Quando Nanda tinha anunciado que ia parar, tentei marcar uma despedida com ela, mas dei azar e as agendas não bateram. Algumas semanas depois, recebo uma mensagem de um número desconhecido: "Oi, Noel!". Perguntei quem era. A resposta: "Sou eu, Nanda!".
Ela estava usando outro número para atender em off durante a pseudo aposentadoria (voltou brevemente às atividades do meretricio poucos meses depois) e entrou em contato pra saber se ainda queria revê-la. Só fiquei confuso se era despedida, retorno ou estreia, mas foda-se. Marcamos.
Chega o dia, me dirijo ao RB185, onde ela atendia provisoriamente com marcação prévia, ela me passa o número do apê e subo. Nanda me recebe trajando um robe, me dá um beijo delicioso e me leva até o quarto. O local é um privê bem bacana, quartos individuais com banheiro de blindex dentro, parecidos com os da Dudas Massagens, mas um pouco maiores. Recebo a toalha e vou me lavar. Ao sair, ela já tinha tirado o robe e estava deitada me aguardando, usando um conjunto de lingerie preta que mal escondia sua partes pudendas. Dá um tesão fudido só de lembrar.
Me deito ao seu lado e nos beijamos enquanto as mãos faziam passeios pelo corpo um do outro: eu apertava sua bunda e ela massageava Rudolph, cada vez mais indócil. Tiro seu sutiã, libertando seus seios e, literalmente, caio de boca neles, me esbaldando em ambos. Vou beijando sua barriga, tiro sua calcinha e mergulho entre suas pernas chupando sua xota como quem encontra um oásis depois de peregrinar no deserto. Ela geme, se contorce, rebola o quadril, me puxa pelos cabelos e goza, mas pede para eu continuar. Me lambuzei mais ainda nela, que, depois de poucos minutos, começa a gemer de novo e tremer as pernas até gozar de novo aos gritos.
Me puxa pra perto e nos beijamos de novo. Ela parecia voraz, sedenta. Girou o corpo pra ficar por cima ade mim e desce pra começar seu famoso oral. Quem provou, sabe muito bem do que tô falando. Sua chupada tinha a mesma voracidade dos beijos de momentos antes. Resisti bem até que ela própria decide parar, coloca o gorro de látex em Rudolph e senta sem piedade. Quicava e me beijava num ritmo quase coreográfico. Peço para mudar e fomos para um PPMM onde, logo em seguida, ela entrelaça as pernas por trás de mim, que melhorou o encaixe de uma forma absurda. Ela sempre buscando beijar e eu correspondia de imediato.
Fiquei um tempinho e solicito uma nova troca de posições para o Gran Finale: de quatro na beira da cama. Nanda se posiciona, ajeito meu companheiro de aventuras dentro dela e começo o vai-e-vem. Óbvio que a visão daquela bunda fenomenal acabou com qualquer chance de ir além de poucos minutos, então preencho o preservativo.
Ficamos de papo e beijos enquanto o tempo não encerrava. Tomamos banho, nos vestimos e, como ela não ia atender ninguém em seguida, saímos dali e fomos beber e continuar a prosa.