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Relatos informais com garotas informais...
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Digboy
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Registrado em: Seg Jul 06, 2026 2:52 pm

Mensagem por Digboy »

Neste relato irei chamá-la de Louise. Não sei porque ela me remete à uma francesa. A garota havia trabalhado numa antes famosa e agora decadente casa do Centro da cidade. Mas eu não a conhecia dessa época. Só fui começar a me interessar pela dama após ver seu anúncio como freelancer.

Louise atendia na Cinelândia e dividia espaço com uma outra menina, com a qual eu tinha sido atendido e que merece um relato à parte.

A fase free de Louise durou pouco tempo e naquela oportunidade eu não pude expressar meu interesse em conhecê-la.

Acontece que o mundo da putaria às vezes parece um ovo como a Cidade do Vaticano, onde todo mundo se conhece.

Em meu perfil de forista, seguia uma menina, que vendia conteúdos e coincidentemente também tinha trabalhado na casa de massagens mencionada. Ao visitar o perfil dessa menina, vi o rosto de Louise em um perfil sinalizado como sugestão para seguir.

Passei a seguir Louise e a admirava meio que à distância. Suas publicações não tinham nenhum cunho sexual. Ela até postava com certa frequência coisas do cotidiano como: suas idas a academia, seus animais de estimação, comidas que preparava e até seus filhos.

Assistia seus reels e ficava buscando uma maneira de chamar sua atenção, mesmo com o perfil fake. Só não queria parecer meio invasivo e nem louco.

Mexi com ela respondendo um story e não fui correspondido. Não me fiz de rogado e algum tempo depois mandei um papo mais reto. Dizendo que eu ficava fraquinho com as postagens dela e que realmente era doido pra conhecê-la. Dois dias depois, já conformado em ter tomado outro vácuo, veio a inesperada resposta me perguntando quem eu era.

E eu já fui mandando a real. Perguntando se ela queria saber quem eu era, além de ser um admirador. E expliquei que seguia algumas pessoas em comum a ela, sendo essas pessoas meninas do job, se é que me entendia.

Louise retornou dizendo que havia notado esses perfis em comum que a gente seguia e disse que eu devia ser mais um punheteiro.

Repliquei dizendo que na verdade não era bem aquilo, mas que tinha interesse em saírmos, perguntando se haveria a possibilidade, mas já meio que me desculpando, entendendo e respeitando a decisão dela em não querer mais aquele tipo de trabalho.

O xeque-mate veio na mensagem seguinte, quando ela mandou que se eu quisesse fazer um pix, ela estava à disposição pra receber. Justificou-se dizendo que tava precisando mesmo de grana.

Respondi que ela teria a grana, mas que eu faria uma proposta e que poderíamos desenrolar essa questão. Ainda acrescentei que eu era uma pessoa tranquila.

Louise era malandra e se fez de desentendida. Perguntando se eu ia enviar o pagamento sem ela precisar fazer nada e me deu a oportunidade de sermos amigos. Se a intenção dela era me fazer rir, conseguiu. Mais uma vez deixei claro que não seria daquela forma que ela conseguiria ser remunerada. Perguntei se estava livre e se poderíamos sair. A mina mais uma vez se fez de boba e perguntou se a saída era pra um cinema, por acaso. Respondi com um "só cinema?". Em seguida ela deu uma desarmada e quis apenas saber quem eu era.

Mais uma vez a tranquilizei. Dizendo que não nos conhecíamos, mas que havia saído com a menina que dividia apartamento com ela, com a qual inclusive ela poderia confirmar.

Coloquei meu número à disposição da gatinha e disse que ela poderia pensar e me chamar quando quisesse. Destaquei que poderia lhe mandar uma foto e que ela ficasse sossegada.

Não demorou e vi a notificação em meu WhatsApp. Louise me chamou e mandei a ela uma imagem de visualização única. Mais tranquila, começamos a conversar.

Louise disse que não atendia mais porque acabou tendo problemas psicológicos com a profissão, mas que mediante uma boa proposta poderia pensar melhor. Perguntou de onde eu era e qual seria a ideia. Morávamos relativamente perto. Explicamos os nossos horários e tentamos nos acertar para um encontro. Também houve uma breve e divertida negociação referente aos valores. Mais uma vez a acalmei, dizendo que era um cliente bem tranquilo e que não ia perturbá-la. Só entraria em contato de forma profissional, caso quisesse encontrá-la novamente.

A garota era boa de papo e fomos combinando a saída durante a semana. Disse não ter restrição e me garantiu que eu ia gostar. Falou isso umas 3 vezes durante aqueles dias. Eu meio incrédulo que sou, duvidei bastante. Já tinha saído com uma "ex-GP" antes e não tinha curtido muito.

Mudamos o dia e o local do programa umas 3 vezes. Até que finalmente acertamos para um dia de domingo. Inicialmente nos encontraríamos antes da hora do almoço, mas sem ter com quem deixar suas crias naquela hora, remarcamos para o período da tarde.

