É QUE A SENHORITA PARECE UM CARRO DE LUXO.
Costumo dizer a mim mesmo que sou um libertino por obra do acaso, por pura falta de opção. Em outros séculos ou em outras civilizações, nem vivo eu estaria para escrever essas crônicas que, para muitos, são cansativas. O eugenismo daria cabo da minha existência antes de eu chegar à vida adulta, antes de ter a classificação necessária para entrar no primeiro inferninho do subúrbio.
Escrevo em um fórum sobre sexo pago tão somente porque aquela a quem dediquei as minhas mais inspiradas poesias preferiu viver uma aventura com quem hoje, provavelmente, nem escrever o nome dela sabe. Por mim, teríamos casado, reproduzido e, a essa altura, talvez até nos divorciado.
Não sou de todo bom, até porque ninguém é, mas é óbvio que eu preferia estar no sossego de uma pousada à beira-mar ou no frio da serra, lendo um livro e espiando por cima dele a face de uma moça que me completa, em dúvida sobre o que iríamos jantar, do que provar uma nova cama, uma nova dama, quando minhas economias permitem. Já tentei o celibato algumas vezes e ele não foi muito com a minha cara. Enquanto não encontro alguém para me embrasar de paixão, recorro a essas belas moças que alugam um amor para eu não viver ou morrer abrasado.
Eu, que não sou muito de repetir, aproveito que a fidelidade e a monogamia não encontraram mercê na minha pessoa para, dos limões, fazer uma limonada, buscando, na maioria das vezes, uma novidade. Contudo, nesse rodízio encontro algumas meninas que entregam um algo a mais, e aí rola o desejo de provar de novo. Essa foi a minha terceira vez com Vicky, ex-Pérola Bittencourt.
Nas duas vezes anteriores, após ótimos atendimentos, saí com a sensação de que uma hora com ela era pouco. Os tempos eram outros, a vida estava mais apertada e eu me via obrigado a ruminar essa vontade. Certa vez, vi uma menina parecida com ela do outro lado da avenida e mandei mensagem perguntando se era ela. Na época, respondeu que não poderia ser, pois estava bem longe e que, inclusive, havia dado um tempo na vida. Mais uma vez o desejo ficava reprimido.
Até que, há alguns meses, começaram os boatos quanto ao seu retorno, porém em terras um pouco distantes. O link com as fotos revelando um upgrade no que já era bem atraente me deixou em hipnose. A confirmação de que volta e meia descia para a capital deixava o nosso reencontro por detalhes. Na primeira oportunidade em que caixa e agendas batessem, iria contactá-la.
Na noite da última sexta-feira, após uma tarde cheia de dores de cabeça para resolver, consegui o que queria há tempos. Marcamos no mausoleico Lips por um período de duas horas, não esperando — e já adiantando à moça — um grande luxo. Dadas outras oportunidades, sempre soube do quão aquém são as suas instalações, mas dessa vez tive a "sorte" de pegar o que julgo ser o pior dos quartos. Apertado, com a cama posicionada ao contrário e sem frigobar. Comparado ao preço e à estrutura de outros motéis, só mesmo a praticidade de ficar muito próximo à saída do metrô para se tornar um atrativo.
Pragmático e romântico que sou, disse a ela que era uma opção do meu agrado, pois estranhamente gosto de viver o pré-enrosco ali próximo, no Bar do Zezé, assistindo à vida passar. Após ontem, creio que vou sair dessa zona de conforto e, se preciso for, deixar de lado esse hábito quando o enrosco tiver que acontecer em algum hotel ou motel no Centro.
Entrei no recinto primeiro e enviei a foto da chave. Vicky, que é excelente na comunicação, avisou que estava pedindo o Uber e, no trajeto, deu a estimativa em minutos.
Quando entrou no quarto, pude ver, agora ao vivo, o quanto o tempo fez bem a ela. Não bastassem a pele bronzeada, o par de coxas e a bunda dentro de uma calça que seu corpo valorizava, o bom astral, uma das suas marcas registradas, estava presente. Foi ela entrar e qualquer dor de cabeça literal (que também me acometia no dia) ou figurada sumiu, evaporou. Piadas internas sobre o excesso de bagagens que ela trazia são feitas e logo damos vazão aos primeiros beijos.
A gostosa beija com vontade; tem iniciativa, fogo e língua. Não se restringe aos lábios, avança também por tórax, pescoço, ombro e braços. Quando fica só de lingerie, apresenta um delicioso cardápio cheio de curvas que me deixam em dúvida por onde começar. Um espetáculo de frente, uma paisagem de costas; pecado é julgar quem cobiça essa mulher por pelo menos alguns segundos.
Instantaneamente deixando-me rígido, iniciou um boquete que não pude deixar durar muito tempo. Trocamos de posição e, após chupar seus peitinhos, pude voltar a degustar uma das bucetas mais saborosas que já provei até vê-la gozar (ou quase).
Prontificou-se a pegar a camisinha e ali entendi o que ela queria. Peguei-a de frente, resistindo à sua quentura e à velocidade habitual dos meus herdeiros em viver uma falsa liberdade. Durei um pagode e cedi à sua gana de cavalgar. De frente, de costas, de frente de novo, olhava para suas expressões, ouvia seus gemidos e lutava, agora por mim e por ela, para permanecer. Cessou o galope mais por covardia minha do que por cansaço. O nível de energia e disposição da menina é fora do comum. E o melhor: sempre com um sorriso no rosto, beijando enquanto fode e buscando, além do meu, o seu próprio prazer.
