Re: LÍVIA LIZ - CENTRO
Enviado: Seg Out 12, 2026 1:52 pm
OS PEZINHOS DE CARAMBOLA.
Abundância e escassez, oferta e procura: variáveis preponderantes para ditar os rumos de uma economia, o que não seria diferente no mercado das profissionais do sexo. Cada vez mais volátil, acessível e dinâmico, uma decisão errada nesse meio pode muito bem deixar um confrade infeliz e descapitalizado.
Os da velha guarda, com muito mais propriedade do que eu para discorrer sobre o tema, vivenciaram épocas em que a procura por uma GP dava-se em ferramentas com pequenas e apertadas linhas, como na Rio Listas Amarelas e nos classificados de jornais. Ou então ficavam reféns de abordagens nas zonas mais movimentadas da cidade, que, na maioria das vezes, não tinham fotos das meninas para mostrar, deixando-os sempre à mercê da sorte.
Hoje, com esse aparelho móvel que usamos para ler este relato, a quantidade de anúncios "pinica" com poucos cliques, abrindo uma gama extensa de opções em uma velocidade de fazer inveja às notícias ruins. Nesse contexto, naveguei nas páginas que conheço de promoção desse serviço, filtrando aquilo que estava dentro do meu gosto e das minhas possibilidades. Foi quando — sozinho, sozinho, sem a ajuda de ninguém, sozinho, sozinho — encontrei o anúncio dessa dama no PA e decidi arriscar meus 100 mangos.
Depois de entrevistar mais ou menos uma dezena de meninas e esbarrar em ofertas mentirosas, números repetidos e péssimos pré-atendimentos, encontrei a Lívia. Inclusive, ela foi uma das que recebeu minha mensagem e, embora não tenha respondido no mesmo dia, quando o fez, mostrou-se atenciosa e preocupada em transmitir somente a verdade.
Após anos penando em encontros meia-boca, elaborei um questionário com todas as perguntas necessárias para tentar não ser pego de surpresa e até afugentar as más-intencionadas. Conseguindo as respostas positivas, agendei para o mesmo dia numa sala da 13M33. Seria a minha primeira vez no local e, pela tradição daquele logradouro, esperava algum tipo de burocracia na portaria.
Porém, para a minha surpresa, não houve cadastro nem recolhimento de nome. De indesejado, apenas a espera do vagaroso elevador, além de sua ascensorista fazendo cara de ser superior quando falei em qual andar iria ficar. Vencido todo aquele desagrado e chegando ao andar, avistei a numeração dos apartamentos no corredor. Bem à direita, encontrava-se uma porta estranhamente aberta, com um som na caixa que não deixava dúvidas de se tratar de um lugar que ofertava sexo. Bastava saber se era aquele no qual eu estava agendado ou algum outro.
Mais por medo da exposição do que propriamente pela vontade de transar, parei em frente à porta, sedento para alguém aparecer logo e me puxar para dentro. Havia usado a lógica das numerações vizinhas e certifiquei-me de que só poderia ser ali. Em poucos segundos, uma moça que estava de partida surgiu e me deu o aval para entrar, tendo atrás dela, meio que escondida, a pequena Lívia. Fiel às fotos e vestida com uma lingerie branca, cumprimentou-me com um beijo no rosto e, com grande hospitalidade, apresentou-me o local, ofereceu água e uma toalha limpa para o banho.
O apartamento pequeno comportava três divisões, sendo a maior ainda inutilizada, sobrando duas pequenas cabines com camas de solteiro baixas e mobílias antigas. O lugar, como um todo, carecia de maior organização e limpeza. Se você espera por lençóis de seda e travesseiro com penas de ganso, esse lugar não é para você.
Assepsia devidamente feita, Lívia me aguardava no corredor de roupa íntima e descalça. Ela é uma negra baixinha de cabelos encaracolados e tingidos em algum tom de louro; magra, de seios médios, pernas não muito grossas e bunda arrebitada. Seu rosto não apresenta grande beleza, o que não quer dizer que isso a classifique como uma menina feia. Longe disso! Lívia é, digamos, normal. Cheirosa, simpática e sorridente, você seria considerado um mané se a dispensasse do jeito que ela é.
Peguei o valor do cachê no bolso da calça e o entreguei antes de qualquer contato físico, com ela frisando que o tempo do programa só valeria após a entrada na cabine. Aquilo me tranquilizou e tive a certeza de que estava diante de uma menina de palavra.
