Raíssa
Enviado: Sex Set 18, 2026 1:32 am
Essa é uma história passada há quase duas décadas, no início da minha vida adulta, época em que conheci Raíssa, uma mulher que me marcou a ponto de eu ter saudades dos nossos momentos juntos até hoje. Perdoem desde já o relato extenso, mas não conseguiria falar dela com poucos detalhes.
Nos conhecemos na empresa onde entrei como estagiário, sendo ela funcionária e designada minha supervisora. Raíssa tinha só 5 anos mais do que eu, porém, mesmo sendo ainda muito nova, já era bem experiente. Mãe solo, saíra de casa cedo pra morar sozinha, se formou na faculdade, trabalhou em outros empregos, casou, separou. De personalidade forte, não levava desaforo pra casa, falava alto, fumava, se vestia com roupas provocantes, gostava de sair pra se divertir e mantinha um caso aberto com um homem casado, um dos diretores de outro departamento da companhia.
Magra, corpo bonito, olhos claros, cabelos e unhas sempre bem cuidados e dona de peitos empinados que eram a sua marca registrada, ainda mais realçados pelas blusas decotadas que usava com frequência, fazia o estilo que atiçava a imaginação de quem a conhecia. Diante desse perfil, óbvio que me senti sexualmente atraído de súbito. Todavia, não foram só os atributos físicos dela que me chamaram atenção. Enquanto eu aprendia o serviço, me impressionaram também a sua competência, inteligência, cultura e, sobretudo, paciência com meus erros de iniciante.
Com o passar do tempo, nossa relação profissional foi migrando devagar para uma proximidade mais pessoal e, após minha efetivação, isso se consolidou. Nos encontrávamos na copa pra tomar um café rápido, saíamos pra almoçar de vez em quando, almoçávamos no refeitório quando ela levava marmita, já que eu era duro e não tinha grana pra comer em restaurante todo dia. Gostávamos de conversar sobre interesses em comum, como filmes, séries, músicas, livros, futebol (torcemos pro mesmo time), etc e também um pouco sobre nossas vidas privadas.
Então um dia Raíssa me chamou pra ir ao cinema, sem segundas intenções, apenas como amigos, porque era só assim que ela me via, pelo menos eu achava isso, embora tivesse expectativas sobre rolar algo entre nós. Fomos e depois de terminar a sessão, eu de fato estava certo, pois nada além de um lanche realmente aconteceu. Na volta pra casa pegamos um táxi, ela desceu primeiro (imaginei que talvez fosse me chamar pra entrar e me frustrei de novo) e eu segui meio desapontado, confesso.
Depois disso, saímos mais duas vezes, uma pra comer uma pizza e a outra pra irmos a um show, nessa última ocasião também estando presente uma outra amiga dela e tudo continuou no zero a zero. Tudo bem, a vida é assim, paciência, eu pensava. E, verdade seja dita, à parte o tesão, eu realmente apreciava a companhia agradável e animada de Raíssa.
Até que ela me surpreendeu me chamando pra ir ao cinema de novo, do nada, dessa vez numa terça-feira morta. E já sem expectativa alguma, no meio da sessão, Raíssa me tascou um daqueles beijos cinematográficos que parecem sugar todas as forças vitais do indivíduo. Demos uns amassos de respeito ali mesmo, aproveitando a sala noturna quase vazia, contudo ela não quis seguir adiante quando eu propus irmos a um motel perto. Encerrou o assunto dizendo que estava pensando em fazer um queijos e vinhos em casa num final de semana e me chamar pra ir lá.
O queijos e vinhos infelizmente não rolou e semanas se passaram sem sairmos outra vez. Aí vieram as férias de Raíssa no meio do ano, período em que continuamos em contato por mensagens no celular. Me contou que passaria uns dias sozinha no apartamento de uma tia em Cabo Frio, pois a filha, também de férias, ficaria um tempo com o pai. E enquanto eu trabalhava numa sexta-feira, recebo um SMS dela (whatsapp da época), dizendo que adoraria que eu estivesse lá com ela. Nem preciso falar que contei meus caraminguás na hora, corri pra rodoviária à noite (internet era coisa futurista ainda), comprei uma passagem pro sábado de manhã bem cedo, enfiei duas mudas de roupa na mochila e parti pra Região dos Lagos.