Passamos para a posição de frente na beirada da cama enquanto o som nada limpo da rádio mudava para o sertanejo dos anos 90. Como de praxe, minhas pernas cansaram e decidimos voltar para o centro da cama. Sob a música bonita e ao mesmo tempo triste, estoquei de forma estoica, até confessar que não dava mais para segurar. Leite na borracha com a safada fazendo questão de apertar até ordenhar a última gota.
Na volta da higiene, no intervalo entre fodas, colocamos o papo em dia e pedimos cerveja pelo aplicativo, já que nem isso o hotel dispunha. Após uns goles por parte dela, voltamos ao enrosco, e a minha ideia era variar com as posições que ainda não tínhamos feito.
A gozada havia sido tão forte que a gata precisou ressuscitar o inerte Lázaro com um mix de oral, punheta, lambida nos mamilos e beijo na boca. Para a minha sorte, ele estava em boas mãos e boa boca. Prontos novamente, voltamos ao engate no frango assado, na posição de ladinho, de bruços — onde o meu companheiro torto não colaborou muito — até ouvir o seguinte:
— Falou tanto da minha bunda e ainda nem me comeu de quatro.
Vicky pediu assim na sua posição favorita. Dei a ela o que queria(mos) com o melhor que eu podia fazer. A visão é para quem tem nervos de aço; a obediência é para quem tem coragem. Fiquei alternando a intensidade das metidas: ora mais rápidas, ora cadenciadas, até cansar novamente. Depois, apliquei novo oral com o dedo introduzido na xota dela, que não demorou a substituir meus lábios pela sua mão DJ, fazendo-a chegar ao orgasmo.
— Hum, deu vontade de trepar de novo. — diz Vicky, e eu recebo com surpresa.
"Não estaria sensível? Essa garota não sente moleza nunca?", pensava sozinho. Levantei uma das suas pernas, encaixei e continuamos o sexo cheio de beijos e amassos. Temperatura subindo, corpos suando, segurar o gozo era autopunição. Foi no EPI por falta de controle e de tempo para perguntar se poderia ser em outro lugar. Repetindo a primeira vez, apertou para garantir que não ficasse mais nenhum ml no canal.
Olhamos o tempo e ele havia voado, mantendo a tradição de que tudo que é bom dura pouco. Fizemos a higiene, acertei o cachê e descemos juntos em um dos primeiros elevadores do Brasil, torcendo para o Uber dela que já chegava, não desistir da corrida.
Antes de entregar sua enorme mala, que só perdia para a carroceria ampla daquele traseiro, nos abraçamos e nos beijamos timidamente na despedida. Não sei o que o destino nos reserva, mas, por enquanto, se depender só de mim, nos veremos outras vezes.
Agradeço a quem leu, abraços e até a próxima!
VICKY (EX PÉROLA BITTENCOURT) - PETRÓPOLIS / CENTRO RJ
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Vicky (Ex Pérola Bittencourt)
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Re: VICKY (EX PÉROLA BITTENCOURT) - PETRÓPOLIS / CENTRO RJ
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VICKY (EX PÉROLA BITTENCOURT)
Vitoriosa
Não tenho relatado todos os meus encontros Libertinos, mas esse é daqueles que possuem uma estrelinha.
Fazia tempo que queria conhecer essa morena. Sempre muito recomendada pelo libertino Madruguinha e também referendada pelo decano Dante.
No passado até pude conhecê-la num chopp, quando vi de perto sua beleza e simpatia. Cheguei a topar com ela umas duas vezes pelo Centro, que ao me reconhecer sempre acenava com charme e leveza. À época ela carregava o nome de Pérola Bittencourt.
Anos se passaram e a garota agora não tinha mais o nome de Pérola e sim de Vicky. Notei que algo também havia mudado. Antes falsa magra, a beldade havia ganhado mais corpo, especialmente na melhor parte: bunda e pernas.
Sim, a moça é realmente o que está nas fotos e nos videos de seus anúncios. Cabelos negros, olhos castanhos claros, sorriso fácil e belíssimos atributos muito bem distribuídos em quase 1,70 de altura e sensualidade.
Alternando entre a Região Serrana e o Rio, logo mandei mensagem e ela se lembrou de mim. Pedi que me avisasse quando pretendesse atender no solo carioca e assim foi feito. Um final de semana estaria à nossa disposição e logo garanti meu horário. O combinado foi de 250 reais a hora. Caso quisesse anal, pagaria o adicional de 50 reais.
Vicky estava atendendo em uma boa sala na 13M47. Cheguei até a brincar com ela na pré-marcação, pois não sabia o número do logradouro e dei graças quando notei que não seria no 33.
Era um sábado de muito sol e não aluguei um caminhão, aluguei foi um mulherão. Ao abrir a porta, ela estava com essa bela lingerie branca dos ensaios, que contrastava muito bem com sua pele. Ela me recebeu com um beijo colante e senti o gosto dos seus lábios que pareciam brilhar. Mesmo naquela meia luz do corredor já pude notar o quanto sua bunda estava arrasadora. Não sei ao certo as medidas de sua traseira, mas com certeza está beirando ou passa os 100 cm.
