ALISSA BIANCHI - CENTRO
Enviado: Sáb Ago 15, 2026 10:34 pm
O descobrimento de Alissa Bianchi
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https://www.photoacompanhantes.com/acom ... o/id-9rajz
http://gatavip.club/481
https://fatalfans.com/indiiazinha
OBS: Encontro ocorrido há mais de dois anos. Hoje ela disse atender no Centro, em Copacabana e no Recreio. É bom combinar com antecedência pra alinhar bem o encontro. Na época paguei 200 lulas, creio que hoje ela tá cobrando 250 cruzeiros.
Em 22 de abril de 1500, Portugal descobriu o Brasil. E em 22 de abril de 2024, descobri a Alissa Bianchi.
É impossível não iniciar esse relato sem dizer que fiquei 2 anos com vontade de conhecer essa morena. Tal vontade pôde enfim ser saciada, e agora vem a outra vontade, a de repeti-la.
A Alissa é essa gostosa aí dos links. Lembro que ela já anunciava há algum tempo e eu ficava espantado de como ninguém ainda havia relatado sobre a dama. Até que um tempo depois, a Alissa fugiu, desapareceu, escafedeu-se. E só me restou ficar torcendo: Oh, Alissa Bianchi! Volte, onde quer que você se encontre. Volte para o seio dos seus amados! Parece que ela havia ficado um tempo só vendendo conteúdos.
Mas brasileiro não desiste nunca! Pois bem, qual não foi a minha sorte, encontrei por acaso uma de suas redes sociais e de tanto acompanhar, tive uma ligeira intuição de que a moça tinha voltado com os tão esperados atendimentos presenciais e corri pro buscador. Essa intuição realmente se mostrou válida e achei um anúncio atualizado da gata no Photo, em que ela dizia estar com local em Copacabana. E aí não tinha como deixar de arriscar: peguei meu WhatsApp titular e mandei mensagem, de forma direta e objetiva. A gata sanou minhas dúvidas referentes aos horários, local, valores, forma de pagamento e etc. Não tinha dúvidas de que era a menina das fotos, justamente por acompanhá-la sempre. Marcamos para dali a 2 dias. Confirmamos tudo novamente, na data do encontro, peguei o endereço certinho, saí do trampo e embarquei rumo à Princesinha do mar.
Na época, ela me atendeu num local próximo à Estação Siqueira Campos, onde dividia com algumas meninas. Era limpo, organizado, privativo e funcional, com tudo necessário para um bom enrosco.
Finalmente apareceu Alissa, quando eu vi me amarrei. A morena sentou na cama e começou a puxar papo comigo enquanto eu aguardava a liberação do acesso ao banheiro. Engraçado que ela perguntou se eu estava ansioso pelo encontro, mas por algum motivo eu pensei que essa ansiedade na qual ela se referia era no sentido ruim e eu falei que não, que estava de boa. Porém é claro que eu estava ansioso, né? Tanto tempo querendo conhecê-la, rapidamente me corrigi e a contei sobre esse desejo antigo, ela ficou surpresa com esse meu “fanatismo” kkk. Logo, recebi a toalha ensacada e fui acompanhado por ela até o banheiro para uma ducha.
Voltei do lavabo e aquela gostosura me reconduziu até a sala. Importante ressaltar que a acompanhante me deixou bem claro que o tempo só começaria a correr naquele momento, após o banho. E, assim, foi dada a largada para aquele que seria um senhor atendimento.
A mina estava vestida com uma lingerie preta bem transparente e cheia de furinhos. A combinação com seu tom de pele ficou perfeita. Ela lembra bem uma indiazinha mesmo, mede 1,67 e tem o perfil de mignon, com seios pequenos (um deles com um piercing) e que cabem na nossa boca e mãos, uma bunda empinada gostosa demais, coxas maravilhosas de apertar, cabelão preto liso, é bonita de rosto e tem uma boca maravilhosa, que era realçada num batom vermelho, possui tatuagens pela linda pele morena e tem a xereca toda lisinha. Fui descrevê-la e já bateu o tesão.
