Re: SARAH SANTOS - SEM LOCAL
Enviado: Qui Ago 27, 2026 4:59 pm
A LANCHERROSE.
Às sextas-feiras usamos a luxúria.
Sou um ex-comerciante que por muito tempo tinha hora para abrir, mas não para fechar o estabelecimento. Quando muito, uma folga no sábado ou no domingo — às vezes nem isso — para "recarregar as energias". Fui assim até ficar quebrado de saúde e financeiramente.
Esse ano completo 20 anos ininterruptos de labuta. Férias eu só conhecia — e até hoje só conheço — as escolares. Contudo, a intensidade física e ocupacional diminuiu quando mudei de ramo. Hoje, troquei a "paz" e o cansaço do "certo" pelo descanso e a aflição da incerteza do amanhã.
Trabalhar aos finais de semana? Domingo, sob nenhuma hipótese; sábado, só se acontecer um evento raríssimo; e, às sextas, mais vadio do que trabalho. Posso dizer que, por enquanto, sou um afortunado totalmente livre da escala cujo fim tanto debatem no Congresso.
Numa dessas sextas de vadiagem, decidi não apenas almoçar pelo Centro — local totalmente fora do meu itinerário —, mas também degustar um rodízio de bucetas. E a deliciosa Sarah, essa menina que há muito tempo eu queria provar novamente, estava no cardápio.
Chamei-a para me encontrar no Lipão depois de já ter estado com outras duas damas de privê durante o dia. Um ótimo atendimento pela manhã, um regular à tarde, restando o derradeiro com ela na parte da noite. Até fiquei em dúvida se ainda teria pau, ereção, produção de esperma e físico para quando ela chegasse, mas isso foi embora tão logo a recebi. Dizem que os olhos são a janela da alma, e o olhar de Sarah é um barril de nitroglicerina que desperta a mais intensa lascívia.
Chegou bem "civilzinha", esbanjando simpatia, com um conjunto escuro comportado que não consegue esconder o quão mais gostosa ela fica a cada dia. Eu, sempre tímido, e ela, dessa vez, mais solta. Senti vontade de agarrá-la logo na entrada, mas me contive quando a vi pegando a toalha ensacada sob a cama e levando para o banheiro junto de seus pertences.
Na volta, já de lingerie, pude admirar o que andei admirando por dois anos no status do WhatsApp. Olhar nos olhos dela é sentir calor mesmo estando frio. Para quem está no trânsito, avistar essa mulher na calçada é um verdadeiro perigo. O quanto deve provocar ciúme, inveja e ira em outras mulheres não está no gibi. Se tem alguém que me faz imaginar o tal "olhar de cigana oblíqua e dissimulada" da personagem de Machado de Assis, essa alguém é a Sarah.
Conversando amenidades — e a garota é boa até nisso —, precisei controlar meus domínios por breves minutos, que não sei nem se chegaram a dois ou três. Logo estava matando a vontade reprimida que eu tinha da dama. O beijo é com envolvimento. Tem língua, tem sede, tem variações de intensidade. E o corpo, ah, o corpo é uma verdadeira perdição.
A mão dela procura a pica e eu, dessa vez, deixo ela começar o oral primeiro. Bem-feito, trabalhando na cabeça e depois em todo o membro, na pressão de quem sabe fazer. Não bastando, a safada põe a mão por baixo do saco, apalpando as bolas, numa prática que eu não conhecia ou não lembrava ser tão boa. A vontade que eu tinha era de chegar ao orgasmo ali, mas, como não era garantido funcionar novamente após tanto uso durante o dia, com juízo e tristeza, pedi que parasse com aquela brincadeira gostosa.
Trocamos, e era a minha vez de usar a língua em todo aquele corpo. Beijava pescoço, barriga e pernas, e chupava seios e xana, sem deixar de provar os seus lábios macios de vez em quando. Difícil foi definir se trocávamos saliva como dois apaixonados morrendo de saudade ou como dois bichos no cio. A piroca rígida sarrando naquelas coxas era o sinal da prontidão e da necessidade de vestir o capote.