Nos dirigimos ao quarto, batemos um papo leve e descontraído e fui tomar uma ducha. Ao voltar, mais um pouco de conversa. Vicky é daquelas companhias leves e de boa prosa, porém nem lembro quando e como terminamos, pois logo eu já estava aos beijos com a morena.
Ela foi se despindo. E aí vai uma coisa que parece simples, mas que pode apimentar mais o clima. Vicky foi tirando a lingerie aos poucos, diferente de outras meninas que já te recebem nua ou tiram enquanto nos banhamos.
Seus beijos são maravilhosos e ela a todo momento buscava essa troca. Chupei seus lindos e pequenos seios, beijei sua barriga zeradinha, passei por suas coxas até chegar em seu sexo: quente, com grelinho saltitante e com um belo cheiro de fêmea no cio. Logicamente que não deixei de linguar o cuzinho convidativo da cavala.
Deixei Vicky me chupar também, e me peguei gemendo de forma involuntária. É difícil uma menina encontrar de primeira uma forma de me agradar no boquete e com ela nem precisei dar qualquer instrução. Por vezes ela ficava de ladinho e eu tinha que fechar os olhos pra não queimar. Rolou até um leve e rápido facefuck que durou umas 5 ou 6 empurradas kk. Nada muito hard.
Com medo de queimar a famosa largada, tratei de vestir meu pequeno amigo. Iniciamos no PPMM, variamos com ela de quatro. Só a visão daquele rabão da Vicky nos quatro apoios já vale a visita.
Evoluímos para de bruços. Cansei e voltei a chupar sua vagina até que pedi pra menina cavalgar. Já tinham me falado de sua sentada. E ela parecia apenas esperar ansiosamente por esse momento pra dar o seu show. Vicky cavalga e rebola com força e com safadeza. Parece se divertir quando está no comando. E depois de alguns minutos de maldade, o gozo veio e jorrei forte naquela gruta apertada.
Fiz aquela limpeza básica, um pouco mais de resenha e Vicky voltou a abocanhar meu membro deixando-o em ponto de bala. Não que ele tivesse esmorecido. Não tem como ficar quieto ao lado daquele monumento.
Antes de penetrá-la novamente, voltei a chupar sua buceta e voltamos a meter de frente, de quatro. Quando dei uns tapas em sua rabeta e a guria novamente foi quicar no meu pau. Sexo intenso e pegado. Achei que não ia gozar novamente e até pedi novamente uma parada técnica.
Mas cadê que o pau baixava? Não tem como, aquele cheiro, aqueles beijos e a cor de sua pele morena e macia não deixavam o meu tesão baixar.
Num último ato, puxei Vicky pra pontinha da cama e joguei suas pernas nos meus ombros. Bombei com toda a velocidade e força que ainda me restavam até explodir num segundo orgasmo que quase me fizeram ver os anjos do céu.
Pagamento feito, ainda tinha algumas coisas pra resolver pelo Centro da cidade. Nos beijamos e parti com a certeza da volta.
Adorei te conhecer entre quatro paredes, Vicky. Sem dúvidas sua companhia é muito prazerosa. Arriscaria dizer que Ivan Lins se inspirou em alguém como você quando fez a letra de Vitoriosa, pelo querer da sua risada mais gostosa, o seu jeito de achar que a vida pode ser maravilhosa, a sua alegria escandalosa e vitoriosa por não ter vergonha de aprender como se goza, além do desejo de toda sua pouca castidade, toda sua louca liberdade, e toda essa vontade de passar dos seus limites e ir além, e ir além.
Ao que parece, a menina deve voltar pra cidade maravilhosa ainda esse mês. Se eu fosse vocês, já ia desenrolando com ela...
Não tenho relatado todos os meus encontros Libertinos, mas esse é daqueles que possuem uma estrelinha.
Fazia tempo que queria conhecer essa morena. Sempre muito recomendada pelo libertino Madruguinha e também referendada pelo decano Dante.
No passado até pude conhecê-la num chopp, quando vi de perto sua beleza e simpatia. Cheguei a topar com ela umas duas vezes pelo Centro, que ao me reconhecer sempre acenava com charme e leveza. À época ela carregava o nome de Pérola Bittencourt.
Anos se passaram e a garota agora não tinha mais o nome de Pérola e sim de Vicky. Notei que algo também havia mudado. Antes falsa magra, a beldade havia ganhado mais corpo, especialmente na melhor parte: bunda e pernas.
Sim, a moça é realmente o que está nas fotos e nos videos de seus anúncios. Cabelos negros, olhos castanhos claros, sorriso fácil e belíssimos atributos muito bem distribuídos em quase 1,70 de altura e sensualidade.
Alternando entre a Região Serrana e o Rio, logo mandei mensagem e ela se lembrou de mim. Pedi que me avisasse quando pretendesse atender no solo carioca e assim foi feito. Um final de semana estaria à nossa disposição e logo garanti meu horário. O combinado foi de 250 reais a hora. Caso quisesse anal, pagaria o adicional de 50 reais.