Como já tínhamos desenrolado um diálogo antes, já partimos pro rala e rola. Iniciamos aos beijos, os quais demoraram alguns segundos pra encaixarmos, porém depois que pegamos o jeito do outro beijar, nossos lábios e línguas não mais se desgrudaram. Posteriormente, até comentei que o meu medo era que ela não curtisse beijos e ela rindo, respondeu que adorava.
Meu pau ficou duro instantaneamente e a temperatura subiu. A Alissa foi logo pegando no meu membro, mas eu a comuniquei que muito antes de ela pegar minha peça, que eu ia beijar, chupar, cheirar e apreciar cada centímetro do seu corpo. E eu cumpri o que prometi à gata. Deixei a buceta pro final e em poucos segundos senti a quentura da sua xana e dei continuidade à minha prova oral. A morena estava absolutamente cheirosa, até comentei que nem era necessário penetrá-la, porque chupar aquela fruta por uma hora seria de muito bom grado. Mas o pequeno Dig já estava impaciente, babando e querendo se abrigar, sabia que não resistiria muito tempo a esse pensamento inicial.
Talvez a cena que vai demorar a sair da mente é que quando a Alissa era alisada, eu por umas 3 vezes a surpreendi se tocando e fazendo uma espécie de V invertido com os 2 dedos puxando a pele da buceta pra cima, de modo que ficava aparecendo o seu interior e aquela coisa rosadinha se abrindo pra mim. Eu parava, apreciava por alguns segundos numa das vezes e ela falou: olha como o meu grelo tá ficando durinho. Eu entendia aquilo como uma espécie de senha para que eu voltasse a chupá-la e caia de boca com gosto. Seus gemidos soavam como a mais bela sinfonia para os meus ouvidos.
Uma coisa que há de se elogiar bastante na Alissa é o fato de que tudo o que pedi a ela, me foi dado. Ela me deixou enfiar o dedo em sua gruta (dedo devidamente chupado por ela depois), chupei seu cuzinho maravilhoso (ela faz anal, mas cobra taxa), teve tapa na bunda, ela sugeriu fazermos 69 e foi maravilhoso, apesar de ter sido muito desigual, pois a garota tem uma técnica no boquete que fatalmente ia me derrubar, o pau dava tanto choque com a língua giratória dela na glande, que eu pedi uma trégua, enquanto me lambuzava daquela raba e daquele grelo gostoso. Entre os coitos, a morena também pediu pra se sentar sobre meu tórax e ficou indo e voltando, jogando a buceta na minha cara, pra frente e pra trás. Uma GP raiz e sem frescura com entrega deliciosa!
Sobre a penetração em si, no início eu quase queimei kkkk. A Alissa passou um pouco de lubrificante antes. Nós fizemos o tradicional ppmm (tive que tirar duas ou três vezes de dentro pra não acabar com o pagode rapidamente), aproveitei e fui chupar mais um pouco aquela buceta cheirosa. Mas depois ela logo se animou em dar de quatro (tanto na cama, quanto na beirada dela), a posição matadora, como a Alissa a chama, variamos para de bruços, frango assado, fiquei deitado de frente e a china cavalgou, por vezes eu prendia o quadril dela e ficava socando de baixo pra cima. Mas o encaixe perfeito mesmo foi quando ela ficou sentada com as costas recostadas na cabeceira da cama e levantou os quadris, para que eu pudesse segurá-la por baixo e assim meu amigo entrar mais fundo. Consegui jogar as pernocas dela por cima dos ombros de modo que pudesse inclinar meu corpo e nos beijarmos (com muita língua envolvida), enquanto eu ia macetando aquela vulva quentinha. E aí não teve jeito, foi leite farto na borracha.
