântico do que negociar minutos de intimidade como se fosse uma reunião de negócios? — mas a digestão me lembrava que eu não teria energia para implorar por um espaço na agenda de alguém.

Então, em um gesto quase heroico, acenei para um táxi. “Largo da Carioca”, pedi, como se fosse o protagonista de um filme noir barato. Meu destino era a famosa “24”, aquele sobrado decadente onde o mofo disputa território com a poeira e ambos convivem em harmonia com prostitutas que parecem ter sobrevivido a várias quedas de civilizações. Era deprimente, claro. Mas, por algum motivo, me parecia o programa mais sensato. Quem sabe, a sorte me premiasse.

*****

É preciso admitir que quem frequenta regularmente a “24” não deveria se preocupar apenas com o trivial — HIV, sífilis, gonorreia, piolho e aquelas pequenas catástrofes venéreas que já fazem parte do percurso do libertino CLT com renda de até dois salários-mínimos. O verdadeiro check-up deveria incluir, acima de tudo, um eletroencefalograma. Porque, convenhamos, lesões cerebrais sutis, invisíveis, podem estar incentivando essa obstinação suicida disfarçada de lazer.

Eu jamais me arrisco naquele elevador que parece ter sido importado do filme “Coração Satânico”. Creio que nem o Mickey Rourke ou Robert De Niro se arriscariam. Por via das dúvidas, escolho as escadas. É exaustivo, sim, mas ao menos a morte por infarto me parece mais digna do que ser encontrado esmagado entre andares por uma geringonça com vocação para filme de terror B.

Subi até o quarto andar, mas abandonei um pulmão quando alcancei o terceiro para aliviar o peso da escalada. Foi inútil, pois já havia me encantado com uma morena que saltitava com os seios amostra no primeiro andar, é o ponto que sempre me parece mais animado. Clara seu nome. Resolvi chamá-la, num gesto que mesclava coragem e desespero, mas, como sempre acontece comigo, ela disse que estava esperando um cliente. E que seria rápido. Perguntou se eu aguardaria. Eu, claro, respondi que sim — como se tivesse alternativa. Afinal, minha vida inteira já é uma longa sala de espera, por que não acrescentar mais alguns minutos.

O cliente chegou. Um velhinho. Entrou arrastando os pés, a coluna curvada, com o ar de quem já sobreviveu a pelo menos três guerras, duas esposas e uma aposentadoria do INSS. Naquele instante, tive certeza de que a 24 deve ter convênio com algum asilo de ex-combatentes da região.

A menina correu para abraçá-lo com a ternura de uma neta, deu um selinho protocolar em sua boca e o puxou para dentro da cabine como quem arrasta um trapo usado como pano de chão. E eu, ali, assistindo à cena, não conseguia deixar de ouvir um pensamento ecoando na minha cabeça: “Eu não quero terminar assim.” Mas, claro, como em tudo na minha vida, já era tarde demais para ter esse tipo de lucidez moral.

*****

Foi rápido, quase um pit stop geriátrico. O velhinho saiu da cabine meio zonzo, com a expressão de quem esqueceu tanto a senha do banco quanto o próprio nome. A menina, solícita, o conduziu até as escadas como uma enfermeira dedicada. Em seguida, voltou e me olhou com uma objetividade cirúrgica:

— Você gosta de quê?

E eu, sem filtro, respondi:

— Boquete.

Não é que eu seja um homem de gostos refinados — é só que, sinceramente, não conseguiria gozar de outro jeito naquele pardieiro. Eu só queria eficiência.

*****

Entramos na baia. Na 24, sexo nunca vem sozinho: é sempre acompanhado por um funk ensurdecedor, como se o DJ tivesse sido contratado para competir com o gemido humano. Quando tudo terminasse, deveria haver um otorrino de plantão e uma cabine de audiometria. Porque ali você não perde apenas espermatozoides — perde também algumas frequências sonoras para sempre. É como um orgasmo patrocinado pela surdez progressiva.

Ela chupou, eu gozei, e pronto — fim da ópera. Saí da 24 com a estranha sensação de que minha vida sexual estava se transformando numa anedota mal contada. Na rua, me peguei pensando seriamente em importar uma daquelas bonecas eróticas japonesas. E não é que a ideia me pareceu razoável? Quer dizer, uma boneca não some correndo para atender outro cliente, não cobra por hora e, principalmente, não toca funk no volume máximo. No fundo, fiquei com a impressão incômoda de que ela poderia me fazer mais feliz. O que, evidentemente, diz muito sobre mim e muito pouco sobre o Japão.

Sincronizei os meus aparelhos auditivos (sim, eles não explodiram) com o celular e embarquei no metrô embalado pelas batidas da música...

FRANKIE GOES TO HOLLYWOOD – Relax
Quem não tem mérito, tem raiva...
| |
Avatar do usuário
Aston Martin
Iniciado
Iniciado
Estatísticas
Relatos: 2
Mensagens: 4
Registrado em: Sex Jul 24, 2026 8:17 pm
Meus Relatos

URUGUAIANA 24 - RUA URUGUAIANA, 24 - CENTRO

👎 Negativo
Daniele

Mensagem por Aston Martin »

Essa tem 1 ano e pouco ou talvez mais.

Loirinha Daniele na 24 primeiro andar. Foi super simpática mas com dinheiro na mão ela se transforma.

Até chupou legal sem camisinha mas na hora de fuder ficou cheia de não me toques. Comecei a comer e ela rapidinho começa a falar do tempo acabando. Caô. Mas pra não arrumar confusão acelerei, enchi a borracha de leite e vazei antes do tempo acabar. Roubada essa rata. Mas piteuzinha
Responder
🐺 Relatos parecidos — Libertinos também leram

Quem está online

Usuários navegando neste fórum: Nenhum usuário registrado e 0 visitante