Vicky estava atendendo em uma boa sala na 13M47. Cheguei até a brincar com ela na pré-marcação, pois não sabia o número do logradouro e dei graças quando notei que não seria no 33.
Era um sábado de muito sol e não aluguei um caminhão, aluguei foi um mulherão. Ao abrir a porta, ela estava com essa bela lingerie branca dos ensaios, que contrastava muito bem com sua pele. Ela me recebeu com um beijo colante e senti o gosto dos seus lábios que pareciam brilhar. Mesmo naquela meia luz do corredor já pude notar o quanto sua bunda estava arrasadora. Não sei ao certo as medidas de sua traseira, mas com certeza está beirando ou passa os 100 cm.
Nos dirigimos ao quarto, batemos um papo leve e descontraído e fui tomar uma ducha. Ao voltar, mais um pouco de conversa. Vicky é daquelas companhias leves e de boa prosa, porém nem lembro quando e como terminamos, pois logo eu já estava aos beijos com a morena.
Ela foi se despindo. E aí vai uma coisa que parece simples, mas que pode apimentar mais o clima. Vicky foi tirando a lingerie aos poucos, diferente de outras meninas que já te recebem nua ou tiram enquanto nos banhamos.
Seus beijos são maravilhosos e ela a todo momento buscava essa troca. Chupei seus lindos e pequenos seios, beijei sua barriga zeradinha, passei por suas coxas até chegar em seu sexo: quente, com grelinho saltitante e com um belo cheiro de fêmea no cio. Logicamente que não deixei de linguar o cuzinho convidativo da cavala.
Deixei Vicky me chupar também, e me peguei gemendo de forma involuntária. É difícil uma menina encontrar de primeira uma forma de me agradar no boquete e com ela nem precisei dar qualquer instrução. Por vezes ela ficava de ladinho e eu tinha que fechar os olhos pra não queimar. Rolou até um leve e rápido facefuck que durou umas 5 ou 6 empurradas kk. Nada muito hard.
Com medo de queimar a famosa largada, tratei de vestir meu pequeno amigo. Iniciamos no PPMM, variamos com ela de quatro. Só a visão daquele rabão da Vicky nos quatro apoios já vale a visita.
Evoluímos para de bruços. Cansei e voltei a chupar sua vagina até que pedi pra menina cavalgar. Já tinham me falado de sua sentada. E ela parecia apenas esperar ansiosamente por esse momento pra dar o seu show. Vicky cavalga e rebola com força e com safadeza. Parece se divertir quando está no comando. E depois de alguns minutos de maldade, o gozo veio e jorrei forte naquela gruta apertada.
Fiz aquela limpeza básica, um pouco mais de resenha e Vicky voltou a abocanhar meu membro deixando-o em ponto de bala. Não que ele tivesse esmorecido. Não tem como ficar quieto ao lado daquele monumento.
Antes de penetrá-la novamente, voltei a chupar sua buceta e voltamos a meter de frente, de quatro. Quando dei uns tapas em sua rabeta e a guria novamente foi quicar no meu pau. Sexo intenso e pegado. Achei que não ia gozar novamente e até pedi novamente uma parada técnica.
Mas cadê que o pau baixava? Não tem como, aquele cheiro, aqueles beijos e a cor de sua pele morena e macia não deixavam o meu tesão baixar.
Num último ato, puxei Vicky pra pontinha da cama e joguei suas pernas nos meus ombros. Bombei com toda a velocidade e força que ainda me restavam até explodir num segundo orgasmo que quase me fizeram ver os anjos do céu.
Pagamento feito, ainda tinha algumas coisas pra resolver pelo Centro da cidade. Nos beijamos e parti com a certeza da volta.
Adorei te conhecer entre quatro paredes, Vicky. Sem dúvidas sua companhia é muito prazerosa. Arriscaria dizer que Ivan Lins se inspirou em alguém como você quando fez a letra de Vitoriosa, pelo querer da sua risada mais gostosa, o seu jeito de achar que a vida pode ser maravilhosa, a sua alegria escandalosa e vitoriosa por não ter vergonha de aprender como se goza, além do desejo de toda sua pouca castidade, toda sua louca liberdade, e toda essa vontade de passar dos seus limites e ir além, e ir além.
Ao que parece, a menina deve voltar pra cidade maravilhosa ainda esse mês. Se eu fosse vocês, já ia desenrolando com ela...
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Até a próxima DigAventura
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VICKY (EX PÉROLA BITTENCOURT) - PETRÓPOLIS / CENTRO RJ
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Vicky (Ex Pérola Bittencourt)
COM O QUE SE FABRICAM OS COLARES DE PÉROLAS?
"Tente passar pelo que estou passando
Tente apagar este teu novo engano
Tente me amar pois estou te amando
Baby, te amo, nem sei se te amo"
(MELODIA, 1971)
A história conta que "Pérola Negra", canção do cantor e compositor Luiz Melodia (1951-2017), foi uma espécie de homenagem a uma paixão que não pôde ser correspondida pelo artista. Ao saber que seu amigo transexual cultivava por ele sentimentos mais fortes do que os de amizade, o autor — que não o amava da mesma maneira —, inspirado pela confissão, colocou-se no lugar do outro e compôs esses versos eternos que retratam um amor puro e, ao mesmo tempo, rasgado.