Pausa para conversar e nos limparmos. A menina é boa de conversa, simpática e divertida. Nós falamos de putaria, Alissa até perguntou se eu curtia massagem, pois ela sabe fazer, porém eu preferi curtir aquele intervalo de outra forma. Descobrimos algumas coisas em comum. E não lembro do meu pau ter descido. Eu olhava aquela morena deitada nua e não ficava muitos segundos sem resistir, sem tocá-la e sem beijá-la. Gamei no seu corpo bronzeado.
Não se demorou e já estávamos com nossos corpos togheter, togheter, novamente. Nesse segundo round fizemos menos posições, ficamos mais no tradicional de frente (quando ela me mostrou que sabia a arte do pompoarismo também), e depois a safada ficou sobre os quatro apoios mesmo. Foi lindo demais ver aquele cabelo dela batendo na bunda com marquinha e em formato de coração, ela me chamando pelo nome e mandando que eu comesse a minha puta. Soquei, soquei, soquei, até as pernas cansarem mesmo, mas sabia que não ia conseguir gozar outra vez.
Olhei o horário e não me restava muito mais que 5 minutos, instante no qual decidi me aconchegar ao lado da Alissa, pra fazer carinhos no seu rosto, avisando-a que aquilo era bem raro da minha parte kkk.
Sabia que estava a dois passos de deixar o paraíso com aquele anjo negro. Dei uma última chupada nela, beijei-lhe as costas, o bumbum arrebitado, as coxas e sua boca mais uma vez até darmos fim ao atendimento. Não queria nem tomar banho, pra ir com o cheiro gostoso dela pra casa, mas fui.
Vesti minhas roupas, e aguardei a delícia me levar até a saída, pois segundo ela, assim eu voltaria. Mal ela sabe que algumas vezes durante o ato, me deu uma puta vontade de pedir pra dobrar o tempo, porém eu ainda tinha um outro compromisso importante naquela noite. Mas é claro que eu voltarei, Alissa.
E assim, eu encerro essa carta de desbravada, que demorou, mas finalmente aconteceu e eu não poderia ter imaginado ou esperado algo melhor. Os senhores podem visitar tranquilamente esse belo e próspero território.
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OBS: Encontro ocorrido há mais de dois anos. Hoje ela disse atender no Centro, em Copacabana e no Recreio. É bom combinar com antecedência pra alinhar bem o encontro. Na época paguei 200 lulas, creio que hoje ela tá cobrando 250 cruzeiros.
Em 22 de abril de 1500, Portugal descobriu o Brasil. E em 22 de abril de 2024, descobri a Alissa Bianchi.
É impossível não iniciar esse relato sem dizer que fiquei 2 anos com vontade de conhecer essa morena. Tal vontade pôde enfim ser saciada, e agora vem a outra vontade, a de repeti-la.
A Alissa é essa gostosa aí dos links. Lembro que ela já anunciava há algum tempo e eu ficava espantado de como ninguém ainda havia relatado sobre a dama. Até que um tempo depois, a Alissa fugiu, desapareceu, escafedeu-se. E só me restou ficar torcendo: Oh, Alissa Bianchi! Volte, onde quer que você se encontre. Volte para o seio dos seus amados! Parece que ela havia ficado um tempo só vendendo conteúdos.
Mas brasileiro não desiste nunca! Pois bem, qual não foi a minha sorte, encontrei por acaso uma de suas redes sociais e de tanto acompanhar, tive uma ligeira intuição de que a moça tinha voltado com os tão esperados atendimentos presenciais e corri pro buscador. Essa intuição realmente se mostrou válida e achei um anúncio atualizado da gata no Photo, em que ela dizia estar com local em Copacabana. E aí não tinha como deixar de arriscar: peguei meu WhatsApp titular e mandei mensagem, de forma direta e objetiva. A gata sanou minhas dúvidas referentes aos horários, local, valores, forma de pagamento e etc. Não tinha dúvidas de que era a menina das fotos, justamente por acompanhá-la sempre. Marcamos para dali a 2 dias. Confirmamos tudo novamente, na data do encontro, peguei o endereço certinho, saí do trampo e embarquei rumo à Princesinha do mar.
