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Comemorando mais um aniversário com minha eterna 01, já é uma tradição e esse ano não poderia ser diferente.
Chego ao local e quando ela abre a porta só veio uma palavra em minha mente é UAU! A pequena está gostosa como sempre, aquela raba monumental e aquelas coxas paranormais.
Nos beijamos por um bom tempo e depois fui tomar banho, ao voltar ela já estava nua, UAU!! Deito então na cama e ela vem pra cima e me enche de beijos, ficamos ali namorando por um bom tempo.
Até que ela monta em cima de mim, e namoramos mais, e tomado por um tesão quase transcendental eu entro dentro dela e começamos a meter, ela quica com vontade, as vezes rápido, as vezes devagar e UAU!!!
Ela para de quicar e vem me mamar, nesse momento a alma quase sai do corpo, UAU!!!! Eu senti um tesão que ecoou de dentro do recôncavo da minha alma e ela fez o Black Man from New Iguaçu feliz.
Após a bela mamada eu retribui, mamei os seios dela e desci e quando minhas papilas gustativas tocaram naquela pepeca eu lembrei do motivo dela ser a 01, uma suculência de 2.3 acima da média, UAU.
Chupei ela toda, ela gemeu, gritou e gozou, novamente entrei dentro dela no papai e mamãe, metia dizendo um monte de loucuras pra ela, jurei que não iria demorar mais tanto tempo para a ver.
E depois ela veio de 4, metemos muito e ela jogava a raba pra trás UAU!!!!! aquela raba sendo jogada pra trás é impossível de domar, dei o meu máximo, brincamos gostoso e avisei que queria gozar olhando para ela.
Voltamos ao papai e mamãe e nesse momento foi como se eu ouvisse a voz de vovó Irene dizendo "Meu pequeno Negão, usufrua desta mulher pois é seu aniversário, seja feliz"
Meti,meti e quando sinto o gozo vindo eu senti como se o universo tivessem parado por um momento, e gozei como um animal, urrando e falando o nome dela. UAU!!!!!!
Beijos, resenha, risos, feliz é cabra que é atendido por essa mulher.
Depois dessa foda de aniversário, a minha vida nunca mais será a mesma.
Pelos dias que teremos e as noites de paixão amor
(A Deus eu peço)
Pelos filhos dos meus filhos e os filhos dos seus filhos
(A Deus eu peço)
Que a guerra não derrame o sangue dessa gente inocente
(A Deus eu peço)
Que o mal caia por terra e o bem se faça presente
(A Deus eu peço) (8)
LARA X - (21) 98100-4127 - CENTRO
- Detonador
- Mensagens: 0
- Registrado em: Seg Jul 20, 2026 7:57 pm
LARA X
60 min
200
(21) 98100-4127
Beijo? Sim
Gostou do beijo? Sim
Oral sem capa? Sim
Oral completo? Não sei
Anal? Não
Taxa extra? Não
👍 Positivo
Repeteco? Sim
- Madruguinha
- Indomável
- Indomável
- Mensagens: 6
- Registrado em: Sáb Jul 04, 2026 9:04 pm
Re: LARA X - (21) 98100-4127 - CENTRO
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Beijo? —
Gostou do beijo? —
Oral sem capa? —
Oral completo? —
Anal? —
Taxa extra? —
—
Repeteco? —
Lara é diferente. Poucas são as meninas que te entregam a doce ilusão de que trepariam contigo até a troco de nada. Lara é uma dessas.
"Não há trabalho ruim, o ruim é ter que trabalhar."
- Dante
- Decano
- Decano
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- Registrado em: Dom Jul 05, 2026 1:05 pm
LARA X - (21) 98100-4127 - CENTRO
60 min
200
(21) 98100-4127
Beijo? Sim
Gostou do beijo? Sim
Oral sem capa? Sim
Oral completo? Sim
Anal? —
Taxa extra? —
👍 Positivo
Repeteco? Sim
Acredite, forista sem fé. Deixei o Sucatão num estacionamento subterrâneo, sincronizei meus aparelhos auditivos com o celular, consenti que as batidas da música despertassem meus tímpanos surdos e emergi para o mundo como quem rompe um útero.
UPSIDE DOWN
A tarde carregava nas costas um céu cinzento, pesado, opaco, que trancava nossa visão numa bolha intransponível. Eu avançava com minhas botas pela amplidão das calçadas destruídas e miseráveis da Cinelândia, possuído por uma fome ancestral, pelo desejo irrefreável, pela vontade inadiável de sexo.