Procurei por Pérola após passar praticamente a semana inteira sentindo-me como um cachorro que caiu do caminhão da mudança. Busquei novidades e também conhecidas, e cada contato era um tiro n'água. As entrevistas não chegavam ao esperado e faltava sempre um detalhe para que o encontro saísse do papel.
Foi quando, depois de um dia de labuta, admirado com um dos meus livros de cabeceira, lembrei-me de um relato do velho escriba chamado Dante, no qual a menina, com alegria, comentava sobre o presente que acabara de ganhar. O tempo dedicado por ele e a gratidão dela saltaram-me aos olhos. Reli a escrita do confrade relevante mais uma vez e pensei: "Quem sabe não é ela?"
"Tente entender tudo mais sobre o sexo
Peça meu livro querendo eu te empresto
Se inteire da coisa sem haver engano"
Na manhã seguinte, entrei em contato com Pérola via WhatsApp. O questionário, que muitas vezes pode parecer trivial, foi sendo respondido por ela com elegância, paciência e bom desdobramento. Atendeu a todas as demandas e marcamos o enrosco para o mesmo dia, na parte da noite, no Hotel Condor.
Chego ao hotel com 20 minutos de antecedência e envio o número do quarto à moça. Toda primeira vez tem lá a sua adrenalina, e meu coração batia acelerado à sua espera. Pelo menos dentro desse metiê do sexo pago, costumo ser bastante visual e, antes que ela entrasse por aquela porta, a opinião que eu carregava sobre sua fisionomia era baseada e confiada em relatos anteriores. Isso ajuda? Sim, sem dúvidas. Garante alguma coisa? Nem sempre, pois gostos são subjetivos, como bem sabem.
Acontece que, quando a campainha foi tocada e desci o artefato a fim de recebê-la e convidá-la para fazer daquele recinto um bom ambiente, minha voz praticamente emudeceu, meus olhos vidraram ao vê-la e meu corpo quase travou diante de tanta graça. Não vou falar que somente um cego seria capaz de encontrar defeitos nela, pois, pelos seus tato, olfato, paladar e audição aguçados, não acharia. Apenas um(a) pobre de espírito ousaria — com mentiras — apontar um defeito que seja.
Pérola, além de bonita de rosto, é gostosa como nas fotos. Para ilustrar um exemplo, ela é aquela menina que, quando passa na rua, todos os pescoços se mexem para acompanhá-la. Ela é a garota que dificilmente não será classificada como a mais interessante na roda de amigas. É a moça em quem, na balada, você pensa duas ou mais vezes antes de chegar por não se achar à altura.
Cumprimentamo-nos com um selinho tímido, fizemos perguntas protocolares e trocamos uma breve ideia que serviu para admitirmos que já estávamos higienizados, fato que foi o estopim para iniciarmos os trabalhos ali mesmo de pé. A moça bonita, bem-feita e formosa já foi deixando seu belo cartão de visitas com um beijo que faz da boca alheia uma garagem para sua língua. Nesse momento, eu já sabia que a seara fora dura, mas com final feliz.
Descemos agarrados aos beijos até o sofá que estava às nossas costas e misturava os nossos pertences. Pressionei o corpo dela contra o móvel e fui sentindo o gosto e o cheiro de sua pele enquanto usava meus sentidos nas áreas do pescoço, nuca e braços. Pérola retribuía beijando de volta, me apertando, falando coisas safadas e gemendo baixinho. Estava bem gostoso, mas o lugar em questão não era o mais confortável e adequado para continuar o namoro.
Foi então que sugeri mudarmos para a cama. Deitamos no colchão articulando sacanagens temperadas com um lado cômico que não tardou a aparecer. Ainda não estávamos totalmente despidos nessa hora e a princesa trajava um maiô verde fluorescente minúsculo que casava perfeitamente com sua pele morena cor de jambo. Seu corpo tem tudo devidamente no lugar, reflexo de uma linda juventude. Pele toda lisa, com algumas tatuagens bem posicionadas, barriga sequinha e seios que cabem em bocas desejosas. A bunda é grande, firme e boa de apalpar e bater. O conjunto da obra tem poder de fascinar o confrade incauto.
Dividindo a cama com ela, confesso que fiquei na dúvida por onde continuar o que havíamos começado. Pérola, esperando uma decisão que tardava, tratou de encher a mão para conferir o meu estado. Teso e inflado, penso que, se assim não estivesse, o melhor a fazer seria descartá-lo e lançá-lo fora como refugo diante de tamanho monumento. Após isso, deixei a inércia e a incredulidade de lado e curti a oportunidade como se deve.
Finalmente, terminei de despir a moça e pude, assim, provar de toda a sua anatomia. Aproveitei o pequeno vale dos seios por um bom tempo, depois guiei meus lábios ao sul, beijando a barriga e, em seguida, a parte interna das coxas, até chegar na pedra preciosa de Pérola. A bucetinha toda depilada já se encontrava bastante úmida.