Estabelecidos na cabine, era hora de a exploração se iniciar. Os dois praticamente com a mesma altura, começo a beijá-la ainda de pé e sou surpreendido por um beijo com muita entrega, onde a língua faz questão de atuar. Com bastante pegada, giramos, apertamos e mordemos nossos lábios e línguas sem desgrudar nossas bocas até saciar nossas vontades. Minha rola duraça dentro da cueca atestava o desejo. Lívia passou a mão nela e perguntou se podia chupar, o que recusei, pois queria provar o seu sexo primeiro.
Sem cerimônia, tirou a lingerie, jogou na outra ponta da cama e se arreganhou na minha frente. O bico dos peitos endurecidos e a boceta já começando a melar revelavam que ela também estava excitada. Uma pena a opção dela de andar descalça dentro de casa impedir que eu beijasse também seus pezinhos, pois encontravam-se bem sujos. Todavia, era apenas isso que havia de impuro em todo o seu corpo.
"Voei" de prazer em seus seios enrijecidos, chupando aqueles bicos com delicadeza para não machucar. No intervalo entre eles, aproveitava para provar mais beijos enquanto minha pica sarrava nas suas coxas. Na sequência, desci minhas mãos primeiro até a barriga, para em seguida acariciar seu grelinho e introduzir um dedo naquela xota pequena e apertada, sentindo-a pulsar. A safada gosta e avisa que, se eu quisesse introduzir mais um ou dois dedos, poderia.
Nisso, pedi permissão para enfiar um dedo no cuzinho dela, que assentiu, solicitando apenas uns segundos para passar lubrificante e liberar o caminho. Fiquei dedilhando cu e boceta com uma mão e masturbando seu clitóris com a outra, fazendo-a se contorcer de prazer, me chamando de safado e gostoso. Após toda aquela brincadeira, iniciei um oral demorado na xota buscando extrair um gozo, mas a puta pareceu longe de chegar lá.
Foi então que voltou a pedir para chupar minha piroca, ainda que eu tivesse confessado que não sentia prazer facilmente com isso. Lívia até que se esforçou. Desceu até o final sem muita baba, alternou entre chupadas lentas e velozes por toda a extensão, abocanhou as bolas, passeou com a língua na cabeça... Porém, mesmo com essa área comumente bastante sensível, não cheguei nem perto de uma excitação considerável, tampouco de queimar a largada. Algumas vezes senti o dente resvalando de leve, numa técnica que não era das melhores.
Praticamente a meia-bomba, deduzi que precisava de mais uma sessão de beijos intensos para ter uma ereção capaz de penetrá-la, e não deu outra. Estabelecido, encapei o pequeno mastro para iniciarmos a trepada. Com ela posicionada em quatro, a altura da cama favoreceu muito nosso encaixe e a pica fluiu bem dentro da xereca molhadinha. Meti com força e a danada em nenhum momento refugou, pedindo sempre mais.
Fiquei ali um tempão estocando e cheguei a perguntar se havia algum desconforto ou cansaço dela nessa posição. Disse-me que não, que estava quase gozando e que era para não parar. Mantive o ritmo: não houve câimbra, não houve cansaço, e o gozo dela veio de modo a escorrer pelas pernas. Satisfeita, perguntou como eu queria gozar, pois agora era a minha vez.
Surpreso com a virilidade incomum que acabara de me acometer, sugeri que viesse na cavalgada, crente que conseguiria outro grande período no interior dela. Parecia que para a perva não existia tempo ruim. Logo pôs-se no centro da cama e deslizou toda melada na minha pica. Quente, acomodou-se com ela dentro e simulou estar sentada em um balanço. Movimentou-se para a frente e para trás, quicou e gemeu bem alto, me levando ao apogeu do tesão naquela noite. Deixei ela trabalhar na sentada, até que não resisti e avisei que ia gozar, enchendo a borracha.
Vou ao banheiro para me limpar, o membro mesmo assim não baixa, e retorno com a intenção de comer seu cu. Volto ao quarto e aviso que não queria ir embora sem provar do anal. A garota concorda e diz que gosta muito, porém, depois de me acomodar no leito, o garoto dá uma adormecida. Peço um novo boquete para tentar reanimá-lo depressa, mas, como há pouco, não consigo grande ereção no oral. Invertemos os papéis e agora era eu quem aplicava oral nela, com direito a beijo grego no cuzinho que parecia até virgem de tão fechado.