Chegando lá, deixei minhas coisas no apartamento, cujo prédio ficava em frente ao mar, vesti a sunga e fomos logo pra praia aproveitar o dia bonito. Foi aí que tive uma surpresa inesperada. Por baixo da canga, Raíssa usava o biquíni mais indecente que eu já eu vi na vida, cujo tamanho parecia ser três vezes menor do que a medida dela. Quase não cobria os peitos perfeitos e, na parte de baixo, a bunda empinada estava praticamente de fora, com apenas um fio mínimo cobrindo o necessário na frente, escondendo por muito pouco sua boceta depilada.
Perante a visão, lógico que meu pau ficou duro de imediato, enquanto Raíssa agia naturalmente, parecendo não se importar com tudo que mostrava (ao contrário, ela amava se mostrar) e me pedindo pra lhe passar protetor solar. Tentei disfarçar a ereção dando um mergulho e, após uns minutos na água gelada, o sangue voltou a circular de forma normal em mim. Evidente que vê-la naqueles trajes tornou constante o processo da paudurescência, contudo, não havia o que fazer. Tendo ela se bronzeado um pouco, fomos pra água juntos e por iniciativa dela (sempre), nos pegamos com vontade, para escândalo dos banhistas presentes. Beijos vorazes, chupões, sarradas, minhas mãos nos peitos e na bunda dela (tentei colocar um dedo na boceta, mas ela não deixou). Saí do mar com o pau na testa.
Terminada a praia, fomos almoçar e batemos perna pela cidade até a noite. Em casa, tomamos banho (não juntos) e fomos ver um filme deitados no sofá. Logo começamos a nos beijar, ela subiu no meu colo, eu tirei sua blusa e tive pela primeira vez acesso total aos seus peitos lindos, que lambi e chupei com vontade. A seguir desci beijando e lambendo sua barriga, as pernas, as coxas, subindo de novo e passando pela virilha, até tirar a calcinha e finalmente cair de boca na sua xereca molhada, na qual perdi a noção da hora chupando.
Raíssa levantou, me pegou pela mão e me levou até um dos quartos com cama de casal, onde vivi uma das noites mais inesquecíveis da vida. Raíssa fodia como se não houvesse amanhã, gemia, gritava, dizia obscenidades, gozava de forma escandalosa, dominava e curtia ser dominada. A visão dela de quatro, das mordidas que dei em sua bunda, das linguadas no seu cu, nunca me saíram da cabeça durante todos esses anos. Transamos madrugada adentro e ao acordarmos pela manhã.
Terminado o final de semana, voltei à rotina. Raíssa retornou de férias uns dias depois e continuamos próximos, porém nunca mais saímos nem fomos pra cama. Passado mais um tempo, ela foi promovida e passou a ocupar um cargo na diretoria onde atuava o chefe com quem tinha um caso, por influência dele, segundo ouvi dizer, sendo transferida posteriormente para um outro prédio, num período de reformulação da empresa. Assim, acabamos não mantendo o contato direto, que se perdeu de vez a partir do momento em que eu saí da companhia, tempos depois.
A vida prosseguiu e não mais soube de Raíssa. Nunca me esqueci dos beijos dela, do gosto dela, da visão dos peitos mais lindos que conheci, do cheiro do meio das suas pernas, do seu jeito de foder e gozar, de como pirava ao ter os cabelos puxados, levar tapas na bunda e ser chamada de puta, vadia, piranha, vagabunda. Da visão dela cavalgando em mim, oferecendo seus seios à minha boca. Ou simplesmente dormindo nua ao meu lado. Se houve um único arrependimento da minha parte, foi não tê-la fodido no pelo e experimentar a sensação natural de inundar sua xoxota sedenta por sexo.
