LIS MULATA - CENTRO
Enviado: Sex Out 09, 2026 9:45 pm
VENDENDO GARRAFAS VAZIAS NA VENDA DA ESQUINA
A ocasião fez o ladrão. Não estava nos planos mais um enrosco dentro de um mês que, para mim, pareceu ser o mais novo "Agosto". Vagaroso, desconfiei que acordaria descobrindo que agora ele teria 32 dias — o bug da década.
Observava a Lis há um tempo. Lia os relatos e seu nome subia a cada dia na lista deste pobre, infeliz e devedor de 14 meses de aluguel. Sua escolha de exibir o rosto catapultou sua condição, e o aviso de encerramento de uma promoção praticamente convocou-me aos seus aposentos. É difícil, independente do mês, ter um "qualquer" no bolso para gastar na putaria em pleno dia 28. Não vou pedir perdão pelo trocadilho; sou fã confesso deles. Naquela altura do campeonato, nem mais Lis disponível eu tinha para pegar essa mulata. O jeito foi vender garrafas vazias na venda da esquina para conseguir juntar a importância.
Enviei uma mensagem no WhatsApp dela perguntando sobre a sua disponibilidade dentro da semana e, por sorte, consegui um horário no dia seguinte. Ela usou uma mensagem automática para responder à primeira abordagem, mas não demorou a preencher o questionário assim que tomou a frente do celular. Confirmados o preço, o tempo e o local da sacanagem, restava aguardar o momento.
Seu território sexual localizava-se na RB156, no Edifício Central, apelidado por muitos de "Matrix". Estreante, finalmente soube o porquê da alcunha. Feito o caminho pela estrada de ferro, cheguei inclusive adiantado ao endereço. No aludido dia, não foi preciso identificação e tampouco cadastro. Iniciava bem o tour pelo prédio. O elevador vazio subiu com uma velocidade impressionante, quase um trem-bala vertical.
Recebi o número do apartamento, toquei a campainha e fui recebido por uma das outras meninas do local, dizendo que a Lis já vinha me atender. A garota direcionou-me a uma das clausuras do recinto, até que fui surpreendido com a porta se abrindo, revelando uma mulata mais do que bonita: bem-feita e formosa. Lis era um altar capaz de converter qualquer ateu, agnóstico ou pessoa descrente. A mais bela foto tirada, o melhor ensaio, não chegava perto de exprimir sua divindade presencial. De jaleco semiaberto, tranças amarradas e um sorriso no rosto, recebeu-me com um beijo na bochecha e fez as honras da casa, realizando as perguntas protocolares sobre água e banho, e ambos foram aceitos.
Asseado, retornei ao quarto acompanhado da moça que, na sequência, me deixou só, a fim de se preparar no cômodo ao lado. Passados alguns minutos, ela retornou e já veio se inclinando para me entregar maravilhosos beijos de língua. Donzela apressada! Não havia nem dado tempo de desligar o celular pra ficar longe por um tempo das ligações dos credores. Percebendo que já havia me dado bem, pedi licença para tal coisa, como também para entregar seu cachê, explicando que era necessário, pois devia vários meses de aluguel e o toque do aparelho poderia nos atrapalhar.
— Ah, seu caloteiro! Eu não ia te cobrar o programa adiantado não, mas acho melhor me pagar agora mesmo! Safado! — Lis pronunciou aos risos, e ali já estabelecemos um clima para lá de descontraído. Com a grana da venda das garrafas vazias na mão, a dama insistiu dizendo que não era preciso, mas fiz questão de entregá-la, ainda que ela argumentasse que era besteira da minha parte e brincadeira da dela. Na época, estava preferindo assim.
Lis então se libertou do jaleco e também da parte de cima da lingerie preta que usava. Seios médios e firmes, com aréolas que aguçavam a vontade de chupar, couberam na boca com perfeição. Fogosa, pareceu querer me nocautear no soar do sino. Lis não sabia quem eu era, mas, dado o seu primeiro ataque, manipulando e lambendo meus mamilos, desconfiei que ela tinha informações privilegiadas. Acoado, comecei a xingá-la com esses palavrões que às vezes proferimos na cama, e ela, entrando no jogo e xingando de volta, revelou sentir tesão e curtir aquilo.
