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MAYARA RIOS - CENTRO

Enviado: Ter Ago 18, 2026 9:58 pm
por Papai Noel
ALFARRÁBIOS DO NOEL - FOI UMA RIOS QUE PASSOU EM MINHA VIDA

HO HO HO


Costumo dizer que sou um cara previsivelmente imprevisível. Mesmo seguindo padrões como todos fazem (sem exceção), de vez em quando me permito sair da estrada de tijolos dourados onde a maioria costuma trilhar os seus passos. Não foi o caso de me aventurar em mares nunca antes navegados, mas, sim, de mergulhar em Rios.

NASCENTE
Marcação super fácil, a menina não demora a responder e se mostrou bem simpática ao longo do nosso papo. Como tinha acabado de conseguir um álibi, já acertamos para o mesmo dia, no fim da tarde.
Aí, como eu não sei nadar, me bateu a preocupação: será que esse rio dá pé?

Chego ao Centro, dou aquela parada de lei no Zezé e peço uma cerveja. Não vi ninguém conhecido nesse meio tempo. Faltando 15 minutos, acerto minha conta e vou caminhando calmamente até seu local para aguardar a tão esperada autorização para subir.
Trocamos mensagens rapidamente onde ela tinha perguntado se poderia atrasar 10 minutinhos. Mas antes mesmo desse prazo ela me chama. Pego o elevador e me vou.

O LEITO
Chego ao seu apê, toco a campainha e fico aguardando. Meu acesso é liberado ao abrir da porta, que escondia por detrás de si uma morena alta (1,72m) e encorpada do jeito que eu gosto. Antes que perguntem, sim, ela enche a mão.
Nos cumprimentamos com um abraço e um beijo (ainda) tímido e sou convidado a conhecer seu espaço, que é muitíssimo bem cuidado, organizado e decorado. Pergunto se posso carregar meu celular e lhe entrego meu carregador. Ela se abaixa ao lado do sofá e diz "Deixa eu ver se tem uma tomada aqui!", colocando a bunda pra cima. Não resisto e agarro ela, sarrando aquele monumento empinado em minha direção. Coloco a mão por baixo de sua blusa e apalpo seus seios, enquanto ela se levanta, passa a mão por trás da minha cabeça me puxando pra junto dela. Sua boca procura a minha, nossas línguas se unem. Rudolph entra em desespero e eu imploro por uma toalha para tomar logo um banho.

RIO SELVAGEM
Quando volto, ela está deitada me aguardando. Antes de chegar à margem de sua cama, ela se levanta, vem até mim e começamos a nos beijar e nos pegar em pé. Vira de costas, se esfrega em mim e tira sua roupa ficando apenas com uma calcinha preta. Se põe na beira da cama de quatro e me chama, olhando por cima do ombro: "Vem tirar minha calcinha!". PQP!.
Obedeço sua ordem lentamente, beijando seu corpo por onde a calcinha passava. Ela mais uma vez me puxa pra perto de seu corpo e ficamos colados numa esfregação deliciosa. Ela me toca, eu toco ela, mais beijos ... e o tesão aumentava monstruosamente. Ela me pede pra deitar e me ataca com seus beijos intensos. Beija meu pescoço, meus mamilos, barriga e logo encontra o Pequeno Rudolph, fazendo-o sumir em seguida. Ela abraça minhas coxas e faz um oral usando somente a boca. A chupada na cabeça é um show à parte. Quando parava era pra pedir: "Bate com ele na minha cara! Agora na língua!". E ficou lá mamando um bom tempo.

Depois rolou um carrossel de posições: de quatro, com ela rebolando ora devagar, ora freneticamente; cavalgada, bem selvagem com muitos beijos e pegada firme; de bruços, beijando suas costas com ela gemendo; PPMM, com nossos corpos bem colados, beijos longos e molhados ... sempre que possível, brincava com seu grelo que fica excitadíssimo. Chegou uma hora que ela propôs uma posição dizendo que eu ia gostar muito. Ela se abriu num frango assado e fiquei deitado de lado em frente à ela já conectado. Abracei uma de suas pernas e fui metendo do jeito que ela pedia. "Mais! Com força!". Eu passo a mão que estava em sua perna e levo ao seu ombro, melhorando o encaixe. Mas ela rapidamente leva a minha mão ao seu pescoço e pede pra ir com mais força. Aí o Bom Velhinho não aguentou muito mais tempo e começou a gemer. Foi quando ela pulou sobre meu companheiro de aventuras e o chupou até todo meu gozo se esvair em sua boca.

Ela vai ao banheiro fazer sua higiene bucal. Na volta fez um carinho em Rudolph que ainda estava sensível e ela riu da minha reação. Após uns segundos estático na cama, peço uma água porque eu estava com a garganta seca. Como não havia outro cliente depois de mim, conversamos, demos mais alguns beijos, comemos um chocolate, outros beijos, banho, beijos ... e achei melhor me despedir antes que eu ficasse mais tempo. Algo que até queria, mas não podia.
Então vou-me embora deixando essa mulher intensa, deliciosa e marcante no conforto do seu apê. No elevador já procurei no Google onde praticar rafting pois preciso estar bem mais preparado para me aventurar novamente em Rios como esse.
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