LUNNA RIZZO - (21) 96429-8378 - CENTRO

Se acaso me quiseres, sou dessas mulheres que só dizem sim...
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Dante
Decano
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Lunna Rizzo 🔗 Anúncio 60 min 250 (21) 96429-8378 Beijo? Sim Gostou do beijo? Sim Oral sem capa? Sim Oral completo? Sim Anal? Não Taxa extra? Não 👍 Positivo Repeteco? Não sei

Mensagem por Dante »

FILOSOFIA DE BOTEQUIM

No Amarelinho da Cinelândia, sentado como um homem que aparentemente não tem mais o que fazer da vida, eu contemplava. É o tipo de atividade que a juventude chama de tédio e a maturidade reembala como sabedoria. Nenhuma das duas versões é particularmente honesta, mas a segunda pelo menos tem melhor marketing. Emparelhei meus aparelhos auditivos com o celular — sim, sou surdo e há uma certa ironia elegante em precisar de tecnologia para ouvir o mundo — deixei que a música transbordando para os meus tímpanos cansados fizessem a trilha sonora do momento.

RADIOHEAD – CREEP

Era uma sexta-feira, talvez. A memória, sempre seletiva, guarda a atmosfera e descarta os detalhes administrativos. Havia um caos urbano ao redor do restaurante, como se a turba comemorasse o fim dos ataques de gangues que perduraram nas últimas semanas. Policiais a postos eram o motivo concreto da felicidade abstrata. Fiquei pensando que havia algo de profundamente carioca nisso: celebrar que, pelo menos hoje, ninguém te matou.

MEU DESTINO É PECAR

Uma menina magrinha do famigerado “Espigão do Sexo” — alcunha como o prédio da rua Álvaro Alvim, 37 é conhecido na região — me deixou chupando o dedo na tentativa de um segundo encontro com ela, marcado vinte e quatro horas antes. Aceitei as desculpas da mocinha pelo imenso atraso, mas preferi buscar outra opção.

Comentando com um amigo a desventura, ele me sugeriu a messalina que usa nome de personagem de telenovela italiana: Lunna Rizzo. Dei sorte, o contato foi rápido e ela tinha agenda aberta para uma hora depois. Aceitei. Eu precisava ejacular e o desespero é um negociador pragmático, prefere o acordo com a incerteza do que à impossibilidade indiscutível. O valor de 250 reais do cachê me travou um pouco, mas quando você está se afogando não pode escolher o que é perfeito, você agarra o que flutua. Agarrei a Lunna como se fosse a mulher escolhida para tirar a minha virgindade.

A JORNADA DO HERÓI

O endereço era na Rua das Marrecas, via que guarda um passado de boys, travestis e gays clandestinos que habitavam as sombras porque as sombras eram o único lugar que não os expulsava. Hoje não precisam mais disso. E por sinal, não existem mais sombras na Rua das Marrecas. A rua está iluminada como palco de teatro, holofotes em cima de tudo. Tive dificuldade para encontrar o número do prédio, todos os velhos viram discípulos involuntários do Mister Magoo, farejando o mundo a centímetros do nariz..

Finalmente, avistei o endereço. Do alto de uma guarita — aquela espécie de trono de plástico e vidro onde os porteiros exercem seu pequeno poder soberano — um homem me olhou de cima para baixo com a autoridade de quem controla o único acesso ao paraíso e perguntou-me aonde eu iria, informei a sala e ele liberou a entrada.

Durante o primeiro contato com Lunna, através do WhatsApp, fiz a rotineira entrevista básica de praxe e perguntei, principalmente, se ela beijava na boca. Pode parecer piada de mau gosto, não é. A boca é o que resta aos idosos após a longa jornada libidinosa que percorreram. É o último território sensível, o órgão que envelhece mais devagar, que ainda quer, que ainda sabe o que quer. O resto vai embora em silêncio, sem cerimônia, sem se despedir direito.

— E o pênis? — perguntaria um jovem com aquela ansiedade de quem ainda acredita que tudo gira em torno do pênis.

O pênis, meu jovem, é um cadáver que você carrega na virilha depois de certa idade. Um monumento à glória passada. Uma estátua de praça que ninguém visita mas que a prefeitura insiste em manter por razões sentimentais.