Fudemos primeiro com ela por cima, na cavalgada. Sarah variava entre quicar e enterrar o meu humilde membro por inteiro, nessas horas entregando-me beijos pela boca, pescoço e orelhas. Eu sentia a sua respiração ofegante e não sei como encontrava resistência para retardar o gozo.
Após, mudamos para a posição de quatro, e a visão daquela bunda com a tatuagem de aranha na nádega foi fatal. Era inútil resistir. Os herdeiros mais uma vez encontraram o plástico que não os deixa evoluir. Fizemos a higiene e voltamos a conversar sobre coisas do cotidiano. Enquanto eu me recuperava, ela fazia carinho com as unhas no meu peito.
Mas lembram dos olhos da Sarah? Então, não tem como ficar indiferente olhando para eles. O tesão beira o instantâneo. É um convite a possuí-la que não se pode recusar. Não demorou e já estávamos aos beijos de novo, que evoluíram para a tentativa da posição de ladinho, que se mostrou desajeitada por minha grande culpa. Simplificamos para de frente; depois, ganhei prazer e tempo com mais um passeio de língua pelo corpo inteiro e a derradeira posição da finalização.
Os corpos colados e suando, alternando entre estocadas e muitos beijos sôfregos bem correspondidos, ejaculei pela última vez num momento que jamais sairá da memória. Fora, sem dúvidas, uma das melhores experiências sexuais que já tive.
Totalmente exausto, usamos os últimos minutos para mais uma vez conversarmos sobre coisas da vida, pois, como já dito anteriormente, até nisso a companhia dela é boa.
Higiene de ambos realizada, pagamento feito, e descemos o elevador tenebroso do hotel juntos. Despeço-me com um beijo e um abraço para pegar as ruas, enquanto ela aguardava a sua moto de aplicativo.
Sarah brinca e diz um "Até daqui a dois anos!", sem nem desconfiar de quantas vezes já precisei dizer não a mim mesmo para não contratá-la após esse TD que nem faz tanto tempo.
Agradeço a quem leu, abraços e até a próxima!
Às sextas-feiras usamos a luxúria.
Sou um ex-comerciante que por muito tempo tinha hora para abrir, mas não para fechar o estabelecimento. Quando muito, uma folga no sábado ou no domingo — às vezes nem isso — para "recarregar as energias". Fui assim até ficar quebrado de saúde e financeiramente.
Esse ano completo 20 anos ininterruptos de labuta. Férias eu só conhecia — e até hoje só conheço — as escolares. Contudo, a intensidade física e ocupacional diminuiu quando mudei de ramo. Hoje, troquei a "paz" e o cansaço do "certo" pelo descanso e a aflição da incerteza do amanhã.
Trabalhar aos finais de semana? Domingo, sob nenhuma hipótese; sábado, só se acontecer um evento raríssimo; e, às sextas, mais vadio do que trabalho. Posso dizer que, por enquanto, sou um afortunado totalmente livre da escala cujo fim tanto debatem no Congresso.
Numa dessas sextas de vadiagem, decidi não apenas almoçar pelo Centro — local totalmente fora do meu itinerário —, mas também degustar um rodízio de bucetas. E a deliciosa Sarah, essa menina que há muito tempo eu queria provar novamente, estava no cardápio.
Chamei-a para me encontrar no Lipão depois de já ter estado com outras duas damas de privê durante o dia. Um ótimo atendimento pela manhã, um regular à tarde, restando o derradeiro com ela na parte da noite. Até fiquei em dúvida se ainda teria pau, ereção, produção de esperma e físico para quando ela chegasse, mas isso foi embora tão logo a recebi. Dizem que os olhos são a janela da alma, e o olhar de Sarah é um barril de nitroglicerina que desperta a mais intensa lascívia.
Chegou bem "civilzinha", esbanjando simpatia, com um conjunto escuro comportado que não consegue esconder o quão mais gostosa ela fica a cada dia. Eu, sempre tímido, e ela, dessa vez, mais solta. Senti vontade de agarrá-la logo na entrada, mas me contive quando a vi pegando a toalha ensacada sob a cama e levando para o banheiro junto de seus pertences.
