Após ler alguns relatos, na época, sobre a Lunna, entrei em contato. Bem simpática em suas mensagens e de papo muito tranquilo, tirei minhas dúvidas e acertamos tudo.
Chega o nosso dia, vamos nos falando no caminho enquanto não chegava ao Eden (local escolhido pra facilitar a logística de ambos). Pouco antes de chegar ela diz: "Liga o ar, pelo amor de Deus". O calor estava terrível nesse dia.
Já no quarto, ligo o ar e vou tomar um banho. Cerca de 10 minutos depois, ela chega num vestidinho estampado. Com um sorriso encantador, me dá um beijo e vai tomar um banho também. Volta com uma lingerie verde (atendendo a pedidos) que exibe bem suas curvas. Fomos conversando, nos beijando, conversando, nos beijando, beijando ... e a conversa ... que conversa? Já estávamos numa esfregação boa, prontos pra entrar em ação e ela pede uma pausa para tirar uma foto. Totalmente anti clímax, você deve estar pensando. Bom, pra mim, não foi ...
Apesar de estar muito, mas muito bom, sugiro invertermos as posições e faço o mesmo com ela: a beijo toda de cima a baixo e volto à sua buceta. Inicio os trabalhos orais e uns gemidos sutis me diziam que estava acertando o caminho. Mas a "caminhada" ficou perfeita quando ela me indicou o que gosta que faça. Daí foi só usar o talento do Grinch que os espasmos aumentaram e o êxtase veio. Como eu adoro ver uma mulher gozando ....
Já que tínhamos tempo, ficamos abraçados namorando esperando pela sua recomposição. Quando isso ocorre, ela parte para deixar Rudolph animado pra ação mais intensa. Nem precisou se empenhar tanto, logo já estava se preparando para montar. E veio com vontade, subindo, descendo, rebolando. Segurei pela bunda, sorriu, veio mais forte ainda. Aí fui meu próprio João Kleber e mandei parar. Peço pra ela ficar de 4 na beira da cama e me jogo. Seguro pela cintura, ela adora, cruza o olhar com o meu através do espelho, sigo firme ...
E eis que rolou um micro imprevisto: nesse momento tão prazeroso e bonito de se ver, este que vos escreve pisaria em falso numa alturinha safada ao lado da cama e quase vira o pé. Lunna pergunta se estou bem e respondo que não foi nada, fora a dor momentânea e o susto que fez Rudolph se encolher.
Decidimos ir para a hidro, nada melhor após um momento tenso. Ficamos namorando e conversando por um bom tempo. Saímos, voltamos para a cama e nos deitamos lado a lado nos tocando. Começamos uma masturbação mútua. Logo sinto ela bem molhada, provo seu gosto mais uma vez e faço com que ela também prove.
Depois, ela se compadece de mim, não queria me deixar sem estar totalmente relaxado. Dito isso, retoma o oral mas de forma mais intensa e gostosa. Foi uma mistura de tantas coisas que não dá para colocar exatamente na ordem em que aconteceram, mas teve boca, Rudolph, língua, mãos, cabelos, bolas, Neno, para que, enfim, eu goze.
Devidamente recuperado, ela toma mais um banho, faço o mesmo, colocamos nossas roupas e vamos embora. Paramos para fazer um lanche, mais um breve bate papo e depois seguimos nossos rumos, ela no Uber e eu no trenó.
Prólogo
Apesar de termos nos encontrado uma única vez, Lunna é uma das pouquíssimas GPs de que tenho saudade. Seu jeito descontraído, presente nas conversas no whatsapp e pessoalmente, tira por completo toda e qualquer tensão que possa haver num encontro com ela. Encontro, aliás, que, tirando o fato de que era pago, dava a impressão de estar no motel com uma colega de trabalho que te dá uma condição, não parecendo nem de longe que estávamos num atendimento. Se Lunna voltasse para um revival, certamente eu faria um repeteco. Ou dois ... ou três ...