Se procurarmos a definição da palavra "Padrão", encontraremos verbetes com significados distintos, tais como:
- aquilo que serve de base para ser copiado ou seguido;
- regra para avaliar qualidade, segurança ou desempenho de um serviço;
- algo considerado ideal ou a normalidade em um grupo.
Além destes, tem também o padrão como repetição utilizando cores, formas e comportamentos. Modéstia à parte, graças a um hobby que pratico há décadas, me tornei muito bom em perceber esse tipo específico de padrão. E essa habilidade tem me ajudado bastante de uns anos pra cá, fazendo com que me aproxime ou (o mais frequente) me afaste de ambientes, situações, pessoas ...
No caso da Alicinha, seu padrão foi um dos motivos que me fez marcar com ela. Além de todos os seus atributos físicos, claro.
Combinamos nossa amarrotação no Top Kap, em Bangu, num sábado à tarde. Com uma pontualidade de causar inveja em britânicos, ela chega num vestidinho que acentuava suas provocantes curvas. Assim que fechei a porta do quarto, demos um longo e delicioso beijo que me fez perceber que eu não tinha algo que ia precisar muito nas próximas duas horas.
Camisinha? Estava a postos.
Azulzinho? Não posso tomar.
Fôlego? Certa resposta.
Devido ao calor que fazia nesse dia, ela se encaminha para o banho. Volta toda cheirosa, se deita ao meu lado na cama e conversamos muito brevemente. Além da visão daquele corpo nu impedir qualquer raciocínio lógico, a danada sabe provocar como poucas. Voltamos aos beijos, que dessa vez estavam mais intensos. Mãos bobas aqui e ali, ela esfrega sua perna em mim e Rudolph se encontrava como a temperatura de nossos corpos: nas alturas. Avanço sobre ela, beijo seu pescoço e desço aos seus pequenos seios, ficando ali um tempinho. Ela inverte a posição, vem por cima de mim e me beija de novo, avança no meu pescoço como uma vampira faminta e segue descendo até o meu companheiro de aventuras.
Faz um oral caprichado e variado. Abre a boca para engolir tudo, desce e sobe alternando a velocidade, chupa a cabeça, lambe de lado, dá atenção às bolas. Não tem nada que escape de sua boca ávida. Num dos vários momentos em que cruzamos os olhares, peço pra chupá-la. "Aqui tá tão bom", disse ela engolindo meu pau ao fim da frase. "Eu deixo você continuar depois", respondi mantendo a concentração para não entregar os pontos. Trocamos de posição, mais alguns beijos, passo a língua pela extensão de seu corpo até sua buceta. A mistura de cheiro de mulher com o perfume adocicado do creme que passou pelo corpo me deixou com muito tesão, e transferi toda essa intensidade nas minhas investidas bucais. O jeito que ela se contorcia de prazer me deixava mais excitado, rebolando o quadril na minha boca e gemendo. Teve uma hora que achei que ela tinha gozado e parei, ao que ela me direciona de volta e diz: "Continua!". Pouco tempo depois ela se entrega ao orgasmo.
Enquanto ela se recuperava, ficamos aos beijos enquanto massageava Rudolph lentamente. Conforme tinha prometido, cai de boca de novo e fica ali usando suas habilidades. Pra não encerrarmos antecipadamente, interrompi e sugiro partirmos para a bateção de virilha. Começamos num frango assado e depois fomos variando, passando pelo PPMM e cavalgada de frente e de costas. Ela sugeriu tentarmos de ladinho, mas é muita engrenagem pra pouca ferramenta (se é que me entendem) e não rolou o encaixe. Fomos então para a fatídica posição de quatro apoios.
Aí o bagulho ficou muito, muito sério. A maioria dos homens, ou até mesmo a totalidade, se perde ao acoplar numa mulher nessa posição, dada a preferência que os brasileiros têm pela região glútea feminina. No caso da Alicinha, essa sensação ganha dimensões tão grandiosas quanto sua magnífica bunda. Pra completar, a forma que ela se posiciona, levantando o quadril, é de deixar qualquer um maluco.
Feita a penetração, fico ali um tempo bombando. Poderia usar os recursos que conheço para retardar a ejaculação, mas me perguntei: pra quê? Seria a mesma coisa que morar numa cobertura, num chalé em cima de uma colina ou numa casa de frente para o mar e ficar enfurnado na sala ao invés de apreciar a bela vista que se apresenta aos seus olhos. E assim me entreguei ao prazer de estar dentro de Alicinha.
Recomposto, aproveitamos o finalzinho do tempo que tínhamos para conversar mais um pouco, rir e namorar. Depois, ela seguiu seu rumo e eu fui para a labuta, com um sorriso estampado na cara que durou até o dia seguinte.
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NO COLO DO NOEL: para quem não conhece Alicinha, ela tem a pele morena, estatura mediana (acho que por volta de 1,70m), curvas naturais e uma estonteante forma calipígia. Provavelmente, muitos se animariam ao ler a descrição e conferir na foto acima. Mas Alicinha vai além. Seu atendimento é de uma excelência rara, a ponto de servir como padrão para várias GPs da atualidade, se fosse possível.
Uma das melhores recomendações que o Mau Velhinho poderia deixar para vocês.
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