Na sequência, recebi sinal verde para, além de xingar, desferir tapas e apertões naquele corpo que era quase um templo. Virei o jogo e passei a me fartar de mamar naqueles peitos de novo. Gemidos e palavrões eram proferidos a quem quisesse ouvir. Lis se entregou àquilo roçando suas coxas nas minhas, apertando minhas costas e devolvendo os tapas que recebia. Guiei minha boca e nariz pelo pescoço, sovaco, orelhas, braços e barriga da safada, que fechava os olhos e mordia o beiço como se sentisse tesão com aquele passear.
Foi então que, vivo na beleza quente da mulata, tirei a última parte da lingerie e passei a contemplar e degustar sua "Flor de Lis". Uma flor formosa, cheirosa e vaidosa, para não dizer impecável. Grelinho saltitante e alguns pelos em volta bem aparados; uma xereca que me fez perder a noção do tempo enquanto provava. Trabalhei a língua e Lis não demorou a entrar em processo de derretimento na minha boca.
— Que língua desgraçada de gostosa! Vai, caralho! Continua! Puta que pariu, seu filho da puta! Não pare! Cachorro, safado! Você tem que vir aqui todo dia para me chupar assim! — eram algumas das frases ditas por ela. A gostosa remexia o quadril e buscava algo em que se agarrar em meio àquele oral. Senti sua voz embargando como quem estava prestes a chorar, o ventre dilatando e a respiração cada vez mais ofegante. Eu não estava ali para desobedecer e continuei minha função até ter a boca inundada pelo seu gozo.
Mais calma, recebi alguns elogios e logo voltamos aos beijos que, novamente destaco, estavam maravilhosos. Após, tive a cueca arrancada e uma garganta profunda foi iniciada. Prendi a cabeça dela e fiz sua boca de xota no movimento de vai e vem. Lis dava breves linguadas nas laterais do membro, acarretando choques leves na região, o que me fez pressentir o perigo e o caos de gozar precocemente naquela boca. Sugeri que a safada vestisse meu cacete com a "camisinha de retardado" — como ela bem classificou — e era hora do combate mais intenso.
Deitado na cama, observei a devassa se posicionar na cavalgada invertida, forneando o vulgar na fogueira que tinha entre as pernas. Quente, caso não existisse a química no apetrecho, duvido que eu suportaria três sentadas. O traseiro voluptuoso, subindo e descendo com aquela marquinha de biquíni, chamou para um verdadeiro desafio. Lis quicava e pedia mais e mais tapas. Aguentei por quase um minuto, que mais pareceu uma eternidade. Pedi para lamber o cu dela num misto de prazer e sobrevivência, e a vadia não se fez de difícil. Sentou na minha cara e aproveitou para descer num 69 que não durou muito.
Quis linguar aquele cu numa posição mais confortável e assim o fiz. Apliquei um beijo grego com ela de quatro até não aguentar de vontade de possuí-la novamente. O ato seguiu e alternamos várias posições: comi a Lis no papai-mamãe, de lado, frango assado, quatro e até uma posição que eu desconhecia... Em todas elas rolavam tapas, "ofensas" e pedidos por mais, sem faltar risadas e disposição de ambas as partes. Julgando o tamanho do relato, não me estenderei detalhando cada parte. Em suma, o que posso dizer é que foi um dos sexos mais duradouros e, principalmente, sem deixar de ser prazeroso, da minha vida libertina. A piroca não desceu nem nos inúmeros momentos de descontração. Transamos rindo, rolaram provocações mútuas e também era nítida a vontade entre a gente.
Aproximando-se o fim do tempo, notando a minha dificuldade de finalizar, sugeri fazê-la gozar de novo no oral, mas ela preferiu não deixar acontecer. Admitiu que isso poderia "acabar" com a noite e o dia seguinte dela e, a contragosto, precisei interromper o que havia começado. Nisto, começamos a pensar em conjunto numa maneira de me fazer jogar o leite fora. Como não sou adepto da prática de gozar na punheta, perguntei se havia restrição de lugar, tendo como resposta a seguinte:
— Só não goza no meu olho, porra! Kkk!