Há tempos não entrava no número 37 da Álvaro Alvim. Sofro de uma apatia quase incurável quando se trata de sair com freelancers. Quando escolho alguma, é movido pelo impulso da curiosidade que conduz à exceção. Desenvolvi uma síndrome peculiar: toda vez que uma moça de sala abre a porta, tenho a impressão de encarar uma instrutora de datilografia do curso Remington — e o tesão despenca pela ladeira.
Sou um homem dos anos 80; o clímax da minha juventude pulsou ali. Homens dessa época, especialmente os que atravessaram a vida no celibato, associam o sexo à aventura, não apenas à ejaculação tediosa e infértil. Isso não me impede, porém, de escolher uma freelancer ocasionalmente. Dessa vez, optei pela menina conhecida como Lara X.
*****
Atravessei a portaria sem sequer dar boa tarde ao porteiro, embarquei no elevador e alcancei o sétimo andar. Percorri o labirinto de corredores e encontrei a sala. Toquei a campainha. Como sempre, a porta se abriu sem que ninguém aparecesse — a surpresa costuma morar atrás da porta. Entrei no aposento, e a jovem Lara surgiu com um sorriso que parecia a própria encarnação da luxúria. Não era a cara de uma instrutora de datilografia. O beijo brotou sem pedido, sem aviso, sem defesa. Lábios, línguas, nos embolamos num nó cego que demorou a se desfazer.
Lara é pequena, mas pedaçuda. Bunda grande, com bandas redondas — daria para desenhar ali o mapa-múndi da perdição. Coxas grossas, seios pequenos, corpo firme. Não houve decepção; ao contrário, a ânsia de degustar aquela pequena notável aumentou assim que fiquei diante dela.
Joguei uma água na minha velha carcaça e retornei para o embate.
— Quem é você no fórum? — Lara pergunta.
— Dante. Me chamo Dante — respondo naquele tom insuportável de quem se acha famosinho.
— O Dante que eu conheço é aquele que escreve textos enormes.
Chocado, pensei: no fim, somos todos resumidos a uma caricatura.
*****
Cama feita, nos deitamos. De imediato, saquei meu aparelhinho de eletrochoque e o encostei no clitóris assanhado de Lara. A garota enrijeceu, contorceu-se, gemeu, sussurrou uma língua intraduzível — e gozou de forma estrondosa. Voltei a beijá-la, mamei seus seios; a cada toque ela se encolhia, ainda hipersensível pelo orgasmo anterior.
Fôlego recuperado, ela inverteu o jogo. Subiu sobre o meu tronco, lambeu meu tórax, desceu pela minha avantajada barriga e encontrou meu assustado e combalido pênis. Em um único golpe, engoliu meu pau inteiro — o que, convenhamos, não é tão difícil se falarmos de métrica. Um boquete guloso, incessante, incansável. Lara queria minha seiva, e aquela boca parecia uma serra elétrica determinada a derrubar minha modesta árvore da vida.
À beira de pedir arrego, pedi que Lara viesse por cima novamente. Terreno preparado, ela se encaixou no meu inconstante Pikachu e iniciou a cavalgada das Valquírias. Saltava e descia sobre minha virilha, rebolava, gemia. De vez em quando, Pikachu escapava e era recolocado no cativeiro úmido e quente daquela vagina insaciável. Não deu mais para segurar; explodi num delirium tremens violento.
*****
Fiquei estatelado sobre o colchão por alguns minutos, tão fraco que não conseguia sequer mover os olhos. Lara, ao contrário, seguia disposta e tentou reanimar meu pênis com as mãos. Infelizmente, a cada tentativa, o carcomido Pikachu só demonstrava vontade de fugir dali e pegar o metrô de volta para a bucólica Tijuca. Eu não tinha a menor condição de encarar um segundo tempo. Lara é uma vampira de sêmen.
Conversamos um pouco; tentei fazer a menina esquecer que eu tinha um pênis. O tempo acabou e me despedi com a promessa de repetir o encontro.
*****
Novamente, me vi despejado na paisagem melancólica da Cinelândia, que num passado distante foi referência da Belle Époque. Eu também não era diferente: envelhecido, caminhando sem destino certo, um solteirão convicto, sem filhos ou herdeiros. O crepúsculo começava a despontar, e para um libertino a noite não é escolha — é destino. Sincronizei meus aparelhos auditivos com o celular e deixei que a trilha sonora viesse…
HOT STUFF
Voltei aos anos 80. E, se me perguntassem o meu nome?
— Dante. Me chamam Dante — eu responderia como um personagem que diz ao seu autor que leva uma vida muito mais emocionante que a dele.
UPSIDE DOWN
A tarde carregava nas costas um céu cinzento, pesado, opaco, que trancava nossa visão numa bolha intransponível. Eu avançava com minhas botas pela amplidão das calçadas destruídas e miseráveis da Cinelândia, possuído por uma fome ancestral, pelo desejo irrefreável, pela vontade inadiável de sexo.
