CAROL SARAIVA - LHE AFANAR AS MINHAS TRÊS TEREZAS
Enviado: Qui Jul 30, 2026 11:20 pm
É digno de lamento perceber que nem todo avanço tecnológico e social é capaz de atender à minha vontade mirabolante de tornar tangível e eterno um momento, para revivê-lo com a mesma intensidade quando a saudade batesse.
Caso fossem, eu repetiria os gols de Gabriel Barbosa, em Lima, com a mesma constância com que aperto o play no YouTube para ouvir "Flamboyant" na voz de Emílio Santiago.
"Por quantas vezes eu pedi a Deus de manhã
Deixa eu cantar pro Brasil
Pra ter no portão o leite e o pão
E o rabo do cão que diz não quando é sim."
(MARANHÃO J., 1993)
https://youtu.be/aNJnY3QAM_0?is=B-5yu7FLKIa9yCSr
Estive com Carol Saraiva apenas duas vezes, mas o suficiente para nunca mais esquecê-la. Quando tocam no assunto "GP aposentada que você gostaria que voltasse?", num egoísmo que nem eu imaginava existir dentro de mim, tenho sempre o nome dela como resposta.
É que estar com ela era diferente, no sentido mais bonito da palavra. Em virtude do meu TDAH, das nossas timidezes ou da hipnose daqueles olhos, não cheguei a perguntar nem a olhar para as suas mãos a fim de saber se era compromissada. Eu, que julgo me conhecer razoavelmente bem, nunca entendi por que ficava imaginando o quão legal seria ter Carol como mulher, amiga, amante e companheira, mesmo sabendo que aquilo jamais aconteceria. Se isso é o que chamam de paixão, de amor, está confessado.
Carolzinha não era apenas um sexo muito acima da média; era um anjo controverso em seu mais alto estado de pureza. O sorriso, além de encher o quarto de luz, fazia meu coração bater mais acelerado. Seu "sim" para tudo, seu jeito de vencer a vergonha só para nos deixar em completo conforto, era adorável.
Na nossa última vez, aluguei sua presença por 30 minutos. Não houve distinção alguma em seu comportamento quando comparado ao primeiro encontro, que durou uma hora. Lembro que, na época, o valor da maioria das GPs havia inflacionado — como sempre, muito acima de qualquer teto de serviço ou índice de referência — e, por isso, eu não entendia (tampouco questionava rs) como ela, tão completa e com a qualidade que entregava, continuava sendo uma das mais baratas do mercado.
Como nossas bocas já se conheciam, bem como as zonas de prazer um do outro, o enrosco progrediu naturalmente. Após algum tempo entre beijos e carícias, evoluímos para uma facefuck de leve. Ela, deitada de bruços, com o rosto na borda do colchão, e eu no solo, inserindo o meu humilde membro até a garganta, em uma cena linda que só não durou mais porque sou fraco.
Na sequência, vesti a proteção e peguei ela D4 embalado pelos seus gemidos suaves. Nessa posição, costuma surgir a vontade de perguntar se alguns tapas podem entrar na brincadeira tão logo a menina se empina, mas cadê que apareceu? No fim, acabei perguntando mais por hábito do que por desejo, e ela provavelmente estranhou a falta de convicção nas palmadas.
Não bastando a impossibilidade de guardar o que é bom, há ainda o agravante de que essas coisas costumam durar pouco. Tínhamos apenas 30 minutos, e eu, de maneira alguma, ousaria abusar do seu horário. Para encerrar, não poderia escolher outra forma de encerrar que não fosse a ppmm. Explodi bem no instante que beijava sua boca e seu pescoço.
Feita a higiene, nos despedimos com um beijo e um "até mais", sem saber que, na verdade, tratava-se de um adeus.
Não é demagogia nem oportunismo dizer que ela foi, para mim, uma das coisas mais leves, gostosas e encantadoras que já conheci nesse metiê. Minha única queixa foi não saber que estava prestes a parar. Não pude comprar uma lembrança, dar um último beijo nem fazer carinho nos seus cachinhos da maneira que faz quem sabe que é a última vez. Tão pouco tive a oportunidade de dizer o quanto era doce e que os problemas desapareciam por completo quando eu estava com ela.
