Ônibus
Enviado: Seg Set 07, 2026 4:58 pm
Júlia tinha uma vida comum, igual a de milhares de outras mulheres brasileiras. Mãe solteira, funcionária pública de classe média baixa e moradora de um bairro pobre da zona norte do Rio de Janeiro, seus dias eram praticamente iguais. Acordava muito cedo, arrumava as coisas, deixava a filha pequena na creche e depois se dirigia para o trabalho de ônibus.
O coletivo que Júlia utilizava diariamente pertencia a uma linha com poucos carros e cujo ponto final ficava longe de sua casa, o que significava que quando o ônibus chegava na sua parada, já se encontrava lotado. Pra piorar, quase nenhum carro da frota possuía ar condicionado e os que possuíam não davam vazão devido a super lotação. Em épocas muito quentes, algo comum na capital carioca, a viagem se tornava um verdadeiro inferno. Esse era o cenário daquela manhã. No meio do caminho, Júlia já pingava, imprensada entre dezenas de passageiros. O suor escorria-lhe pelos poros, escorregando pelo rosto, nuca, pescoço, axilas, costas, entre os seios, todos os lugares, deixando-lhe o corpo molhado e pegajoso.
Ocorre que a vida é surpreendente e algo inesperado aconteceu no meio do caos comum daquela manhã. Fazia mais de 3 anos que Júlia não transava com ninguém, desde que o ex-companheiro a abandonara. Pra aplacar a constante sede de sexo que tomava conta de si, se masturbava com frequência, mas sentia falta de ter um homem por inteiro. Vivia o auge da seca, matando cachorro a grito, como se diz. Então, por conta disso, mesmo se encontrando praticamente espremida e sufocada, seu corpo se manifestou quando um homem que pegava o ônibus diariamente no mesmo ponto e a quem conhecia somente de vista começou a sarrar nela de forma involuntária, por conta do balanço do veículo. O perfume do desconhecido e a respiração dele despertaram a libido de Júlia enquanto pensamentos sacanas fervilhavam a mente da moça, levando-a a agir de forma inconsequente.
Possuída por um tesão repentino e deixando-se guiar pelo puro instinto, começou a arrastar de leve a bunda no pau do cara, que, embora no rosto mostrasse confusão com o que acontecia, não conseguiu disfarçar a ereção que logo surgiu. Percebendo isso, num gesto ainda mais ousado, Júlia pôs uma das mãos sobre o membro duro do homem e começou a acariciá-lo, olhando-o de esguelha, provocando-o, prosseguindo nessa brincadeira até o final da viagem, quando ambos desceram no mesmo lugar, sem trocar uma única palavra. A noite, na cama, lembrando do episódio, Júlia tocou-se de novo, explodindo num gozo intenso.
Na manhã seguinte, Júlia encontrou o indivíduo no ponto e nenhum dos dois disse nada um ao outro, tal qual no dia anterior, apenas se olharam com um certo ar de cumplicidade. Chegado o ônibus, lotado como sempre, entraram. Júlia se ajeitou num apertado espaço possível e, ato contínuo, o homem se posicionou atrás dela. Iniciada a viagem, dessa vez ele tomou a iniciativa, se encostando nela e fazendo-a sentir o seu pau já endurecido, o qual ela segurou novamente. E assim esse jogo silencioso foi jogado durante vários outros dias, ela entrando primeiro e ele logo depois, ambos sem se falarem, só comportando-se como dois adolescentes com os hormônios à flor da pele.
Até que certo dia, durante mais uma sessão desse frisson, Júlia surpreendeu o homem. Deu sinal de parada de repente e fez-lhe um discreto aceno com o olhar para que a acompanhasse. Desembarcaram no ponto seguinte, uma das paradas no meio da maior avenida da cidade. Ela foi andando na frente, ele, alguns passos atrás, sem entender direito o que estava acontecendo. Júlia dirigiu-se para a entrada de pedestres de um obscuro motel localizado numa rua paralela à avenida, lugar onde as prostitutas da região costumavam realizar seus atendimentos. Pensara naquela ideia maluca por muito tempo e não acreditou que tivesse coragem de colocá-la em prática, porém, o fogo entre as pernas falou mais alto. Entrados no estabelecimento, Júlia pediu o quarto mais simples, pegou a chave, subiu no velho elevador com o homem e chegou com ele na alcova, tudo ainda sem abrirem a boca.
Uma vez dentro do apartamento, não havia de fato nada que precisasse ser dito e nem tempo a perder. Beijaram-se e tiraram as roupas rápido. Júlia chupou o pau do desconhecido com vontade, pegou uma das camisinhas disponibilizadas, encapou o sujeito e montou nele, cavalgando-o num ritmo frenético até gozar de forma escandalosa. Com as pernas ainda trêmulas, levantou-se, pegou uma água no frigobar, refrescou-se e, dirigindo-se pela primeira vez ao homem suado e meio assustado na cama, disse-lhe:
– Prazer, meu nome é Júlia. Você pode tirar o dia de folga?! Quero foder o dia inteiro.