Não sei por onde Raíssa anda hoje, como está sua vida, onde mora, o que faz. Espero que ela esteja bem e seja feliz. Como eu certamente fui naqueles dias longínquos.
Nos conhecemos na empresa onde entrei como estagiário, sendo ela funcionária e designada minha supervisora. Raíssa tinha só 5 anos mais do que eu, porém, mesmo sendo ainda muito nova, já era bem experiente. Mãe solo, saíra de casa cedo pra morar sozinha, se formou na faculdade, trabalhou em outros empregos, casou, separou. De personalidade forte, não levava desaforo pra casa, falava alto, fumava, se vestia com roupas provocantes, gostava de sair pra se divertir e mantinha um caso aberto com um homem casado, um dos diretores de outro departamento da companhia.
Magra, corpo bonito, olhos claros, cabelos e unhas sempre bem cuidados e dona de peitos empinados que eram a sua marca registrada, ainda mais realçados pelas blusas decotadas que usava com frequência, fazia o estilo que atiçava a imaginação de quem a conhecia. Diante desse perfil, óbvio que me senti sexualmente atraído de súbito. Todavia, não foram só os atributos físicos dela que me chamaram atenção. Enquanto eu aprendia o serviço, me impressionaram também a sua competência, inteligência, cultura e, sobretudo, paciência com meus erros de iniciante.
Com o passar do tempo, nossa relação profissional foi migrando devagar para uma proximidade mais pessoal e, após minha efetivação, isso se consolidou. Nos encontrávamos na copa pra tomar um café rápido, saíamos pra almoçar de vez em quando, almoçávamos no refeitório quando ela levava marmita, já que eu era duro e não tinha grana pra comer em restaurante todo dia. Gostávamos de conversar sobre interesses em comum, como filmes, séries, músicas, livros, futebol (torcemos pro mesmo time), etc e também um pouco sobre nossas vidas privadas.
Então um dia Raíssa me chamou pra ir ao cinema, sem segundas intenções, apenas como amigos, porque era só assim que ela me via, pelo menos eu achava isso, embora tivesse expectativas sobre rolar algo entre nós. Fomos e depois de terminar a sessão, eu de fato estava certo, pois nada além de um lanche realmente aconteceu. Na volta pra casa pegamos um táxi, ela desceu primeiro (imaginei que talvez fosse me chamar pra entrar e me frustrei de novo) e eu segui meio desapontado, confesso.
Depois disso, saímos mais duas vezes, uma pra comer uma pizza e a outra pra irmos a um show, nessa última ocasião também estando presente uma outra amiga dela e tudo continuou no zero a zero. Tudo bem, a vida é assim, paciência, eu pensava. E, verdade seja dita, à parte o tesão, eu realmente apreciava a companhia agradável e animada de Raíssa.
Até que ela me surpreendeu me chamando pra ir ao cinema de novo, do nada, dessa vez numa terça-feira morta. E já sem expectativa alguma, no meio da sessão, Raíssa me tascou um daqueles beijos cinematográficos que parecem sugar todas as forças vitais do indivíduo. Demos uns amassos de respeito ali mesmo, aproveitando a sala noturna quase vazia, contudo ela não quis seguir adiante quando eu propus irmos a um motel perto. Encerrou o assunto dizendo que estava pensando em fazer um queijos e vinhos em casa num final de semana e me chamar pra ir lá.
O queijos e vinhos infelizmente não rolou e semanas se passaram sem sairmos outra vez. Aí vieram as férias de Raíssa no meio do ano, período em que continuamos em contato por mensagens no celular. Me contou que passaria uns dias sozinha no apartamento de uma tia em Cabo Frio, pois a filha, também de férias, ficaria um tempo com o pai. E enquanto eu trabalhava numa sexta-feira, recebo um SMS dela (whatsapp da época), dizendo que adoraria que eu estivesse lá com ela. Nem preciso falar que contei meus caraminguás na hora, corri pra rodoviária à noite (internet era coisa futurista ainda), comprei uma passagem pro sábado de manhã bem cedo, enfiei duas mudas de roupa na mochila e parti pra Região dos Lagos.