Um pouco mais rígido, visto o capote com um pouco de gel que ela passa na ponta e tento enfiar a vara naquele buraquinho. Sem sucesso, não desisto e apelo para uma nova sessão de beijos, dessa vez ainda mais calorosos e gostosos, válidos para me deixar aceso outra vez. Posiciono-a de quatro na beira da cama e finalmente tenho a potência necessária para ganhar o território.
Depois de acomodado, pergunto se posso meter com a mesma força que utilizei quando comi sua xana. Como resposta, confessa mais uma vez que gosta muito de tomar no cu e completa dizendo-me para não ter pena e que a comesse como a puta safada que ela é. Livre, abro a polpa daquela bunda e empurro até ter a certeza de que não faltava mais nenhum centímetro de distância entre os nossos corpos. Bombo muito na posição de quatro, enquanto a ouço gritar e pronunciar todos os tipos de palavras de baixo calão.
Por mais que aquilo estivesse muito gostoso, percebo que não gozaria naquela posição e sugiro mudar. Recebo mais das suas cavalgadas — primeiro invertida e depois de frente, ambas com disposição —, mas ainda assim noto novamente que não seria finalizado. Peço então o ppmm — que me permitiu estocá-la enquanto a beijava — e meto por mais alguns minutos antes que o gozo anunciasse sua vinda.
De forma não habitual, cogito largar meus herdeiros na boquinha, mas desisto quando fico sabendo que ela cuspiria. Mantenho a tradição e largo uma leitada quente e generosa dentro dela, melancolicamente protegida pelo látex. Bem satisfeito e com o tempo estourando, era hora de ir. Novo banho, visto-me, despeço-me e rua.
Na saída, dirijo-me à portaria pela qual entrei e a encontro fechada. Preciso ligar para a GP e desesperadamente pedir por ajuda para sair. Ela desce e me guia ao lado oposto, onde encontro o mesmo porteiro que não fez o favor de me avisar que, no horário em que eu saísse, a saída seria por outro lugar. Tudo bem, um dia eles aprendem a proteger a vida e a identidade de um libertino com mais zelo.
PS: TD realizado há dois anos e meio com o valor da época. Sugiro que os interessados entrem em contato para se atualizarem. A meu ver, foi um dos melhores custos-benefícios da época, principalmente para quem ainda não havia plantado o seu pezinho de carambola que viraria uma árvore gigante e lhe daria milhões de frutos.
Agradeço a quem leu, abraços e até a próxima!
Abundância e escassez, oferta e procura: variáveis preponderantes para ditar os rumos de uma economia, o que não seria diferente no mercado das profissionais do sexo. Cada vez mais volátil, acessível e dinâmico, uma decisão errada nesse meio pode muito bem deixar um confrade infeliz e descapitalizado.
Os da velha guarda, com muito mais propriedade do que eu para discorrer sobre o tema, vivenciaram épocas em que a procura por uma GP dava-se em ferramentas com pequenas e apertadas linhas, como na Rio Listas Amarelas e nos classificados de jornais. Ou então ficavam reféns de abordagens nas zonas mais movimentadas da cidade, que, na maioria das vezes, não tinham fotos das meninas para mostrar, deixando-os sempre à mercê da sorte.
Hoje, com esse aparelho móvel que usamos para ler este relato, a quantidade de anúncios "pinica" com poucos cliques, abrindo uma gama extensa de opções em uma velocidade de fazer inveja às notícias ruins. Nesse contexto, naveguei nas páginas que conheço de promoção desse serviço, filtrando aquilo que estava dentro do meu gosto e das minhas possibilidades. Foi quando — sozinho, sozinho, sem a ajuda de ninguém, sozinho, sozinho — encontrei o anúncio dessa dama no PA e decidi arriscar meus 100 mangos.
Depois de entrevistar mais ou menos uma dezena de meninas e esbarrar em ofertas mentirosas, números repetidos e péssimos pré-atendimentos, encontrei a Lívia. Inclusive, ela foi uma das que recebeu minha mensagem e, embora não tenha respondido no mesmo dia, quando o fez, mostrou-se atenciosa e preocupada em transmitir somente a verdade.
Após anos penando em encontros meia-boca, elaborei um questionário com todas as perguntas necessárias para tentar não ser pego de surpresa e até afugentar as más-intencionadas. Conseguindo as respostas positivas, agendei para o mesmo dia numa sala da 13M33. Seria a minha primeira vez no local e, pela tradição daquele logradouro, esperava algum tipo de burocracia na portaria.