Mais ciente, pedi para despejar o elixir da vida na sua boquinha, iniciando uma bronha com o pau já bem próximo dela. Seus lábios macios às vezes vinham de encontro e auxiliavam na técnica. Quando senti o gozo chegando, Lis notou e prontamente abriu a mandíbula para receber tudo, não deixando uma gota sequer cair no colchão. Tirei a pica praticamente limpa daquela urna e assisti ela produzir uma espécie de bochecho com meus herdeiros. Terminou mostrando todo o conteúdo e conferindo a quantidade no reflexo do espelho ao lado da cama, antes de se levantar para descartar.
Extasiado, limpei qualquer resquício possível com lenço umedecido e iniciei os preparativos para a hora mais triste. Lis voltou do descarte e perguntou o porquê de tanta pressa enquanto eu me arrumava. Encontrando abertura após ela ter confidenciado que aquele seria seu último programa no dia, emendamos um papo bacana (sem abusar do tempo), que com certeza não terminaria ali. Prestes a sair, ofereceu-me um golinho de café que, sem necessidade alguma de acompanhamento, foi aceito. Há quem goste dele com bolo, mas meu paladar sempre teve predileção pelo acre. Diabético, além de me fazer mal, muito açúcar me enjoa. Fora que bolo de GP não é coisa do meu agrado. Por fim, aproveitei para manifestar meu desejo de levá-la para casa e comê-la todos os dias, antes de mais beijos e amassos na saída.
Escureceu e pareceu que todos os labutadores do prédio combinaram de sair no mesmo horário. A espera pelo elevador foi leve, graças ao que havia acontecido há pouco. Passados alguns minutos, tomei o meu espaço, desci os andares do portentoso edifício e ganhei as ruas do centro até a estação mais próxima. Realizado, voltei para casa com a certeza de que a venda das garrafas vazias havia me proporcionado um negócião.
TD ocorrido há dois anos. Na época custou 130 reais a hora.
Agradeço a quem leu, abraço e até a próxima!
A ocasião fez o ladrão. Não estava nos planos mais um enrosco dentro de um mês que, para mim, pareceu ser o mais novo "Agosto". Vagaroso, desconfiei que acordaria descobrindo que agora ele teria 32 dias — o bug da década.
Observava a Lis há um tempo. Lia os relatos e seu nome subia a cada dia na lista deste pobre, infeliz e devedor de 14 meses de aluguel. Sua escolha de exibir o rosto catapultou sua condição, e o aviso de encerramento de uma promoção praticamente convocou-me aos seus aposentos. É difícil, independente do mês, ter um "qualquer" no bolso para gastar na putaria em pleno dia 28. Não vou pedir perdão pelo trocadilho; sou fã confesso deles. Naquela altura do campeonato, nem mais Lis disponível eu tinha para pegar essa mulata. O jeito foi vender garrafas vazias na venda da esquina para conseguir juntar a importância.
Enviei uma mensagem no WhatsApp dela perguntando sobre a sua disponibilidade dentro da semana e, por sorte, consegui um horário no dia seguinte. Ela usou uma mensagem automática para responder à primeira abordagem, mas não demorou a preencher o questionário assim que tomou a frente do celular. Confirmados o preço, o tempo e o local da sacanagem, restava aguardar o momento.
Seu território sexual localizava-se na RB156, no Edifício Central, apelidado por muitos de "Matrix". Estreante, finalmente soube o porquê da alcunha. Feito o caminho pela estrada de ferro, cheguei inclusive adiantado ao endereço. No aludido dia, não foi preciso identificação e tampouco cadastro. Iniciava bem o tour pelo prédio. O elevador vazio subiu com uma velocidade impressionante, quase um trem-bala vertical.