Há tempos não entrava no número 37 da Álvaro Alvim. Sofro de uma apatia quase incurável quando se trata de sair com freelancers. Quando escolho alguma, é movido pelo impulso da curiosidade que conduz à exceção. Desenvolvi uma síndrome peculiar: toda vez que uma moça de sala abre a porta, tenho a impressão de encarar uma instrutora de datilografia do curso Remington — e o tesão despenca pela ladeira.
Sou um homem dos anos 80; o clímax da minha juventude pulsou ali. Homens dessa época, especialmente os que atravessaram a vida no celibato, associam o sexo à aventura, não apenas à ejaculação tediosa e infértil. Isso não me impede, porém, de escolher uma freelancer ocasionalmente. Dessa vez, optei pela menina conhecida como Lara X.
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Atravessei a portaria sem sequer dar boa tarde ao porteiro, embarquei no elevador e alcancei o sétimo andar. Percorri o labirinto de corredores e encontrei a sala. Toquei a campainha. Como sempre, a porta se abriu sem que ninguém aparecesse — a surpresa costuma morar atrás da porta. Entrei no aposento, e a jovem Lara surgiu com um sorriso que parecia a própria encarnação da luxúria. Não era a cara de uma instrutora de datilografia. O beijo brotou sem pedido, sem aviso, sem defesa. Lábios, línguas, nos embolamos num nó cego que demorou a se desfazer.
Lara é pequena, mas pedaçuda. Bunda grande, com bandas redondas — daria para desenhar ali o mapa-múndi da perdição. Coxas grossas, seios pequenos, corpo firme. Não houve decepção; ao contrário, a ânsia de degustar aquela pequena notável aumentou assim que fiquei diante dela.
Joguei uma água na minha velha carcaça e retornei para o embate.
— Quem é você no fórum? — Lara pergunta.
— Dante. Me chamo Dante — respondo naquele tom insuportável de quem se acha famosinho.
— O Dante que eu conheço é aquele que escreve textos enormes.
Chocado, pensei: no fim, somos todos resumidos a uma caricatura.
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Cama feita, nos deitamos. De imediato, saquei meu aparelhinho de eletrochoque e o encostei no clitóris assanhado de Lara. A garota enrijeceu, contorceu-se, gemeu, sussurrou uma língua intraduzível — e gozou de forma estrondosa. Voltei a beijá-la, mamei seus seios; a cada toque ela se encolhia, ainda hipersensível pelo orgasmo anterior.
Fôlego recuperado, ela inverteu o jogo. Subiu sobre o meu tronco, lambeu meu tórax, desceu pela minha avantajada barriga e encontrou meu assustado e combalido pênis. Em um único golpe, engoliu meu pau inteiro — o que, convenhamos, não é tão difícil se falarmos de métrica. Um boquete guloso, incessante, incansável. Lara queria minha seiva, e aquela boca parecia uma serra elétrica determinada a derrubar minha modesta árvore da vida.
À beira de pedir arrego, pedi que Lara viesse por cima novamente. Terreno preparado, ela se encaixou no meu inconstante Pikachu e iniciou a cavalgada das Valquírias. Saltava e descia sobre minha virilha, rebolava, gemia. De vez em quando, Pikachu escapava e era recolocado no cativeiro úmido e quente daquela vagina insaciável. Não deu mais para segurar; explodi num delirium tremens violento.
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Fiquei estatelado sobre o colchão por alguns minutos, tão fraco que não conseguia sequer mover os olhos. Lara, ao contrário, seguia disposta e tentou reanimar meu pênis com as mãos. Infelizmente, a cada tentativa, o carcomido Pikachu só demonstrava vontade de fugir dali e pegar o metrô de volta para a bucólica Tijuca. Eu não tinha a menor condição de encarar um segundo tempo. Lara é uma vampira de sêmen.
Conversamos um pouco; tentei fazer a menina esquecer que eu tinha um pênis. O tempo acabou e me despedi com a promessa de repetir o encontro.
*****
Novamente, me vi despejado na paisagem melancólica da Cinelândia, que num passado distante foi referência da Belle Époque. Eu também não era diferente: envelhecido, caminhando sem destino certo, um solteirão convicto, sem filhos ou herdeiros. O crepúsculo começava a despontar, e para um libertino a noite não é escolha — é destino. Sincronizei meus aparelhos auditivos com o celular e deixei que a trilha sonora viesse…
HOT STUFF
Voltei aos anos 80. E, se me perguntassem o meu nome?
— Dante. Me chamam Dante — eu responderia como um personagem que diz ao seu autor que leva uma vida muito mais emocionante que a dele.
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