"Rasgue a camisa, enxugue meu pranto
Como prova de amor mostre teu novo canto
Escreva num quadro em palavras gigantes
Pérola Negra, te amo, te amo"
Ela, assim como a sua dona — diga-se de passagem —, tem uma aparência de deixar a gente salivando. Visualizei aquele grelinho exposto saltitando e fui provar sua joia. Tem um gosto marcante que, só de lembrar, a boca fica cheia de água. Fiquei ali me fartando no seu sexo enquanto observava as reações dela para fazer a coisa bem-feita. Em determinado momento, ela pareceu chegar lá e afastou minha cabeça com delicadeza. Achou certo retribuir e, jogando minha veste longe, tirou meu humilde da cela para iniciar o boquete.
Avisei-a da hipersensibilidade que eu vinha sentindo ultimamente e culminou que, incrivelmente, com ela acabou nem dando as caras. Com os lábios macios e pressão bem calibrada, a gostosa mamava projetando sua boca até o final e aliava a isto uma alternância de passeio da língua entre o saco e a cabeça do meu membro. Estava bem prazeroso e, dadas as circunstâncias, pedi-lhe um tempo a fim de não gozar dentro daquela boquinha precocemente.
Na sequência, a gostosa, lembrando-se da entrevista de mais cedo, toca num ponto importante que havíamos tratado, crucial para aumentar meu tesão:
— Você quer comer meu cuzinho, né?
— Se não for muito incômodo, logicamente — respondi, e gargalhamos.
— Assim, logo de cara, safada? — insinuei.
— Não, né? Na bucetinha primeiro. Quero que você veja o quanto é apertadinha...
Pérola não mentiu. Vestiu a criança com a boca e iniciou um engate constrito, posicionando-se por cima. Suas pernas grossas ajudavam a esconder meu modesto pau dentro daquela xaninha, num movimento que, no princípio, foi executado devagar, até ir ganhando velocidade aos poucos. A gata subia, descia e gemia na minha piroca, e seus pequenos seios se mexiam deliciosamente conforme a dança.
Duvidoso, não sabia se deixava rolar e largava o freio e os herdeiros já ali ou se usava algum truque. Optei por não derramar e ganhei tempo de vida pedindo para chupá-la mais um pouco, só que dessa vez no 69. Uma posição que favoreceu a visualização do precioso cuzinho. Anelzinho lindo, cheiroso e convidativo, onde brinquei de dedilhar e passar a língua até me dar por satisfeito.
Na continuação, mudamos para a posição de quatro, quando comi sua bucetinha primeiro em cima da cama e depois na beira, até a cãibrina na perna chegar de mansinho e eu me render à curiosidade e ao desejo de comer aquele cu. Necessitamos de uma curta pausa para trocarmos uma ideia enquanto readquiríamos fôlego.
Na seguinte e final parte da transa, o que foi visto é o que podemos chamar de uma verdadeira surra de anal. Na mesma feição da xaninha, seu buraquinho também mostrou-se apertado. Com o caminho besuntado, tento, de início, pegá-la de quatro na beira da cama, mas é em vão e não consigo o encaixe perfeito. Pérola não desiste e, conhecedora dos "paranauês", pede para prosseguirmos o ato com ela por cima, da mesma forma que iniciamos a penetração vaginal anterior.
Ela pareceu não fazer distinção entre tomar na xota e no rabo. Imprimiu a mesma velocidade e constância, não reclamou e pediu mais e mais vara. Tentando ser um bom rapaz, obedeci e auxiliei estocando-a de baixo para cima com toda a força e energia que me sobravam. Precisei, mais uma vez, ser forte e resistir à vontade quase insuportável de deixar o leite sair.
Posteriormente, mais uma vez atendendo ao seu pedido, devorei-a na posição de ladinho até desacoplarmos e o garoto dar uma leve adormecida dentro da capa. Nem me preocupei porque sabia que seria temporário. Agarrado às suas costas, aproveito para beijar toda a extensão dela e voltar a ficar pronto enquanto a ouço dizer coisas obscenas.
Era hora de realizar o acabamento e finalizar a produção. Não sei se dá para chamar de papai e mamãe uma posição que, apesar de fisicamente correspondê-la, é biologicamente incapaz de gerar um bebê. Espero que entendam. E desse modo, mais uma vez sem que ela hesitasse e sob as suas instruções, juntei meu corpo ao dela e voltei a penetrar naquele cuzinho. Fiquei bombando, beijando e amassando a maravilhosa gata por um tempo até considerar inútil e doloso continuar segurando os anseios de um gozo farto.
Pérola Bittencourt fez jus ao nome que carrega. Simpática, divertida, agradável, carinhosa e uma foda preciosa. Um verdadeiro presente que recebi com contentamento e "despachei" com lamento.
"O que me importa são os atos, e mais que os atos, os sentimentos. É a alma que está em questão."
(Nelson Rodrigues)
Obs.: TD ocorrido há 2 anos e meio. Após hiato, vi seu anúncio e fiquei sabendo que retornou aos atendimentos na região serrana. Preços e tipos de programas desejados devem ser consultados com a moça.
Agradeço ao Velho Escriba pela influência na escolha e também a quem leu. Abraço e até a próxima!
