https://linktr.ee/amandahlua
Avaliação: Positivo
Tempo: 120 min
Valor: R$ 400,00
Repeteco: Sim
"Não se pode servir a dois senhores, pois odiará um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro." (Mateus 6, 24)
A VENDA DA VILA.
Confraria: da junção dos termos em latim "com", que quer dizer “junto”, mais “frater”, que quer dizer “irmão”; é basicamente um grupo de pessoas que se associa em torno de interesses ou objetivos comuns, seja o mesmo ofício, a mesma profissão, modo de vida ou religiosos ou espirituais.
Quando cheguei em um extinto fórum de putaria, hoje resumido a um site que possui um catálogo limitado de garotas free do RJ, impulsionado pela pureza da primeira fé, custei um pouco a perceber o início do seu declínio. Suponho que há pouco mais de 3 anos, presenciei o restinho do que ainda podia ser classificado como confraria. Contudo, ainda tive tempo de conhecer uma gama de boas mulheres, lugares interessantes e algumas pessoas bacanas.
Porém, algumas coisas foram acontecendo pelo caminho, e com elas o meu eventual desencanto e consequente afastamento. Quando observei que as garotas adquiriam, junto ao espaço de anúncio, um status de quase intocáveis, entendi que toda a ideia original que eu tinha sobre um fórum de sexo pago já não poderia mais ser sustentada. A situação se agravou quando fui convidado a participar de um espaço restrito, o qual tinha, em tese, o intuito de debater justamente sobre aquilo que deveria ser falado abertamente, onde só alguém muito ingênuo confiaria depositar suas opiniões naquele falso sistema de liberdade.
Hoje, grande parte dos "foristas" que o movimentam escreve por puro ego. Narcisos que não percebem o quão vazios são: na incessante busca por curtidas, comentários, números, ovações, etiquetas etc. A identidade secreta virou lixo, a ponto de visualizar face de "forista" exposta em relato. O contato para marcação do programa em muitos casos é acompanhado do nickname para pressionar ou impressionar (risos) a garota. Os bons se foram há tempos, porque acordaram ou por não encontrarem respeito. Por outro lado, no tocante às segundas maiores beneficiadas do negócio, não parece haver qualquer filtro para a aceitação de uma postulante a anunciante do site. Basta que tenha a indicação de um participante "relevante" do portal ou o valor da assinatura para que ela esteja apta a aparecer pululando com suas fotos e vídeos no chat, brigando por espaço com todas as groselhas que geralmente são conversadas por lá. Isso sem falar na preocupação exacerbada de algumas Gps em saber se você escreve ou não, seja na recepção ou na despedida do programa. "É só escolher uma vip que é tiro certo." bradava uma rapaziada iludida e mais inocente que criança menor de 5 anos dos anos 30, assim que virei membro do espaço.
Não é difícil identificar o quão subserviente tornou-se o comportamento do "forista" médio do site. Existe o pavor de relatar o atendimento que fugiu do esperado, pois, além de ir contra os interesses de quem ganha com o trabalho dos usuários e os modera, boa parte das profissionais avaliadas não estão preparadas para ouvir críticas, por mais construtivas que sejam. Já vi menina com péssima interpretação de texto desvirtuar até o sentido de uma avaliação positiva, quiçá ter estômago para receber um negativo ou um neutro. Neste lugar, aqueles que são os maiores responsáveis pelo marketing — diga-se de passagem, gratuito — dificilmente ganham algo em troca. Quando muito um "bolo", um aumento de cachê acentuado, uma preterência ou um calote. Na realidade, contribuir com aquilo lá hoje é arcar com possíveis ônus e valer muito menos que um "cliente comum".
Eu poderia "vomitar" muito mais da minha percepção, mas aí tomaria grande parte do precioso tempo que cada um de nós temos. Vamos ao relato desse forista que acredita ter encontrado um ambiente mais autêntico, favorável, coerente e confortável para escrever.
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Lua Doidera era meio que uma "entidade", uma personagem a ser desbloqueada, que por muito tempo tentei fazer acontecer. No histórico das nossas conversas, lá se vão mais de dois anos de tentativas e insistência até receber a resposta tão aguardada. Foi preciso saber esperar chegar a hora certa com paciência e cordialidade. Ela confidenciou-me que recebe diariamente dezenas (às vezes até centenas) de mensagens, que não é uma acompanhante que atende todos os dias ou mais de uma pessoa por dia, e que hoje é até mais fácil conseguir encontrá-la do que já foi em um passado recente. É inteligente, se comunica bem (gosta de produzir áudios) e, depois de adicionado na agenda, você tem acesso aos status e conhece um pouco mais da sua rotina e interesses.
Marcamos por sugestão dela em um hotel na zona oeste, por um período de 2 horas que poderia ser estendido para 3, a depender das nossas afinidades, mediante um sinal. A conversa via Whatsapp Business, links que direcionam às suas redes sociais, chave Pix nominal e a sua escolha de se comunicar por áudios transmitiram um grau de confiança suficiente para me fazer transferir um valor e assim garantir um horário.
