ANINHA - SULACAP
Enviado: Sáb Nov 07, 2026 12:20 am
NÃO TE DISSERAM? NÃO TE CONTARAM?
Evangelho significa boas-novas ou boa notícia. A palavra vem do termo grego euangelion, formado por eu (bom) e angelion (mensagem).
Provar dezenas de mulheres é uma das vantagens do libertino por acaso. Algumas vezes se aproveitando da dica de confrades, em outras assumindo o risco do total desconhecido, nem sempre a satisfação é garantida. Contudo, como quem fora apresentado às boas-novas, escrevo esse relato para a confraria, tomado de alegria.
Estava há cerca de dois meses em conversações com a Aninha. Apesar de mais acessível geograficamente, nas duas vezes anteriores que a abordei, as agendas não bateram. Educada, simpática, atenciosa, não lembra em nada algumas GPs que parecem já ter um milhão ou mais de dólares rendendo nos bancos. Marcamos, e no decorrer do dia precisei solicitar uma mudança no horário, pois não consegui terminar os trabalhos no tempo que eu imaginava. Para a minha grande sorte, houve disponibilidade e fé por parte dela.
Peguei meu velho carro popular que, por enquanto, me leva até onde preciso, e fui ao seu encontro. O local é uma casa antiga, mas bem limpa e organizada, com vários quartos, a qual ela divide com algumas meninas, às margens da Transolímpica. Achei o lugar tranquilo, de fácil acesso e com espaço para estacionar. Fui recebido por ela mesma no portão, vestida confortavelmente com roupas de usar em casa que já destacavam um corpo monumental.
Ana é uma morena beirando os 40, de estatura mediana, beleza singular e uma forma impecável. Cabelos negros encaracolados, sarada, seios pequenos e bumbum que é uma obra de arte, quando me disse que não malhava com regularidade, vi-me obrigado a chamá-la de espetáculo da natureza. Além da beleza, o sorriso, o carisma, a graça e o perfume unem-se a tantos predicados que a única coisa que tive a lamentar quando estive com ela foi o fato de não tê-la conhecido antes. Atônito, confessei que estava presenciando um momento raro, onde as minhas expectativas haviam sido superadas. A situação incomum de ter uma mulher mais bonita ao vivo do que nas fotos não poderia deixar de ser comentada.
Fui dirigido ao banheiro para realizar a higiene, recebendo uma toalha limpa, cheirosa e não ensacada. Quando retorno ao quarto, a dama pede gentilmente o pagamento adiantado e assim o faço após conectar ao Wi-Fi da casa. O sinal das minhas duas operadoras não estava dos melhores, e esse é até um adendo para a moça adotar o padrão de pedir o valor antes do enrosco. De banho tomado e transferência realizada, nada mais podia conter a minha vontade de me atracar com ela no quartinho a meia-luz.
Iniciamos de pé na frente da cama e fui novamente surpreendido. Deliciosos beijos de língua abriram alas para um atendimento de alta entrega. Não demorou a tirar o shortinho e exibir o belíssimo par de coxas bem torneadas para me ver salivando. Joguei-a na cama e fiquei face a face com todo aquele banquete, sem saber o que fazer nem por onde começar. Aninha é meio elétrica e carrega iniciativa tanto nos lábios quanto nas mãos. Logo fica totalmente pelada e eu, com o tesão a mil, passei a duvidar da minha capacidade de dar conta do recado. O pau prestes a explodir naquela preliminar cheia de beijos, cheiros e amassos, gritava por socorro.
Ela diz que tem vontade de me apertar por inteiro, e eu respondo que o corpo dela só não iria sair dali com diversas mordidas porque carrego um restinho de juízo. Que ela não leia (ou leia) isso, mas decerto me fez virar freguês em poucos minutos. Na deliciosa briga por quem atacava quem com os lábios, a gata experiente se rendeu e foi boazinha comigo. Chupei e lambi frente e verso, cheirei cada poro, alisei, beijei e admirei cada centímetro daquela linda mulher antes de permitir um boquete de quem sabe fazer. Alternando entre punheta, chupadas e linguadas, uma parte de mim queria largar o freio ali. Acabei pedindo arrego e também um tempo para acalmar o ânimo sobrenatural da minha ferramenta.
Deitada ao meu lado, ficou ainda mais interessante. Nem parecia que éramos meros desconhecidos horas atrás. Não faltou assunto na cama e fora dela. Curtindo a companhia um do outro, retomamos a pegação numa transa regada a risos e carinho. Começamos com ela na posição D4, passamos para cavalgada, papai e mamãe, frango assado, de ladinho, de bruços... Variamos muito até retornar para os quatro apoios, onde finalizei jogando leite sobre aquele traseiro divino de marquinha afiada.
Eu, que nem sempre tenho conseguido funcionar mais de uma vez em um período curto, desafiei-a a me ajudar com mais uma, e de novo a entrega dela foi determinante. Os dois dispostos, dizendo o que gostavam na hora da foda, acendiam naturalmente um fogo. Lembrar do quarto quente misturando nossos suores me faz arder de tesão de novo. Com ela montada sobre o meu colo e se inclinando para beijar, não resisti. Cumprir a ideia de gozar nos peitinhos fica para uma próxima. Nada me aborrece.
Volto, e sem demora, pois, de todas as mulheres que desbravei sem referência alguma, essa foi, sem dúvidas, a que mais me impressionou. Não apenas recomendo, como aguardo ansiosamente o TD de vocês com ela aqui.