Porém, para a minha surpresa, não houve cadastro nem recolhimento de nome. De indesejado, apenas a espera do vagaroso elevador, além de sua ascensorista fazendo cara de ser superior quando falei em qual andar iria ficar. Vencido todo aquele desagrado e chegando ao andar, avistei a numeração dos apartamentos no corredor. Bem à direita, encontrava-se uma porta estranhamente aberta, com um som na caixa que não deixava dúvidas de se tratar de um lugar que ofertava sexo. Bastava saber se era aquele no qual eu estava agendado ou algum outro.
Mais por medo da exposição do que propriamente pela vontade de transar, parei em frente à porta, sedento para alguém aparecer logo e me puxar para dentro. Havia usado a lógica das numerações vizinhas e certifiquei-me de que só poderia ser ali. Em poucos segundos, uma moça que estava de partida surgiu e me deu o aval para entrar, tendo atrás dela, meio que escondida, a pequena Lívia. Fiel às fotos e vestida com uma lingerie branca, cumprimentou-me com um beijo no rosto e, com grande hospitalidade, apresentou-me o local, ofereceu água e uma toalha limpa para o banho.
O apartamento pequeno comportava três divisões, sendo a maior ainda inutilizada, sobrando duas pequenas cabines com camas de solteiro baixas e mobílias antigas. O lugar, como um todo, carecia de maior organização e limpeza. Se você espera por lençóis de seda e travesseiro com penas de ganso, esse lugar não é para você.
Assepsia devidamente feita, Lívia me aguardava no corredor de roupa íntima e descalça. Ela é uma negra baixinha de cabelos encaracolados e tingidos em algum tom de louro; magra, de seios médios, pernas não muito grossas e bunda arrebitada. Seu rosto não apresenta grande beleza, o que não quer dizer que isso a classifique como uma menina feia. Longe disso! Lívia é, digamos, normal. Cheirosa, simpática e sorridente, você seria considerado um mané se a dispensasse do jeito que ela é.
Peguei o valor do cachê no bolso da calça e o entreguei antes de qualquer contato físico, com ela frisando que o tempo do programa só valeria após a entrada na cabine. Aquilo me tranquilizou e tive a certeza de que estava diante de uma menina de palavra.
Estabelecidos na cabine, era hora de a exploração se iniciar. Os dois praticamente com a mesma altura, começo a beijá-la ainda de pé e sou surpreendido por um beijo com muita entrega, onde a língua faz questão de atuar. Com bastante pegada, giramos, apertamos e mordemos nossos lábios e línguas sem desgrudar nossas bocas até saciar nossas vontades. Minha rola duraça dentro da cueca atestava o desejo. Lívia passou a mão nela e perguntou se podia chupar, o que recusei, pois queria provar o seu sexo primeiro.
Sem cerimônia, tirou a lingerie, jogou na outra ponta da cama e se arreganhou na minha frente. O bico dos peitos endurecidos e a boceta já começando a melar revelavam que ela também estava excitada. Uma pena a opção dela de andar descalça dentro de casa impedir que eu beijasse também seus pezinhos, pois encontravam-se bem sujos. Todavia, era apenas isso que havia de impuro em todo o seu corpo.
"Voei" de prazer em seus seios enrijecidos, chupando aqueles bicos com delicadeza para não machucar. No intervalo entre eles, aproveitava para provar mais beijos enquanto minha pica sarrava nas suas coxas. Na sequência, desci minhas mãos primeiro até a barriga, para em seguida acariciar seu grelinho e introduzir um dedo naquela xota pequena e apertada, sentindo-a pulsar. A safada gosta e avisa que, se eu quisesse introduzir mais um ou dois dedos, poderia.
Nisso, pedi permissão para enfiar um dedo no cuzinho dela, que assentiu, solicitando apenas uns segundos para passar lubrificante e liberar o caminho. Fiquei dedilhando cu e boceta com uma mão e masturbando seu clitóris com a outra, fazendo-a se contorcer de prazer, me chamando de safado e gostoso. Após toda aquela brincadeira, iniciei um oral demorado na xota buscando extrair um gozo, mas a puta pareceu longe de chegar lá.
Foi então que voltou a pedir para chupar minha piroca, ainda que eu tivesse confessado que não sentia prazer facilmente com isso. Lívia até que se esforçou. Desceu até o final sem muita baba, alternou entre chupadas lentas e velozes por toda a extensão, abocanhou as bolas, passeou com a língua na cabeça... Porém, mesmo com essa área comumente bastante sensível, não cheguei nem perto de uma excitação considerável, tampouco de queimar a largada. Algumas vezes senti o dente resvalando de leve, numa técnica que não era das melhores.