Apesar da saudade, espero que estejas muito bem. Muito melhor do que eu, muito melhor do que antes.
Caso fossem, eu repetiria os gols de Gabriel Barbosa, em Lima, com a mesma constância com que aperto o play no YouTube para ouvir "Flamboyant" na voz de Emílio Santiago.
"Por quantas vezes eu pedi a Deus de manhã
Deixa eu cantar pro Brasil
Pra ter no portão o leite e o pão
E o rabo do cão que diz não quando é sim."
(MARANHÃO J., 1993)
https://youtu.be/aNJnY3QAM_0?is=B-5yu7FLKIa9yCSr
Estive com Carol Saraiva apenas duas vezes, mas o suficiente para nunca mais esquecê-la. Quando tocam no assunto "GP aposentada que você gostaria que voltasse?", num egoísmo que nem eu imaginava existir dentro de mim, tenho sempre o nome dela como resposta.
É que estar com ela era diferente, no sentido mais bonito da palavra. Em virtude do meu TDAH, das nossas timidezes ou da hipnose daqueles olhos, não cheguei a perguntar nem a olhar para as suas mãos a fim de saber se era compromissada. Eu, que julgo me conhecer razoavelmente bem, nunca entendi por que ficava imaginando o quão legal seria ter Carol como mulher, amiga, amante e companheira, mesmo sabendo que aquilo jamais aconteceria. Se isso é o que chamam de paixão, de amor, está confessado.
Carolzinha não era apenas um sexo muito acima da média; era um anjo controverso em seu mais alto estado de pureza. O sorriso, além de encher o quarto de luz, fazia meu coração bater mais acelerado. Seu "sim" para tudo, seu jeito de vencer a vergonha só para nos deixar em completo conforto, era adorável.
Na nossa última vez, aluguei sua presença por 30 minutos. Não houve distinção alguma em seu comportamento quando comparado ao primeiro encontro, que durou uma hora. Lembro que, na época, o valor da maioria das GPs havia inflacionado — como sempre, muito acima de qualquer teto de serviço ou índice de referência — e, por isso, eu não entendia (tampouco questionava rs) como ela, tão completa e com a qualidade que entregava, continuava sendo uma das mais baratas do mercado.
Como nossas bocas já se conheciam, bem como as zonas de prazer um do outro, o enrosco progrediu naturalmente. Após algum tempo entre beijos e carícias, evoluímos para uma facefuck de leve. Ela, deitada de bruços, com o rosto na borda do colchão, e eu no solo, inserindo o meu humilde membro até a garganta, em uma cena linda que só não durou mais porque sou fraco.
Na sequência, vesti a proteção e peguei ela D4 embalado pelos seus gemidos suaves. Nessa posição, costuma surgir a vontade de perguntar se alguns tapas podem entrar na brincadeira tão logo a menina se empina, mas cadê que apareceu? No fim, acabei perguntando mais por hábito do que por desejo, e ela provavelmente estranhou a falta de convicção nas palmadas.
Não bastando a impossibilidade de guardar o que é bom, há ainda o agravante de que essas coisas costumam durar pouco. Tínhamos apenas 30 minutos, e eu, de maneira alguma, ousaria abusar do seu horário. Para encerrar, não poderia escolher outra forma de encerrar que não fosse a ppmm. Explodi bem no instante que beijava sua boca e seu pescoço.
Feita a higiene, nos despedimos com um beijo e um "até mais", sem saber que, na verdade, tratava-se de um adeus.
Não é demagogia nem oportunismo dizer que ela foi, para mim, uma das coisas mais leves, gostosas e encantadoras que já conheci nesse metiê. Minha única queixa foi não saber que estava prestes a parar. Não pude comprar uma lembrança, dar um último beijo nem fazer carinho nos seus cachinhos da maneira que faz quem sabe que é a última vez. Tão pouco tive a oportunidade de dizer o quanto era doce e que os problemas desapareciam por completo quando eu estava com ela.
Apesar da saudade, espero que estejas muito bem. Muito melhor do que eu, muito melhor do que antes.