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CAROL - (21) 99620-4423

Enviado: Qui Jul 09, 2026 10:55 pm
por Dante
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O céu do inverno tijucano falava com ênfase sobre o valor da vida, do viver; falava num silêncio que se restringia a exibir o azul impecável e luminoso. A magia do frio suave despertou minha libido. Tentei alguns contatos. Todas as meninas estavam sem horário. Uma outra terapeuta da Tijuca, que sempre considerei especial, não me deu a atenção que mereço.

Volto a um ponto que tem sido constante nas minhas reflexões: foristas que escrevem, que involuntariamente levantam a bola de algumas meninas; esses foristas deveriam ter prioridade para qualquer garota. Modéstia à parte, um texto meu é um luxo para quem me atende. É um luxo pelo tempo que tenho nos fóruns, pela referência e pela marca que meu nick representa, pela credibilidade que conquistei como cronista sexual e pela qualidade da minha escrita.

Perguntem-me se tenho prioridade para alguma menina. Não, não tenho. Perguntem-me o porquê. Porque as mulheres não cultivam critérios que se revertam em visibilidade e referência. Qualquer relato serve; qualquer cliente é cliente para elas. Cometem o equívoco extremo de não valorizarem aqueles que as valorizam com uma simples frase bem escrita. Sim, virei um defensor incondicional do forista que escreve, do forista que ousa escrever. Escrever em fórum é uma ousadia, um ato de coragem. Não ser valorizado por quem lucra com isso não entra na minha cabeça.

Quem me acompanha talvez tenha percebido que algumas meninas sobre as quais eu escrevia apaixonadamente sumiram dos meus relatos e das minhas atividades mundanas. Curiosos em saber o motivo? Fácil deduzir. Umas demonstraram que eu não possuía o menor valor como cliente; outras foram ríspidas quando precisei remarcar o encontro; há também as que tentaram praticar o desaforo de enquadrar as minhas opiniões. Resultado? R.I.P. Risquei, apaguei, deletei das minhas preferências. Não me nego a reconhecer que essas referidas mulheres ocupavam o topo da minha preferência, mas ninguém pode ocupar o topo do nosso favoritismo e nos manter no térreo, esperando o elevador chegar.

Perdoem-me pela pretensão, mas me chamo Dante e não sou somente um forista; sou uma marca construída por muitos anos, sou uma etiqueta que não saiu de moda, sou a credencial que já engordou muitas contas bancárias. Não faz questão? Não posso evitar erros estratégicos. Suponho que as moças estejam faturando alto nestes tempos de crise e auxílio emergencial, pois encontrar espaço em agendas é difícil, e a forma como algumas nos respondem comprova que fidelizar não é uma virtude que lhes interessa.

Para todo problema existe solução; para toda rejeição existe Carol. Chamei pelo WhatsApp e, apesar de também estar sem horário, ela me encaixou no mesmo instante em sua agenda. Carol é inteligente, sabe das coisas. Estacionei o Fusca e fui caminhando pelas bucólicas ruas outonais da Tijuca até seu prédio, próximo à Praça Saens Peña.

Carol recebeu-me com um beijo de língua, desses que ressuscitam defunto, que abrem o Mar Vermelho, que multiplicam os pães. O prédio de Carol fica ao lado de uma igreja, provavelmente para entendermos que Carol é um milagre feminino. Deito-me, e ela inicia sua massagem inigualável. Quando ela me toca, os demônios do estresse abandonam meu corpo, e faço a transição até o paraíso. Massagem imbatível, maravilhosa. Ela tira a roupa, e começamos nos amassos. Beijos de língua, beijos de verdade, porque Carol é mulher de verdade. Desço para chupá-la; ela goza, se treme e me elogia. Uma delícia. Ela decide me retribuir e, em poucos segundos, meu mísero Pikachu explode como uma bomba atômica em sua boca. Digo, sem exageros, afeiçoado forista: saí do corpo, flutuei pelo espaço sideral e retornei ao planeta Terra purificado. Vou plagiar Caetano: Que mulher! Totalmente demais.

Batemos um papo e nos despedimos. Voltei ao Fusca e fui para o Shopping Tijuca. Na Praça de Alimentação, comprei uma batata inglesa com provolone e saboreei a simplicidade do existir. Feliz, feliz, feliz...

Perdoem-me pela pretensão, mas me chamo Dante e não sou somente um forista, sou marca construída por muitos anos, sou uma etiqueta que não saiu de moda, sou a credencial que já engordou muitas contas bancárias. Não faz questão? Não posso evitar erros estratégicos. Suponho que as moças estejam faturando alto nesses tempos de crise e auxílio emergencial, pois encontrar espaço em agendas é difícil e a forma que algumas nos respondem comprova que fidelizar não é uma virtude que interessa a elas.

Para todo problema existe solução, para toda rejeição existe Carol. Chamei pelo WhatsApp e, apesar de também estar sem horário, me encaixou no mesmo instante em sua agenda. Carol é inteligente, sabe das coisas. Estacionei o fusca e fui caminhando pelas bucólicas ruas outonais da Tijuca até seu prédio, próximo à Praça Saenz Peña.

Carol recebeu-me com um beijo de língua, desses que ressuscitam defunto, que abrem o Mar Vermelho, que multiplicam os pães. O prédio de Carol fica ao lado de uma igreja, provavelmente, para entendermos que Carol é um milagre feminino. Deito-me e ela inicia sua massagem inigualável. Quando ela me toca, os demônios do estresse abandonam meu corpo e faço a transição até o paraíso. Massagem imbatível, maravilhosa. Ela tira a roupa, começamos nos amassos. Beijos de língua, beijos de verdade, porque Carol é mulher de verdade. Desço para chupá-la, ela goza, se treme e me elogia. Uma delícia. Ela decide me retribuir e em poucos segundos meu mísero Pikachu explode como bomba atômica em sua boca. Digo sem exageros, afeiçoado forista, saí do corpo, flutuei pelo espaço sideral e retornei ao planeta Terra purificado. Vou plagiar Caetano: Que mulher! Totalmente demais.

Batemos um papo e nos despedimos. Voltei ao fusca e fui para o Shopping Tijuca. Na Praça de Alimentação, comprei uma batata inglesa com provolone e saboreei a simplicidade do existir. Feliz, feliz, feliz... :D