Praticamente a meia-bomba, deduzi que precisava de mais uma sessão de beijos intensos para ter uma ereção capaz de penetrá-la, e não deu outra. Estabelecido, encapei o pequeno mastro para iniciarmos a trepada. Com ela posicionada em quatro, a altura da cama favoreceu muito nosso encaixe e a pica fluiu bem dentro da xereca molhadinha. Meti com força e a danada em nenhum momento refugou, pedindo sempre mais.
Fiquei ali um tempão estocando e cheguei a perguntar se havia algum desconforto ou cansaço dela nessa posição. Disse-me que não, que estava quase gozando e que era para não parar. Mantive o ritmo: não houve câimbra, não houve cansaço, e o gozo dela veio de modo a escorrer pelas pernas. Satisfeita, perguntou como eu queria gozar, pois agora era a minha vez.
Surpreso com a virilidade incomum que acabara de me acometer, sugeri que viesse na cavalgada, crente que conseguiria outro grande período no interior dela. Parecia que para a perva não existia tempo ruim. Logo pôs-se no centro da cama e deslizou toda melada na minha pica. Quente, acomodou-se com ela dentro e simulou estar sentada em um balanço. Movimentou-se para a frente e para trás, quicou e gemeu bem alto, me levando ao apogeu do tesão naquela noite. Deixei ela trabalhar na sentada, até que não resisti e avisei que ia gozar, enchendo a borracha.
Vou ao banheiro para me limpar, o membro mesmo assim não baixa, e retorno com a intenção de comer seu cu. Volto ao quarto e aviso que não queria ir embora sem provar do anal. A garota concorda e diz que gosta muito, porém, depois de me acomodar no leito, o garoto dá uma adormecida. Peço um novo boquete para tentar reanimá-lo depressa, mas, como há pouco, não consigo grande ereção no oral. Invertemos os papéis e agora era eu quem aplicava oral nela, com direito a beijo grego no cuzinho que parecia até virgem de tão fechado.
Um pouco mais rígido, visto o capote com um pouco de gel que ela passa na ponta e tento enfiar a vara naquele buraquinho. Sem sucesso, não desisto e apelo para uma nova sessão de beijos, dessa vez ainda mais calorosos e gostosos, válidos para me deixar aceso outra vez. Posiciono-a de quatro na beira da cama e finalmente tenho a potência necessária para ganhar o território.
Depois de acomodado, pergunto se posso meter com a mesma força que utilizei quando comi sua xana. Como resposta, confessa mais uma vez que gosta muito de tomar no cu e completa dizendo-me para não ter pena e que a comesse como a puta safada que ela é. Livre, abro a polpa daquela bunda e empurro até ter a certeza de que não faltava mais nenhum centímetro de distância entre os nossos corpos. Bombo muito na posição de quatro, enquanto a ouço gritar e pronunciar todos os tipos de palavras de baixo calão.
Por mais que aquilo estivesse muito gostoso, percebo que não gozaria naquela posição e sugiro mudar. Recebo mais das suas cavalgadas — primeiro invertida e depois de frente, ambas com disposição —, mas ainda assim noto novamente que não seria finalizado. Peço então o ppmm — que me permitiu estocá-la enquanto a beijava — e meto por mais alguns minutos antes que o gozo anunciasse sua vinda.
De forma não habitual, cogito largar meus herdeiros na boquinha, mas desisto quando fico sabendo que ela cuspiria. Mantenho a tradição e largo uma leitada quente e generosa dentro dela, melancolicamente protegida pelo látex. Bem satisfeito e com o tempo estourando, era hora de ir. Novo banho, visto-me, despeço-me e rua.
Na saída, dirijo-me à portaria pela qual entrei e a encontro fechada. Preciso ligar para a GP e desesperadamente pedir por ajuda para sair. Ela desce e me guia ao lado oposto, onde encontro o mesmo porteiro que não fez o favor de me avisar que, no horário em que eu saísse, a saída seria por outro lugar. Tudo bem, um dia eles aprendem a proteger a vida e a identidade de um libertino com mais zelo.
PS: TD realizado há dois anos e meio com o valor da época. Sugiro que os interessados entrem em contato para se atualizarem. A meu ver, foi um dos melhores custos-benefícios da época, principalmente para quem ainda não havia plantado o seu pezinho de carambola que viraria uma árvore gigante e lhe daria milhões de frutos.
Agradeço a quem leu, abraços e até a próxima!