Re: VICKY (EX PÉROLA BITTENCOURT) - PETRÓPOLIS / CENTRO RJ
Enviado: Sáb Set 26, 2026 11:14 pm
É QUE A SENHORITA PARECE UM CARRO DE LUXO.
Costumo dizer a mim mesmo que sou um libertino por obra do acaso, por pura falta de opção. Em outros séculos ou em outras civilizações, nem vivo eu estaria para escrever essas crônicas que, para muitos, são cansativas. O eugenismo daria cabo da minha existência antes de eu chegar à vida adulta, antes de ter a classificação necessária para entrar no primeiro inferninho do subúrbio.
Escrevo em um fórum sobre sexo pago tão somente porque aquela a quem dediquei as minhas mais inspiradas poesias preferiu viver uma aventura com quem hoje, provavelmente, nem escrever o nome dela sabe. Por mim, teríamos casado, reproduzido e, a essa altura, talvez até nos divorciado.
Não sou de todo bom, até porque ninguém é, mas é óbvio que eu preferia estar no sossego de uma pousada à beira-mar ou no frio da serra, lendo um livro e espiando por cima dele a face de uma moça que me completa, em dúvida sobre o que iríamos jantar, do que provar uma nova cama, uma nova dama, quando minhas economias permitem. Já tentei o celibato algumas vezes e ele não foi muito com a minha cara. Enquanto não encontro alguém para me embrasar de paixão, recorro a essas belas moças que alugam um amor para eu não viver ou morrer abrasado.
Eu, que não sou muito de repetir, aproveito que a fidelidade e a monogamia não encontraram mercê na minha pessoa para, dos limões, fazer uma limonada, buscando, na maioria das vezes, uma novidade. Contudo, nesse rodízio encontro algumas meninas que entregam um algo a mais, e aí rola o desejo de provar de novo. Essa foi a minha terceira vez com Vicky, ex-Pérola Bittencourt.
Nas duas vezes anteriores, após ótimos atendimentos, saí com a sensação de que uma hora com ela era pouco. Os tempos eram outros, a vida estava mais apertada e eu me via obrigado a ruminar essa vontade. Certa vez, vi uma menina parecida com ela do outro lado da avenida e mandei mensagem perguntando se era ela. Na época, respondeu que não poderia ser, pois estava bem longe e que, inclusive, havia dado um tempo na vida. Mais uma vez o desejo ficava reprimido.
Até que, há alguns meses, começaram os boatos quanto ao seu retorno, porém em terras um pouco distantes. O link com as fotos revelando um upgrade no que já era bem atraente me deixou em hipnose. A confirmação de que volta e meia descia para a capital deixava o nosso reencontro por detalhes. Na primeira oportunidade em que caixa e agendas batessem, iria contactá-la.
Na noite da última sexta-feira, após uma tarde cheia de dores de cabeça para resolver, consegui o que queria há tempos. Marcamos no mausoleico Lips por um período de duas horas, não esperando — e já adiantando à moça — um grande luxo. Dadas outras oportunidades, sempre soube do quão aquém são as suas instalações, mas dessa vez tive a "sorte" de pegar o que julgo ser o pior dos quartos. Apertado, com a cama posicionada ao contrário e sem frigobar. Comparado ao preço e à estrutura de outros motéis, só mesmo a praticidade de ficar muito próximo à saída do metrô para se tornar um atrativo.
Pragmático e romântico que sou, disse a ela que era uma opção do meu agrado, pois estranhamente gosto de viver o pré-enrosco ali próximo, no Bar do Zezé, assistindo à vida passar. Após ontem, creio que vou sair dessa zona de conforto e, se preciso for, deixar de lado esse hábito quando o enrosco tiver que acontecer em algum hotel ou motel no Centro.
Entrei no recinto primeiro e enviei a foto da chave. Vicky, que é excelente na comunicação, avisou que estava pedindo o Uber e, no trajeto, deu a estimativa em minutos.