No referido dia, Lua chega ao local perto do horário combinado, onde a comunicação durante o trajeto impediu que minha dúvida e ansiedade surgissem ou aumentassem. Chegou com um ar bem "civilzinha", usando um tomara que caia comportado, saia jeans, maquiagem discreta, cabelo preso e sandália. Simpática e comunicativa, trouxe uma feição tranquila, diferente daquilo que podemos acompanhar no seu trabalho de atriz, até por se tratar de contextos totalmente diferentes. Batemos um papo pra quebrar qualquer gelo e Lua vai se banhar. Ligo a hidro para uma brincadeira depois da cama e ela volta com um maiô de renda claro que valorizava suas belas curvas.
Ela me pergunta se a achei diferente da telinha e digo que não, comentando que ela é realmente todo aquele tesão em carne e osso na minha frente. Deitamos no leito, entrego o controle da TV e a deixo escolher o que assistir enquanto nos conhecermos melhor. Conto que costumo dizer às meninas que elas mais riem do que propriamente sentem tesão comigo, e que por isso poderia esperar um atendimento leve e não tão cansativo. Posto isto, sem a pressa de ter um cronômetro marcando o tempo e atento aos sinais da companheira, o enrosco foi fluindo de maneira mais calma e gradual. Confissões sobre intimidades migraram para os carinhos e o uso das mãos bobas, até evoluírem para os primeiros beijos.
Beijos bons, de quem possui a boca macia, hálito fresco e que sabe fazer uso da língua no ato. A forma que adotamos foi cadenciada, como quem beija pela primeira vez uma pessoa que conheceu há poucos dias. Pelo menos comigo, no início, Lua não veio com uma pegada pornstar. Sinto que ela é uma GP que vai de acordo com o estilo do cliente, e viu, no meu jeito mais tímido e calmo, que não era essa versão que eu procurava e esperava no nosso primeiro encontro. Por esperar esse acontecimento há anos, por oras me via incrédulo de que realmente estava ali com ela, fazendo o máximo de esforço para não deixar transparecer isso e deixá-la encabulada. Programas em hotel me travam um pouco, fora que nem todas as estréias são fáceis, e acredito que numa segunda oportunidade, já tendo uma maior conhecimento e intimidade, o ritmo tende a ser diferente.
Na sequência, tiramos nossas vestes e conhecemos melhor o corpo um do outro. Cheiro agradável, higiene em dia, meu pau fica teso ao mínimo toque em sua pele. Lua segura e punheta ele com uma mão de habilidade ímpar e quase me deixo levar sabendo o tempo que ainda nos sobrava. Após, provei sua saborosa boceta até sentir um incômodo no pescoço e me certificar que ela estava dura na queda e que não gozaria no oral. Chegada a sua vez de retribuir, aplicou um oral de quem sabe; molhado, macio, agasalhando o membro todo e fazendo cara de safada até eu implorar pra parar, a fim de iniciarmos a trepada.
Ao vestir o garoto, vejo que ele fica meia bomba e volto a degustar seu corpo afim de ganhar rigidez novamente. Quem a acompanha sabe de todo o cuidado que tem com a aparência, estando ela numa versão mais sequinha — e não menos bela que o seu momento mais sarado — na época do TD. A juventude, a genética e o modo de vida a beneficiam, a escolha das tatuagens e dos piercings pelo corpo também, mas é seu know how que faz a diferença. Adotando uma postura mais dominante, Lua "raspa" e se posiciona por cima aproximando meu sexo da entrada do dela, acendendo a faísca que faltava.
A partir daí, virei passageiro de uma deliciosa agonia. Montada sobre meu colo, uma cowgirl de respeito performava e já não obedecia mais tanto aos meus comandos. Quicou de suar até cansar, exalando o melhor do seu cheiro. Não sei explicar como esse fraco sujeito resistiu àquela cavalgada que acabara elevando a minha gana em possui-la. Lua estava ainda mais gostosa toda suadinha e virou banquete na minha boca com um paladar dos mais aprazíveis. Após, não consegui mais desgrudar meu corpo do dela até finalizarmos o que havia começado. Fizemos as posições de ladinho (sem grande encaixe), bruços, D4, frango assado e ppmm; nesta última, parei de brigar comigo mesmo e explodi em gozo depois de receber uma sessão de pompoarismo.
Higiene de ambos feita, eu já um tanto exausto, notamos que o tempo voou e a hidro teria que ficar para uma outra oportunidade. Conversamos, ela conta sobre coisas da vida fora da personagem e conheço mais alguns dos seus talentos enquanto ela bebe um energético. Pago o que restava do seu cachê + a taxa de deslocamento, ela pede seu Uber e sai com a mesma simpatia que chegou. Sentindo-me realizado, deixei o hotel alguns minutos depois, com a estranha certeza de que no repeteco as coisas serão ainda melhores.
Agradeço a quem leu, um abraço e até a próxima!
https://youtu.be/i4zjvdrqRt0?si=X76_wyJYKqw-QJLV
LUA DOIDERA (21) 96938-1276
- Madruguinha
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