Agradeço a quem leu, abraço e até a próxima!
Evangelho significa boas-novas ou boa notícia. A palavra vem do termo grego euangelion, formado por eu (bom) e angelion (mensagem).
Provar dezenas de mulheres é uma das vantagens do libertino por acaso. Algumas vezes se aproveitando da dica de confrades, em outras assumindo o risco do total desconhecido, nem sempre a satisfação é garantida. Contudo, como quem fora apresentado às boas-novas, escrevo esse relato para a confraria, tomado de alegria.
Estava há cerca de dois meses em conversações com a Aninha. Apesar de mais acessível geograficamente, nas duas vezes anteriores que a abordei, as agendas não bateram. Educada, simpática, atenciosa, não lembra em nada algumas GPs que parecem já ter um milhão ou mais de dólares rendendo nos bancos. Marcamos, e no decorrer do dia precisei solicitar uma mudança no horário, pois não consegui terminar os trabalhos no tempo que eu imaginava. Para a minha grande sorte, houve disponibilidade e fé por parte dela.
Peguei meu velho carro popular que, por enquanto, me leva até onde preciso, e fui ao seu encontro. O local é uma casa antiga, mas bem limpa e organizada, com vários quartos, a qual ela divide com algumas meninas, às margens da Transolímpica. Achei o lugar tranquilo, de fácil acesso e com espaço para estacionar. Fui recebido por ela mesma no portão, vestida confortavelmente com roupas de usar em casa que já destacavam um corpo monumental.
Ana é uma morena beirando os 40, de estatura mediana, beleza singular e uma forma impecável. Cabelos negros encaracolados, sarada, seios pequenos e bumbum que é uma obra de arte, quando me disse que não malhava com regularidade, vi-me obrigado a chamá-la de espetáculo da natureza. Além da beleza, o sorriso, o carisma, a graça e o perfume unem-se a tantos predicados que a única coisa que tive a lamentar quando estive com ela foi o fato de não tê-la conhecido antes. Atônito, confessei que estava presenciando um momento raro, onde as minhas expectativas haviam sido superadas. A situação incomum de ter uma mulher mais bonita ao vivo do que nas fotos não poderia deixar de ser comentada.
Fui dirigido ao banheiro para realizar a higiene, recebendo uma toalha limpa, cheirosa e não ensacada. Quando retorno ao quarto, a dama pede gentilmente o pagamento adiantado e assim o faço após conectar ao Wi-Fi da casa. O sinal das minhas duas operadoras não estava dos melhores, e esse é até um adendo para a moça adotar o padrão de pedir o valor antes do enrosco. De banho tomado e transferência realizada, nada mais podia conter a minha vontade de me atracar com ela no quartinho a meia-luz.
Iniciamos de pé na frente da cama e fui novamente surpreendido. Deliciosos beijos de língua abriram alas para um atendimento de alta entrega. Não demorou a tirar o shortinho e exibir o belíssimo par de coxas bem torneadas para me ver salivando. Joguei-a na cama e fiquei face a face com todo aquele banquete, sem saber o que fazer nem por onde começar. Aninha é meio elétrica e carrega iniciativa tanto nos lábios quanto nas mãos. Logo fica totalmente pelada e eu, com o tesão a mil, passei a duvidar da minha capacidade de dar conta do recado. O pau prestes a explodir naquela preliminar cheia de beijos, cheiros e amassos, gritava por socorro.
Ela diz que tem vontade de me apertar por inteiro, e eu respondo que o corpo dela só não iria sair dali com diversas mordidas porque carrego um restinho de juízo. Que ela não leia (ou leia) isso, mas decerto me fez virar freguês em poucos minutos. Na deliciosa briga por quem atacava quem com os lábios, a gata experiente se rendeu e foi boazinha comigo. Chupei e lambi frente e verso, cheirei cada poro, alisei, beijei e admirei cada centímetro daquela linda mulher antes de permitir um boquete de quem sabe fazer. Alternando entre punheta, chupadas e linguadas, uma parte de mim queria largar o freio ali. Acabei pedindo arrego e também um tempo para acalmar o ânimo sobrenatural da minha ferramenta.
Deitada ao meu lado, ficou ainda mais interessante. Nem parecia que éramos meros desconhecidos horas atrás. Não faltou assunto na cama e fora dela. Curtindo a companhia um do outro, retomamos a pegação numa transa regada a risos e carinho. Começamos com ela na posição D4, passamos para cavalgada, papai e mamãe, frango assado, de ladinho, de bruços... Variamos muito até retornar para os quatro apoios, onde finalizei jogando leite sobre aquele traseiro divino de marquinha afiada.
Eu, que nem sempre tenho conseguido funcionar mais de uma vez em um período curto, desafiei-a a me ajudar com mais uma, e de novo a entrega dela foi determinante. Os dois dispostos, dizendo o que gostavam na hora da foda, acendiam naturalmente um fogo. Lembrar do quarto quente misturando nossos suores me faz arder de tesão de novo. Com ela montada sobre o meu colo e se inclinando para beijar, não resisti. Cumprir a ideia de gozar nos peitinhos fica para uma próxima. Nada me aborrece.
Volto, e sem demora, pois, de todas as mulheres que desbravei sem referência alguma, essa foi, sem dúvidas, a que mais me impressionou. Não apenas recomendo, como aguardo ansiosamente o TD de vocês com ela aqui.
Agradeço a quem leu, abraço e até a próxima!