Na época, ela me atendeu num local próximo à Estação Siqueira Campos, onde dividia com algumas meninas. Era limpo, organizado, privativo e funcional, com tudo necessário para um bom enrosco.
Finalmente apareceu Alissa, quando eu vi me amarrei. A morena sentou na cama e começou a puxar papo comigo enquanto eu aguardava a liberação do acesso ao banheiro. Engraçado que ela perguntou se eu estava ansioso pelo encontro, mas por algum motivo eu pensei que essa ansiedade na qual ela se referia era no sentido ruim e eu falei que não, que estava de boa. Porém é claro que eu estava ansioso, né? Tanto tempo querendo conhecê-la, rapidamente me corrigi e a contei sobre esse desejo antigo, ela ficou surpresa com esse meu “fanatismo” kkk. Logo, recebi a toalha ensacada e fui acompanhado por ela até o banheiro para uma ducha.
Voltei do lavabo e aquela gostosura me reconduziu até a sala. Importante ressaltar que a acompanhante me deixou bem claro que o tempo só começaria a correr naquele momento, após o banho. E, assim, foi dada a largada para aquele que seria um senhor atendimento.
A mina estava vestida com uma lingerie preta bem transparente e cheia de furinhos. A combinação com seu tom de pele ficou perfeita. Ela lembra bem uma indiazinha mesmo, mede 1,67 e tem o perfil de mignon, com seios pequenos (um deles com um piercing) e que cabem na nossa boca e mãos, uma bunda empinada gostosa demais, coxas maravilhosas de apertar, cabelão preto liso, é bonita de rosto e tem uma boca maravilhosa, que era realçada num batom vermelho, possui tatuagens pela linda pele morena e tem a xereca toda lisinha. Fui descrevê-la e já bateu o tesão.
Como já tínhamos desenrolado um diálogo antes, já partimos pro rala e rola. Iniciamos aos beijos, os quais demoraram alguns segundos pra encaixarmos, porém depois que pegamos o jeito do outro beijar, nossos lábios e línguas não mais se desgrudaram. Posteriormente, até comentei que o meu medo era que ela não curtisse beijos e ela rindo, respondeu que adorava.
Meu pau ficou duro instantaneamente e a temperatura subiu. A Alissa foi logo pegando no meu membro, mas eu a comuniquei que muito antes de ela pegar minha peça, que eu ia beijar, chupar, cheirar e apreciar cada centímetro do seu corpo. E eu cumpri o que prometi à gata. Deixei a buceta pro final e em poucos segundos senti a quentura da sua xana e dei continuidade à minha prova oral. A morena estava absolutamente cheirosa, até comentei que nem era necessário penetrá-la, porque chupar aquela fruta por uma hora seria de muito bom grado. Mas o pequeno Dig já estava impaciente, babando e querendo se abrigar, sabia que não resistiria muito tempo a esse pensamento inicial.
Talvez a cena que vai demorar a sair da mente é que quando a Alissa era alisada, eu por umas 3 vezes a surpreendi se tocando e fazendo uma espécie de V invertido com os 2 dedos puxando a pele da buceta pra cima, de modo que ficava aparecendo o seu interior e aquela coisa rosadinha se abrindo pra mim. Eu parava, apreciava por alguns segundos numa das vezes e ela falou: olha como o meu grelo tá ficando durinho. Eu entendia aquilo como uma espécie de senha para que eu voltasse a chupá-la e caia de boca com gosto. Seus gemidos soavam como a mais bela sinfonia para os meus ouvidos.