Quando entrou no quarto, pude ver, agora ao vivo, o quanto o tempo fez bem a ela. Não bastassem a pele bronzeada, o par de coxas e a bunda dentro de uma calça que seu corpo valorizava, o bom astral, uma das suas marcas registradas, estava presente. Foi ela entrar e qualquer dor de cabeça literal (que também me acometia no dia) ou figurada sumiu, evaporou. Piadas internas sobre o excesso de bagagens que ela trazia são feitas e logo damos vazão aos primeiros beijos.
A gostosa beija com vontade; tem iniciativa, fogo e língua. Não se restringe aos lábios, avança também por tórax, pescoço, ombro e braços. Quando fica só de lingerie, apresenta um delicioso cardápio cheio de curvas que me deixam em dúvida por onde começar. Um espetáculo de frente, uma paisagem de costas; pecado é julgar quem cobiça essa mulher por pelo menos alguns segundos.
Instantaneamente deixando-me rígido, iniciou um boquete que não pude deixar durar muito tempo. Trocamos de posição e, após chupar seus peitinhos, pude voltar a degustar uma das bucetas mais saborosas que já provei até vê-la gozar (ou quase).
Prontificou-se a pegar a camisinha e ali entendi o que ela queria. Peguei-a de frente, resistindo à sua quentura e à velocidade habitual dos meus herdeiros em viver uma falsa liberdade. Durei um pagode e cedi à sua gana de cavalgar. De frente, de costas, de frente de novo, olhava para suas expressões, ouvia seus gemidos e lutava, agora por mim e por ela, para permanecer. Cessou o galope mais por covardia minha do que por cansaço. O nível de energia e disposição da menina é fora do comum. E o melhor: sempre com um sorriso no rosto, beijando enquanto fode e buscando, além do meu, o seu próprio prazer.
Passamos para a posição de frente na beirada da cama enquanto o som nada limpo da rádio mudava para o sertanejo dos anos 90. Como de praxe, minhas pernas cansaram e decidimos voltar para o centro da cama. Sob a música bonita e ao mesmo tempo triste, estoquei de forma estoica, até confessar que não dava mais para segurar. Leite na borracha com a safada fazendo questão de apertar até ordenhar a última gota.
Na volta da higiene, no intervalo entre fodas, colocamos o papo em dia e pedimos cerveja pelo aplicativo, já que nem isso o hotel dispunha. Após uns goles por parte dela, voltamos ao enrosco, e a minha ideia era variar com as posições que ainda não tínhamos feito.
A gozada havia sido tão forte que a gata precisou ressuscitar o inerte Lázaro com um mix de oral, punheta, lambida nos mamilos e beijo na boca. Para a minha sorte, ele estava em boas mãos e boa boca. Prontos novamente, voltamos ao engate no frango assado, na posição de ladinho, de bruços — onde o meu companheiro torto não colaborou muito — até ouvir o seguinte:
— Falou tanto da minha bunda e ainda nem me comeu de quatro.
Vicky pediu assim na sua posição favorita. Dei a ela o que queria(mos) com o melhor que eu podia fazer. A visão é para quem tem nervos de aço; a obediência é para quem tem coragem. Fiquei alternando a intensidade das metidas: ora mais rápidas, ora cadenciadas, até cansar novamente. Depois, apliquei novo oral com o dedo introduzido na xota dela, que não demorou a substituir meus lábios pela sua mão DJ, fazendo-a chegar ao orgasmo.
— Hum, deu vontade de trepar de novo. — diz Vicky, e eu recebo com surpresa.
"Não estaria sensível? Essa garota não sente moleza nunca?", pensava sozinho. Levantei uma das suas pernas, encaixei e continuamos o sexo cheio de beijos e amassos. Temperatura subindo, corpos suando, segurar o gozo era autopunição. Foi no EPI por falta de controle e de tempo para perguntar se poderia ser em outro lugar. Repetindo a primeira vez, apertou para garantir que não ficasse mais nenhum ml no canal.
Olhamos o tempo e ele havia voado, mantendo a tradição de que tudo que é bom dura pouco. Fizemos a higiene, acertei o cachê e descemos juntos em um dos primeiros elevadores do Brasil, torcendo para o Uber dela que já chegava, não desistir da corrida.
Antes de entregar sua enorme mala, que só perdia para a carroceria ampla daquele traseiro, nos abraçamos e nos beijamos timidamente na despedida. Não sei o que o destino nos reserva, mas, por enquanto, se depender só de mim, nos veremos outras vezes.
