BIA CASTRO - CENTRO
Enviado: Dom Ago 02, 2026 1:35 pm
A cavala disputada
https://www.photoacompanhantes.com/acom ... o/id-a2h6x
https://garotacomlocal.com/acompanhante/bia-castro-5/
https://classiadultos.com/mulheres/rj/r ... ia-castro/
https://acompanhantes10.com/acompanhant ... reto-1lVkv
Ocorrido no ano passado. Os valores atuais precisam ser consultados.
Essa loira era indicação rotineira de um conhecido, que sempre que me via falava muito bem dos seus atributos.
Mas ele sempre me alertava que o contato com a cavala nem sempre era fácil. Dizia que era preciso paciência e perseverança. Dito e feito.
Enviei mensagem pra Bia e na primeira vez não obtive resposta. Logicamente que não insisti naquele dia e devo ter marcado com outra acompanhante, mas a loirona continuava a sondar meus pensamentos. Veio o segundo contato e fui correspondido. Chegamos a marcar para o dia seguinte, ficando combinado de que ao sinal de qualquer imprevisto a gente se comunicaria, e foi o que ocorreu, Bia me mandou mensagem dizendo que não iria trabalhar porque estava com cólicas. A gente sempre desconfia dessas desculpas ou dessas posturas, mas não havia o que fazer. Pelo menos fui avisado com antecedência pela GP e pude acionar um plano B.
Depois disso eu achei que seria mais fácil o contato com ela, ledo engano. Tentei em outros dois dias bem espaçados, mas nem tive retorno. Perserverei e perserverei, até que no 3° dia de tentativa após a desmarcação, finalmente rolou. Entre o primeiro contato e o dia do atendimento foram quase 2 meses.
Nesse dia houve um imprevisto no trabalho e acabei atrasando 10 minutos, no caminho eu avisei à moça, que de forma muito cordial me respondeu que estava me esperando e que não tinha problema quanto a esse pequeno atraso. Cheguei já esbaforido ao seu local na Cinelândia.
Fui recebido por uma mulher imponente e de parar o trânsito, toda gostosona de academia. Bem produzida e levemente maquiada e com cílios. É outra que está bem condizente com as fotos de seus anúncios. Não é novinha, porém sua pele é lisinha e toda cheirosa. Ela deve ter por volta de 35 anos, faixa etária que gosto. Acho que nessa idade a maioria das acompanhantes já alcançaram a maturidade profissional, fazendo-as livres de frescura ou preconceitos.
Sou encaminhado ao banheiro. Seu local era dividido com outras garotas, mas elas tomam cuidado com a privacidade do cliente e até das outras meninas. Uma pena, porque eu não ficaria nada chateado em encontrar suas colegas de trabalho. Na ducha vinha novamente a sensação de que não conseguiria dar conta daquela mulher que me aguardava em sua cama.
Ao voltar ao quarto da dama, ainda terminando de me secar e arrumar minhas coisas fomos batendo um papo. Falei sobre o quão difícil tinha sido marcar com ela. O assunto não surgiu com rispidez, mas sim de maneira humorada. Bia me falou que as chances eram maiores quando o cliente mandava mensagem bem cedinho. Contou-me de sua clientela fixa, que fazia com que as raras vagas em sua agenda fechassem rapidamente. Ainda me deu outra dica, a de o cliente olhar o anúncio no Photoacompanhantes, explicou-me que se o mesmo estiver desativado, as chances aumentam. Pois uma vez postando por lá, chovem mensagens e fica difícil responder todas.
Eu sei que muita gente não vai ter essa paciência e é justamente por isso que estou esclarecendo esses pormenores aos Libertinos. Com o fim do assunto, perguntei se poderíamos iniciar o coito. Ela respondeu que já não era sem tempo após tanta espera de minha parte.
Comecei a me atracar com aquela baixinha de seios siliconados e bunda sobrenatural. Seus beijos eram bons e bem molhados por sua boca rosa e carnuda.
Uma coisa que adorei em Bia é que ela não beija o cliente somente na boca, ela beija o nosso pescoço, toráx, barriga, até chegar ao falo. Isso pra mim é altamente sedutor e vejo poucas meninas fazerem. Nem preciso dizer que a pica já estava apontada pro céu, tal como Vanderlei Luxemburgo pede aos seus jogadores.