Uma coisa que há de se elogiar bastante na Alissa é o fato de que tudo o que pedi a ela, me foi dado. Ela me deixou enfiar o dedo em sua gruta (dedo devidamente chupado por ela depois), chupei seu cuzinho maravilhoso (ela faz anal, mas cobra taxa), teve tapa na bunda, ela sugeriu fazermos 69 e foi maravilhoso, apesar de ter sido muito desigual, pois a garota tem uma técnica no boquete que fatalmente ia me derrubar, o pau dava tanto choque com a língua giratória dela na glande, que eu pedi uma trégua, enquanto me lambuzava daquela raba e daquele grelo gostoso. Entre os coitos, a morena também pediu pra se sentar sobre meu tórax e ficou indo e voltando, jogando a buceta na minha cara, pra frente e pra trás. Uma GP raiz e sem frescura com entrega deliciosa!
Sobre a penetração em si, no início eu quase queimei kkkk. A Alissa passou um pouco de lubrificante antes. Nós fizemos o tradicional ppmm (tive que tirar duas ou três vezes de dentro pra não acabar com o pagode rapidamente), aproveitei e fui chupar mais um pouco aquela buceta cheirosa. Mas depois ela logo se animou em dar de quatro (tanto na cama, quanto na beirada dela), a posição matadora, como a Alissa a chama, variamos para de bruços, frango assado, fiquei deitado de frente e a china cavalgou, por vezes eu prendia o quadril dela e ficava socando de baixo pra cima. Mas o encaixe perfeito mesmo foi quando ela ficou sentada com as costas recostadas na cabeceira da cama e levantou os quadris, para que eu pudesse segurá-la por baixo e assim meu amigo entrar mais fundo. Consegui jogar as pernocas dela por cima dos ombros de modo que pudesse inclinar meu corpo e nos beijarmos (com muita língua envolvida), enquanto eu ia macetando aquela vulva quentinha. E aí não teve jeito, foi leite farto na borracha.
Pausa para conversar e nos limparmos. A menina é boa de conversa, simpática e divertida. Nós falamos de putaria, Alissa até perguntou se eu curtia massagem, pois ela sabe fazer, porém eu preferi curtir aquele intervalo de outra forma. Descobrimos algumas coisas em comum. E não lembro do meu pau ter descido. Eu olhava aquela morena deitada nua e não ficava muitos segundos sem resistir, sem tocá-la e sem beijá-la. Gamei no seu corpo bronzeado.
Não se demorou e já estávamos com nossos corpos togheter, togheter, novamente. Nesse segundo round fizemos menos posições, ficamos mais no tradicional de frente (quando ela me mostrou que sabia a arte do pompoarismo também), e depois a safada ficou sobre os quatro apoios mesmo. Foi lindo demais ver aquele cabelo dela batendo na bunda com marquinha e em formato de coração, ela me chamando pelo nome e mandando que eu comesse a minha puta. Soquei, soquei, soquei, até as pernas cansarem mesmo, mas sabia que não ia conseguir gozar outra vez.
Olhei o horário e não me restava muito mais que 5 minutos, instante no qual decidi me aconchegar ao lado da Alissa, pra fazer carinhos no seu rosto, avisando-a que aquilo era bem raro da minha parte kkk.
Sabia que estava a dois passos de deixar o paraíso com aquele anjo negro. Dei uma última chupada nela, beijei-lhe as costas, o bumbum arrebitado, as coxas e sua boca mais uma vez até darmos fim ao atendimento. Não queria nem tomar banho, pra ir com o cheiro gostoso dela pra casa, mas fui.
Vesti minhas roupas, e aguardei a delícia me levar até a saída, pois segundo ela, assim eu voltaria. Mal ela sabe que algumas vezes durante o ato, me deu uma puta vontade de pedir pra dobrar o tempo, porém eu ainda tinha um outro compromisso importante naquela noite. Mas é claro que eu voltarei, Alissa.
E assim, eu encerro essa carta de desbravada, que demorou, mas finalmente aconteceu e eu não poderia ter imaginado ou esperado algo melhor. Os senhores podem visitar tranquilamente esse belo e próspero território.