O total da negociação ficou em 450 reais. Período de duas horas com o Uber incluído. Se rolasse anal, eram mais cinquentinha.

O local escolhido? O meu preferido na região, Hotel Classic em Cascadura.

Louise chegou do jeitinho que eu esperava. Bem molecona, extrovertida e zoeira. Pediu um instante pra ir no banheiro se preparar enquanto conversava comigo dentro do próprio lavabo.

Curioso como algumas mulheres conseguem nos despertar desejos fora do comum. Louise não era o meu perfil preferido, ela não era uma pessoa que chamasse atenção por onde passava, mas eu acho que o jeito dela tinha me fascinado. Vai ver era aquela boca que tinha um biquinho ou seu jeito meio hippie de ser sexy sem ser vulgar.

Isso se confirmou em nosso primeiro beijo. Lembro que interrompi o ato e falei "puta merda, olha esse beijo, estou lascado". Louise riu e voltou a me beijar ressaltando, "eu falei pra você que valeria a pena".

A pele de Louise funcionava como tensão elétrica em meu corpo, como um combustível para o meu pequeno motor. Ela foi se despindo devagar e eu me deleitei naquele corpo magro, quente e adoravelmente aconchegante.

Chupei a fruta de Louise como se fosse a última do pomar. E ela fazia carinhos na minha cabeça calva. Lambi seu botão só para deixá-la excitada, ela se virava e perguntava se eu ia querer provar seu cuzinho. Como desculpa, falei que mal duraria pra comer sua vagina.

Fizemos algumas posições, todas encaixavam absurdamente bem. Mas quando a estoquei de bruços admirando aquela linda tatuagem nas costas, beijando seu pescoço e fazendo carinhos em seus cachos, gozei toda a vontade acumulada que eu tinha de Louise.

Ficamos conversando e nos acariciando. Falando de nossas vidas e de gatos. Louise ama felinos.

Ela ainda me confessou que apesar de ter seu próprio negócio e querer certa distância daquele mundo, ainda tinha dois ou três clientes antigos com os quais de vez em quando se encontrava.

Contei meus causos também, mas em nenhum momento meu pau conseguiu ficar quieto. Fizemos sexo outra vez, tão bom quanto da primeira.

Era inegável, Louise tinha entregado tudo o que tinha prometido. Não regulamos tempo, curtimos aquele tratado. Ela faceira, já sabia que nos encontraríamos outra vez, fazendo com que eu fosse seu outro cliente em sigilo.

Chegamos a conversar outras vezes. Teve um dia que ela me pediu um singelo pix pra lanchar e eu dei. Em troca, recebi uns nudes de visualização única. Nem era necessário, falar com Louise já me deixava duro o suficiente. Ela ficava me cobrando outra visita, dizendo que tinha adorado minha chupada.

Houve até um lance em que ela me pediu pra forjar uma conversa, porque alguém tinha pego o celular dela e visto os nossos papos. Com certeza Louise tinha um rolo e precisava encobrir o ocorrido. Me agradeceu e parece que ficou tudo ok.

Certa vez em outra conversa amistosa ela me falou que precisava de uma palavra amiga como "vou te comer, querida". Eu desconversava por 2 motivos, o primeiro era o medo de me viciar e o segundo era evitar repetecos muito rápidos. Ainda falava que eram complicado os nossos horários e pedia gentilmente que ela voltasse à ativa pra que nossos encontros ficassem menos burocráticos e menos custosos. Ainda falava que queria que ela voltasse justamente pra poder promovê-la junto aos meus amigos e tirá-la do off.

Ela ria e duvidava. Dizia na minha cara que nem eu queria comê-la mais, e acrescentava que muito menos os meus amigos iriam querer. Ainda dizia que morria de arrependimento em ter me respondido e ter me dado confiança tempos atrás kkk.
Eu queria, Louise, juro que queria.

Então, Louise voltou meses depois pro job. Vi os status da referida casa pela qual ela havia atuado, mandei mensagem com um ultimato "só aguenta até semana que vem". Louise já não tinha mais meu contato (acho que desistiu da minha enrolação), mas acabou se lembrando depois de algumas dicas.

Perguntou-me como estavam os status da casa, com medo de ser exposta, mas disse a ela seu rosto não aparecia. Ela me disse que o movimento tava bem tranquilo e que se eu quisesse marcar, era pra fazer diretamente com a casa.

Dias depois entrei em contato, Louise já não estava mais sendo anunciada e nem atendia mais lá. Sua volta não tinha durado nem duas semanas.

Hoje não tenho mais as redes sociais dela. Nunca mais nos falamos. Nunca mais procurei Louise, tampouco ela deu o ar de sua graça. E quer saber? Foi melhor assim.
Até a próxima DigAventura
Dante, Madruguinha e PRELUDIO curtiram essa mensagem.
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