"Tente passar pelo que estou passando
Tente apagar este teu novo engano
Tente me amar pois estou te amando
Baby, te amo, nem sei se te amo"
(MELODIA, 1971)
A história conta que "Pérola Negra", canção do cantor e compositor Luiz Melodia (1951-2017), foi uma espécie de homenagem a uma paixão que não pôde ser correspondida pelo artista. Ao saber que seu amigo transexual cultivava por ele sentimentos mais fortes do que os de amizade, o autor — que não o amava da mesma maneira —, inspirado pela confissão, colocou-se no lugar do outro e compôs esses versos eternos que retratam um amor puro e, ao mesmo tempo, rasgado.
Procurei por Pérola após passar praticamente a semana inteira sentindo-me como um cachorro que caiu do caminhão da mudança. Busquei novidades e também conhecidas, e cada contato era um tiro n'água. As entrevistas não chegavam ao esperado e faltava sempre um detalhe para que o encontro saísse do papel.
Foi quando, depois de um dia de labuta, admirado com um dos meus livros de cabeceira, lembrei-me de um relato do velho escriba chamado Dante, no qual a menina, com alegria, comentava sobre o presente que acabara de ganhar. O tempo dedicado por ele e a gratidão dela saltaram-me aos olhos. Reli a escrita do confrade relevante mais uma vez e pensei: "Quem sabe não é ela?"
"Tente entender tudo mais sobre o sexo
Peça meu livro querendo eu te empresto
Se inteire da coisa sem haver engano"
Na manhã seguinte, entrei em contato com Pérola via WhatsApp. O questionário, que muitas vezes pode parecer trivial, foi sendo respondido por ela com elegância, paciência e bom desdobramento. Atendeu a todas as demandas e marcamos o enrosco para o mesmo dia, na parte da noite, no Hotel Condor.
Chego ao hotel com 20 minutos de antecedência e envio o número do quarto à moça. Toda primeira vez tem lá a sua adrenalina, e meu coração batia acelerado à sua espera. Pelo menos dentro desse metiê do sexo pago, costumo ser bastante visual e, antes que ela entrasse por aquela porta, a opinião que eu carregava sobre sua fisionomia era baseada e confiada em relatos anteriores. Isso ajuda? Sim, sem dúvidas. Garante alguma coisa? Nem sempre, pois gostos são subjetivos, como bem sabem.
Acontece que, quando a campainha foi tocada e desci o artefato a fim de recebê-la e convidá-la para fazer daquele recinto um bom ambiente, minha voz praticamente emudeceu, meus olhos vidraram ao vê-la e meu corpo quase travou diante de tanta graça. Não vou falar que somente um cego seria capaz de encontrar defeitos nela, pois, pelos seus tato, olfato, paladar e audição aguçados, não acharia. Apenas um(a) pobre de espírito ousaria — com mentiras — apontar um defeito que seja.
Pérola, além de bonita de rosto, é gostosa como nas fotos. Para ilustrar um exemplo, ela é aquela menina que, quando passa na rua, todos os pescoços se mexem para acompanhá-la. Ela é a garota que dificilmente não será classificada como a mais interessante na roda de amigas. É a moça em quem, na balada, você pensa duas ou mais vezes antes de chegar por não se achar à altura.
Cumprimentamo-nos com um selinho tímido, fizemos perguntas protocolares e trocamos uma breve ideia que serviu para admitirmos que já estávamos higienizados, fato que foi o estopim para iniciarmos os trabalhos ali mesmo de pé. A moça bonita, bem-feita e formosa já foi deixando seu belo cartão de visitas com um beijo que faz da boca alheia uma garagem para sua língua. Nesse momento, eu já sabia que a seara fora dura, mas com final feliz.
Descemos agarrados aos beijos até o sofá que estava às nossas costas e misturava os nossos pertences. Pressionei o corpo dela contra o móvel e fui sentindo o gosto e o cheiro de sua pele enquanto usava meus sentidos nas áreas do pescoço, nuca e braços. Pérola retribuía beijando de volta, me apertando, falando coisas safadas e gemendo baixinho. Estava bem gostoso, mas o lugar em questão não era o mais confortável e adequado para continuar o namoro.
Foi então que sugeri mudarmos para a cama. Deitamos no colchão articulando sacanagens temperadas com um lado cômico que não tardou a aparecer. Ainda não estávamos totalmente despidos nessa hora e a princesa trajava um maiô verde fluorescente minúsculo que casava perfeitamente com sua pele morena cor de jambo. Seu corpo tem tudo devidamente no lugar, reflexo de uma linda juventude. Pele toda lisa, com algumas tatuagens bem posicionadas, barriga sequinha e seios que cabem em bocas desejosas. A bunda é grande, firme e boa de apalpar e bater. O conjunto da obra tem poder de fascinar o confrade incauto.
Dividindo a cama com ela, confesso que fiquei na dúvida por onde continuar o que havíamos começado. Pérola, esperando uma decisão que tardava, tratou de encher a mão para conferir o meu estado. Teso e inflado, penso que, se assim não estivesse, o melhor a fazer seria descartá-lo e lançá-lo fora como refugo diante de tamanho monumento. Após isso, deixei a inércia e a incredulidade de lado e curti a oportunidade como se deve.
Finalmente, terminei de despir a moça e pude, assim, provar de toda a sua anatomia. Aproveitei o pequeno vale dos seios por um bom tempo, depois guiei meus lábios ao sul, beijando a barriga e, em seguida, a parte interna das coxas, até chegar na pedra preciosa de Pérola. A bucetinha toda depilada já se encontrava bastante úmida.