A libido não desaparece — mas se transforma. Deixa de ser onda física, aquela urgência bruta e burra da juventude, e vira outra coisa. Algo mais parecido com espiritualidade. Com psicologia. Com a necessidade estranha e humana de ainda ser tocado por alguém que, pelo menos por uma hora, finge que você existe.

Diante da pergunta sobre o beijo, Lunna questionou-me...

— Você não leu meus relatos no fórum?

Não, não li. Simplesmente porque no Rio não existem mais fóruns, se transfiguraram em sites de classificados poluidíssimos visualmente — e essa palavra, classificados, cheira a jornal de domingo e apartamentos para alugar em bairros sem graça. A liturgia mudou, o negócio é o mesmo.

Os relatos são mala direta corporativa disfarçada de depoimento espontâneo. Alguém adorou, diz que foi incrível, que voltará com certeza. Os textos têm a temperatura emocional de um manual de liquidificador e a credibilidade de um político em ano eleitoral. Garantia de satisfação ou seu dinheiro de volta — quando na verdade não garantem nenhuma das duas promessas.

No Rio, os foristas desapareceram, foram substituídos por monetizadores de sites, trabalham felizes como quem descobriu uma vocação, sem qualquer contrapartida. Querem ser mestres, mitos, lendas e para alcançar a ilusão renunciam à inteligência, na verdade é possível que nem tenham precisado abrir mão. Há uma ambição curiosa nisso — a necessidade de construir uma homenagem a si mesmo num território onde ninguém assina o nome verdadeiro. O anonimato como pedestal. A reputação de mentira. Todo homem quer ser rei de alguma coisa.

Então não, Lunna. Não li seus relatos.

Li você, diretamente.

E foi melhor assim.

O ENCONTRO

Toquei a campainha, a porta se abriu e não vi ninguém, pois as garotas que nos recebem nessas salas sempre estão estrategicamente atrás da porta invisíveis, como boas surpresas deveriam ser. Não tive tempo de pensar. De suspirar. De respirar. Lunna me tascou o beijo. Não o beijo dos relatos que eu não li — o beijo real, o beijo de verdade, de língua feroz e saliva honesta, de conjunção de bocas e lábios que sabem o que estão fazendo. Beijo de traqueias. Foi o suficiente para saber que sairia dali feliz.

Lunna é uma profissional com sensibilidade, ela realmente quer nos oferecer o que esperamos dela. Se empenha. Quer nos provocar o gozo que não seja somente mais um gozo vulgar, ela quer nos dar prazer. Virtude escassa entre as contemporâneas do ofício. O beijo da Lunna é tão profundo que não temos vontade de parar de beijá-la. Eu poderia ter passado o programa inteiro só beijando, mas ela queria o meu sémen, mas o meu pênis nesse dia preferiu o descanso eterno.

Nos atracamos, nos roçamos, nos incendiamos. Lunna é mulher que se entrega.

Não gozei, não por culpa da menina, O réu era outro, e ele estava em silêncio, inerte. O meu pênis se aposentou por invalidez sem aviso prévio. No entanto, fui acometido da sensação de que aquela mulher seria capaz de ressuscitar até defunto — como diz o ditado popular. Marquei e retornei no dia seguinte.

LEVANTA-TE, LÁZARO

Lunna se surpreendeu. Não esperava que eu voltasse — poucos voltam, preferem a vergonha discreta do sumiço ao esforço da honestidade. Mas eu voltei.

E ela operou o milagre que só as melhores conseguem.

Levanta-te, Lázaro.

E no segundo dia do pecado, ejaculei. :twisted:

LAZARUS – BOWIE
Dante, Madruguinha, Millor, Arquiteto e Digboy curtiram esse relato.
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Madruguinha
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Registrado em: Sáb Jul 04, 2026 9:04 pm

Re: LUNNA RIZZO - (21) 96429-8378 - CENTRO

Lunna Rizzo 🔗 Anúncio 60 min 250 2196429-8378 Beijo? Sim Gostou do beijo? Sim Oral sem capa? Sim Oral completo? Sim Anal? Sim Taxa extra? Não 👍 Positivo Repeteco? Sim

Mensagem por Madruguinha »

AÇUCARADINHA E DOURADINHA.

