Conflito ético
Enviado: Seg Set 07, 2026 6:43 pm
Acordou com as batidas na porta do consultório. Recostada na poltrona, Irene foi trazida de supetão de volta à realidade e observou o seu estado. Tinha a calcinha na altura dos joelhos, as pernas abertas e repousadas cada uma num braço da cadeira e o sexo molhado e extremamente sensível, dando-se conta que fora tomada pelo relaxamento pós-orgasmo.
Tudo começara 6 meses antes, quando realizara a primeira sessão de análise com Léo, um jovem universitário bonito e inteligente, porém introvertido e com uma grande inabilidade de se adaptar socialmente. Vendo nele sinais que remeteram a sua própria personalidade na adolescência, como timidez extrema, dificuldade em lidar com as próprias emoções, baixa auto estima, etc, de cara já criou uma certa simpatia pelo rapaz, mas, profissional que era, tratou logo de separar as coisas.
Aos poucos, durante os encontros, Léo foi se abrindo e falando de vários aspectos de sua vida, até chegar num ponto que lhe era muito delicado: sexo. Pensava demais no assunto, porém, não sabia como construir as pontes necessárias para atravessar seus obstáculos emocionais e dar vazão a seus desejos. Então buscava aliviar suas vontades reprimidas através da criação de desenhos eróticos de grande qualidade artística que ilustrassem as tais fantasias e que nunca tivera coragem de mostrar a ninguém, até decidir apresentá-los à psicóloga.
Foi a partir daí que as coisas se complicaram, pois as fantasias de Léo passaram a mexer sexualmente com Irene. E tamanho foi o conflito ético vivido por ela, que decidiu por precaução interromper o tratamento e encaminhá-lo a outro colega profissional, inventando uma desculpa qualquer. Tomada essa medida drástica, achou que havia resolvido o problema, entretanto, passados uns dias, durante o intervalo entre um atendimento e outro na sala de descanso, abriu no notebook um e-mail recebido do rapaz, contendo um arquivo com um desenho que ele fizera pensando nela: Irene sentada na poltrona, pernas abertas e postas uma em cada braço da poltrona, calcinha na altura dos joelhos e Léo ajoelhado, chupando sua boceta.
Visualizar aqueles traços e imaginar a situação na prática fez o corpo de Irene inflamar de tesão. Olhou o relógio. Ainda faltavam uns minutos pra iniciar a sessão com o próximo paciente. Dirigiu-se à sala de atendimento, trancou a porta, sentou na poltrona, abaixou a calcinha até os joelhos e masturbou-se fantasiando que Léo estava ali, com a cabeça no meio das suas pernas. Perdeu a noção da hora. Depois de gozar, cochilou, acordando somente com as batidas na porta.
No final do expediente, acessou o email de novo e deletou o arquivo. Página virada.
Tudo começara 6 meses antes, quando realizara a primeira sessão de análise com Léo, um jovem universitário bonito e inteligente, porém introvertido e com uma grande inabilidade de se adaptar socialmente. Vendo nele sinais que remeteram a sua própria personalidade na adolescência, como timidez extrema, dificuldade em lidar com as próprias emoções, baixa auto estima, etc, de cara já criou uma certa simpatia pelo rapaz, mas, profissional que era, tratou logo de separar as coisas.
Aos poucos, durante os encontros, Léo foi se abrindo e falando de vários aspectos de sua vida, até chegar num ponto que lhe era muito delicado: sexo. Pensava demais no assunto, porém, não sabia como construir as pontes necessárias para atravessar seus obstáculos emocionais e dar vazão a seus desejos. Então buscava aliviar suas vontades reprimidas através da criação de desenhos eróticos de grande qualidade artística que ilustrassem as tais fantasias e que nunca tivera coragem de mostrar a ninguém, até decidir apresentá-los à psicóloga.
Foi a partir daí que as coisas se complicaram, pois as fantasias de Léo passaram a mexer sexualmente com Irene. E tamanho foi o conflito ético vivido por ela, que decidiu por precaução interromper o tratamento e encaminhá-lo a outro colega profissional, inventando uma desculpa qualquer. Tomada essa medida drástica, achou que havia resolvido o problema, entretanto, passados uns dias, durante o intervalo entre um atendimento e outro na sala de descanso, abriu no notebook um e-mail recebido do rapaz, contendo um arquivo com um desenho que ele fizera pensando nela: Irene sentada na poltrona, pernas abertas e postas uma em cada braço da poltrona, calcinha na altura dos joelhos e Léo ajoelhado, chupando sua boceta.
Visualizar aqueles traços e imaginar a situação na prática fez o corpo de Irene inflamar de tesão. Olhou o relógio. Ainda faltavam uns minutos pra iniciar a sessão com o próximo paciente. Dirigiu-se à sala de atendimento, trancou a porta, sentou na poltrona, abaixou a calcinha até os joelhos e masturbou-se fantasiando que Léo estava ali, com a cabeça no meio das suas pernas. Perdeu a noção da hora. Depois de gozar, cochilou, acordando somente com as batidas na porta.
No final do expediente, acessou o email de novo e deletou o arquivo. Página virada.