Agradeço a quem leu, abraços e até a próxima!
Costumo dizer a mim mesmo que sou um libertino por obra do acaso, por pura falta de opção. Em outros séculos ou em outras civilizações, nem vivo eu estaria para escrever essas crônicas que, para muitos, são cansativas. O eugenismo daria cabo da minha existência antes de eu chegar à vida adulta, antes de ter a classificação necessária para entrar no primeiro inferninho do subúrbio.
Escrevo em um fórum sobre sexo pago tão somente porque aquela a quem dediquei as minhas mais inspiradas poesias preferiu viver uma aventura com quem hoje, provavelmente, nem escrever o nome dela sabe. Por mim, teríamos casado, reproduzido e, a essa altura, talvez até nos divorciado.
Não sou de todo bom, até porque ninguém é, mas é óbvio que eu preferia estar no sossego de uma pousada à beira-mar ou no frio da serra, lendo um livro e espiando por cima dele a face de uma moça que me completa, em dúvida sobre o que iríamos jantar, do que provar uma nova cama, uma nova dama, quando minhas economias permitem. Já tentei o celibato algumas vezes e ele não foi muito com a minha cara. Enquanto não encontro alguém para me embrasar de paixão, recorro a essas belas moças que alugam um amor para eu não viver ou morrer abrasado.
Eu, que não sou muito de repetir, aproveito que a fidelidade e a monogamia não encontraram mercê na minha pessoa para, dos limões, fazer uma limonada, buscando, na maioria das vezes, uma novidade. Contudo, nesse rodízio encontro algumas meninas que entregam um algo a mais, e aí rola o desejo de provar de novo. Essa foi a minha terceira vez com Vicky, ex-Pérola Bittencourt.
Nas duas vezes anteriores, após ótimos atendimentos, saí com a sensação de que uma hora com ela era pouco. Os tempos eram outros, a vida estava mais apertada e eu me via obrigado a ruminar essa vontade. Certa vez, vi uma menina parecida com ela do outro lado da avenida e mandei mensagem perguntando se era ela. Na época, respondeu que não poderia ser, pois estava bem longe e que, inclusive, havia dado um tempo na vida. Mais uma vez o desejo ficava reprimido.
Até que, há alguns meses, começaram os boatos quanto ao seu retorno, porém em terras um pouco distantes. O link com as fotos revelando um upgrade no que já era bem atraente me deixou em hipnose. A confirmação de que volta e meia descia para a capital deixava o nosso reencontro por detalhes. Na primeira oportunidade em que caixa e agendas batessem, iria contactá-la.
Na noite da última sexta-feira, após uma tarde cheia de dores de cabeça para resolver, consegui o que queria há tempos. Marcamos no mausoleico Lips por um período de duas horas, não esperando — e já adiantando à moça — um grande luxo. Dadas outras oportunidades, sempre soube do quão aquém são as suas instalações, mas dessa vez tive a "sorte" de pegar o que julgo ser o pior dos quartos. Apertado, com a cama posicionada ao contrário e sem frigobar. Comparado ao preço e à estrutura de outros motéis, só mesmo a praticidade de ficar muito próximo à saída do metrô para se tornar um atrativo.
Pragmático e romântico que sou, disse a ela que era uma opção do meu agrado, pois estranhamente gosto de viver o pré-enrosco ali próximo, no Bar do Zezé, assistindo à vida passar. Após ontem, creio que vou sair dessa zona de conforto e, se preciso for, deixar de lado esse hábito quando o enrosco tiver que acontecer em algum hotel ou motel no Centro.
Entrei no recinto primeiro e enviei a foto da chave. Vicky, que é excelente na comunicação, avisou que estava pedindo o Uber e, no trajeto, deu a estimativa em minutos.
Quando entrou no quarto, pude ver, agora ao vivo, o quanto o tempo fez bem a ela. Não bastassem a pele bronzeada, o par de coxas e a bunda dentro de uma calça que seu corpo valorizava, o bom astral, uma das suas marcas registradas, estava presente. Foi ela entrar e qualquer dor de cabeça literal (que também me acometia no dia) ou figurada sumiu, evaporou. Piadas internas sobre o excesso de bagagens que ela trazia são feitas e logo damos vazão aos primeiros beijos.
