Re: SABRINA MILLER (21) 97946-9475

Se acaso me quiseres, sou dessas mulheres que só dizem sim...
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Madruguinha
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Sabrina Miller

Mensagem por Madruguinha »

ANIVERSÁRIO DO SEU MADRUGA.

Dizem que o primeiro passo para largar um vício é admiti-lo, e cá estou eu o fazendo.

Portador de TOC, a presença de pensamentos indesejados e comportamentos repetitivos me acomete facilmente.

Embora, nesse caso, os pensamentos indesejáveis sejam totalmente desejáveis, entregar-se a eles é correr o risco de repetir um comportamento que requer grande dispêndio. Somente por isso me vi obrigado a lutar contra esse vício cheio de fundamentos.

Já li testemunhos de três ou quatro afirmando que a onda dessa droga fora a melhor já experimentada, e fico tentado a complementar. Uma delícia de aprox. 1,60 m, da cor do pecado, quente, gostosa e safada, com o poder de transportar-me para uma outra dimensão muito melhor do que a da realidade num simples gole, definem ela e o meu terrível desafio.

Após meu último uso, precisei de um retiro; necessitei ocupar meu lobo frontal com outras atividades e emoções. Foram quase 40 dias limpo, sem experimentar Sabrina.

Entretanto, fui fraco mais uma vez. Tinha recém-completado ano e acabei dando vazão à carne. Quando provei seus lábios de novo, percebi o tamanho da força que fiz e que precisarei fazer de novo para ficar distante.

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Dessa vez, nos encontramos no Queen Motel, em Sulacap, por pouco mais de 2 horas. Suíte com hidro e piscina que, infelizmente (só fui saber depois) não aceitava um período maior do que as 4 horas de aluguel. Namoramos na banheira e na cama, bebendo whisky com energético — eu apenas enganando —, usando o tempo para nos conhecermos ainda mais.

Cada vez que nossos corpos se entrelaçavam, era impossível não pensar no perigo em que eu estava me metendo. Sabrina tem um incrível dom de garantir um próximo encontro sem fazer muita força. Planos e confissões da minha parte vão surgindo ao natural, de tão bizarramente à vontade que me sinto ao lado dela.

Quem nunca esteve com ela, assistindo-a elevar ou abaixar o tronco com os olhos fechados para buscar e oferecer um beijo molhado enquanto é penetrada, deveria. A menina está ali para atender, mas não esconde a vontade que tem de também sentir prazer. Os seios vão ganhando volume, a buceta vai umedecendo... e, antes que você se dê conta, a relação cliente x prestadora de serviço já foi subvertida.

Auxiliei Sabrina a gozar duas vezes no encontro antes de qualquer penetração peniana. Quase fundidos totalmente — separados apenas pelo triste látex de proteção —, ejaculei na posição de ladinho, depois de resistir bravamente no ppmm e na cavalgada. Fosse com outra, provavelmente não teria feito todo o esforço para durar, ainda que não tenha durado tanto.

Após meu primeiro gozo, recebo ligação da recepção avisando que teríamos que vagar o quarto em 20 min e que não existia a opção de aumentar o período. Nessa hora, a menina diz que não poderia sair ganhando, que eu teria que empatar as coisas com mais uma gozada, independentemente se iríamos entregar o apartamento com atraso. Apesar de chateado, ri e gostei da ideia, ficando disponível para tentarmos.

Beijamo-nos, mas, de alguma forma, aquele telefonema havia me tirado a concentração necessária para funcionar logo. Solicitei que me fizesse um boquete mais intenso para endurecê-lo, mas não foi suficiente para chegar perto de uma ereção satisfatória.

Com segundas intenções, pergunto se ela permitia gozar na boca e, com a resposta positiva concedida, digo-lhe para esquecer a camisinha que estava ao nosso lado, pois a missão agora era de finalizar ali mesmo. Peço um beijo grego e recebo um de quem sabe fazer, sendo inevitável não explodir em tempo de entregar o quarto no horário combinado.

Eu, que queria completar 3 horas com ela, mas fui impedido pelas regras, faço um convite para lancharmos juntos, o qual foi aceito. Dessa vez, sem ela deixar nenhum objeto para trás, seguimos. Quito a estadia na saída e partimos rumo a uma hamburgueria não muito longe dali.

Aproveitei um pouco mais da sua agradável companhia, sem deixar de me defender do anjo mau do vício cochichando ao meu ouvido para convidá-la a conhecer outro motel depois dali. Com o pouco juízo que ainda me sobrava, acertei o programa antes de cair em tentação outra vez. Sabrina entendeu o recado e pediu um transporte de aplicativo para ir.

Seu Uber chegando foi a minha salvação naquele instante. Despedimo-nos com um beijo na calçada que, apesar de meio desajeitado, não pareceu ter sido o último. Esteve longe de ter sabor de despedida.

Quanto tempo passarei limpo de novo? Não sei. Quais "desculpas" minha mente usará para encontrá-la de novo? Também não. Pelo menos por hoje, só por hoje, não voltei a ver Sabrina.

Agradeço a quem leu, abraços e até a próxima!
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"Não há trabalho ruim, o ruim é ter que trabalhar."
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