Re: [PRIVÊ] DARK ROOM - PÇ OLAVO BILAC, 28 - CENTRO
Enviado: Qui Ago 06, 2026 7:27 am
Tarde de sexta-feira sentado em um bar no Beco dos Barbeiros, no Centro. Eu comentava com os meus confrades antediluvianos dos antigos fóruns que ficava feliz ao ver que determinadas expressões criadas por mim se popularizavam com força midiática em outro fórum, como é o caso de uma certa agremiação que batizei. Nem mesmo eu fui capaz de prever a tamanha repercussão quando fiz a brincadeira, mas hoje recebo até MPs de pessoas que se divertem com isso e outras que são curiosas. Show. Mérito para os mancebos desse guloso Clube Gastronômico.
O mesmo grupo que se embriagou comigo no Beco dos Barbeiros, me arrastou para a Dark Room, ali na área da República das Flores. O Centro estava tumultuado com uma guerra entre camelôs e policiais que ocorria no entorno da Rua Uruguaiana, a tal luta injusta que faz justa a vida. Entramos no edifício e nos alienamos do caos.
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Identificação na portaria, embarcamos no elevador até o último andar, subimos um lance de escada e adentramos nas dependências do privê. A minha primeira impressão foi de que a Dark Room é pequena, um pouco apertada, talvez amontoada. Bem recebidos, fomos encaminhados para a famosa área panorâmica que me lembrou uma festa da laje. A vista é realmente sedutora e romântica para um personagem como este geminiano gaúcho que aqui escreve. Tirei algumas fotos.
Copo na mão, álcool deslizando pela garganta em um contínuo interminável, papos fluindo, tudo seguia a rotina libertina. De repente, entra na cobertura uma morena dourada que não pode ser definida com nada menos do que espetacular. Seu nome? Pantera.
Um filé mignon. Que corpo. Que rosto. Que sorriso. Que seios. Que bunda. Perfeição. Ela nos cumprimentou rapidamente e sumiu da mesma forma que apareceu. Quando ressurgiu, fiz a abordagem, mas ela estava aguardando a chegada de um cliente. Frustrei-me.
Pantera ressurge após alguns minutos, faço nova abordagem, o cliente que ela aguardava desmarcou. Imediatamente, peço uma alcova. Sou conduzido a um quarto com cama de casal, a menina me traz uma toalha e pede que eu aguarde o banheiro desocupar. Sem problemas. Pantera é doce e muito educada.
O banheiro demorou a desocupar, cheguei pensar que algum membro da referida agremiação estivesse preso no banheiro, se aliviando de uma dor de barriga causada por overdose de açúcar. Pantera finalmente me libera para o banho.
Volto ao quarto e ela me recebe emoldurada pelo seu microscópico biquini vermelho. Ela deixa cair as peças e exibe orgulhosa o seu corpo moreno e impecável. Seios pequenos e durinhos enfeitados por piercings nos biquinhos rosados, uma bunda que se fosse mais empinada bateria no teto, coxas grossas, cabelos lisos, barriguinha zero.
Avancei para os beijos e fui correspondido. Pantera se deita e mamo seus peitos suculentos por uns 20 minutos, uma delícia. Desço para a sua vagina, ela fecha os olhos, geme e aperta a minha cabeça entre as pernas, mas não goza. Ela inverte a posição e me mostra o talento do seu boquete. Bom, muito bom.
Mamado de pinga, o meu Pikachu — o breve — esqueceu que era um pênis e em uma súbita amnésia alcóolica imaginou-se uma Maria-Mole no dia de São Cosme e Damião. Situação difícil para este velho escriba. Aprendam, jovens, na terceira idade o pênis decreta a própria independência e só nos privilegia com a ereção quando bem entende, torna-se a parte mais egoísta e temperamental da anatomia masculina.
Pantera percebeu a revolta inerte de Pikachu e investiu em uma punheta acompanhada de beijos de língua em minha boca. Funcionou. Ejaculei alguns capítulos da Odisseia em sua mão.