Recebi o número do apartamento, toquei a campainha e fui recebido por uma das outras meninas do local, dizendo que a Lis já vinha me atender. A garota direcionou-me a uma das clausuras do recinto, até que fui surpreendido com a porta se abrindo, revelando uma mulata mais do que bonita: bem-feita e formosa. Lis era um altar capaz de converter qualquer ateu, agnóstico ou pessoa descrente. A mais bela foto tirada, o melhor ensaio, não chegava perto de exprimir sua divindade presencial. De jaleco semiaberto, tranças amarradas e um sorriso no rosto, recebeu-me com um beijo na bochecha e fez as honras da casa, realizando as perguntas protocolares sobre água e banho, e ambos foram aceitos.
Asseado, retornei ao quarto acompanhado da moça que, na sequência, me deixou só, a fim de se preparar no cômodo ao lado. Passados alguns minutos, ela retornou e já veio se inclinando para me entregar maravilhosos beijos de língua. Donzela apressada! Não havia nem dado tempo de desligar o celular pra ficar longe por um tempo das ligações dos credores. Percebendo que já havia me dado bem, pedi licença para tal coisa, como também para entregar seu cachê, explicando que era necessário, pois devia vários meses de aluguel e o toque do aparelho poderia nos atrapalhar.
— Ah, seu caloteiro! Eu não ia te cobrar o programa adiantado não, mas acho melhor me pagar agora mesmo! Safado! — Lis pronunciou aos risos, e ali já estabelecemos um clima para lá de descontraído. Com a grana da venda das garrafas vazias na mão, a dama insistiu dizendo que não era preciso, mas fiz questão de entregá-la, ainda que ela argumentasse que era besteira da minha parte e brincadeira da dela. Na época, estava preferindo assim.
Lis então se libertou do jaleco e também da parte de cima da lingerie preta que usava. Seios médios e firmes, com aréolas que aguçavam a vontade de chupar, couberam na boca com perfeição. Fogosa, pareceu querer me nocautear no soar do sino. Lis não sabia quem eu era, mas, dado o seu primeiro ataque, manipulando e lambendo meus mamilos, desconfiei que ela tinha informações privilegiadas. Acoado, comecei a xingá-la com esses palavrões que às vezes proferimos na cama, e ela, entrando no jogo e xingando de volta, revelou sentir tesão e curtir aquilo.
Na sequência, recebi sinal verde para, além de xingar, desferir tapas e apertões naquele corpo que era quase um templo. Virei o jogo e passei a me fartar de mamar naqueles peitos de novo. Gemidos e palavrões eram proferidos a quem quisesse ouvir. Lis se entregou àquilo roçando suas coxas nas minhas, apertando minhas costas e devolvendo os tapas que recebia. Guiei minha boca e nariz pelo pescoço, sovaco, orelhas, braços e barriga da safada, que fechava os olhos e mordia o beiço como se sentisse tesão com aquele passear.
Foi então que, vivo na beleza quente da mulata, tirei a última parte da lingerie e passei a contemplar e degustar sua "Flor de Lis". Uma flor formosa, cheirosa e vaidosa, para não dizer impecável. Grelinho saltitante e alguns pelos em volta bem aparados; uma xereca que me fez perder a noção do tempo enquanto provava. Trabalhei a língua e Lis não demorou a entrar em processo de derretimento na minha boca.
— Que língua desgraçada de gostosa! Vai, caralho! Continua! Puta que pariu, seu filho da puta! Não pare! Cachorro, safado! Você tem que vir aqui todo dia para me chupar assim! — eram algumas das frases ditas por ela. A gostosa remexia o quadril e buscava algo em que se agarrar em meio àquele oral. Senti sua voz embargando como quem estava prestes a chorar, o ventre dilatando e a respiração cada vez mais ofegante. Eu não estava ali para desobedecer e continuei minha função até ter a boca inundada pelo seu gozo.
Mais calma, recebi alguns elogios e logo voltamos aos beijos que, novamente destaco, estavam maravilhosos. Após, tive a cueca arrancada e uma garganta profunda foi iniciada. Prendi a cabeça dela e fiz sua boca de xota no movimento de vai e vem. Lis dava breves linguadas nas laterais do membro, acarretando choques leves na região, o que me fez pressentir o perigo e o caos de gozar precocemente naquela boca. Sugeri que a safada vestisse meu cacete com a "camisinha de retardado" — como ela bem classificou — e era hora do combate mais intenso.