Se por acaso a Lunna se apresentasse como "Eu sou a Glória!", eu diria que estava totalmente de acordo.

Apesar de vir acumulando experiências aquém do prometido com algumas meninas, na maioria das vezes ocultadas, mentidas ou mascaradas por quem escreve sobre elas, quando fui conhecer ela, as expectativas eram as melhores.

Não fui procurá-la no escuro. Namorei suas belas fotos e seus vídeos muito bem produzidos por um tempo, consultei confrades que já tinham provado seu atendimento e esperei a melhor oportunidade no bolso, na agenda, na libido.

Geralmente, num simples domínio de bola já se conhece um craque. A garota sorriu com os olhos quando me convidou a entrar em sua alcova - que por sinal é exemplo de conforto e limpeza - e entregou-me um beijo de boas vindas, já meio sentenciando o quão saborosa seria aquela tarde.


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De biquíni azul, corpo e cabelos dourados, com tudo em cima, inclusive a simpatia, ofereceu-me água e pediu que eu ficasse à vontade. Agradeci e pedi para tomar um banho, a fim de ficar dignamente apto a desfrutar daquela formosura. Era só mais um dia de sol escaldante na cidade que agora era mais maravilhosa porque abrigava ela em si.

Higiene feita, nos atracamos na sala e desconfio que ali ficaríamos não fosse alguém tocando a campainha por engano. Naquela altura, já estava a par da verocidade e velocidade daquela boquinha ávida por conhecer toda a geografia do parceiro. Aliado ao uso das coxas e da região pélvica na "sarração", tive certeza da sua aptidão para derrubar rapazes de pouca estrada. Lunna é uma leoa a ser domada, que se deixar te devora em instantes.

Essa foi a segunda vez que pensei em dobrar um horário só de ganhar os primeiros beijos. Beira a covardia o que ela faz. Você está ali doido pra se aproveitar de todo aquele corpo, mas ao mesmo tempo não consegue se desgrudar da boca dela. Lembro que entrei chupando uma bala que fora "usurpada" em questão de segundos, com ela me devolvendo acidentalmente depois de uns dez minutos de contatos intensos.

Durante o ato, "digladiamos amistosamente" sobre quem dominava e quem era dominado, simplesmente porque Lunna é uma rara garota de programa que faz as coisas com gosto e vocação. Em resumo: passa a sensação de que quem tá com tesão é ela, e/ou que foi ela quem contratou alguém para saciar os seus desejos.

No oral recebido de muitas reboladas e tremidas na minha cara, no anal vigoroso em variadas posições e no boquete com maestria, em todos os momentos notava-se a entrega e prazer pela coisa. Sempre que o ângulo permitia, inclinava o corpo pra me beijar não só na boca, mas também outras partes do corpo. Foi natural esquecer que estávamos ali numa relação de cliente e profissional.

Na penetração vaginal, o ritmo também se manteve. Cavalgando de frente e de costas, levando de quatro, no frango assado e ppmm, ver seu corpo dourado à disposição me deixava refém de toda lascívia. O esforço hercúleo e quase milagroso pra não gozar no início acabou me presenteando com um programa intenso, prazeroso e altamente proveitoso.

Chegando ao clímax nos 45 do segundo tempo com ela quicando no meu colo, faço a higiene e realizo o pagamento. Enquanto me arrumava, conversamos amenidades e pude comprovar que ela é divertida além da cama. Quase emendei mais uma hora com a safada dançando de forma sensual uma música que tocava em sua TV, mas um pequeno compromisso me aguardava.

Ganhei as ruas sem querer ganhar, numa tremenda falsa liberdade. O corpo fora, mas a mente totalmente presa ao que acabara de deixar naquele AP. Tocando-me que havia acabado de viver algo fora do comum, já sabia que seria um prazer relatar. Aos que estão viciados nessa menina, vos entendo perfeitamente.

Um abraço e até a próxima!
"Não há trabalho ruim, o ruim é ter que trabalhar."
Arquiteto curtiu esse relato.
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