O coletivo que Júlia utilizava diariamente pertencia a uma linha com poucos carros e cujo ponto final ficava longe de sua casa, o que significava que quando o ônibus chegava na sua parada, já se encontrava lotado. Pra piorar, quase nenhum carro da frota possuía ar condicionado e os que possuíam não davam vazão devido a super lotação. Em épocas muito quentes, algo comum na capital carioca, a viagem se tornava um verdadeiro inferno. Esse era o cenário daquela manhã. No meio do caminho, Júlia já pingava, imprensada entre dezenas de passageiros. O suor escorria-lhe pelos poros, escorregando pelo rosto, nuca, pescoço, axilas, costas, entre os seios, todos os lugares, deixando-lhe o corpo molhado e pegajoso.
Ocorre que a vida é surpreendente e algo inesperado aconteceu no meio do caos comum daquela manhã. Fazia mais de 3 anos que Júlia não transava com ninguém, desde que o ex-companheiro a abandonara. Pra aplacar a constante sede de sexo que tomava conta de si, se masturbava com frequência, mas sentia falta de ter um homem por inteiro. Vivia o auge da seca, matando cachorro a grito, como se diz. Então, por conta disso, mesmo se encontrando praticamente espremida e sufocada, seu corpo se manifestou quando um homem que pegava o ônibus diariamente no mesmo ponto e a quem conhecia somente de vista começou a sarrar nela de forma involuntária, por conta do balanço do veículo. O perfume do desconhecido e a respiração dele despertaram a libido de Júlia enquanto pensamentos sacanas fervilhavam a mente da moça, levando-a a agir de forma inconsequente.
Possuída por um tesão repentino e deixando-se guiar pelo puro instinto, começou a arrastar de leve a bunda no pau do cara, que, embora no rosto mostrasse confusão com o que acontecia, não conseguiu disfarçar a ereção que logo surgiu. Percebendo isso, num gesto ainda mais ousado, Júlia pôs uma das mãos sobre o membro duro do homem e começou a acariciá-lo, olhando-o de esguelha, provocando-o, prosseguindo nessa brincadeira até o final da viagem, quando ambos desceram no mesmo lugar, sem trocar uma única palavra. A noite, na cama, lembrando do episódio, Júlia tocou-se de novo, explodindo num gozo intenso.
Na manhã seguinte, Júlia encontrou o indivíduo no ponto e nenhum dos dois disse nada um ao outro, tal qual no dia anterior, apenas se olharam com um certo ar de cumplicidade. Chegado o ônibus, lotado como sempre, entraram. Júlia se ajeitou num apertado espaço possível e, ato contínuo, o homem se posicionou atrás dela. Iniciada a viagem, dessa vez ele tomou a iniciativa, se encostando nela e fazendo-a sentir o seu pau já endurecido, o qual ela segurou novamente. E assim esse jogo silencioso foi jogado durante vários outros dias, ela entrando primeiro e ele logo depois, ambos sem se falarem, só comportando-se como dois adolescentes com os hormônios à flor da pele.
Até que certo dia, durante mais uma sessão desse frisson, Júlia surpreendeu o homem. Deu sinal de parada de repente e fez-lhe um discreto aceno com o olhar para que a acompanhasse. Desembarcaram no ponto seguinte, uma das paradas no meio da maior avenida da cidade. Ela foi andando na frente, ele, alguns passos atrás, sem entender direito o que estava acontecendo. Júlia dirigiu-se para a entrada de pedestres de um obscuro motel localizado numa rua paralela à avenida, lugar onde as prostitutas da região costumavam realizar seus atendimentos. Pensara naquela ideia maluca por muito tempo e não acreditou que tivesse coragem de colocá-la em prática, porém, o fogo entre as pernas falou mais alto. Entrados no estabelecimento, Júlia pediu o quarto mais simples, pegou a chave, subiu no velho elevador com o homem e chegou com ele na alcova, tudo ainda sem abrirem a boca.
Uma vez dentro do apartamento, não havia de fato nada que precisasse ser dito e nem tempo a perder. Beijaram-se e tiraram as roupas rápido. Júlia chupou o pau do desconhecido com vontade, pegou uma das camisinhas disponibilizadas, encapou o sujeito e montou nele, cavalgando-o num ritmo frenético até gozar de forma escandalosa. Com as pernas ainda trêmulas, levantou-se, pegou uma água no frigobar, refrescou-se e, dirigindo-se pela primeira vez ao homem suado e meio assustado na cama, disse-lhe:
– Prazer, meu nome é Júlia. Você pode tirar o dia de folga?! Quero foder o dia inteiro.