Pra tentar amenizar aquela situação, invertemos a posição. Fui chupar a boceta rosada da senhorita Castro. Chupei aquele grelo que parecia um chiclete de tutti-fruit até deixá-la ofegante e pronta para o abate.
Foram somente duas posições até a primeira explosão. Não sei como resisti com ela nos quatro apoios, mas quando fui meter no papai e mamãe bem colado, regado de muitos beijos e falas obscenas, foi o fim da primeira etapa.
Foi só o tempo de ir no banheiro me recompor que já estávamos novamente nos entrelaçando. Decidi comê-la mais um pouco de quatro, agora com aquele velho macetinho da beirada da cama, onde apoiamos uma perna no chão e outra no colchão para retardar a circulação. Gostei muito dessa posição, pois consegui ver os cabelos loiros dela batendo em sua buzanfa colossal medindo quase 120 centímetros. Ainda que a sensação era de que não dava pra chegar ao fundo, diante daquela voluptuosidade. Se aquilo exigisse o meu sacrifício, o cumpriria com todo o prazer.
Aquela altura, Bia gemia feito uma cachorra. Notem que a loiraça é carinhosa, mas também tem seu lado putona. Ela sugeriu que mudássemos de posição e usando o seu corpo escultural conquistado com muitos exercícios, passou a montar em mim. Prendendo meus braços pra me imobilizar, dando o seu show particular. Enquanto cavalgava, Bia deixava seus peitos para serem degustados. O que eu pude fazer era só ser deixado levar por aquela potranca até o segundo orgasmo.
Devo ter visto estrelas e planetas, lembro de ter visitado Vênus, Marte e até Plutão. Quase fui dessa pra uma melhor, mas até que a morte não deveria ser tão ruim naquelas circunstâncias.
Constrangedor seria para a minha família, mas mortos não pagam contas e aquele serviço merecia reconhecimento.
Coloquei minha vestimenta, decidi ir embora com o cheiro de Bia em meu corpo. Pedi a conta e acertei meus honorários.
Já era noite e na Álvaro Alvim os boêmios pareciam apenas iniciar seus momentos de lazer, enquanto eu ainda degustava os recentes acontecimentos e torcia pro meu coração voltar a pulsar em seu ritmo habitual.
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Ocorrido no ano passado. Os valores atuais precisam ser consultados.
Essa loira era indicação rotineira de um conhecido, que sempre que me via falava muito bem dos seus atributos.
Mas ele sempre me alertava que o contato com a cavala nem sempre era fácil. Dizia que era preciso paciência e perseverança. Dito e feito.
Enviei mensagem pra Bia e na primeira vez não obtive resposta. Logicamente que não insisti naquele dia e devo ter marcado com outra acompanhante, mas a loirona continuava a sondar meus pensamentos. Veio o segundo contato e fui correspondido. Chegamos a marcar para o dia seguinte, ficando combinado de que ao sinal de qualquer imprevisto a gente se comunicaria, e foi o que ocorreu, Bia me mandou mensagem dizendo que não iria trabalhar porque estava com cólicas. A gente sempre desconfia dessas desculpas ou dessas posturas, mas não havia o que fazer. Pelo menos fui avisado com antecedência pela GP e pude acionar um plano B.
Depois disso eu achei que seria mais fácil o contato com ela, ledo engano. Tentei em outros dois dias bem espaçados, mas nem tive retorno. Perserverei e perserverei, até que no 3° dia de tentativa após a desmarcação, finalmente rolou. Entre o primeiro contato e o dia do atendimento foram quase 2 meses.
Nesse dia houve um imprevisto no trabalho e acabei atrasando 10 minutos, no caminho eu avisei à moça, que de forma muito cordial me respondeu que estava me esperando e que não tinha problema quanto a esse pequeno atraso. Cheguei já esbaforido ao seu local na Cinelândia.
Fui recebido por uma mulher imponente e de parar o trânsito, toda gostosona de academia. Bem produzida e levemente maquiada e com cílios. É outra que está bem condizente com as fotos de seus anúncios. Não é novinha, porém sua pele é lisinha e toda cheirosa. Ela deve ter por volta de 35 anos, faixa etária que gosto. Acho que nessa idade a maioria das acompanhantes já alcançaram a maturidade profissional, fazendo-as livres de frescura ou preconceitos.
