ANGEL - HORUS TERAPIAS - RUA SANTO AFONSO - TIJUCA

Coloque aqui seus relatos antigos, de musas que encerraram carreira, mas marcaram a memória de quem as conheceu...
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Dante
Decano
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Registrado em: Dom Jul 05, 2026 1:05 pm

Mensagem por Dante »

Dia cinza na bucólica Tijuca. Quando esbarrei com a foto da Angel na Casa de Nera, um arrepio percorreu os músculos atrofiados do meu castigado companheiro Pikachu — O Breve. Tal reflexo me fez dedicar mais atenção aos relatos sobre a menina. Inegável que a considerei atraente, dentro dos limites que uma foto é capaz de nos transmitir. Fiquei tentado.

Orei ao Frei Serapião, o confessor dos libertinos, para me livrar da tentação, que era grande, enorme. Resistir, porém, é inútil. Dez minutos depois eu estava no zap contactando a garota. Elaborei as questões essenciais, Angel me respondeu com boa vontade. Conhecendo a sala em que trabalha, perguntei se ela poderia colocar um colchão no chão, pois idoso sente vertigem na maca, ela foi gentilíssima e respondeu-me que daria um jeito.

Perdoe-me, Frei Serapião, eu pequei.

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Agendamos para o fim da tarde. Se Paris tem o Sena, a bucólica Tijuca tem o rio Maracanã, caminhei beirando as suas margens e antes do horário eu já estava próximo ao prédio onde Angel atende. Acomodei-me na lanchonete Rico’s e comi um pastel acompanhando de caldo de cana. Sou pontual, um britânico exilado nestes trópicos de manadas obtusas, às 16h em ponto toquei a campainha da sala.

A porta se abriu e o que eu vi não foi uma mulher, foi um colosso. Meu queixo caiu, pegou um táxi, tomou uma ducha fria e retornou mais calmo ao lugar que lhe cabe no meu rosto. Digo sem pudores, Angel foi a mulher mais bonita que me atendeu neste ano de 2023, duvido que apareça outra que a supere até dezembro. Afirmei a ela que as fotos exibem injustiça ao retratá-la. Seria um desperdício se ela me decepcionasse no atendimento — pensei com meus botões ao vê-la deslumbrante diante dos meus olhos.

Conduziu-me à cabine estreita, preparou o colchão conforme combinado, me ofereceu uma toalha. Corri para o banheiro para me enxugar, porque a presença incomensurável da Angel me fez babar compulsivamente. Banho tomado, retorno ao pequeno espaço que nos foi reservado. Acredite, Forista sem Fé, com a Angel eu transaria imbuído de um tesão cósmico até em uma caixa de encomenda da Amazon. A mulher é um derrame de sensualidade e beleza.

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Arrisquei o primeiro beijo, pois se algo falhasse no ato tudo estaria perdido. Preferi antecipar a possibilidade da decepção, mas o que encontrei foi o êxtase supremo. Angel me retribuiu o ósculo oferecendo a língua, os lábios carnudos, a troca de saliva, a eletricidade irrefreável dos corpos se roçando. Espetáculo. Após o sucesso do primeiro contato labial, Pikachu — O Breve — armou a barraca.

Apertei os ombros da moça em uma simulação de massagem, ela fechou os olhos e disse que estava gostoso, que minhas mãos eram boas. Para quê? Pedi que ela se deitasse na maca, que me desse o creme, besuntei sua pele e a massageei inteira. Ao alcançar as cochas, esbarrava com os dedos em sua vagina, Angel estremecia de olhos cerrados. De pé sobre aquela paisagem descomunal, Pikachu postou-se ereto enquanto as minhas mãos se perdiam na textura profana da bunda perfeita.

Terminada a massagem, Angel se ergueu da maca, me beijou com mais voracidade, agarrou afoita o meu combalido pênis e deitou-se novamente, agora no colchão. Puxei o meu aparelhinho de eletrochoque importado e o introduzi sobre o clitóris em relevo carnudo da moça, ela sente o impacto, geme bem baixinho, levanta a cabeça, me encara com uma expressão de prazer indescritível. A expressão do rosto da Angel com tesão é algo capaz de nos causar ejaculação precoce. É uma mulher belíssima e sensível ao toque.

Angel pede clemência, me diz que gozou. Invertemos a posição e ela vem por cima, beija minha boca, lambe meus mamilos, desce com a língua pela minha barriga, me presenteia com um raríssimo e completo banho de gata. Que fêmea avassaladora. Ela pega o meu pau, se posiciona e se senta sobre ele com a fome das Bacantes. Quica, esfrega, rebola... Percebendo as ondas vulcânicas se avolumarem, peço que ela fique de quatro. Angel de quatro é uma falta de educação. Ainda estou tentando tirar a imagem daquela bunda empinada da minha mente, pois fico com uma constante vontade de bater punheta ao me lembrar.

Penetro devagar naquele templo clássico, úmido e quente que iria me unir visceralmente com aquele colosso de mulher. Vou socando de leve, o entusiasmo me faz aumentar o ritmo, os espermas alvoroçados tocam a sirene, desejam sair sem imaginar que morreriam asfixiados no ensebado saco de látex. A marcha para o suicídio coletivo. Decidi poupá-los da tragédia iminente.

Não queria gozar ainda, me estiquei novamente na cama e Angel volta a se deitar por cima do meu corpo, roça a pele sedosa e quente sobre a minha pele quase cadavérica. Ela me beija com um ardor de enlouquecer Freud. Volta a chupar meus mamilos, lamber meu tórax, pescoço, barriga, ao mesmo tempo em que me masturba. Escutei Gonzaguinha cantando para os meus ouvidos. Não dá mais para segurar, explode coração. Gozei toda a coleção de LPs da Som Livre. Fiquei mortificado no colchão.

Não preciso dizer que irei voltar nessa mulher. Não me digam que não irão sentir o fio da paixão quando colocarem os olhos sobre ela, a beleza exuberante da Angel impressiona os olhos mais exigentes e provoca os corações mais céticos. Lindíssima, carinhosa, lábios carnudos, beijos ardentes, corpo extraordinário.

Perdoe-me, Frei Serapião, pequei e irei pecar outra vez. Não sou só um libertino, sou um condenado.
Perdeu, mané...
Digboy, Papai Noel e Madruguinha curtiram essa mensagem.
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