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ÍSIS CARIOCA - SEM LOCAL

Enviado: Sex Ago 21, 2026 5:31 pm
por Madruguinha
MOÇA BONITA, MOÇA BEM FEITA, MOÇA FORMOSA.

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Quando criança, sonhava ser jogador. O tempo passou, não acreditei e nem cresci o suficiente. O sonho morreu, ficou para uma outra vida que nem sei se existe. Nos anos seguintes, nunca mais me encantei com nada a ponto de querer ser tal coisa. Foi então que descobri a poesia.


"Que se eu tiver que ficar nu
Hei de envolver-me em pura poesia
E dela farei minha casa, minha asa
Loucura de cada dia." (VANDER LEE, 2003)


Dizem que os poemas nascem das emoções e da necessidade que se tem de as pôr para fora. Seja para se livrar de uma dor, para mudar o destino de uma vida ou para conquistar o coração de uma menina, os versos fluem como rios de água viva à procura de um destino, de uma terra que os aceite.

No momento em que olhei Isis pela primeira vez, entendi a inspiração de Caetano e a audácia de Páris. Senti o golpe, me intimidei, me vi menor do que a minha já diminuta estatura. Conjecturei que não era justo, digno e nem real a presença de uma moça daquelas na minha frente. Parecia um milagre, uma divindade, um santuário do qual eu, tão pobre pecador, não poderia me aproximar. Ficou marcado.

Como alguém que sonha viver como menino e morrer como poeta, me lancei na janela da oportunidade quando soube que ela estava temporariamente com local. Mulher bonita é um perigoso risco. Mulher bonita e simpática: uma sentença irrevogável.

A recepção de Isis foi leve e sorridente. Não teve beijo, mas quem disse que precisava? Seu sorriso é um beijo que separa a alma do corpo sem matar. Vestida com uma lingerie branca e bandana preta na cabeça, a dama notou a minha timidez e tentou o mais rápido possível me deixar confortável. Ela sabe o que perguntar e o que oferecer, coisa de quem sabe ser protagonista.

Depois de ser apresentado ao AP, que inclusive já era familiar, fiz a higiene e me tornei apto para me deleitar naquela beldade de 1,71 m. Pagamento realizado, conversamos um pouco antes de nos tocarmos, momento em que a recordei de que nosso primeiro contato se deu numa "festa". Na ocasião, trocamos algumas palavras após eu quase derrubá-la no chão por acidente. Ela disse que na aludida noite já estava meio doida de vinho, e eu aproveitei para confessar que ficara louco de desejo por ela naquele dia. Não sei quem teve a iniciativa, só sei que nossos lábios se conheceram depois dessa confissão.


"Deixa-me perder a hora
Para ter tempo de encontrar a rima
Ver o mundo de dentro para fora
E a beleza que aflora de baixo para cima."


Beijos bons, perfume impecável e uma cor que só faz aumentar o meu apetite, a carioca mais baiana do pedaço me seduziu com um fogo e um jeito surpreendentes. Quis imprimir um ritmo mais intenso no início do enrosco, mas, contida por mim, precisou se adaptar ao meu ritmo um tanto atordoado e incrédulo com tanta beleza.

Perguntou, já afirmando, que eu gostava de mulheres altas, no que respondi que na verdade gostava de mulheres belas como ela, independente da altura.

— Ah, é que você já está desse jeito... — Isis completou, apontando e acariciando meu garoto que já estava ligadão nela.

Pediu para levá-lo à boca, mas a convenci a deixar para depois, pois geralmente sou eu quem começa o oral na parceira. Tirei a parte de cima da lingerie e iniciei o tour num dos circuitos de mais belas curvas que já vi. Ter Isis à disposição é uma verdadeira perdição. Você fica vacilante entre continuar beijando seus lábios de mel ou descer até os seus pequenos, porém lindos seios. Inclusive, esses últimos integram uma área em que ela fica super excitada quando manipulada, chupada e lambida. Por vezes, ela pedia isso só com um olhar ou nos direcionava com as próprias mãos. Um tesão.

As coisas com ela foram se desenvolvendo naturalmente, nada parecia programado e eu diversas vezes esqueci que estava recebendo um serviço. Arrisco-me a dizer que este seja o seu verdadeiro diferencial.

Já liberta da parte inferior, desci beijando a barriga e a parte interna das coxas antes de degustar sua xana depilada, cheirosa e gostosa de chupar. O grelo ia aumentando conforme ela recebia os estímulos, com ela se arrepiando, tocando-se e parecendo gostar. Não consegui fazê-la chegar lá, mas foi notório o crescimento da sua vontade em sentar e mamar.

Após um novo pedido, despi o guerreiro e deixei ela aplicar um boquete macio, cadenciado e cheio de safadeza. Eu precisava definitivamente entrar naquela mulher.


"Dá-me direito ao açoite
Ao ócio, ao cio
À vadiagem pela rua."


Ela, apesar de ser uma acompanhante de baixa rotatividade, tem traquejo e habilidade para extrair e entregar o máximo do/ao cliente. Seu corpo ajuda, tem um quê de plástica e mobilidade nos movimentos. Trocamos os comandos algumas vezes; ora ela cedia, ora era eu quem me rendia às suas vontades. Perdi até a conta e a ordem das posições que fizemos.

A beldade cavalgou de frente, levou estocadas de ladinho e pediu para ser macetada de quatro. Entreguei o que ela queria até a cãibra na perna deixar. Insaciável, pedia pica, e por várias vezes eu jurei que não tinha mais fôlego e nem forças para dar. No fim, finalizamos num frango assado que evoluiu para o clássico papai e mamãe. Nele, aproveitei para passear um pouco mais pelo pescoço, braços e seios, sentindo aquele perfume maravilhoso mais uma vez.

A gozada veio farta e quente, tanto que até assustou a menina. Dessas que expressam a qualidade que foi o atendimento.

Digo-vos que saí da sua alcova surpreendido positivamente, e admito que, se a dama estivesse fixada no local, precisaria resistir bravamente aos pensamentos obsessivos de visitá-la novamente em pouco tempo. Isis foi uma verdadeira poesia em movimento.

Os versos entre aspas são da canção ALMA NUA, do poeta e músico Vander Lee (1966-2016).

Obs: Encontro realizado há uns dois anos e, como nunca mais vi anúncio da menina, decidi postar nesse tópico. Caso algum confrade saiba que ela ainda está na ativa, peço encarecidamente para me enviar MP, pois sou doido para repetir.

Agradeço a quem leu, abraço e até a próxima!