Chegando lá, deixei minhas coisas no apartamento, cujo prédio ficava em frente ao mar, vesti a sunga e fomos logo pra praia aproveitar o dia bonito. Foi aí que tive uma surpresa inesperada. Por baixo da canga, Raíssa usava o biquíni mais indecente que eu já eu vi na vida, cujo tamanho parecia ser três vezes menor do que a medida dela. Quase não cobria os peitos perfeitos e, na parte de baixo, a bunda empinada estava praticamente de fora, com apenas um fio mínimo cobrindo o necessário na frente, escondendo por muito pouco sua boceta depilada.
Perante a visão, lógico que meu pau ficou duro de imediato, enquanto Raíssa agia naturalmente, parecendo não se importar com tudo que mostrava (ao contrário, ela amava se mostrar) e me pedindo pra lhe passar protetor solar. Tentei disfarçar a ereção dando um mergulho e, após uns minutos na água gelada, o sangue voltou a circular de forma normal em mim. Evidente que vê-la naqueles trajes tornou constante o processo da paudurescência, contudo, não havia o que fazer. Tendo ela se bronzeado um pouco, fomos pra água juntos e por iniciativa dela (sempre), nos pegamos com vontade, para escândalo dos banhistas presentes. Beijos vorazes, chupões, sarradas, minhas mãos nos peitos e na bunda dela (tentei colocar um dedo na boceta, mas ela não deixou). Saí do mar com o pau na testa.
Terminada a praia, fomos almoçar e batemos perna pela cidade até a noite. Em casa, tomamos banho (não juntos) e fomos ver um filme deitados no sofá. Logo começamos a nos beijar, ela subiu no meu colo, eu tirei sua blusa e tive pela primeira vez acesso total aos seus peitos lindos, que lambi e chupei com vontade. A seguir desci beijando e lambendo sua barriga, as pernas, as coxas, subindo de novo e passando pela virilha, até tirar a calcinha e finalmente cair de boca na sua xereca molhada, na qual perdi a noção da hora chupando.
Raíssa levantou, me pegou pela mão e me levou até um dos quartos com cama de casal, onde vivi uma das noites mais inesquecíveis da vida. Raíssa fodia como se não houvesse amanhã, gemia, gritava, dizia obscenidades, gozava de forma escandalosa, dominava e curtia ser dominada. A visão dela de quatro, das mordidas que dei em sua bunda, das linguadas no seu cu, nunca me saíram da cabeça durante todos esses anos. Transamos madrugada adentro e ao acordarmos pela manhã.
Terminado o final de semana, voltei à rotina. Raíssa retornou de férias uns dias depois e continuamos próximos, porém nunca mais saímos nem fomos pra cama. Passado mais um tempo, ela foi promovida e passou a ocupar um cargo na diretoria onde atuava o chefe com quem tinha um caso, por influência dele, segundo ouvi dizer, sendo transferida posteriormente para um outro prédio, num período de reformulação da empresa. Assim, acabamos não mantendo o contato direto, que se perdeu de vez a partir do momento em que eu saí da companhia, tempos depois.
A vida prosseguiu e não mais soube de Raíssa. Nunca me esqueci dos beijos dela, do gosto dela, da visão dos peitos mais lindos que conheci, do cheiro do meio das suas pernas, do seu jeito de foder e gozar, de como pirava ao ter os cabelos puxados, levar tapas na bunda e ser chamada de puta, vadia, piranha, vagabunda. Da visão dela cavalgando em mim, oferecendo seus seios à minha boca. Ou simplesmente dormindo nua ao meu lado. Se houve um único arrependimento da minha parte, foi não tê-la fodido no pelo e experimentar a sensação natural de inundar sua xoxota sedenta por sexo.
Não sei por onde Raíssa anda hoje, como está sua vida, onde mora, o que faz. Espero que ela esteja bem e seja feliz. Como eu certamente fui naqueles dias longínquos.