Na volta, já de lingerie, pude admirar o que andei admirando por dois anos no status do WhatsApp. Olhar nos olhos dela é sentir calor mesmo estando frio. Para quem está no trânsito, avistar essa mulher na calçada é um verdadeiro perigo. O quanto deve provocar ciúme, inveja e ira em outras mulheres não está no gibi. Se tem alguém que me faz imaginar o tal "olhar de cigana oblíqua e dissimulada" da personagem de Machado de Assis, essa alguém é a Sarah.
Conversando amenidades — e a garota é boa até nisso —, precisei controlar meus domínios por breves minutos, que não sei nem se chegaram a dois ou três. Logo estava matando a vontade reprimida que eu tinha da dama. O beijo é com envolvimento. Tem língua, tem sede, tem variações de intensidade. E o corpo, ah, o corpo é uma verdadeira perdição.
A mão dela procura a pica e eu, dessa vez, deixo ela começar o oral primeiro. Bem-feito, trabalhando na cabeça e depois em todo o membro, na pressão de quem sabe fazer. Não bastando, a safada põe a mão por baixo do saco, apalpando as bolas, numa prática que eu não conhecia ou não lembrava ser tão boa. A vontade que eu tinha era de chegar ao orgasmo ali, mas, como não era garantido funcionar novamente após tanto uso durante o dia, com juízo e tristeza, pedi que parasse com aquela brincadeira gostosa.
Trocamos, e era a minha vez de usar a língua em todo aquele corpo. Beijava pescoço, barriga e pernas, e chupava seios e xana, sem deixar de provar os seus lábios macios de vez em quando. Difícil foi definir se trocávamos saliva como dois apaixonados morrendo de saudade ou como dois bichos no cio. A piroca rígida sarrando naquelas coxas era o sinal da prontidão e da necessidade de vestir o capote.
Fudemos primeiro com ela por cima, na cavalgada. Sarah variava entre quicar e enterrar o meu humilde membro por inteiro, nessas horas entregando-me beijos pela boca, pescoço e orelhas. Eu sentia a sua respiração ofegante e não sei como encontrava resistência para retardar o gozo.
Após, mudamos para a posição de quatro, e a visão daquela bunda com a tatuagem de aranha na nádega foi fatal. Era inútil resistir. Os herdeiros mais uma vez encontraram o plástico que não os deixa evoluir. Fizemos a higiene e voltamos a conversar sobre coisas do cotidiano. Enquanto eu me recuperava, ela fazia carinho com as unhas no meu peito.
Mas lembram dos olhos da Sarah? Então, não tem como ficar indiferente olhando para eles. O tesão beira o instantâneo. É um convite a possuí-la que não se pode recusar. Não demorou e já estávamos aos beijos de novo, que evoluíram para a tentativa da posição de ladinho, que se mostrou desajeitada por minha grande culpa. Simplificamos para de frente; depois, ganhei prazer e tempo com mais um passeio de língua pelo corpo inteiro e a derradeira posição da finalização.
Os corpos colados e suando, alternando entre estocadas e muitos beijos sôfregos bem correspondidos, ejaculei pela última vez num momento que jamais sairá da memória. Fora, sem dúvidas, uma das melhores experiências sexuais que já tive.
Totalmente exausto, usamos os últimos minutos para mais uma vez conversarmos sobre coisas da vida, pois, como já dito anteriormente, até nisso a companhia dela é boa.
Higiene de ambos realizada, pagamento feito, e descemos o elevador tenebroso do hotel juntos. Despeço-me com um beijo e um abraço para pegar as ruas, enquanto ela aguardava a sua moto de aplicativo.
Sarah brinca e diz um "Até daqui a dois anos!", sem nem desconfiar de quantas vezes já precisei dizer não a mim mesmo para não contratá-la após esse TD que nem faz tanto tempo.
Agradeço a quem leu, abraços e até a próxima!