Despedidas, pagamento e reencontro com os antediluvianos, que agora me arrastariam para o Clube 502. O céu escurecia e eu ainda não poderia prever que a noite seria longa... Emparelhei o aparelho auditivo com o celular e deixei que a música batendo nos meus tímpanos me revitalizasse... Dancinha
MELO DA ASA
O mesmo grupo que se embriagou comigo no Beco dos Barbeiros, me arrastou para a Dark Room, ali na área da República das Flores. O Centro estava tumultuado com uma guerra entre camelôs e policiais que ocorria no entorno da Rua Uruguaiana, a tal luta injusta que faz justa a vida. Entramos no edifício e nos alienamos do caos.
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Identificação na portaria, embarcamos no elevador até o último andar, subimos um lance de escada e adentramos nas dependências do privê. A minha primeira impressão foi de que a Dark Room é pequena, um pouco apertada, talvez amontoada. Bem recebidos, fomos encaminhados para a famosa área panorâmica que me lembrou uma festa da laje. A vista é realmente sedutora e romântica para um personagem como este geminiano gaúcho que aqui escreve. Tirei algumas fotos.
Copo na mão, álcool deslizando pela garganta em um contínuo interminável, papos fluindo, tudo seguia a rotina libertina. De repente, entra na cobertura uma morena dourada que não pode ser definida com nada menos do que espetacular. Seu nome? Pantera.
Um filé mignon. Que corpo. Que rosto. Que sorriso. Que seios. Que bunda. Perfeição. Ela nos cumprimentou rapidamente e sumiu da mesma forma que apareceu. Quando ressurgiu, fiz a abordagem, mas ela estava aguardando a chegada de um cliente. Frustrei-me.
Pantera ressurge após alguns minutos, faço nova abordagem, o cliente que ela aguardava desmarcou. Imediatamente, peço uma alcova. Sou conduzido a um quarto com cama de casal, a menina me traz uma toalha e pede que eu aguarde o banheiro desocupar. Sem problemas. Pantera é doce e muito educada.
O banheiro demorou a desocupar, cheguei pensar que algum membro da referida agremiação estivesse preso no banheiro, se aliviando de uma dor de barriga causada por overdose de açúcar. Pantera finalmente me libera para o banho.
Volto ao quarto e ela me recebe emoldurada pelo seu microscópico biquini vermelho. Ela deixa cair as peças e exibe orgulhosa o seu corpo moreno e impecável. Seios pequenos e durinhos enfeitados por piercings nos biquinhos rosados, uma bunda que se fosse mais empinada bateria no teto, coxas grossas, cabelos lisos, barriguinha zero.
Avancei para os beijos e fui correspondido. Pantera se deita e mamo seus peitos suculentos por uns 20 minutos, uma delícia. Desço para a sua vagina, ela fecha os olhos, geme e aperta a minha cabeça entre as pernas, mas não goza. Ela inverte a posição e me mostra o talento do seu boquete. Bom, muito bom.
Mamado de pinga, o meu Pikachu — o breve — esqueceu que era um pênis e em uma súbita amnésia alcóolica imaginou-se uma Maria-Mole no dia de São Cosme e Damião. Situação difícil para este velho escriba. Aprendam, jovens, na terceira idade o pênis decreta a própria independência e só nos privilegia com a ereção quando bem entende, torna-se a parte mais egoísta e temperamental da anatomia masculina.
Pantera percebeu a revolta inerte de Pikachu e investiu em uma punheta acompanhada de beijos de língua em minha boca. Funcionou. Ejaculei alguns capítulos da Odisseia em sua mão.
Despedidas, pagamento e reencontro com os antediluvianos, que agora me arrastariam para o Clube 502. O céu escurecia e eu ainda não poderia prever que a noite seria longa... Emparelhei o aparelho auditivo com o celular e deixei que a música batendo nos meus tímpanos me revitalizasse... Dancinha
MELO DA ASA