Sou encaminhado ao banheiro. Seu local era dividido com outras garotas, mas elas tomam cuidado com a privacidade do cliente e até das outras meninas. Uma pena, porque eu não ficaria nada chateado em encontrar suas colegas de trabalho. Na ducha vinha novamente a sensação de que não conseguiria dar conta daquela mulher que me aguardava em sua cama.
Ao voltar ao quarto da dama, ainda terminando de me secar e arrumar minhas coisas fomos batendo um papo. Falei sobre o quão difícil tinha sido marcar com ela. O assunto não surgiu com rispidez, mas sim de maneira humorada. Bia me falou que as chances eram maiores quando o cliente mandava mensagem bem cedinho. Contou-me de sua clientela fixa, que fazia com que as raras vagas em sua agenda fechassem rapidamente. Ainda me deu outra dica, a de o cliente olhar o anúncio no Photoacompanhantes, explicou-me que se o mesmo estiver desativado, as chances aumentam. Pois uma vez postando por lá, chovem mensagens e fica difícil responder todas.
Eu sei que muita gente não vai ter essa paciência e é justamente por isso que estou esclarecendo esses pormenores aos Libertinos. Com o fim do assunto, perguntei se poderíamos iniciar o coito. Ela respondeu que já não era sem tempo após tanta espera de minha parte.
Comecei a me atracar com aquela baixinha de seios siliconados e bunda sobrenatural. Seus beijos eram bons e bem molhados por sua boca rosa e carnuda.
Uma coisa que adorei em Bia é que ela não beija o cliente somente na boca, ela beija o nosso pescoço, toráx, barriga, até chegar ao falo. Isso pra mim é altamente sedutor e vejo poucas meninas fazerem. Nem preciso dizer que a pica já estava apontada pro céu, tal como Vanderlei Luxemburgo pede aos seus jogadores.
Pra tentar amenizar aquela situação, invertemos a posição. Fui chupar a boceta rosada da senhorita Castro. Chupei aquele grelo que parecia um chiclete de tutti-fruit até deixá-la ofegante e pronta para o abate.
Foram somente duas posições até a primeira explosão. Não sei como resisti com ela nos quatro apoios, mas quando fui meter no papai e mamãe bem colado, regado de muitos beijos e falas obscenas, foi o fim da primeira etapa.
Foi só o tempo de ir no banheiro me recompor que já estávamos novamente nos entrelaçando. Decidi comê-la mais um pouco de quatro, agora com aquele velho macetinho da beirada da cama, onde apoiamos uma perna no chão e outra no colchão para retardar a circulação. Gostei muito dessa posição, pois consegui ver os cabelos loiros dela batendo em sua buzanfa colossal medindo quase 120 centímetros. Ainda que a sensação era de que não dava pra chegar ao fundo, diante daquela voluptuosidade. Se aquilo exigisse o meu sacrifício, o cumpriria com todo o prazer.
Aquela altura, Bia gemia feito uma cachorra. Notem que a loiraça é carinhosa, mas também tem seu lado putona. Ela sugeriu que mudássemos de posição e usando o seu corpo escultural conquistado com muitos exercícios, passou a montar em mim. Prendendo meus braços pra me imobilizar, dando o seu show particular. Enquanto cavalgava, Bia deixava seus peitos para serem degustados. O que eu pude fazer era só ser deixado levar por aquela potranca até o segundo orgasmo.
Devo ter visto estrelas e planetas, lembro de ter visitado Vênus, Marte e até Plutão. Quase fui dessa pra uma melhor, mas até que a morte não deveria ser tão ruim naquelas circunstâncias.
Constrangedor seria para a minha família, mas mortos não pagam contas e aquele serviço merecia reconhecimento.
Coloquei minha vestimenta, decidi ir embora com o cheiro de Bia em meu corpo. Pedi a conta e acertei meus honorários.
Já era noite e na Álvaro Alvim os boêmios pareciam apenas iniciar seus momentos de lazer, enquanto eu ainda degustava os recentes acontecimentos e torcia pro meu coração voltar a pulsar em seu ritmo habitual.