A gostosa beija com vontade; tem iniciativa, fogo e língua. Não se restringe aos lábios, avança também por tórax, pescoço, ombro e braços. Quando fica só de lingerie, apresenta um delicioso cardápio cheio de curvas que me deixam em dúvida por onde começar. Um espetáculo de frente, uma paisagem de costas; pecado é julgar quem cobiça essa mulher por pelo menos alguns segundos.
Instantaneamente deixando-me rígido, iniciou um boquete que não pude deixar durar muito tempo. Trocamos de posição e, após chupar seus peitinhos, pude voltar a degustar uma das bucetas mais saborosas que já provei até vê-la gozar (ou quase).
Prontificou-se a pegar a camisinha e ali entendi o que ela queria. Peguei-a de frente, resistindo à sua quentura e à velocidade habitual dos meus herdeiros em viver uma falsa liberdade. Durei um pagode e cedi à sua gana de cavalgar. De frente, de costas, de frente de novo, olhava para suas expressões, ouvia seus gemidos e lutava, agora por mim e por ela, para permanecer. Cessou o galope mais por covardia minha do que por cansaço. O nível de energia e disposição da menina é fora do comum. E o melhor: sempre com um sorriso no rosto, beijando enquanto fode e buscando, além do meu, o seu próprio prazer.
Passamos para a posição de frente na beirada da cama enquanto o som nada limpo da rádio mudava para o sertanejo dos anos 90. Como de praxe, minhas pernas cansaram e decidimos voltar para o centro da cama. Sob a música bonita e ao mesmo tempo triste, estoquei de forma estoica, até confessar que não dava mais para segurar. Leite na borracha com a safada fazendo questão de apertar até ordenhar a última gota.
Na volta da higiene, no intervalo entre fodas, colocamos o papo em dia e pedimos cerveja pelo aplicativo, já que nem isso o hotel dispunha. Após uns goles por parte dela, voltamos ao enrosco, e a minha ideia era variar com as posições que ainda não tínhamos feito.
A gozada havia sido tão forte que a gata precisou ressuscitar o inerte Lázaro com um mix de oral, punheta, lambida nos mamilos e beijo na boca. Para a minha sorte, ele estava em boas mãos e boa boca. Prontos novamente, voltamos ao engate no frango assado, na posição de ladinho, de bruços — onde o meu companheiro torto não colaborou muito — até ouvir o seguinte:
— Falou tanto da minha bunda e ainda nem me comeu de quatro.
Vicky pediu assim na sua posição favorita. Dei a ela o que queria(mos) com o melhor que eu podia fazer. A visão é para quem tem nervos de aço; a obediência é para quem tem coragem. Fiquei alternando a intensidade das metidas: ora mais rápidas, ora cadenciadas, até cansar novamente. Depois, apliquei novo oral com o dedo introduzido na xota dela, que não demorou a substituir meus lábios pela sua mão DJ, fazendo-a chegar ao orgasmo.
— Hum, deu vontade de trepar de novo. — diz Vicky, e eu recebo com surpresa.
"Não estaria sensível? Essa garota não sente moleza nunca?", pensava sozinho. Levantei uma das suas pernas, encaixei e continuamos o sexo cheio de beijos e amassos. Temperatura subindo, corpos suando, segurar o gozo era autopunição. Foi no EPI por falta de controle e de tempo para perguntar se poderia ser em outro lugar. Repetindo a primeira vez, apertou para garantir que não ficasse mais nenhum ml no canal.
Olhamos o tempo e ele havia voado, mantendo a tradição de que tudo que é bom dura pouco. Fizemos a higiene, acertei o cachê e descemos juntos em um dos primeiros elevadores do Brasil, torcendo para o Uber dela que já chegava, não desistir da corrida.
Antes de entregar sua enorme mala, que só perdia para a carroceria ampla daquele traseiro, nos abraçamos e nos beijamos timidamente na despedida. Não sei o que o destino nos reserva, mas, por enquanto, se depender só de mim, nos veremos outras vezes.
Agradeço a quem leu, abraços e até a próxima!