RAFAELA BLANC - CENTRO

Coloque aqui seus relatos antigos, de musas que encerraram carreira, mas marcaram a memória de quem as conheceu...
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Madruguinha
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Mensagem por Madruguinha »

É QUE ME ESCAPOLIU.

Rafaela Blanc era uma verdadeira canibal. Lembro que estava num atraso terrível de alguns meses sem ver uma buceta, quando encontrei o anúncio dela. Seus olhos claros de lente e os seios chamaram a minha atenção, mas, sobretudo, o texto mais bem elaborado do que o Ctrl C + Ctrl V da maioria, dando um ar de puta raiz e profissional.

Contactei a perva e fui conhecê-la. Era a minha primeira vez numa alcova da AA37. Até então, a maioria das minhas escapadas dava-se em inferninhos na região de Madureira ou apartamentos de frees pela Zona Sul. Minha falta de atenção/interesse nem me deixava saber da existência de fóruns e tampouco do local. Ainda via a libertinagem como algo bem esporádico. O coração e a mente ainda estavam abertos e à procura de relacionamento com civis.

Entrei no seu espaçoso AP bastante tenso e ela, percebendo, tratou de me deixar mais tranquilo. Pediu que eu sentasse na cama e fomos nos despindo aos poucos. Não tocou no assunto banho — deve ter me achado limpo — e começamos os beijos. Fazia tempo que eu não tinha aquilo e por isso já considerava muito. Foi pegando no meu pau e punhetando, tirou pra fora e iniciou um oral com bastante cuspe. Super sensível, fiquei por detalhes de melar a boca dela, a cueca, o lençol e o que mais estivesse ao alcance.

Na sequência, quis chupar sua buceta greluda e peluda e ouvi gemidos que também por pouco não me fizeram explodir. Antes que aquilo terminasse de forma quase vexatória, peguei a camisinha e ela encapou o precoce com os próprios lábios. Enfiei o menino na posição do ppmm e não dei mais que 10 socadas fofas.

A puta limpou a rola com lenço umedecido e eu, não sabendo que poderíamos mais, já estava me preparando pra ir embora, quando ela me diz:
— Agora você vai comer meu cu!

Essa foi uma das poucas vezes que uma garota de programa me ofereceu o cu sem que eu pedisse ou comentasse. Nessa hora eu vi que Rafaela tinha um algo a mais do que as muitas meninas ruins e medianas que eu já havia experimentado. Chupou meu pau de novo, beijou meu corpo e a ereção pra comer um cu se manifestou.

Sem lubrificante, só com sua própria saliva, posicionou-se D4 e me ajudou a transpassar seu anel. Era a minha primeira vez comendo um precioso na vida. Estranhei a sensação de aperto e a dor para entrar, mas fiz o que foi ordenado. Por ainda ser um tabu — ou ainda pela pouca habilidade ou falta de costume —, saí dali achando a prática boa, mas um tanto superestimada.

Em dado momento, empurrei até cansar e o sair mole de dentro dela. A camisinha ficou frouxa e descartamos. Chupei seus seios e beijei sua boca, fiquei pronto de novo, mas, para decepção dela, disse que queria a buceta novamente. Ela topou sob a condição de finalizar no anal.

Posicionei Rafaela na beirada da cama e comecei a estocar. Nessa posição, toda hora nos inclinávamos para beijar. A piranha gemia e se masturbava, ora manipulando os seios, ora manipulando o grelo, me levando a um tesão absurdo. Quando penso em avisar que estava quase gozando, foi tarde demais. Tirei a pica da buceta dela na esperança de apertar a cabeça pra retardar, mas já era.

— Poxa, você tinha que ter gozado dentro do meu cu — ela disse.
— Na próxima eu me preparo melhor. — respondi.

Antes de partir, conheci finalmente o banheiro do apartamento, fiz a higiene e fui levado até a porta com um beijo no pau para garantir o retorno.

Ganhei as ruas achando a Rafaela, além de uma delícia, um verde de esperança, uma figura diferenciada que eu poderia voltar com garantia de bom atendimento quando necessário. Nem desconfiava do terroir que existia naquelas imediações.

Hoje, não sei mais se a dama anda fazendo programas ou se dedicando estritamente ao trabalho de atriz pornô. Se ainda estiver na ativa e com um preço que caiba no orçamento, fico tentado a repetir e cumprir o desejo dela de leitarem no seu cu.

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Agradeço a quem leu, abraços e até a próxima!
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"Não há trabalho ruim, o ruim é ter que trabalhar."
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