Deitado na cama, observei a devassa se posicionar na cavalgada invertida, forneando o vulgar na fogueira que tinha entre as pernas. Quente, caso não existisse a química no apetrecho, duvido que eu suportaria três sentadas. O traseiro voluptuoso, subindo e descendo com aquela marquinha de biquíni, chamou para um verdadeiro desafio. Lis quicava e pedia mais e mais tapas. Aguentei por quase um minuto, que mais pareceu uma eternidade. Pedi para lamber o cu dela num misto de prazer e sobrevivência, e a vadia não se fez de difícil. Sentou na minha cara e aproveitou para descer num 69 que não durou muito.
Quis linguar aquele cu numa posição mais confortável e assim o fiz. Apliquei um beijo grego com ela de quatro até não aguentar de vontade de possuí-la novamente. O ato seguiu e alternamos várias posições: comi a Lis no papai-mamãe, de lado, frango assado, quatro e até uma posição que eu desconhecia... Em todas elas rolavam tapas, "ofensas" e pedidos por mais, sem faltar risadas e disposição de ambas as partes. Julgando o tamanho do relato, não me estenderei detalhando cada parte. Em suma, o que posso dizer é que foi um dos sexos mais duradouros e, principalmente, sem deixar de ser prazeroso, da minha vida libertina. A piroca não desceu nem nos inúmeros momentos de descontração. Transamos rindo, rolaram provocações mútuas e também era nítida a vontade entre a gente.
Aproximando-se o fim do tempo, notando a minha dificuldade de finalizar, sugeri fazê-la gozar de novo no oral, mas ela preferiu não deixar acontecer. Admitiu que isso poderia "acabar" com a noite e o dia seguinte dela e, a contragosto, precisei interromper o que havia começado. Nisto, começamos a pensar em conjunto numa maneira de me fazer jogar o leite fora. Como não sou adepto da prática de gozar na punheta, perguntei se havia restrição de lugar, tendo como resposta a seguinte:
— Só não goza no meu olho, porra! Kkk!
Mais ciente, pedi para despejar o elixir da vida na sua boquinha, iniciando uma bronha com o pau já bem próximo dela. Seus lábios macios às vezes vinham de encontro e auxiliavam na técnica. Quando senti o gozo chegando, Lis notou e prontamente abriu a mandíbula para receber tudo, não deixando uma gota sequer cair no colchão. Tirei a pica praticamente limpa daquela urna e assisti ela produzir uma espécie de bochecho com meus herdeiros. Terminou mostrando todo o conteúdo e conferindo a quantidade no reflexo do espelho ao lado da cama, antes de se levantar para descartar.
Extasiado, limpei qualquer resquício possível com lenço umedecido e iniciei os preparativos para a hora mais triste. Lis voltou do descarte e perguntou o porquê de tanta pressa enquanto eu me arrumava. Encontrando abertura após ela ter confidenciado que aquele seria seu último programa no dia, emendamos um papo bacana (sem abusar do tempo), que com certeza não terminaria ali. Prestes a sair, ofereceu-me um golinho de café que, sem necessidade alguma de acompanhamento, foi aceito. Há quem goste dele com bolo, mas meu paladar sempre teve predileção pelo acre. Diabético, além de me fazer mal, muito açúcar me enjoa. Fora que bolo de GP não é coisa do meu agrado. Por fim, aproveitei para manifestar meu desejo de levá-la para casa e comê-la todos os dias, antes de mais beijos e amassos na saída.
Escureceu e pareceu que todos os labutadores do prédio combinaram de sair no mesmo horário. A espera pelo elevador foi leve, graças ao que havia acontecido há pouco. Passados alguns minutos, tomei o meu espaço, desci os andares do portentoso edifício e ganhei as ruas do centro até a estação mais próxima. Realizado, voltei para casa com a certeza de que a venda das garrafas vazias havia me proporcionado um negócião.
TD ocorrido há dois anos. Na época custou 130 reais a hora.
Agradeço a quem leu, abraço e até a próxima!