"Rasgue a camisa, enxugue meu pranto
Como prova de amor mostre teu novo canto
Escreva num quadro em palavras gigantes
Pérola Negra, te amo, te amo"
Ela, assim como a sua dona — diga-se de passagem —, tem uma aparência de deixar a gente salivando. Visualizei aquele grelinho exposto saltitando e fui provar sua joia. Tem um gosto marcante que, só de lembrar, a boca fica cheia de água. Fiquei ali me fartando no seu sexo enquanto observava as reações dela para fazer a coisa bem-feita. Em determinado momento, ela pareceu chegar lá e afastou minha cabeça com delicadeza. Achou certo retribuir e, jogando minha veste longe, tirou meu humilde da cela para iniciar o boquete.
Avisei-a da hipersensibilidade que eu vinha sentindo ultimamente e culminou que, incrivelmente, com ela acabou nem dando as caras. Com os lábios macios e pressão bem calibrada, a gostosa mamava projetando sua boca até o final e aliava a isto uma alternância de passeio da língua entre o saco e a cabeça do meu membro. Estava bem prazeroso e, dadas as circunstâncias, pedi-lhe um tempo a fim de não gozar dentro daquela boquinha precocemente.
Na sequência, a gostosa, lembrando-se da entrevista de mais cedo, toca num ponto importante que havíamos tratado, crucial para aumentar meu tesão:
— Você quer comer meu cuzinho, né?
— Se não for muito incômodo, logicamente — respondi, e gargalhamos.
— Assim, logo de cara, safada? — insinuei.
— Não, né? Na bucetinha primeiro. Quero que você veja o quanto é apertadinha...
Pérola não mentiu. Vestiu a criança com a boca e iniciou um engate constrito, posicionando-se por cima. Suas pernas grossas ajudavam a esconder meu modesto pau dentro daquela xaninha, num movimento que, no princípio, foi executado devagar, até ir ganhando velocidade aos poucos. A gata subia, descia e gemia na minha piroca, e seus pequenos seios se mexiam deliciosamente conforme a dança.
Duvidoso, não sabia se deixava rolar e largava o freio e os herdeiros já ali ou se usava algum truque. Optei por não derramar e ganhei tempo de vida pedindo para chupá-la mais um pouco, só que dessa vez no 69. Uma posição que favoreceu a visualização do precioso cuzinho. Anelzinho lindo, cheiroso e convidativo, onde brinquei de dedilhar e passar a língua até me dar por satisfeito.
Na continuação, mudamos para a posição de quatro, quando comi sua bucetinha primeiro em cima da cama e depois na beira, até a cãibrina na perna chegar de mansinho e eu me render à curiosidade e ao desejo de comer aquele cu. Necessitamos de uma curta pausa para trocarmos uma ideia enquanto readquiríamos fôlego.
Na seguinte e final parte da transa, o que foi visto é o que podemos chamar de uma verdadeira surra de anal. Na mesma feição da xaninha, seu buraquinho também mostrou-se apertado. Com o caminho besuntado, tento, de início, pegá-la de quatro na beira da cama, mas é em vão e não consigo o encaixe perfeito. Pérola não desiste e, conhecedora dos "paranauês", pede para prosseguirmos o ato com ela por cima, da mesma forma que iniciamos a penetração vaginal anterior.
Ela pareceu não fazer distinção entre tomar na xota e no rabo. Imprimiu a mesma velocidade e constância, não reclamou e pediu mais e mais vara. Tentando ser um bom rapaz, obedeci e auxiliei estocando-a de baixo para cima com toda a força e energia que me sobravam. Precisei, mais uma vez, ser forte e resistir à vontade quase insuportável de deixar o leite sair.
Posteriormente, mais uma vez atendendo ao seu pedido, devorei-a na posição de ladinho até desacoplarmos e o garoto dar uma leve adormecida dentro da capa. Nem me preocupei porque sabia que seria temporário. Agarrado às suas costas, aproveito para beijar toda a extensão dela e voltar a ficar pronto enquanto a ouço dizer coisas obscenas.
Era hora de realizar o acabamento e finalizar a produção. Não sei se dá para chamar de papai e mamãe uma posição que, apesar de fisicamente correspondê-la, é biologicamente incapaz de gerar um bebê. Espero que entendam. E desse modo, mais uma vez sem que ela hesitasse e sob as suas instruções, juntei meu corpo ao dela e voltei a penetrar naquele cuzinho. Fiquei bombando, beijando e amassando a maravilhosa gata por um tempo até considerar inútil e doloso continuar segurando os anseios de um gozo farto.
Pérola Bittencourt fez jus ao nome que carrega. Simpática, divertida, agradável, carinhosa e uma foda preciosa. Um verdadeiro presente que recebi com contentamento e "despachei" com lamento.
"O que me importa são os atos, e mais que os atos, os sentimentos. É a alma que está em questão."
(Nelson Rodrigues)
Obs.: TD ocorrido há 2 anos e meio. Após hiato, vi seu anúncio e fiquei sabendo que retornou aos atendimentos na região serrana. Preços e tipos de programas desejados devem ser consultados com a moça.
Agradeço ao Velho Escriba pela influência na escolha e também a quem leu. Abraço e até a próxima!
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